Preâmbulo
Considerando a necessidade de se assegurar a contínua dinamização da formação de quadros do serviço social, de modo a imprimir maior eficiência e eficácia na gestão de equipamentos sociais, prestação de serviços de acção social voltada aos grupos mais vulneráveis da sociedade, assim como na execução de políticas sociais mais inclusivas e abrangentes; Tendo em conta a necessidade de continuar a assegurar ao trabalhador social a formação com carácter de continuidade, garantindo-lhe meios de actualização permanente, no âmbito da capacitação e formação contínua; Havendo a necessidade de se conformar o Estatuto Orgânico da Escola Nacional de Formação de Técnicos do Serviço Social às regras constantes do Decreto Legislativo Presidencial n.º 2/20, de 19 de Fevereiro;
O Presidente da República decreta, nos termos da alínea d) do artigo 120.º e do n.º 1 do artigo 125.º, ambos da Constituição da República de Angola, o seguinte:
Artigo 1.º#
Aprovação
É aprovado o Estatuto Orgânico da Escola Nacional de Formação de Técnicos do Serviço Social, anexo ao presente Diploma, de que é parte integrante.
Artigo 2.º#
Revogação
É revogado o artigo 2.º do Decreto Presidencial n.º 171/14, de 23 de Julho.
Artigo 3.º#
Dúvidas e Omissões
As dúvidas e omissões resultantes da interpretação e aplicação do presente Diploma são resolvidas pelo Presidente da República.
Artigo 4.º#
Entrada em Vigor
O presente Decreto Presidencial entra em vigor na data da sua publicação. Apreciado em Conselho de Ministros, em Luanda, aos 21 de Dezembro de 2020.
Publique-se. Luanda, aos 31 de Dezembro de 2020.
O Presidente da República, JOÃO MANUEL GONÇALVES LOURENÇO.
Artigo 1.º#
Natureza Jurídica
A Escola Nacional de Formação de Técnicos do Serviço Social, abreviadamente designada por «ENFOTSS», é o serviço personalizado dotado de autonomia administrativa, ao qual compete a implementação de acções de formação profissional e especializada, no domínio da assistência social, dirigidas aos recursos humanos afectos ao Sector Público e demais interessados.
Artigo 2.º#
Missão
A ENFOTSS tem como missão contribuir no fortalecimento do desempenho e execução dos processos de intervenção e promoção social dos grupos vulneráveis a partir do desenvolvimento de especialização de competências necessárias aos técnicos do serviço social, mediante acções de formação, capacitação e pesquisa.
Artigo 3.º#
Legislação Aplicável
A ENFOTSS rege-se pelo disposto no Diploma que estabelece as regras de criação, organização, funcionamento, avaliação e extinção dos institutos públicos, pela legislação aplicável às pessoas colectivas de direito público e demais legislação em vigor e pelo seu Estatuto Orgânico e regulamento interno.
Artigo 4.º#
Sede e Âmbito
A ENFOTSS tem a sua sede na Província de Luanda e desenvolve a sua actividade em todo o território nacional, podendo, para o efeito, dispor de serviços desconcentrados.
Artigo 5.º#
Superintendência
A ENFOTSS está sujeita à superintendência do Titular do Departamento Ministerial responsável pelo Sector da Acção Social, Família e Promoção da Mulher.
Artigo 6.º#
Atribuições
A ENFOTSS tem as seguintes atribuições:
Promover e implementar acções de formação profissional e especializada no âmbito do Sector da Acção Social, Família e Promoção da Mulher;
Homologar cursos de formação profissional no âmbito do Sector da Acção Social, Família e Promoção da Mulher;
Cooperar com instituições de formação homólogas;
Manter o cadastro actualizado dos formandos e emitir os respectivos certificados ou declarações de frequência do curso;
Avaliar o funcionamento dos centros de formação profissional no âmbito do Sector da Acção Social, Família e Promoção da Mulher;
Efectuar pesquisas sobre técnicas de formação profissional aplicáveis às acções de formação a desenvolver;
Coordenar, acompanhar, executar e avaliar as acções de formação profissional dos órgãos e agentes dos serviços de acção social;
Exercer as demais atribuições estabelecidas por lei ou determinadas superiormente.
Artigo 7.º#
Órgãos e Serviços
A ENFOTSS compreende os seguintes órgãos e serviços:
Órgãos de Gestão e Fiscalização:
Director Geral;
Director Geral-Adjunto;
Fiscal-Único.
Serviços Executivos:
Departamento de Serviços de Formação;
Departamento de Estudos e Investigação Científica;
Departamento de Controlo de Qualidade.
Serviços de Apoio Agrupados:
Departamento de Apoio ao Director Geral;
Departamento de Administração e Serviços Gerais;
Departamento de Comunicação, Inovação Tecnológica e Modernização dos Serviços.
Serviços Locais.
Artigo 8.º#
Definição e Competências
O Director Geral é o órgão singular de gestão que assegura e coordena a realização de actividades da ENFOTSS.
O Director Geral tem as seguintes competências:
Dirigir os serviços da Escola;
Propor a nomeação dos responsáveis da Escola;
Elaborar os instrumentos de gestão previsional, os relatórios de actividade e de prestação de contas e submeter à aprovação ou Órgão de Superintendência, após parecer do Órgão de Fiscalização;
Gerir o quadro de pessoal e exercer o poder disciplinar sobre o pessoal;
Emitir despachos, instruções, circulares e ordens de serviço;
Representar o instituto público e constituir mandatário para o efeito;
Elaborar e executar os planos de actividades anuais e plurianuais;
Elaborar os regulamentos internos, incluindo doFundo Social;
Decidir sobre a criação de Fundo Social;
Aceitar doações, heranças e legados;
Exercer as demais competências estabelecidas por lei ou determinadas superiormente.
O Director Geral é nomeado pelo Titular do Departamento Ministerial responsável pelo Sector da Acção Social, Família e Promoção da Mulher para um mandato de 3 (três) anos, renovável por igual período.
O Director Geral é coadjuvado por um Director Geral-Adjunto, nomeado pelo Órgão de Superintendência para um mandato de 3 (três) anos, renovável por igual período.
Artigo 9.º#
Definição e Competências
O Director Geral-Adjunto é o órgão singular coadjutor do Director Geral na coordenação e gestão das actividades da ENFOTSS.
O Director Geral-Adjunto tem as seguintes competências:
Coadjuvar o Director Geral nas questões de natureza pedagógica;
Substituir o Director Geral nas suas ausências e impedimentos;
Exercer as demais competências estabelecidas por lei ou determinadas superiormente.
Artigo 10.º#
Natureza e Competências
O Fiscal-Único é o órgão de fiscalização interna da ENFOTSS ao qual incumbe analisar e emitir parecer sobre a actividade da Escola, designado pelo Titular do Departamento Ministerial responsável pelo Sector das Finanças Públicas, para um mandato de 3 (três) anos, renovável por igual período.
O Fiscal-Único tem as seguintes competências:
Emitir, na data legalmente estabelecida, parecer sobre as contas, relatório de actividades e a proposta de orçamento privativo da ENFOTSS;
-Apreciar os balancetes trimestrais;
Proceder à verificação regular dos fundos existentes e fiscalizar a escrituração da contabilidade;
Fazer auditoria interna ou recomendar auditoria externa, traduzida na análise das contas, legalidade e regularidade financeira das despesas efectuadas;
Remeter semestralmente aos Titulares dos Departamentos Ministeriais responsáveis pelos Sectores das Finanças Públicas e da Acção Social, Família e Promoção da Mulher o relatório sobre a actividade de fiscalização e controlo desenvolvidos, bem como sobre o seu funcionamento;
Exercer as demais competências estabelecidas por lei ou determinadas superiormente.
O Fiscal-Único deve ser um contabilista ou perito contabilista registado na Ordem dos Contabilistas e Peritos Contabilistas de Angola.
Artigo 11.º#
Departamento de Serviços de Formação
O Departamento de Serviços de Formação é o serviço encarregue da planificação formativa, orientação técnico-pedagógica e curricular.
O Departamento de Serviços de Formação tem as seguintes competências:
Elaborar propostas de planos e programas de todas as acções de formação a realizar pela ENFOTSS;
Orientar e coordenar a actividade técnico-pedagógica;
Promover e realizar seminários técnico-pedagógicos, com vista a elevar o nível técnico dos seus profissionais;
Fornecer informações e elaborar relatórios que permitam avaliar o grau de cumprimento do plano de formação anual aprovado pelos órgãos competentes da ENFOTSS;
Organizar dados e informações estatísticas dos formandos;
Velar pela elevação do nível técnico e pedagógico dos trabalhadores da ENFOTSS e dos formadores;
Exercer as demais competências estabelecidas por lei ou determinadas superiormente.
O Departamento de Serviços de Formação é dirigido por um Chefe de Departamento.
Artigo 12.º#
Departamento de Estudos e Investigação Científica
O Departamento de Estudos e Investigação Científica é o serviço executivo encarregue de promover as acções de estudo, investigação científica e gestão da biblioteca.
O Departamento de Estudos e Investigação Científica tem as seguintes competências:
Programar e coordenar a realização de estudos e projectos de investigação científica, de acordo com as necessidades e planos de formação da ENFOTSS;
Promover e coordenar a investigação científica sobre a metodologia e as técnicas de formação profissional aplicáveis ao desenvolvimento do Sector;
Assegurar apoio metodológico, pedagógico e científico aos centros de formação do Sector;
Analisar o material didáctico e propor alterações que visem a sua melhoria e actualização;
Analisar e avaliar os resultados obtidos nas acções de formação e na sua aplicação prática;
Promover acções de pesquisa ou científicas sobre técnicas de formação profissional por forma a mantê-las actualizadas de acordo com a exigência dos resultados pretendidos;
Zelar pelo apetrechamento e controlo do acervo bibliográfico da ENFOTSS;
Elaborar o plano anual de formação em colaboração com o Departamento de Serviços de Formação;
Assegurar a gestão e funcionamento da biblioteca da ENFOTSS;
Propor a aquisição de obras literárias e científicas para a biblioteca, e de outros meios relevantes ao seu funcionamento;
Promover a realização de palestras, seminários e workshops no âmbito da investigação científica;
Promover a realização de parcerias com outras instituições no âmbito da investigação científica;
Elaborar e actualizar o material didáctico, em colaboração com o Departamento de Serviços de Formação;
Exercer as demais competências estabelecidas por lei ou determinadas superiormente.
O Departamento de Estudos e Investigação Científica é dirigido por um Chefe de Departamento.
Artigo 13.º#
Departamento de Controlo de Qualidade
O Departamento de Controlo de Qualidade é o serviço de executivo encarregue de assegurar a efectivação de políticas e procedimentos definidos no âmbito da formação profissional.
O Departamento de Controlo de Qualidade tem as seguintes competências:
Assegurar a efectivação da observância de todas as políticas e procedimentos internos definidos;
Criar procedimentos e ferramentas (modelos de documentação);
Actualizar os procedimentos, avaliando a compatibilização entre a legislação, os regulamentos e os procedimentos internos;
Proceder à revisão e avaliação da eficácia e suficiência dos controlos contabilísticos, financeiros e operacionais;
Determinar a extensão do controlo dos activos da instituição e da sua protecção contra qualquer tipo de ineficiência;
Determinar o grau de confiança de informações e dados contabilísticos e de outra natureza produzidos pelos serviços da ENFOTSS;
Avaliar a qualidade alcançada na execução de tarefas determinadas e aferir o desempenho e grau de responsabilidade envolvidos;
Avaliar os riscos estratégicos, administrativos e operacionais da ENFOTSS, tanto do Serviço Central como dos Serviços Locais;
Assegurar a aplicação das recomendações ou orientações emitidas pelos órgãos competentes e das aprendizagens internas ou resultantes de cooperação;
Exercer as demais competências estabelecidas por lei ou determinadas superiormente.
O Departamento de Controlo de Qualidade é dirigido por um Chefe de Departamento.
Artigo 14.º#
Departamento de Apoio ao Director Geral
O Departamento de Apoio ao Director Geral é o serviço encarregue das funções de secretariado, apoio técnico-jurídico, controlo interno, intercâmbio, relações públicas e protocolo.
O Departamento de Apoio ao Director Geral tem as seguintes competências:
Assegurar o secretariado e elaborar as actas das reuniões presididas pelo Director Geral;
Assegurar a gestão, o controlo e monitorização do expediente;
Gerir a agenda e organizar as sessões de trabalho do Director Geral;
Assegurar os trabalhos de reprodução e distribuição da documentação;
Acompanhar e velar pelo cumprimento das ordens e instruções do Director Geral dentro dos prazos estabelecidos;
Dar tratamento às questões jurídicas e de contencioso em que a ENFOTSS esteja envolvida;
Elaborar estudos, projectos, pareceres e informações de natureza jurídica;
Organizar as actividades relativas ao estabelecimento de relações e cooperação com outras instituições nacionais e internacionais congéneres;
Desenvolver as actividades de relações públicas e protocolo da ENFOTSS;
Exercer as demais competências estabelecidas por lei ou determinadas superiormente.
O Departamento de Apoio ao Director Geral é dirigido por um Chefe de Departamento.
Artigo 15.º#
Departamento de Administração e Serviços Gerais
O Departamento de Administração e Serviços Gerais é o serviço encarregue das funções de planeamento, gestão orçamental, financeira e patrimonial, gestão de recursos humanos, manutenção de infra-estruturas e transportes.
O Departamento de Administração e Serviços Gerais tem as seguintes competências:
Assegurar a previsão orçamental e financeira, elaborando os planos financeiros da ENFOTSS;
Promover a arrecadação de receitas e realizar as despesas;
Organizar e manter actualizada a contabilidade e elaborar balancetes mensais, relatórios trimestrais de contas das actividades da ENFOTSS;
Adquirir, armazenar e distribuir o equipamento e material de escritório, higiene e segurança, necessários ao funcionamento da ENFOTSS;
Elaborar o inventário dentro dos prazos estabelecido por lei;
Zelar pela conservação e manutenção do património da ENFOTSS;
Proceder ao levantamento anual das necessidades de formação, elaborar os planos de formação da ENFOTSS, promover e assegurar a realização das acções de formação necessárias à superação e capacitação do pessoal;
Assegurar a correcta gestão do pessoal, relativamente ao recrutamento, promoção e reforma de funcionários;
Elaborar e apresentar propostas em matéria de políticas de gestão de pessoal;
Promover medidas que visam melhorar as condições de prestação de trabalho, nomeadamente a higiene, saúde e segurança no trabalho;
Elaborar os mapas de efectividade do pessoal e proceder ao processamento das folhas de salário;
Assegurar a correcta aplicação das normas remuneratórias e demais legislação laboral vigente;
Proceder à avaliação das necessidades de pessoal em colaboração com os outros departamentos e promover a sua provisão de acordo com o quadro de pessoal da ENFOTSS;
Elaborar programas socioculturais que visam proporcionar o bem-estar e motivação dos funcionários;
Propor medidas de política social para os funcionários e assegurar a sua implementação;
Assegurar a gestão e manutenção dos meios de transporte da ENFOTSS;
Exercer as demais competências estabelecidas por lei ou determinadas superiormente.
O Departamento de Administração e Serviços Gerais é dirigido por um Chefe de Departamento.
Artigo 16.º#
Departamento de Comunicação, Inovação Tecnológica e Modernização dos Serviços
O Departamento de Comunicação, Inovação Tecnológica e Modernização dos Serviços é o serviço de apoio agrupado encarregue das funções de informática, modernização e inovação tecnológica, documentação, arquivo e informação.
O Departamento de Comunicação, Inovação Tecnológica e Modernização dos Serviços tem as seguintes competências:
Propor a definição de padrões de equipamentos informáticos e softwares a adquirir pela Escola e zelar pela sua manutenção;
Propor a pesquisa e troca de experiências sobre a utilização das novas tecnologias de informação e comunicação com outras Instituições;
Recolher, seleccionar e divulgar informações relacionadas com as actividades da Escola;
Assegurar a edição e divulgação das publicações da ENFOTSS;
Assegurar o atendimento de todas as necessidades da ENFOTSS no domínio de sistemas de informação e tecnologias de comunicação;
Planear e supervisionar o desenvolvimento de projectos de novos sistemas e a manutenção dos programas e sistemas instalados;
Estabelecer critérios e normas de segurança (lógica e tecnológica) para a utilização de instalações, equipamentos e de dados;
Estabelecer normas gerais de acesso aos equipamentos e de protecção de arquivos e programas informáticos, visando garantir a segurança e qualidade dos serviços prestados;
Manter a ENFOTSS actualizada em termos de tecnologias de informação e optimizar o seu uso;
Organizar o arquivo geral e manter em bom estado de conservação toda a documentação expedida e recebida;
Exercer as demais competências estabelecidas por lei ou determinadas superiormente.
O Departamento de Comunicação, Inovação Tecnológica e Modernização dos Serviços é dirigido por um Chefe de Departamento.
Artigo 17.º#
Serviços Desconcentrados
Sempre que se justificar, para atender a uma ou mais províncias, podem ser criados serviços desconcentrados em função da avaliação conjunta feita pelos Titulares dos Departamentos Ministeriais responsáveis pelos Sectores da Acção Social, Família e Promoção da Mulher e das Finanças Públicas.
A estrutura dos serviços locais obedece ao disposto no artigo 35.º do Decreto Legislativo Presidencial n.º 2/20, de 19 de Fevereiro, que estabelece as regras de criação, organização, funcionamento e extinção dos institutos públicos.
Artigo 18.º#
Instrumentos de Gestão
Constituem instrumentos de gestão da ENFOTSS os seguintes:
Plano de actividade anual e/ou plurianual;
Contrato-programa;
Orçamento anual;
Relatório de actividades semestrais e anuais;
Balanço e demonstração da origem e aplicação de fundos.
Artigo 19.º#
Receitas
Constituem receitas da ENFOTSS as seguintes:
Dotações orçamentais e ou subsídios concedidos pelo Estado;
Rendimentos resultantes da gestão do seu património e as receitas resultantes da sua actividade;
Os rendimentos resultantes da venda de bens e serviços;
Quaisquer outras receitas que lhe sejam atribuídas por lei ou contratos.
As receitas são recolhidas para a Conta Única do Tesouro (CUT), mediante a utilização da Referência Única de Pagamentos ao Estado (RUPE), para a posterior transferência da parte que cabe aos beneficiários.
Artigo 20.º#
Despesas
Constituem despesas da ENFOTSS as seguintes:
Encargos com o seu funcionamento para o cumprimento das suas atribuições;
Custo de aquisição, manutenção e conservação dos bens e equipamentos;
Custo de aquisição de serviços necessários para a prossecução das suas atribuições;
Despesas inerentes às suas atribuições e previstas no orçamento da ENFOTSS.
Artigo 21.º#
Património
O património da ENFOTSS é constituído pelo conjunto dos bens, direitos e outros valores, que adquira por compra, doação, herança ou alienação no exercício das suas atribuições.
Artigo 22.º#
Regime do Pessoal
As condições de ingresso, acesso às categorias e carreiras, assim como a mobilidade de pessoal, estão sujeitas ao regime da função pública e demais legislação aplicável.
O pessoal admitido por contrato de trabalho está sujeito à legislação em vigor sobre a matéria.
Artigo 23.º#
Quadro de Pessoal e Organigrama
O quadro de pessoal do regime geral e especial e o organigrama da ENFOTSS constam dos Anexos I, II, III ao presente Estatuto, de que são partes integrante.
Artigo 24.º#
Regulamentos
Toda a matéria de funcionamento interno que não se encontre regulada no presente Estatuto Orgânico é objecto de tratamento em Regulamento Interno a aprovar pelo Órgão de Superintendência.
ANEXO I
Quadro de Pessoal da Carreira do Regime Geral do Serviço Central da ENFOTSS a que se refere o artigo 23.º do presente Diploma
ANEXO II
Quadro de Pessoal de Regime Especial da Carreira de Formador do Serviço Central da ENFOTSS a que se refere o artigo 23.º do presente Diploma
ANEXO III
Organigrama a que se refere o artigo 23.º do presente DiplomaO Presidente da República, JOÃO MANUEL GONÇALVES LOURENÇO.
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