Preâmbulo
LES Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008 I Série — N.º 246
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reninuicadE ea ÓRGÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE ANGOLA
Preço deste número — Kz: 1320,00
Toda à correspondência, quer oficial, quer ASSINATURAS O preço de cada Unha publicada not Didfrros
relativa à anúncio e assiastures do «Dydrio da Ano | daRepública 1º 62º céries éde Kz 75000 e para a
Astêsséries. 2 1. 2... Kxz 40077500] 3º série Kz 95,00, acrescido do respectivo
Repúblican, deve ver dirigida à Imprenssdo 20 o x, 29635000] imposto do selo, dependendo a publicação da
Nacioes] — E P,em Luanda, Caixa Postal 1306 | à 21 gere... 1. + 1. Kz 12350000] 37 sénededepósiin prévio a efectuar na Tesourana
+ End Teleg: «Imprensam AISNE. . 2. 2. .- WKru 9570000] dalmpreosa Naciooal — EP.
SUMÁRIO Nestes termos, 10 abrigo da alínea 4d) do artigo 88º da Lei
Constitucional, a Assembleia Nacional aprova a seguinte:
Assembiloia Madonal
Leda" 11/08:
Que aprova o Plano Nacional para o ano 2009 LEI QUE APROVA O PLANO NACIONAL 2009
Lein* 120:
Da Orçamento Geral do Estado para 2008 ARTIGO 1º
(Aprovação)
Conselho de Ministros
Decreto n.º 120/08: É aprovado o Plano Nacional para o ano 2009 que é parte
Nometa o Conselho de Admilaistração da Sociedade Nacional de — integrante da presente lei.
Combustíveis de Ángola, SONANGOL-E P presidido por Manuel
Bomingos Vicente
comer o em ARTIGO 2º
CNE COCO AA SL SC
(Dúvidas e omissões)
ASSEMBLEIA MACIOMAL As dúvidas e omissões suscitadas da interpretação e
—=— aplicação da presente lei são resolvidas pela Assembleia
Let n.º 11/08 Nacional,
de 31 de Derembro
Artigo 3.º#
O Governo apresentou, para aprovação pela Assembleia (Entrada em vigor)
Nacional, o seu Plano Nacional para o ano de 2009, em que
se destaca o carácter da conformidade e continuidade relari- A presente lei entra em vigor a partir do dia 1 de Janeiro
vamente ao Programa Geral do Quadriénio 2009-2012, sub- — de 2009.
metido ao voto nas Eleições Legislativas de 5 de Setembro
de 2008, cujos objectivos mantêm válidas as medidas secto- — — Vista e aprovada pela Assembleia Nacional, em Luanda,
riais das políticas integradas. aos 12 de Dezembro de 2008,
Face ao esforço financeiro que deve ser empreendido pelo O Presidente da Assembleia Nacional, Fernando do
Predade Dias dos Santos,
Governo, o Plano Nacional apresentado conforma-se com a
proposta do Orçamento para igual período de 2009 e integra Promulgada em 31 de Dezembro de 2008,
importantes projectos infraestrutuçãis que compreendem
níveis intensivos de execução para o ano à que se refere e Publique-se.
que não podem sofrer, sob o risco de grandes prejuízos para
o País, falhas de continuídade e coerência O Presidente da República, Jose EnvarDO DOS SANTOS
PLANO NACIONAL — 2009
Introdução:
Depois de alcançado « paz, em 2002, o Governo lancou-se de imediato no prócesão de reconstrução nacional,
À sua Intervenção fez-se por intermédio dum conjunto de
programas intercalaroes, intitulados Programas Gerais do
Governo bianuais, no contexto dos quais a preservação da
paz, à consofidação da reconciliação nacional, o combate d
pobreza, a melhoria das condições sociais de vida du população e a reabilitação das infra-estruturas pora o crescimento
sustentado foram as marcas prioritárias das políticas. acções,
medidas e projectos. Os resultados que sucessivamente se
foram obtendo & o Programa de Governo 2009-2012 do
MPLA são à base do Plano Nacional 2009,
O Plano Nacional 2009 assume, assim. uma característica específica, na medida em que foi concebido tendo
como pano de fundo o Programa de Governo 2009-2012 do
MPLA, transformando-se, portanto, no seu instrumento de
execução para o primeiro ano.
3, O Plano Nacional 2009 começa por apresentar uma
breve aíntete cla preocupante Evolução Recente da Economia Internacional (capítulo ID), que aponta peru uma forte
desaceleração do crescimento económico, em particular dos
países mais desenvolvidos, acompanhada por um movimento
de sinal contrário da inflação.
A subida geral dos preços, tendo sida, essencialmente,
determinada pelo rápido crescimento dos preços das principais matérias-primas, com mais relevância para às agro-alimentarezs, £ do preço do petróleo. Esta evolução está a
fazer-se sentir duramente em África, desiguadantente nos
países não produtores de petróleo,
4, O Diagnóstico Económica é Social (capítuio TI) é,
necessariamente, bastante resumido. Descreve-se 1a evolução
am 2006-2007 e os dados disponíveis permitem apresentar o
comportamento de algumas variáveis-chave para 05 primeiros oito meses de 2008,
Confirma-se o elevado crescimento do Preduto Interno
Bruto (PIB), um dos maiores do mundo, acompanhado de
uma evolução macroeconómica muito favorável. nomeadamente ao nivel da estabilização da moeda nacional e de
saldos orçamentais globais positivos. Já quanto à inflição,
regista-se um abruvidamento no tino de queda da inliuçao,
reflectindo não sá 2 subida dos preços das matérias-primas e
bens importados, mas também a presença de pesados facto
Fes de distorção dos preços nos circuitos de distribuição.
O esforço de recuperação da economia nacional está bem
expresso na elevada taxa global de investimento que,
em 2007, ter-se-á situado em 30% do Produto Interno Bruto
(PIB).
Q capitulo IV apresenta as Projecções Económicas para
2009. de que se destaca a taxa de crescimento real de 11.8%
Para o Produto Interno Bruto (PIB), mas com um ritmo de
ereseimento do produto não petrolífero (15,9%), quase três
vezes e da produção petrolífera (5,9%), o que confirmará a
tendência registada, a partir de 2005, de alteração estrutural
da economia,
À tuxu de influção geral deverd registar um decréscimo
para cerca de 10% em 2009,
O quadro fiscal prevê uma diminuição de 31%, a preços
correntes, das receitos, enquanto as despesas totais aumentarão 16%. Prevê-se que 55 impostos perrolíferos se situem em
cerca de 70% dos previstos para 2008 e que o aquisição de
activos não financeiros (basicamente investimento público)
cresça esrea de 12%, atingindo acima de 1000 milhões de
kwanzas,
No capítulo V formulam-se 08 objectivos e prioridades nacionais para 2009, nas áreas do desenvolvimento
humano, « nível macroeconómico, no plano sectorial é em
matéria de desenvolvimento do território (do ponto de vista
nacional),
A Política Macroecanómica para 2009 é sinteticamente
descrita no capítulo VI, quer em termos gerais, quer ao nível
das finanças públicas e da política monetária e cambial, quer
da política de preços, regulação c concorrência.
8, As Políticas de Apoio ào Desenvolvimento (capítulo VIE) apresentam os objectivos, acções e medidas de
política para às seguintes áreas: população, emprego é formação profissional, ciência é tecnologia, promoção do
investimento e de upoio às exportações e desenvolvimento
do sector financeiro.
O capítulo VIT contém as políticas e prioridades
sectoriais, com. base nos agrogamentos, sectores económicos, infra-estruturas económicas e sectores sociais. Apresentam-se. de forma sintética, os objectivos e as acções e
medidas de política, dos diferentes sectores, para 2009,
À Reforma e Modemização do Estado (capítulo TX),
amtmera os objectivos, acções e medidas de política para três
reformas essenciais, administração pública, administração
local justica
O capítulo X trata do desenvolvimento da actividade
do sector empresarial público e do sector privado, seus objectivos, acções e medidas de política.
O desenvolvimento do território (capítulo XI) identifica os objectivos da política de desenvolvimento do território, em particular relacionados com à promoção do
desenvolvimento integrado das comunidades rurais, arravés
du requalificação e du reorgunização das aldeias e povouções,
€ refere, para além do que constará dos planos provinciais, de
forma muis específica, as acções e medidas de política de
âmbito nacional, com muior incidência Lesritorial, em partivularas que respeitam aos estudos e trubalhos preparatórios de
lançamento de pólos de desenvolvimento, zonas económicas
espectais, corredor Luanda-Malnje e pólos de equilibrio,
13, O capítulo XT) aborda às relações com o exterior.
dando particulur relevo às relações económicus, nomeadamenie ao nível da articulação SADC-CEEAC — Região do
Golfo da Guiné.
14, Finalmente, duas observações, O Plano apresenta um
conjunto de programas, por domínios de intervenção, atruvês dos quais se materializarão os abjectivos do Governa
para 2009. No entanto, à1 sua valorização finânceira encontra-
-se no Orçamento Geral do Estado de 2009, onde 8e cruzam
ax duás ópticas, à dos sectures e a dos programas.
Síntese da Evolução Económica Internacional
Recente:
O comportamento da economia mundiai em 2008 vai
depender de três factores: a moderação da crise do subprime
de alto risco — iniciada nos Estados Unidos no segundo
semestre de 2006, mas à propagar-se a todas as economias
desenvolvidas, em particular as da Europa, onde os níveis de
endividamento global são preocupantes — a possibilidade de
conter a subida do preço do petróleo nos 80 dólares por
barril e o controlo da erise dos preços das matérias-primas
agrícolas, entre 2004 e 2007 a registarem aumentos sisnificativos, da ordem dos 75%.
À despeito do comportamento do preço do petróieo
durante 2007 — tendo atingido um pico de 95 dólares por barril em Dezembro e um preço médio de 77,5 dólares segundo
os cálculos do Fundo Monetário Intemacional!? — a econo-
Tia mundial cresceu cerca de 5,2%, fortemente puxada pelas
economias chinesa (11 49%), indiana (9,2%) e russa (8,1%),
QUADRO |
Comportamentos recentes da economia mundial
(taxas reais de crescimento do PIB em %)
ia — Je]
Total dos econoutas desenvolvidas .. ...| 3,0 | 2,7 [ 193
icecomenias desen ul idas peidentaeis 1. 22] 27 22 [608
Novas cconomias industrializados de Ásia... ...] 56 | 564 | 40
Estados Unidos 11: 10 ce ee e ro ese | 29 | 23 [ 05
Euro Área Ju uu use ce mem mm mana | 28 24 14
JAPÃO mem vce e | 24 | 24 | 14
China cu era cem na es maca e | GA 68 | 55
África Subsabariane 110010 im cane o | 28 | D7 1 13
Fonte: Intemadione! Monctary Fund, World Economic Ontivol, Qciober, 2008
RO DE 2008 4523
Do conjunto das economias emergentes, u que mais
destaque assume é a da República Popular da China, devido
às elevadas taxas de crescimento económico registadas mos
últimas 25 unos, Entre 1980 e 2005 à economia chinesa cresceu à uma taxa média anual 1le 10,5%, o que à manter-se.
levará à uma duplicação do valor do seu Produto Interno
Bruto dentro de sete nnos (9876 mil milhões de dálares)
podenda vir a ser. provavelmente, a terceira economia do
mundo.
De uma maneira geral, às economias emergentes ver-se-
«ão afectadas nos respectivos ritfinos de crescimento durante
2008, com destaque para a China é a Índia, onde as quebras
podem chegar aos 2,1 pontos percentuais e 3.3 ponto perventuzl respectivamente. Trarando-se de economias muito
dependentes da importação de matérias-primas e produtos de
base (perróleo, minérios diversos, etc.). cujos Índices de pre-
ÇOS se apresentam com tendência altistas, as expectativas de
crescimento para 2008 reflectem, justamente, esta conjuntura
internacional,
Quanto à economia africana subsabariana, as perspectivas para 2008 são bem diferenciados, consoante se trate
de países exportudores ou importixtores de petróleo. Para os
primeiros, as expectativas para 2008, apesar de todos os constrangimentos conhecidos, são bastante positivas, devido à
conjunção entre o aumento da procura mundial de petróleo e
6 respectivo preço. Esta convergência positiva pode compensar ps efeitos negativos da crise elimentar mundiei. Pelo
contrário, para as economias africanas subsaharianas importadoras de petróleo, as expectativas para 2008 são muito
menos positivas, ainda por cima agravadas com o espectro
de uma outra crise mundial determinada pelos preços das
matérias-primas agrícolas,
QUADRO 3
As grandes economias africanas subsaharienas
(taxas reais de crescimento do PIB em 9%)
o meme fan | ae
África do Sol uu 100 0 cu cs as nene | 54 | 58 | 38
NIBÉria 1o 100 00 uu e ne co ce oe cos aa maça. | 62 | 64 | 9)
QUENÃA oo 100 o e e me ca e ssa | 61 | 70 | 25
ANBOla oo co co aa cn ne an aaa uno cao | 1B/6 [233 [565
Iniportadonss de prinúlso cu vol cre een co | SS sã | SA
Exportadores de pelmfleo 6. 00 01 | 63 | 86 |] RA
África Subsanuriana ca ci ae ce encare | 68 | 68 | 66
Funie: Imernallonal Menetary Fund, World Exonomic Odilook. Apl, 2008.
World Bank — Global Esvceconis Prospocts, 2006, 2007 5 2008,
MINPLAMN — Refatírios de Eutução do Balanço do Programa do Oovernmo. 2005,
200 à 207.
11 Oz mais recentes estindia sore a influêncio de preço do petrúleo no ereei-
ED Soaonco mund, expeciralizacáto e das coma lino Hiadto dent evalis, vor
clucm no eentido de e preço de 150 dlores por barril ser o Iimite economicamente
Volerávol para emas ecoeanias. À pontir daqui à recossão económica possará a ter uma
perbabilidada elotado. cum tratis as comeguências segadvos subre o crescimento eçonómienadas eeuaouihs emergentes e dos países aíricanos pridinores e expodidores de
Pers Interaaional Monstary Fund — Raglona! Economic Outlook, Sub -Subren
Alea, Sepeember 1007.
UI Existem divergêmias acentuadas cutro vá cstimáativas/projecções do Fundo
Monmstirio Intonacicaal « + Banca Mundial. Como exçmplo, esta última Instituição
Ira tm valor pora 5 taxa de coeoimento mandizd de 3,5% para 2007. As dife-
TETAS tUNa países são. também aoecorias.
Um outro aspecto de preocupação relaciona-se com à
inflação mundial e 03 seus efeitos sobre o crescimento eco
nómico das economias menos desenvolvidas. Os valores
registados em 2006 e 2007 foram, respectivamente, 3,4% e
3 9%, longe, em qualquer um dos anos, do conhecido core
Inflation, que é de 2%, Trata-se de taxas muito altas, tendo
sido o comportamento altlata dos preços do petróleo e das
commedities alimentares os principais motores que alimentaram a inflação mundial. O Fundo Monetário Internacional
— World Economic Qutlook, April, 2008 — apresenta a
decomposição da influência daqueles produtos. Em 2006, o
crude contribuiu com 19,9% e ns matérias-primas alimentarea com 27%. Em 2007 — apesar das enormes manchetes
sobre a alta do preça do barril de petróleo nos mercados
internacionais — foram as conunodities agrícolas (trigo, arroz,
milho, café, açúcar, cacau, aveia e algumas oleaginosas), os
principais motores da inflação mundial, com uma contribuição, segundo à mesma fonte, de 44,3%. O indicador do
Fundo Monetário Internacional (FMI) para os preços das
commodities cresceu 44% de 2006 para 2007. O preço do
petróleo apenas exerceu uma pressão correspondente a 3%,
A aceleração no preço das matérias-primas agrícolas está
a desencadear efeitos arrasadores na Ásia emergente, em
África eno Oriente Média. Em África, a braços com
problemas de pobreza e de sub-nutrição, estes efeitos
poderão vir a ser dramáticos.
As estimativas do Fundo Monetário Internacional para a
inflação, em 2008, parecem estar ultrapassedas, atendendo
aos valores observados até finais de Junho na Euro Área
(4%), nos Estados Unidos (3,5%) e mesmo na China (5,5%),
Assim, as expectativas quanto ao comportamento dos preços
mundiais em 2008 vão, seguramente, ultrapassar os valores
estabelecidos em redor dos 2%.
111, Diagnóstico Económico é Social. Síntese:
IT. 1. Evolução em 2006-2007:
19, Contfirmaranm-se em 2U07 os registos económicos
anteriores que colocam à economia angolana como uma das
que mais cresce no mundo.
Para um período de 18 anos, entre 1989 e 2007, a sconomia angolana apresenta uma taxa média de crescimento tendencial de 9,6%, próxima da verificada para à economia
chinesa (cerca de 9,9%), mas abaixo da averbada pela Guiné-
“Equatorial, na casa dos 18.9%,
Para além deste importante registo, tem-se notado — em
particular a partir de 2005 — uma tendência, embora ainda
ténue, de desconexão do crescimento económico gera! da
economia petrolífera e mesmo mineral, Parece, portanto,
estarem a ocorrer alterações estruturais fundamentais, como
Tesultado directo da reabilitação das infra-estruturas, da maior
circulação de mercadorias e pessoas, da atracção de investimento privado e do desenvolvimento do sector dos serviços,
com destaque para os de. natureza financoira.
A conta corrente da balança de pagamentos tem apresen=
tado superávites assinaláveis desde 2004, Em 20058 fol o
maior da todos os tempos, com cerca de 27,3% do Produto
Interno Bruto (PIB) é em 2007, apesar de menos expressivo,
o saldo representou 11,3% de toda à actividade económica
realizada internamente.
O domínio da reinfracstruturação do País tem sido o de
Tuaior visibilidade da actividade económica do Estado, tendo
sido investidos em 2007 — de acordo com as informações da
execução orçamental do ano transacto — 5378 milhões de
dólares comentes na recuperação/construção das mais vadadas infra-estruturas, de incidência económica e social,
20, No domínio dos equilíbrios macrocconómicos fundamentais, à política governamental conseguiu resultados ainda
melhores do que em 2006, graças, por um lado, ao excelente
comportamento do mercado internacional de crude em ter
mos de procura e preço — o que determinou um acréscimo da
produção petrolífera interna de cerca de 20,4% — e por outro,
a estratégia de esterilização ex-ante do excesso de liquidez
da economia pela via da venda das cambiais auferidas a tínulto
de impostos petrolíferos e diamantíferos. À execução orçamental aprovada na Assembleia Nacional dá conta de um
saldo global de caixa em 2007, estimado em 14,3% do Produto Interno Bruto (PIB),
A inflação é dos agregados monetúínios onde o sucesso da
política de estabilização macroeconómica mais se fez sentir.
À taxa de inflação permanece ainda nos dois dígitos
(12,2% em 20065 é 11,79% em 2007), o que reflecte a distorção provocada pelos circuitos de distribuição de bens importados e peso da inflação importada.
GRÁFICO |!
32.
200 A——é£ NEN
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BI)
si. | la = [Pa
lah AL ALLA on mo
2 ato 202 0 204 7209 205 oo
No geral, à estabilização macrosconómica manteve-se em
níveis comparáveis aos de 2006, destacando-se o reforço do
Fundo de Reserva do Tesouro Nacional para onde 6 Governo
canaliza uma parte dos ganhos com os diferenciais dos preços do petróleo. Esta estratégia permite ag Governo constituir
uma fonte não inflacionista de financiamento de eventuais
futuros défices orçamentais, para suportar à política de
reconstrução e de modernização das infra-estruturas sociais
e económicas.
21, Entre 2004 e 2007 a economia angolana apresentou os
valores seguintes para diferentes indicadores.
QUADRO 4
Comportamento da economia angolana
PIB preços de merçado (mil
mliliões Ka) JJ. 11222] L5449| 24453] 32992] 4637,7
PTB preços mercado (milhões usd)| 18 515,0] 30 271,5] 41 8359/60 636,2
FIA petróleo (milhões uid): ...| 98556] 17 038,9] 23 382.7)33 1733
FIB não petrolífero Guilhões usd)| 8 150,5] 13 232,6) 16 598,2)26 274,9
PIR petrólec/PIB total .........] 532) 563 SI 5a
Taxas reais de crescimento (%)
PIB ou ce e 13/ 206 IB6f 23
Número de alu
co eso Ds
ANADOUZAÇÃO 116 nar rc o mn rn re pra 323470
Ensino especiab Luc en e es 10 934
Inicioção pon an ara no cas ne ne ne eos 678 780
POMÁRO us ces ca ce een cr cares 3072 461
Teielo secundário... 00.1 ce ee oo 197 735
Heiclo secundário: 11 a ce cn no nn ne e no 159 341
Fome: Minislério da Educação,
RO DE 2008 4525
EESSNDIDIÇIE:
PIB petrolífero cuco | aaa] 0260 1a1/ ma
PIR não pelsolifero ... e1cuv o 923 134 259 25.7
PIB por habitante (USD) ......] VISA 18436] 24817) 24194
Exportações touals (rallhões de
USD) uia ee cc o [134752] 23 978,5] 32 034,9) 39 925,7
Exportuções de petróleo
[inilbies USD) 112 | 12 441,5] 22 583,2] 25 928 6137 800,0
Trmpostações totais (milhões de
USD 0 ee e ce ne | 10 106,5] 15 658,0] 25 509,6] 33 098,2
Fonte: Ministério do Planeamento e Bal: do Geral do
'en pain rio nto e Balanço do Programa
Entre 2004 e 2007 2a economia nacional acumulou um
crescimento de 92,4% em termos reais, ou seja, em apenas
quatro anos quase que se duplicou e valor do Produto Interno
Eruto, o que é verdadelramente assinalável, o que comespondeu a uma taxa média anual de variação real de aproximadamente 17,8%,
GRÁFICO 2
Taxas reais de cresclmento médio anual por grandes
agregados
IO0 oo no o ras tm rata em a e rs o to rr
ao ——El— AT
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8! NITH! BIT FN: FEIA!
amo amo e tb 2004 205 20 x
ARA do mms mia em e ar e e a mem eco meramente
(7) — PIB. PIB Petrolífero e PIB não Petrolífero.
nus matriculados
Nº de slvnos
2065 | aos | aooto | cos | 2006 | cem |
IN 2) 366 200 389 637 be 9% a
u 78 12661 16213 78 Bl 28.1
895 145 84236! 918389 | 5 |/ 55] A
3 119 164 3370079 3 558 605 212 [EX 55
733 648 270 662 316664 | i82 | 158) 170
171 82 179 249 194 533 78 43 87
essas | soma) seen | ns | sal ca)
No Periodo corspreendido eme 206 c 007 ui tenmtência. — Comportamento ger! do PIB uos primeiros alo meses de 2008
veri ficado no eressimento da populaçõo extodantil foi de ensv. Taxas mensais de variação em %)
Simerto constante, embora com inmensldades difwentes. poor,
Assim, en 2005 à creschoccnto situogsas cn Luma dee 0%,, Meses EIEIES
Cguanho que No dh seguinte e cescimento spreximen-se ' TA
dos 6% Em sum. 1 crescimento verificado decam: do Rm mantem emana [ 059 | 0658 | 697
esforço consentido tradacáido nu reabiliação/construção de Maia vam ec anne [ BI | 2680 | 72
a , . , an , IE as ca nas per ra cre ra ae aa eco | BA 24) às
some, escolas. bem come tum inserção de muito mais protes- EN THMEST co aos eee | 728 | so | 29
e. ABI oo cms a car ae mea eso | 144 | 250 [008
MIO ou ce cine ae [4/5 | 0007 É 32
2. Comportemento do Produto Interno Binto fuso cuca fera | onos | às
(PIB) no Primeiro Semestre de 2008: PRUTRÂMESOS ais as eee ee | 005 | 217 so
USENET os cnc aço À TA 74 | oo
PO colaponamento infra-anual do Producao Tuterno UNO co sc na mo ces ada ua vue ue un io | 598 I1g9012 EE)
Bruto (PIB) continaou 2 epresentar sínais de grande robustez, |O AESSIO coco | 20B | 485 | DAS
prevendirhse que « meia ide 15,0% estubelecida pelo Goverm) — gone Minimtério do Plunsamento — dados sobre 2 conjuntura,
Mo seu ramo económico seja ultrapessada. . ,
pros NAL Em termos gráficos, a situação da tabela toma a contfigu-
A 18çÇão seguinte:
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* resort tes co aee ee ec cede e rm e e mede E) more du emas ante cea h q
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Ú Âscoao Magiome evane sugme Dono oo UT RO -
zl esA eee AN nú em... "No - a — — — - agia emana 6 63
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"a senira | e. mec se ” mah rio ádho agosto E) Tha river dá Sesi sa PIO
ie 1º SÉ meo en me varemennmentaa emeres a — . ——
é boneco meme en oO o voe ro eee ça cem E
sl ne me ven mass inata ms ame tamo oo A rr e ado moema rr ee mro —
Dum outro ângulo de análise, o compartamento da econo-
Em termos homólogos. a tabela seguinte mostra as infor- mja nacional no decurso dos primeiros oito meses do corrente
mações nuais relevantes da economia nacional, àno pode sar analisado de acordo com os valores seguintes
Comportamento por grandes sectores de actividade
(taxas reais mensais de crescimento em %)
os EE, A
[5 ne Te | (e [ms | nm Tm T
JEITO Loca use es N58 211 Rr 085 190 19 67 185 10
Fevereiro cu meo 244 ETR 494 208 1 321 72 189 | 184
MARÇO cu cms ca a oo 3,55 22 EF: 24 [E os 39 E) nu
1 Trimeshe cu1s ce 728 552 408 sm 3 745 2º 435 1
ABRO aeee cer ce 1,14 197 fXC) 20 IA EX) se 132 as
Maio cuca cao A, om 146 +? z7Á 329 48 18 so
Junlo ae ec cen cn anos Lo us sia | ADA 21 ão se 2,5 EX
DU TGMERA coca aos ns 3H sa 217 eo 2 sa 4 7
LS Semestre cocos 7 ES 33 TA ss as 30 2 86
Julho una aa res EXT) 165 156. | opor Li Las 3A 145 5E
ESSÇOTP SARA 208 043 427 435 7 783 vas 132 os
Notes: PIBp — Produto Interno Bruto Petrolífero; PIBnp — Produto Intesno Tinho não Peurvíifero. Para os meses de Julho e Agosto de 2008, 04 valores
do PIB e não petrolífero são meras estinmaivas do MINPLAN.
1 SÉRIE — N.º 246 — DE 31 DE DEZEMBI
G segundo trimestre de 2008, pura o Produs Tuterno
Bruto (PIB) não petrolífero, é o melhor desde 2006, tendo
conseguido recuperar mais de seis pontos percentuais roluiivamente so período anterior. À estabilização macrocoonõmica — em fuse de consolidação — o melhor conhecimento du
Pafa e das oportunidades noweros sectores Je actividade, os
investimentos públicos em áreas esteuturantes pari a diversificação da economia pelem ter sido alguns dos thcbres
para este comportamento da petividade não petrolífera.
Para além disso, verei icise que o nível geral de act
vidade do sector não petrolífero tem apresentado um comportamento sempre ascendente desde 2006, confirmados
pelos dados acumulados durante o primeiro semestre de cado
um dos anos considerados: 339% em 2006, 4.48% em 2007 é
8,6% em 2008, Demonstra-se, assim. o afirmação anterior
quanto às alterações estruturais entre petróleo e o resto da
economia,
Relativamente à produção o à exportação de petróleo, o
quadro seguinte apresenta, em termos comparativos com
igual período de 2057, as informações relevantes. Às informações relativas à Molo e Junho estão corrisidas relativamente às apresentadas no relatório de Julho,
Produção e exportação de petróleo
tmil barris)
oem | amino |
o a e no [ne]
Janeiro 1. 4310 | ssoNAÇ| s873A| 5329772
Fevereiro 4SIBL3| Mio72| 353] STRASS
Março ...... SO8H,7| 464N7,5[ 570866 4 TI73
Ai a e So3671 | 49350] S7udos St9H6
Maio ou 2HI3I| SOMA | ITAL| STTTLA
Junho... 110 491644 | 585083 | 589539 | So04LG
Julho ce 9195 | asosma | 398854 | SSS42)
ÁUOSIO 1. 3793 | MORTA ANTI | 593790
Fonte: Minletéeio dee Pernflene Ore valores de Jrlha s Aoosto 22 DDR 1
enupeuções do MINFLAN.
Como se verifica, as exportações e à produção de percóleo apresentaram uma tendência assinalável de crossimento
durante o período considerado,
Quanto ao preço do crude, às variações entre 2007 c 2008
vão significativas, como o atestam o quidro e o gráfico
seguintes:
tO DE 2008 4527
Evnlução do Preço do Fetrúleo
(delares por heuTil)
— —— —— — —
ESSO RAS A so 19 KI AS
MeetiNS a sos eco e io FER
[ias RSRSRS ses WML aAo
ARE uu nona e e cn arm es ST HESSE
Maio cce ae macas 6330 15528
ums 1 ne se e me meme cc 671) 12047
Fonte, Mnistório dos Petóblos,
piano, -
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E NA A ao
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Fx o): NENNPCNL Nx t
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jroro inveraao ço atá nao no
À produção de dlamantes fem apcesentado uma evolução positiva, de tal soute que o crescimento acumulado nos
primeiros nove meges do ano corrente já ultrapassou a ineia
estabelecida pelo Governo. Os preços têm osciludo bastante,
parecendo, de resto, ser à tónica do mercado mundia) deste
produto-jóia.
Comportamento de subsector de dissnantes em 2008
Fradeçõo de dlunentes | Preçapor
bles quite
vas [TRE | fo
JAMIL 1 e cn on || ROR AD só LES Sea
FOVeneiro 21 cce se ço | ESOA6 16 16303
MIDrÇa co cnc cancao || 600009 LAB) 8257
AO e ae a || TIA HS Ns 19146
BIRO cueca nave [|| BEL OA 156 128,29
JURO ue a aee e ao || BSS 158 13 144,1
Julho cce cn cana e a | MAS DT77 7 [Era
AABONU Lo 10 uu e e o no. [| FIR BIS? 1 o IS
Fonte: Minttairio da Galosia é Mitas é ENDIAMA. Os valores para Julho
e Agasta são projecções do KIINPLAN.
711, 3, Investimento e Emprego:
O nvestlhcuio font stdo Ud; dos lacanes de 1enot
incidência na recuperação económica do País. Para além do
investimento privado — nos sectores mineiros, em especial
no petróleo é nos diamantes, mas, isualmente, nos restantes
sechores de actividade, com úestaque para as actividades imobiliárias, para os serviços financeiros, para as teleconuunicações e pará os transportes — sobressaem as aplicações
públicas na infreestruturação do País, À taxa alobal de
investimento foi de 22 366 em 206 e de 30% em 2007, con-
finnando-se, portanto, a sua relevância para o processo de
reconstrução económica em curso.
QUADRO 6
Evolação do investimento
(milhões do kwanzas correntes)
Pºvedo lui cs ns near eo oe | 913 BIA EL 279 280
Fatal... 10 0 ooo 1 IDEA | EITA
Taxas da variução e preços do 2802:
Investimento pública Lu 01 uia | RO 125
Investimento Privado... 1. cu esc 169 253
Inverimento toial 11.101 00 e ce nao 673 2238
Fone: Balosço da execução, em 201)7, do Programa Geral do Goveroo 2007.2008.
Quanto ao emprego, também amplamente deficitário em
matéria de informação com provenlência sectorial, uma primeira estimativa conduz aos resultados seguintes:
QUADRO 7
Estimativas do emprego em 2007
(milhares)
| oemeste me féEçe]
Sectores de acilvkdade
[eins (ama | e |
ABÍICORUM 6 ue e ne re ae | 4BI5S8 nd. | 48159
PEIES Lu en sr re oo 1599 nd 159.3
PeEtróloO co e ce aros 14,2 02 14A
Diamantes o. 0 ve cacem 10,6 13 us
Ouras CUMTotivas,.. 0. e ea. ee vo [SM o2 133
Energia E água 1 10 0 ce se oo nd. nd. nd.
Indústrla mansformmadora 1.1... 72 LX: 3792
CTONTIMUÇÃO Lu ee cercas nd. nd. nd.
SEIVIÇOS MENCENAS | c10110 111 pp) — ns
Sectores sockais 1. co cu 0e o nd. 66,6 66
Sectores institocionais ..1... 10000 — | 250 250
QUTOS uu mer res eo en ces 40,5 — 405
Fonte: Ministério de Planeamento.
A estimativa do emprego para 2007 aponta para cerca de
54 milhões, grande parte (88%) na agricultura (que inclui a
agricultura familiar), sendo ainda pouco representativa a participação dos sectores formais da economia.
Projecções do Desenvolvimento Económico para
209:
O quadro macroeconómico para 2009 está detineado
de acordo com às previsões estabelecidas para a produção de
petróleo e o comportamento esperado do preço do crude no
mercado internacional, variáveis relacionadas com as metas
estabelecidas para a taxa de inflação, à taxa de câmbio e as
componentes das finanças do Estado,
Depois de alguns anos de crescimento económico intenso
— entre 2002 e 2006 — espera-se para 2008 e 2009 um certo
abrandamento, expticado pelo contexto de crise intemacional
— financeira, petrolífera e alimentar, que, certamente,
Influenciará, negativamente, as expectativas de crescimento
económico mundial e, em particular, das economias com as
quais Angola mais se relaciona — e pelo desfasamento na rentabilidade dos investimentos na recuperação das Infra-estruturas físicas.
A actividade petrolífera — ainda a de maior expressão —
pode, igualmente, experimentar uma ligeira quebra em 2008
e 2009, resultado, também, do desfasamento na entrada em
funcionamento de determinados campos petrolíferos.
QUADRO &
Quadro macrgeconómico geral
o ee ELE.
Produto Interno Bruto (nmil políhões de kwanzas) d 637,7] 64130] 5 796,0
Taxas reais de crescimento (%):
PIB uns ca ma ea ma ana | 233] 136] 118
PIB petrolífero unicas cof 204) 117] 59
PIB não petrolífero covas... 257] 205) 159
Produção de petróleo (milhões de banis) | 6:98) 6936 7397
Inflação BRUA! vou cu ca ci ma ae a | 118] 130] 100
Exportações totals (mil milhões de dólares) 29,9) 450) dr?
Exportações petróleo (mil milhões dólaees))| (37,8) 438) 47
Importações totais (mai! milhões dólares) | 33,1] 280) 297
O quadro fiscal estabelecido é o seguinte:
QUADRO 9
Quadro fiscal
(valores em mil milhões de kwanzas)
Co veia | aero | ams | caem |
TMDPOBLOS null co nn par cons nao no nes 11: | 2052/8| 303390/2,3332
Impostos petrobfferos cu au 1 an ves seo no. [17220] 25582] 186512
Impostos não petrolfios Lu. | 3908] 4357] 4120
Outras COCSltas an. ce es cms e | 2197 990) GO
"Venda de acivos cinclol bónus petrolíferos) 12 11 27
Financiamentos à. nec ces scan | 39971] 314D) 7802
Rewrvan do ERRA uu a“. fo uns LX
Despesas REIS - oo ue ca eco | 2522,9| 34599] 3175,
Remunerações. Joc cce q 3635] SODT| 7563
Bens E BEIVIÇOS cuca co es. | 339] 4575| 5613
JUMDS 66 00h oo ae can na ua da ne ceia || 28D 62! 574
TrBOSferências à. ev ecusam niaee ee | 308,9] S98A; 3382
Aquisição de activos não fnenceiros .... 1.) 5303] 28990] [1285
Outras aquisições financeiras 1. .......] 21,7) 2055] 165
Amortização da dfvlda 1.1.1.0... E595| 570 2076
Recervas do tesQUIO 115 ve as in ae oe || TES] 70487 LX
A receita proveniente dos impostos em 2009 deverá
registar uma diminuição da ordem dos 23% em relação ao nível
previsto para 2008, reflectindo o enorme impacto decorrente
da diminuição dos preços e, por conseguinte, dos impostos
petrolíferos que deverão diminuir cerca de 28% em relação
2 2008. Entretanto, as despesas com as remunerações e aquisição de bens e serviços deverão registar uma variação contrária ao registar um aumento de cerca de 26% e aquisição
de activos não financeiros (essencialmente investimento
público) ultrapassará o valor de 1,1 triliões de kwanzas,
V, Objectivos e Prioridades Nacionais para 2009:
Os objectivos e prioridades nacionais para 2009 não
podem deixar de decorrer do Programa de Governo 2009-
-2012 do MPLA e dos resultados atingidos nos anos mais
recentes: garantir a segurança alimentar; melhorar e atargar
o acesso à ígua potável; melhorar os factores que garantem
o aumento do acesso à uma habitação condigna; apoiar o
Tápido crescimento científico, técnico e cultural; implementar uma política de desenvolvimento rural e periudbano; promover um acelerado desenvolvimento industrial; reabilitar e
desenvolver as infra-estruturas necessárias à reconstrução e
desenvolvimento do País; modernizar o sistema financeiro e
transformar Angola numa praça financeira regional e internacional forte; definir e implementar uma política de protecção social e de solidariedade nacional; assegurar a rápida
urbanização dos musseques e modernização das comunidades urbanas; garantir a cocsão nacional e o aprofundamento da democracia.
Em 2009 será dada uma prioridade especial às seguintes
árcas do desenvolvimento humano:
aumento da segurança alimentar;
acesso à habitação;
€) melhoria da qualidade e aumento do saneamento
básico e energia eléctrica;
intensificação da alfabetização;
alargamento da formação de capital humano;
combate às grandes endemias;
criação de, pelo menos, 320 mil novos empregos,
fazendo reduzir à taxa de desemprego para
menos de 22,5%.
A nível macroeconómico, as prioridades irão na seguinte
direcção:
manutenção de um ritmo elevado de crescimento
do PIB (11,8%);
intensificação da produção não petrolífera (1 5,9%);
estabilidade macroeconómica, expressa nomeadamente na manutenção da taxa de câmbio do
Kwanza, na contenção do impacto interno da ele-
RO DE 2008 4529
vação dos preços das matérias-primas, bens e serviços importados e num saldo orçamental (base
compromisso) equilibrado;
reforço do sistema de esterilização «ex-ante» do
Kwanza e de financiamento não inflacionário do
Orçamento Geral do Estado;
consolidação do processo de reforma fiscal;
melhoria significativa da regulação da economia c
da concorrência;
£) desenvolvimento do sistema financeiro e do mercado de capitais,
No plano sectorial, tendo como orlentação a valorização
dos recursos naturais e a transformação estrutural da economia nacional, será concedida particular prioridade a:
reforço dos mecanismos de coordenação económica
das diferentes políticas, numa lógica matrícial;
apoio à aubstituição competitiva de importações e
de fomento das exportações, através de sistemas
de incentivos e de mecanismos temporários de
protecção às actividades emergentes;
apoio ao desenvolvimento rural;
desenvolvimento dos clusters: petróleo e gás natural, alimentação e agro-indústria, habitat;
intensificação dos estudos e/ou trabalhos preparatórios do lançamento dos investimentos industrials mais significativos, como sejam o projecto
LNG, à nova Refinaria do Lobito, nova siderurgia, indústria do alumínio e indústrias dos materiais de construção.
Quanto ao desenvolvimento do território, merecerão prioridade, no plano nacional:
à) iniciar a implementação dos planos integrados de
expansão urbana e infraestrutural de Luanda e
Bengo, incluindo a institucionalização da respectiva zona económica especial;
promover o desenvolvimento integrado das comunidades rurais, através da requalificação e reorganização das aldeias e das provoações completando à extensão rural conduzida pela Ministério
da Agricultora e pela Secretaria de Estado do
Desenvolviemento Rural com intervenções dos
dominios da saúde, da educação, da lormação em
artes e ofícios, da alfabetização, do fornecimento
de água potável e energia eléctrica e do ordenamento rural;
conceber & assegurar 8 concretização dos modelos
da Nova Aldeia Rural que proporcione uma boa
qualidade de vida às populações em todo D País
e harmonize o direito costumeiro e positivo;
arrancar com os estudos necessários à criação do
Corredor de Desenvolvimento Luanda-Malanje
e dos Pólos de Desenvolvimento Industrial do
Soyo, Benguela-Lobito (Catumbola), Huambo
(Cadla), Namibe (Tômbua) e Huíla (Matala);
iniciar os planos de requalificação das zonas urbanas degradadas;
estudo das pessibilidades de criação de pólos de
equilíbrio nas zonas menos desenvolvidas do território,
£) a definição dos sistemas de incentivos à mobilidade
de funcionários públicos e ao desenvolvimento
de actividades económicas locais.
Política Macroeconómica:
28, À política macroeconómica para 2009 deverf:
garantir as condições de estabilidade, eficácia e eficlência da economia;
+) acautelar um ritmo de crescimento compatível com
as metas estabelecidas e que ajude a diversificar
a economia, tormando-a mais competitiva e
menos atreita às influências extemas:
€) apoiar a máxima criação de emprego;
&) contribuir para que os saldos da balança de pagamentos sejam positivos e controlados.
À política de finanças públicas para 2009 vai ocientar-se
pelos objectivos seguintes:
promoção da estabilidade macroeconómica;
É) provisão de bens públicos e semi-públicos;
remoção dos efeitos das externalidades negativas;
resolução do problema dos desequilíbrios na distribuição do rendimento;
+) contribuição para a criação de novos empregos;
À participar dos esforços para a convergência macroeconómica ao nível da SADC e da CEAAC.
Para a sua consecução, o Governo deverá:
ajustar o perfil das despesas públicas, de modo à
respeitar os limites determinados pela capacidade
de absorção interna;
estabelecer as bases de um sistema fiscal moderno,
cobrindo a administração tributária, o sistema tributário e a Justiça tributária;
assegurar um nível adequado de financiamento da
provisão de bens públicos e semi-públicos;
minimizar os gastos administrativos correntes;
priorizar às despesas de investimento público nos
domínios sociais;
fi contribuir para e melhoria da distribuição do rendimento;
£) continuar o processo de desconcentração financeira
Para ca governos provinciais e as administrações
locais;
trabalhar, no âmbito dos Acordos de Estado, para à
ennvergência macroeconótmica regional.
À política monetária e cambial 2 ser exercida durante
2009 terá em vista a estabilidade macroeconómica, expressa
numa Inflação relativamente baixa e na estabilidade do valor
externo da moeda nacional.
Para esse efeito, o Governo deverá:
reforçar o aistema de esterilização ex-ante do
Kwanza e de financiamento não inflacionário do
Orçamento Geral do Estado;
+) consolidar as operações de open-market, por internédio da emissão de títulos do Tesouro e do
Banco Central;
regular as reservas obrigatórias da Banca;
consolidar os instumentos monctários e cambiais
de controlo da inflação € de estabilização do
valor do Kwanza;
«) orientar a política de crédito à economia com base
nas prioridades de desenvolvimento estabelecidas;
cativar meios em moeda externa para a realização de
importações;
&£) expandir e racionalizar a rede bancária;
criar uma centra) de risco de crédito;
desenvolver o mercado de capitais.
A política de rendimentos, preços, regulação e concorrência está definida no sentido de contribuir para a estabiliração dos preços e à criação das condições para o funcionamento eficiente dos mercados, com vista a apoiar o crescimenta económico e o fortalecimento do sector privado, Para
isso, o Governo deverá:
adoptar um novo enquadramento legal que fixe o
rtegime de preços livres como o regime geral de
funcionamento dos mercados, o regime de preços vigiados para os bens constantes da lista
anexa 80 Decreto-Lei n.º 14/96 e o regime de preços controlados para um número restrito de bens,
como o5 medicamentos;
estabelecer preços-garantia para produtos agro-
-pecuários seleccionados;
regulamentar a Lei das Actividades Económicas;
) publicar a Lei da Concorrência;
ajustar os salários da função pública tendo como
base a inflação prevista e 08 ganhos de produtividade.
YII. Políticas de Apoio ao Desenvolvimento:
Política de População:
Objectivos
À potítica de população prosseguirá os seguintes objectivos: melhorar de forma sustentada as condições de vida
da população; manter um ritmo relativamente elevado o
crescimento natural da população.
Acções e Medidas de Política
Em 2009, o Governo, tendo em vista estes objectivos,
adoptará, preferencialmente, as seguintes acções e medidas
de política:
continuar os trabalhos preparatórios para à realização, durante 2 ronda censitária 2010, do censo
geral da população e habitação;
criar uma unidade técnica específica para as «políticas e estudos demográficos» no seio do órgão
responsável pelo sisterna de planeamento;
criar q «Conselho Nacional da População e Famflia»;
elaborar o «Programa de Incentivo à Mobilidade da
População»;
definir a «Política Nacional de Iroigração»;
combater à imigração clandestina;
apoiar a imigração para reagnupamento familiar,
Metas
Criação da Unidade Técnica de. Estudos Demo-
Criação do Conselho Nacional de Poputação
E FBMÉLia 1 ce cs ca ces cs e e mn neo
Organimo respunadvel: Ministério do Plansamevio é Iuntituto Naclonal de Estalífico.
Política de Emprego e Formação Profisslonal:
Objectivos
À política de emprego e formação profissional estará
enquadrada pelos seguintes objectivos: promover o acesso
de todo os angolanos à vm emprego mredutivo, qualificado,
remunerado e socialmente útil; assegurar a valorização sustentada dos recursos humanos nacionais.
Arcções e Medidas de Política
Para alcançar estes objectivos e as metas preconizadas,
serão implementadas as seguintes acções e medidas de política:
RO DE 2008 4531
«Programa de Inserção de fovens na Vida Activa»,
em particular, os candidatos ao primeiro
emprego, que permita, no ano de 2009, abranger,
através dos seus diferentes projectos, pelo menos
11 000 jovens;
«Programa de Geração de Emprego e Rendimento»,
abrangendo directamente 40 000 cidadãos;
«Programa de Formação em Tecnologias é Inovação», que possibilite, designadamente, abranger
7500 técnicos médios e superiores com a* competências necessárias;
«Programa de Reforço da Capacidade Institucional
do Sistema de Emprego e Formação Profissional, incluíndo o reforço da capacidade de intervenção do Instituto Nacional de Formação
Profissional (INEFOP), a concessão de apoios
técnicos e financeiros a entidades que desenvolvam acções de formação profissional e a criação
de uma Base de Dados do Sistema Nacional de
Emprego e Formação Profissional.
A este nível serão adoptadas, também, as seguintes
medidas de política:
eláborar legistação sabre financiamento da formação profissional;
melhorar a regulamentação da Lei do Emprego;
aprovar à regulamentação da Bolsa Nacional de
Formadores;
elaborar a legislação sobre centros privados de formação profissional;
€) simplificar as normas e procedimentos de acesso
108 serviços de emprego e formação profissional;
desenvolver peefis profissionais do sector empresarial;
&) introduzir novos cursos profissionais no Sistema
Nacional de Formação Profissional:
«Programa de Incentivos ao Empreendedorismo»,
apoiando a criação de incubadoras de empresas e
de um concurso nacional de talentos;
«Programa de Reforço das Parcerias entre o Estado,
os Sindicatos € as Associações Empregadoras»s,
incluindo o desenvolvimento dos programas de
estágios profissionais.
Metas
Promoção, apoio é registo da geração de
emprega líquido: Jc cc ne 320 000
Taxa de desemprego 1 0121106 ema < 22,5%
Capocidade formativa 11 cuco 30 000
Criução de centros de formação profissional [6
Frogramas:
Frograma de Inserção de Jovens na Vida Activa;
Programa de Geração de Emprego e Rendimento;
Frograma de Reforço da Capacidade Institucional do Sis-
tema de Emprego e Formação Profissional;
Programa de Incentivos ao Empreendedoriamo;
Programa de Formação em Tecnologias e Inovação.
Oranismo responnável: Mininário da Administração Pública, Emprego e Segurança
Política de Ciência e Tecnologia:
Objectivos
ÀA política de ciência e tecnologia visará os sequintes
objectivos: transformar a CP&I num elemento estratógico da
política de desenvolvimento; criar e consolidar um sistema
nacional de CT&] eficaz; fomentar uma cuftura científica e
tecnológica; formar e desenvolver recursos humanos e infraestruturas adequadas à produção, difusão e apropriação do
conhecimento e da inovação; promover a inovação empresarial.
Acções e Medidas de Política
A concretização destes objectivos e metas em 2009 deverá
ser apoiada nas seguintes acções e medidas de política:
criar o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e
Inovação;
criar a rede nacional dos Centros de Inovação e
Competências (CIC);
constituir à rede de equiprmentos & instrumentos de
intensificar a formação de recursos humanos de alto
nível em áreas prioritárias, promovendo, também,
o reagrupamento dos profissionais € o regcesso
ao País dos que se encontram a trabalhar no
estrangeiro;
«) aperfeiçoar às carreiras de investigador;
A definir um sisterha de incentivos à inovação,
incluindo à celebração de contratos-programa
pará à inovação;
£) criar uma banda de alto débito para fins científicos
e educativos;
inslituir os «prémios-ciências e «prémios-inovaçãos,
Metas
Promover à georsferenciação da maioria das
capitais de províncka Jc cu as
Programas:
Programa de Sociedade de Tnformação e de Conhecimento;
Programa de Formação de Recursos Humanos para C&T
5 Inovação;
Programa de Implementação do Sistema C&T e Inovação;
Programa de Inovação e Competitividade,
Organivas responsável: Ministério da Ciência é Tecnologia.
Política de Promoção do Investimento e de Apoio
às Exportações:
Objectivos
À política de promoção do investimento e de apoio às
exportações pretenderá atingir os seguintes objectivos:
aumentar o investimento, nacional e estrangeiro, como meio
do garantir a sustentabilidade do desenvolvimento, 8 reconstrução nacional, à criação de emprego e a redução da pobreza;
promover 8 internacionalização da economia angolana e criar
um sector exportador de base nacional, competitivo, eficaz e
eficiente.
Acções e Medidas de Política
Em 2009 será concedida prioridade à implementação das
seguintes acções e medidas de política:
elaborar à estratégia nacional de promoção do investimento, incluindo a definição de produtos-alvo e
respectivas localizações preferenciais;
reformular o sistema de incentivos so investimento
privado, dando maior importância a sectores e
províncias prioritárias;
publicar o Código de Investimento;
melhorar e agilizar os procedimentos e actos administrativos inerentes ao acto de investir;
elaborar a política estratégica de comércio externo,
com identificação de produtos e mercados-alvo
e de protecção temporária às actividades cconómicas emergentes;
definir a marca «Made in Angola» & as condições
rigorosas da sua atribuição e promoção;
criar o sistenia de crédito e de garantia de crédito à
exportação,
Frogramas:
Programa de Promoção do Investimento;
Programa de Apoio às Exportações.
Drganizmo responsável: Agência Núoctonal do Tovestumento Privado.
233, Política de Desenvolvimento do Sector Financeiro;
Objectivos
À política de desenvolvimento do sector financeiro visará
Os seguintes objectivos: construir um sistema bancário e segurador modernos, eficientes, sustentáveis e assegurar o fincionamento competitivo e regulado dos mercados finan-
Ceiras; promover 1 captação da poupança e orientá-la para as
prioridades de desenvolvimento do País.
Acções e Medidas de Folítica
Tendo em vista estes objectivos, serão privilegiadas as
seguintes acções e medidas de política:
consolidar o Banco de Desenvolvimento de Angola;
&) promover a criação da Banca de Investimento e de
outras instituições financeiras especializadas;
€) reestruturar 05 bancos comerciais de propriedade
do Estado;
desenvolver as micro-finanças e o micro-crédito;
€) promover à harmonização das transacções e pagamentos do Estado:
À) apoiar 2 criação de instituições especializadas na
prestação de serviços ao sector bancário;
£) implementar a bolsa de valores mobiliários e criar
a central de compensação, liquidação e custódia
de valores mobiliários;
desenvolver o mercado de títulos da dívida pública;
promover a criação de instituições financeiras não
bancárias de apoio ao mercado de capitais;
publicar & implementar o seguro obrigatório de responsabilidade civil automóvel e respectivo fundo
de garantia;
desenvolver o mercado interno do resseguro.
Programas:
Estruturação e Modernização do Sector Bancário;
Desenvolvimento do Mercado de Capitais;
Desenvolvimento da Sector Segurador,
Organismo responsável: Minlatério das Finanças e Banco Nacional de Angola
VIII, Políticas € Prioridades Sectoriais:
1. Sectores Económicos:
Agricultura:
Objectivos
Promover o desenvolvimento socioeconómico integrado
e sustentável do sector agrário tendo em conta o potencial
dos recursos naturais e a competitividade do sector, com
RO DE 2008 4533
maior geração de emprego e renda, de forma à garantir à
segurança alimentar, o abastecimento interno, O aproveitamento de oportunidades nos mercados local, regional e
internacional, Os objectivos específicos para o ano de 2009 são;
revitalizar e diversificar à economia rural contribuíndo para o combate à fome, à pobreza,
melhoria das condições de vida das famílias camponesas e à maior segurança alimentar;
desenvolver capacidades institucionais, de ifivesci-
Tnentos e de recursos humanos na investigação
agrária para gerar, adaptar e transferir tecnologias agrícolas, pecuárias e florestais;
promover em coordenação com o Ministério do
Comércio € outros órgãos afins os fluxos de
comércio, insumos e produtos alimentares entre
OS Centros rurais e as zonas urbanas e periurhanas;
apoiar a implementação de mecaniâmos doe acesso
ao crédito à outras formas de finanças rurais
públicas e privadas;
dinamizar a economia mural, promovendo o sector
camponês e o sector empresarial privado agro-
-pecuário e forestal.
Acções e Medidas de Política
Para alcançar esses objectivos serão implementadas as
seguintes acções e medidas de política:
Desenvolvimento rural integrado visando, durante o ano
de 2009, incrementar os níveis de segurança alimentar atravês de medidas assentes na articulação entre a sociedade
civil, o empresariado e as instituições governamentais com os
seguintes programas:
programa de desenvolvimento rural! e combate à
pobreza;
programa de extensão e desenvolvimento rural;
programa nacional de segurança alimentar e nutricional;
programa de apoio específico à mulher rura! e da
periferia.
Promoção e desenvolvimento do asto-negócio com e
objectivo de fomentar às produções alimentares, constituído
pelos programas:
promoção de pólos agro-industriais;
programa de apoio é fomento à produção animal;
€) programa de desenvolvimento e gestão dos recursos
florestais;
) programa de fomento do café e do palmar;
programa de apoio à produção agrícola comercial e
exportações;
programa para regulação e promoção da sanidade
animal e vegetal.
Reabilitação de infra-estruturas de apoio à produção permitindo criar as condições para atrair o investimento privado
nas seguintes iniciativas:
construção e renbilitação de perfmetros irrigados;
progruma de pequenos aproveitamentos hidroeléctricos;
programa de apojo aos pequenos regadios.
Investigação agrária com iniciativas para no desenvolvi
mento científico, tecnológico e de inovações aplicadas aos
sectores agro-pecuário e florestal com destaque paca:
sistema nacional de investigação agrária;
centros nacionais de investigação de, produtos €
FEcursos;
programas de capacitação e gestão.
Crédito e finanças rurais com iniciativas económicas e
legais para mobilizar e criar mecanismos que estimulem o
sector bancário à direccionar mais recursos ao crédito rural
para à produção e comercialização de insumos & produros
agro-pecuários e florestais:
promoção do crédito via sistema bancário nacional
privado;
apoio às finanças rurais via sector público.
Fortalecimento do comércio rucal promovendo o desenvolvimento do comércio no meio rural, visando a dinamização dos circuitos € dos fluxos bilaterais de comércio entre o
campa é à cidade, via:
reabilitação e implementação de infra-estruturas de
armazenamento e estruturação do circuitos de
distribuição e recolha;
&) desenvolvimento de linhas de financiamento para
comercialização rural com taxas, prazos e garantias adequadas ào sector;
articulação com o Programa de Reestruturação do
Sistema de Logística e de Distribuição de Produtos Essenciais à População, PRESILD, contri-
Pbuindo para o seu sucesso e obtenção de
Ssinernios,
Gestão sustentável de recursos nabirais com tniciativas
que preservem o meio ambiente nos subsectores de agricultura, pecuária e florestas através de:
identificação, preservação e multiplicação de
recursos genéticos;
caracterização e inventário dos recursos florestais;
programa de gestão sustentável do recursos naturais;
programa de desenvolvimento florestal de espécies
nativas e comerciais;
fiscalização, controlo, monitoria e avaliação de
recursos naturais renováveis.
Fortalecimento institucional e formação de quadros
tendo em vista à maior eficiência institucional do sector
agrário, com destaque para:
modernização institucional do Ministério da Agricultura;
formação e capacitação de recursos humanos no
sector público agrário.
Formulação e aprovação de legislação adequada no
&mbito de:
saúde e quarentena de animais e plantas;
controlo da qualidade e utilização de sementes, fertilizantes e pesticidas;
apoia à elaboração de normas de qualidade e uso
industrial de produtos do sector agrário; e posse
e uso da terra.
Metas
Áreas cultivadas (hr):
Cereais Joc cesar | DODOS7T 190) 247] 1961 457
Raizes e tubérculos 1.0.0.2... ] 1043033) 1045950 1047676
Leguminosas J...1.10..1 0.0] S49256| 6729554) 28592965)
Produções agrícolas (ton)r
CETEEis uu on | 1400046] | 8240660] 2406097
Ralzesc tubérculos ....1 11... [13412012] 15571 587/17 307 229
LEguminosas 1a a o | 334945] 450978 GIRGIB
[9]: RARA 5742 usa 17 285
Frutus fropicais couu0 12... | (905 121] 2533 RIR 3203054
Produção pecuária (LON). 0. 29446 48479 67514
Produção de madcim em toro (m!) | 75596] 247500) 544500
S. Implementar & operar perímetros
imrigados (BE). 11000 —= — 20000
Programas:
Programa de Apoio à Produção Agrícola Comercial e
Exportação;
Programa de Desenvolvimento Rural e Combate à
Pobreza;
Programa de Segurança Alimentar e Nutricional
Programa de Reabilitação e Construção de Perímetros
Trrigados;
Programa de Reestruturação da Investigação e Desenvolvimento;
Programa de Desenvolvimento * Gestão dos Recursos
Florestais;
Programa de Promoção de Pólos Agro-Industriais;
Programa de Apoio e Fomento à Produção Animal,
Di ganisino responsável: Ministério da Agricultura € Secretaria de
Estado do Desenvolvimento Rural.
Condições Necessárias à Implementação e Sustentahilidade dos Projectos:
Reforço do sistema de investigação agrária;
Cupnacitação dos técnicos extensionistas, melhoria das
condições de crabalho:
Adopção e vulgarização de tecnologias adaptadas.
Pescas:
Objectlvos
À «política de apoio ao desenvolvimento das pescas e
aquacultura» , em 2009, dará prioridade aos seguintes objectivos:
gerir de forma sustentável e responsável os recursos
marinhos;
melhorar o nível nutricional da população;
alargar e valorizar à fileira das pescas, seja no plano
das actividades de captura de pescado no seu processamento e transformação industrial e nas
actividades de auporte (frio, construção naval e
equipamento);
apoiar a qualificação dos recursos humanos e o
desenvolvimento da capacidade empresarial do
sector.
Acções e Medidas de Política
Para garantir estes objectivos e as metas precenizadas,
será dada prioridade, em 2009, às seguintes acções e medidas
de política;
elaborar a política integrada para as pescas e aquicultura;
"b) implementar os serviços de extensão é apoio;
desenvolver estações-piloto para a aquicultura
(marinha e continental);
aplicar o Plano Nacional UU , nos termos previstos pela FAO;
institucionalizar a Academia de Pesca do Namibe;
preparar o sistema integrado de gestão de águas
costeiras;
criar o sistema de informação do sector das pescas;
intensificar a implernentação da rede de frio;
iniciar a construção de uma embarcação de investigação científica LOÁA e construção de uma enibarcação oceânica de investigação científica;
iniciar a constnição dos centros de investigação pesqueira do Cuanza-Sul, Cabinda e Luanda e de
investigação da pesca artesanal em águas continentais em Malanje, Mozico e Lunda-Norte;
&) lançar o sistema de vigilância, adquirir barcos
patrulheiros e controlo da actividade da pesca;
RO DE 2008 4535
' 1) iniciar o programa de construção de cinco centros de
apoio à pesca uriesanal e do programa de aquisição de canoas para a pesca artesanal em águas
continentais;
eluborar 03 estudos e projecto para a construção
dos terminais pesqueiros do Soyo, Lacira, Tômbwa, Baía Farta, Ambriz, Samba e Mampeza;
elaborar os estudos e projectos para os Instíturos
Médios de Pesca de Luanda e Namibe, escolas
básicas da Cefopesca de Luanda, Soyo, Benguela
é Namibe e da Escula de Aquicultura de Malanje;
assegurar a aplicação dos códigos de conduta das
pescas, aquicultura e ambiente aquático.
Metas
Captura mázima admissível de pesca-
o, crustáceos e moluscos (tou) ... — —| 808422
Capisras (too):
Praca Indusirial:
Fescado Joc oe e. | 10832] 252646] SORSTR|
Crustáceos é MOluscos * 111.1. 4 000 8 000 8 000
Pasca semi-lindustrial 110... | 70645 (66:03 202940
Artesanal:
Marftima: cc... | IR 4D3| 280612] 280612
COONnOntal 11 1 0 me e mes — - 8 200
Aplicação das capturas;
Exportação (MON) 12. 110 000 ces 6997 13987 S27DO
Farinha e óleo de pelxe 1... -— —|) soom
Peixes as cm cur meo — —| 3633
Crustáccos cmoltscos 11011000 — — 6 400
Transformaçõo/disirhauíição (tom):
FOSCO can ce ca re een o | 24181 975352) 97552
Congelado ... 111110 00 cano 7190 64775) 64773
Seco Meia CUM co. 1 1000 5596 63 620 63 620)
Farinhas Jo 00 ee e sen re 605 4 BOO 4 800)
TCONSEMVAs cu uu ce en caro 1628 1720 6 680
Produção de sal iodizado (ton) ... | 22453) 120658 150000]
Emprego... 1. nei ca oo — — 241065
Frogramas:
Programa de Gestão dos Recursos e Sustentabilidade;
Programa de Reapetrechamento da Frota e Recuperação
das Infra-Estruturas;
Piugrauma de Aquicultura Ecotosicamente Kespunsável;
Programa de Biotecnologia;
Programa de Regulação dos Usos e Funcionalidade dos
Ecossistemas.
Organisato responsável: Ministério das Pescas
(l Acrónimo da expressão ingleses do referência pesca alegal não declanda e não
rmgulamentada.
Petróleo é Gás:
Objectivos
À política para o sector do petróleo e gás, em 2009, dará
prioridade aos seguintes objectivos;
contribuir para a sustentabilidade da produção
petrolífera;
fomentar a dinamização da cadeia de fornecimen-
108 de bens e serviços ao sector petrolífero;
apoiar à diversificação do sector através do desenvolvimento da fileira do petróleo.
ÁArções e Medidas de Política
Para garantir estes objectivos, será dada prioridade,
em 2009, às seguintes acções e medidas de poiítica:
controlar um ritmo de exploração de petróleo e pás
natural, que considere a evolução das reservas
técnicas (comprovadas e prováveis), economi-
Ccemente viáveis, as elterações e seu ritmo das
transformações da matriz energética mundial e
os respectivos preços, a médio e jongo prazos;
implementação de uma política de redução da
economia de enclave, com base à:
identificação de oportunidades de parcerias
entre empresas angolanas e estrangeiras para
dinamização da cadeia de fornecimentos de
bens 2 serviços ao sector petrolífero;
identificação de oportunidades de melhorias
pará o mercado angolano em geral e para a
indúsuia petrolífera em particular, visando
gumentar a participação de conteúdo local na
indústia.
implementação e monitorização do instrumento
legal e impulsionador de recrutamento, integração, formação e desenvolvimento de pessoal
angolano va indústria petrolífera;
assegurar a conclusão da implementação do plano
direcror de armazenagem;
continuação do projecto de melhoramento da rede
de distribuição, na sua componente de construção de postos de abastecimento (pressupondo +
aumento dos postos de venda e o fornecimento
de produtos é serviços de qualidade em toda à
cadeia de distribuição), com o objectivo de
expandir e melhorar a rede de distribuição em
todo o território nacional;
A dar continuidade à implementação do Projecto
Angola LNG;
intensificação dos estudos e/ou trabalhos preparatórios do lançamento dos investimentos industriais mais significativos, como sejam à nova
refinaria do Lobito,
Metas
Prospecção síseica a 2D (kom) 1... — — 1700
Prospecção síamica a 3D (Km 3)... — —/ sox
Poços de avaliação... 1111000... -— — 43
Poços de desenvolvimento -........ — — n3
Produção de petaóleo bruio (miles barris) /— 619,8 65935 739,7
Produção de produeos refinados (7. M) |! 887 744] 1951600] 2 798333
Produção de LPG (barris) ........ |7RI9664]) B3IlISGA7| 8585 DOO
Programas:
Programa para o Petróleo e o Gás Natural;
Programa de Infra-Estruturas de Apoio ao Sector;
Programa de Dinamização da Cadeia de Fornecimento de
Bons e Serviços Locais.
Organismo respansável: Ministério dos Petróleos.
Geologia e Minas:
Objectivos
A política para o sector geológico e mineiro, em 2009,
dará prioridade aos seguintes objectivos;
Aumentar o conhecimento do potencial geofógicomineiro do País de modo a contribuir para a sustentabilidade
do desenvolvimento de Angola, a partir de uma exploração
racional e responsáve) dos recursos minerais, sustentando a
desenclavização da cconomia necional através do apoio à
diversificação e surgimento de novas actividades que valorizem os recursos minerais do País, tendo em vista o desenvolvimento de um «cluster» centrado nos recursos minerais
«geoindúsiria».
Acções e Medidas de Política
Para garantir estes objectivos, será dada prioridade,
em 20089, às scauintes acções e medidas Ge política.
elaborar à Estratégia Nacional dos Recursos Minetais a longo prazo que defina às componentes
prioritárias a desenvolver e sua inserção no
«cluster» recursos minerais;
elaborar e implementar um plano nacional de geologia;
intensificar os tevantomentos geológicos básicos e
os geofísicos;
reorganizar e modernizar o cadastro mineiro e sistema
de demarcações das concessões outorgadas;
€) rever a legislação mineira e outros diplomas atinentes
à mineração e regulamentar de modo faseado;
f melhoraí os procedimentos de outorga de direitos
mineiros e gestão dos mesmos;
regulamentar o enquadramento da actividade artesanal em áreas bem seleccionadas e apropriadas,
para a exploração de pedras preciosas, semipreciosas, matérias-primas para construção de
origem mineira (inertes);
criar um sistema de financiamento no desenvolvimento do sector, enfatizando acções de promoção do sector como uma boa alternativa para
investidores para a diversificação da produção
mineira;
à) dinamizar o acompanhamento e fiscalização das
actividades geológicas mineiras em coordenação
com os governos provinciais;
) elaborar e implementar acções e programas de
desenvolvimento de recursos humanos;
melhorar o sistema de informação e actualização
das estatísticas do sector.
Metas
REECCNNNNCIEIEZS
Produção industrial de diamantes pos
diferentes tipos de jazigos «kimbertitos e aluviões» e produção artesanal
(mil quilates) lc | B7OIT] LIOGOOD] 101327
Produção de rochas ormamentais (m”) 46499) 40500) 42000
Ensprego LÍqUido ... cc cc ee | 13030] 1347] 139%
Programas:
Programa de Recuperação das Infra-Estruturas Geológicas;
Programa de Administração e Gestão de Recursos Mine-
Tais;
Programa de Protecção e Conservação do Ambiente,
Organismo responsável: Mivislério da Gevlogia e Minas.
Indústria:
Objectivos
À política industrial em 2009 orientar-se-á pelos seguintes objectivos:
aumentar as cadeias de valor dos recursos naturais
nacionais;
R8O DE 2008 4537
reabilitar o parque industrial existente e fomentar a
complementaridade da estrutura industrial;
construir um segrmento moderno industrial, com
qualidade, tecnologia apropriada c competitividade internacional;
fomentar o desenvolvimento industrial a nível tertitorial, com base em pólos industriais e zonas
económicas especiais;
proceder à reestruturação, regularização jurídica e
privatização das empresas industriais ainda detidas pelo Estado;
reforçar às instituições do sector industrial e apoiar
o desenvolvimento do sector privado e de grupos
económicos nacionais;
£) melhorar os processos de controlo da qualidade
industrial.
Acções e Medidas de Política
Para concretizar as metas e os objectivos enunciados, será
dada prioridade às seguintes acções e medidas de política:
Políticas:
aprovação da Lei de Incentivos Fiscais e Aduaneiros ao Investimento Industrial;
operacionalização do Fundo de Fomento Empresarial para financiar projectos industriais;
publicação da Lei Sobre Sociedades de Garantia de
Crédito e da Lei Sobre Funda de Contra Garantia de Crédito;
melhoria das condições de acesso ao crédito industrial, designadamente pelo Banco de Desenvolvimento de Angola;
introdução de um regime de protecção temporária
às actividades industriais emergentes;
A reforço significativo das capacidades do Instituto
Angolano de Normalização e Qualidade e do Instituto Angolano de Propriedade Industrial;
£) reestruturação efou privatização de empresas
industriais na posse do Estado;
lançamento do programa de reconstituição do
capital humano;
lançamento do programa de apoio ao sector privado,
FInfia-estratimos:
melhorar as condições infra-estrutumais do Pólo de
Desenvolvimento Industrial de Viana e Bom Jesus;
à) dar continuidade aos trabalhos de infra-estruturas
do Pólo Industrial de Fútila;
arrancar com os trabalhos preparatórios do lançamento dos Pólas de Desenvolvimento Industrial
de: Soyo, Matala, Têmbwa, Catumbela e Caála:
iniciar estudos preliminares visando à criação de
nutros pólos de desenvolvimento industria! de:
Kunje, Dondo, Negage/Sanza Pombo, Catoca e
Kassinga;
institucianalização da ZEE Lunnda-Bengo,
Metas
coeso [ane ae]
Crescimento do produto industnal (%) ... 1. 553 | 255
Criação de novos empregos no sector da indústrie iransfommadora 11.1 10 ue ee cs ce 3,906 | 10000
Programas:
Programa de Reconstituição do Capital Humano na
Indústria;
Programa de Apoio ao Sector Privado;
Programa das Cadeias Produtivas.
Organismo responsável: Ministério da Indústria.
Comércio:
OhJectivos
A política para o sector do comércio, em 2009, dará prioridade aos seguintes objectivos;
dar continuidade do desenvolvimento de um con-
Junto de infra-estruturas logísticas, de circuitos
comerciais e de uma rede de distribuição que,
possibilitando à realização de excedentes de produção e o abastecimento em todo o território de
«inputs» produtivos e bens de consumo essenciais, contribua activamente para a eliminação da
fome e da pobreza, bem como para o desenvolvimento económico;
desenvolver sistemas organizativos e de gestão adequados, de maneira a assegurar à melhoria da
prestação de serviços so sector comercial nacional,
Acções e Medidas de Política
Para concretizar us metas e os objectivos enunciados, será
dada prioridade às seguintes acções e medidas de política:
implementar uma rede de plataformas logísticas
integradoras de todos os modos de transporte;
definir um sisterna de incentivos fiscais que incidam sobre getividades empresaríais complementares e periféricas. directamente dinamizadoras
dy sector da logística e distribuição:
€) criar linhas de crédito direccionadas ao pequeno e
médio comércio, com condições de acesso é
amortização adequadas à natureza da actividade;
dar continuídade dos trabalhos de reabilitação,
construção, expansão e modernização de infraestruturas comerciais;
estender a implementação de «lojus pedagógicas»
que consistem em lojas modelo, onde os coiner-
clantes possam em lemos teórico-práticos aprender
as técnicas de gestão, armazenagem, conservação, exposição e venda de beas, de modo a rentabilizar o seu negócio e prestar serviços aos
consumidores;
S garantir o aprovisionamento, distribuição de bens
essenciais à economia real;
comercialização de bens e serviços o mais próximo
possível do local de residência e de trabalho do
consumidor e das zonas de produção, tendo em
atenção os hábitos e costumes. incentivando a
criação de lojas de proximidade;
melhorar e/ou implantar infra-estruturas técnicoadministrativas de suporte nos serviços à prestar
ao sector comercial nacional;
desenvolver o enquadramento institucional e legal
do sector, nomeadamente:
plano director para o desenvolvimento do
comércio em Angola;
quadro de incentivos públicos e parcerias
Público-privadas;
fil) apoios financeiros à actividade empresarial;
desenvolvimento dos recursos humanos do
sector comercial,
Metas
Continuidade da construção dos CLOD de
Lusnita e Huambo, e a início do construção
dos CLOD de Malanje e Benguela (111.00 — 2
Emprego gerodos por esses 4CLOD .. ...... — | 1200
Constnção de emrepostos logísticos para suporte)
à «Rede Comercial de Proximidade» 1... — 4
Emptegos gerados por esses 4 entrepostos... a. — | 1350
Empregos MeCmos 1.10 11 eo co conse -— 480
Indirectos (Comstrução 6 QUEROs) 1 10 ue ces -— 870
Tonstrução/neabiltação de mercados municipais,
nes Cidades Je Benguela, Menongue, Lucaça
tDundo), Saurimo, Luena, Vige, Ondgetvo,
Qunene, Ndalatando e Lubango ... 1.1.1.2 02 — 4)
Empregos gerados por emes 43 mercados ... ... — [9000
Empregos directos 1. 16 eric e ecos — f 4000
Indirectos constrição é Outros) 1.100 os — | 5000
Construção de fojus de proximidade |... 1110. — so
Empregos gerados por essas lojas 11. ...c000 — | 1400
EMPrego dino |. ce eee er corar ras — 1100)
Tndineetos legnvtrução é entros) .. ee — | 1
Consta do de 3 centra de Serviços comentado
na Província de Lusadu (Municípios de Viana,
Cuzenga ce Sumbizungal c mais 2 nus Cidades de
Bensuela é Huambo ce. 110000 ee cce ee co cora - s
Empregos gerados por essas fufas... 11111200 — | 5230
Empresos directos 11 cce rece crer — | 4480
Indireclos (CONSAireção E OUtrosd co. 1000 co -— so0
TT ——— am br Bulas ds A gos puabíças, co Manto pe E uação dos pain, raduspas
Programas:
Programa de Criação de Infra-Estruturas Comerciais:
Programa Nacional de Formação para o Comércio e Ser-
Viços;
Programa Nova Política Comercial.
Organismo responsável: Ministério do Comércio.
Hotelaria e Turismo:
Objectivos
A política para o sector da hotelaria e turismo, em 2099,
dará prioridade nos seguintes objectivos:
promover 2a participação do sector de turismo no
produto interno bruto e melhorar as condições
de vida das populações e do emprego, através
do apoio à iniciativa privada no que se refere
ao aumento e ieabilitação do parque hoteleiro
instalado e à melhoria da prestação de serviços
turísticos;
promover o potencial do sector e incrementar a qualidade dos serviços prestados;
reforçar à valorização dos quadros através da aplicação progressiva de um plano nacional de formação no ramo de hotelaria e turismo,
Acções e Medidas de Política
Pira concretizar as metas e os objectivos enunciados. será
duda prioridade às seguintes acções € medidas de política:
rever o plano director do turismo;
elaborar os planos de ordenamento turístico espectficos para as províncias prioritárias e criar zonas
legalmente delimitadus de interesse turístico:
<) definir incentivos ao investimento no quadro de parcerias público-privadas;
implementar um sistema de certificação profissional
mediunte a atribuição de carteiras profissionais;
desenvolver um sistema de normas e certificação
da qualidade. específico para 03 estabelecimentos
hoteleiros, incluindo certificação da infra-estruturu e dos métodos de gestão:
7 siadorar à base territorial de desenvolvimento do
turismo, considerando as três zonas (1, Tl e IT)
<. ttolinir a estratégia e 0 sistema de formaçõe turistica. incluindo 05 estudos para « criação do Instiwtto Nacional de Formação Turistica;
"1 uetinir o programa de requalificação das competências dos funcionários dos serviços do turismo:
7: 'igar o desenvolvimento de uma rede de escolas
técniças fuma por região);
ane elou actualizar e adaptar 6 quadro legal e
regulamentar do sector;
RO DE 2008 4539
actualizar o inventário dos recursos turísticos de
Angola;
definir necessidades hoteleiras e turísticas em
Luanda e restantes províncias e elaborar uma
estratégia de resposta.
Metas
oem o fam aa doe
Postos de trabalho culo ce esse 2051
“Oferta de alojamento (novos quartos) ,.. 1396
Número de Camas 110 ec o cm 2792
Nº de restaurantes csimilures 1 [1
HN" de agências de Viagens | Lecce eo E
Emprendimentos hoteleiros 111 ce ce eo 21
Programas:
Programa Espaço Angola;
Programa de Dinamização da Oferta;
Programa de Divulgação é Promoção do Potencial Turis-
tico:
Reforço da Capacidade de Captação de Investimentos;
Formação de Recursos Humanos.
Organismo regqpoisão el: Ministério da Hotelaria e Tunamo,
VITI, 2. Infra-Estrutucas Económicas:
Águas:
Objectlyos
Satisfazer 45 necessidades de água e serviços adequados
de saneamento das águas residuais induzidas pelo processo
de reconstrução nacional e desenvolvimento económico e
social do Pals, com base na utilização racional e sustentada
dos recursos hídricos nacionais,
Acções e Medidas de Política
Para concretizar os objectis os enunciados, será dada prio-
Tidude às seguintes aeções e medidas de política:
«1) actualização e implementação dos planos directores
dos sistemas de abastecimento de úgua e de
saneamento de águas residuais das cidades;
desenvolvimento de um quadro tarifário que
garante cobertura dos custos de exploração dos
nperidoros. premava 2 mecupostição da parto dev
im estimentos 2 proteja os grupos populaçionuis
mais desfavorecidos;
promoção de soluções de abastecimento de água
potível e de suneumento básico para as populações periurbanas e rurais;
implementação da fase B do Programa Água pari
Todas, o qual tem por objectivo 5 abastecimento
de água potável nas áreas murais. Durante à
fase B o programa incidirá, fondamentatmente,
nas localidades dos municípios mais populosos e
abrangidos pelo processo de descentralização e
desconcentração administrativa. Pretende-se
neste período executar 40% das acções globais
previstas no plano de acção;
€) em 20049, para a Cidade de Luanda, a empresa concessionária, Empresa Pública de Águas (EPAL-
-EP), prevê concluir o projecto executivo e
iniciar a construção de um novo sistema de abastecimento de água (sistema do Bita);
fi prossecução dos esforços para à criação e fomento
das entidades empresariais locais que irão encarregar-se da gestão e exploração dos sistemas de
abastecimento de água ao nível local ou togional.
Metas
[comi isentos teia] | = broca
Programas:
Frograma de Reabilitação e Ampliação dos Sistemas
Urbanos de Água e Saneamento;
Programa de Desenvolvimento e Utilização dos Recur-
sos Hídricos;
Programa «Água para Todos»;
Programas Controlo de Qualidade;
Programa de Desenvolvimento Institucional.
Organismo responsável: Secretaria de Estado das Águas.
Energia:
Objectivos
À política energética, em 2005, dará prioridade ào
seguinte objectivo: contribuir pára o aumento da produção,
transporte e distribuição de energia, atendendo às necessidades de energia eléctrica induzidas pelo processo de reconstrução nacional e desenvolvimento económico e social de
Angola.
Acções e Medidas de Política
Para concretizar os objectivos enunciados, será dada prioridade às seguintes acções c medidas de política:
Sisterno Norte:
desenvolvimento das acções de reabilitação e construção de novas barragens e centrais hidrosléctricas (Aproveitamento Hidroeléctrico de Cambambe-Alteamento e 2º Central, Mabubas,
N'Hangue, Laúca, Caculo Cabaça);
desenvolvimento das acções de construção do sistema de transporte associado aos apeoveitamentos hidroeléctricos, compreendendo a integração
do Zaire ao Sistema Norte e a interligação Norte-
“Centro, à integração do Uíge ao Sistema Norte;
€) reabilitação e expansão das redes eléctricas de
média tensão, baixa tensão e de iluminação
pública.
Sistema Centro:
desenvolvirnento das acções de reabilitação e construção de novas barragens e centrais hidroelêctricas (Aproveitamento Hidroelóctrico de Cacombo,
Lomaun, Gove e Biopio);
desenvolvimento das acções de construção do sistema de transporte associado aos aproveitamentos
hidrosléctricos, compreendendo a interligação
entre Centro-Sul, a integração do Huambo e Bié
no Sistema Centro;
reabilitação e expansão das redes eléctricas de média
tensão, baixa tensão e de iluminação pública.
Sistema Sul:
desenvolvimento das acções de reabilitação e construção de novas barragens e centrais hidroeléctricas (Aproveitamento Hidroeléctrico da Matala,
Jamba-ya-Mina, Yamba-ya-Oma e Baynes);
resbilitação e expansão das redes eléctricas de
média tensão, baixa tensão e de iluminação
pública,
Sistemas Isolados:
desenvolvimento das acções de constroação de centrais mini-hídricas (Aproveitamento Hidroeléctrico Chiumbe-Dala, Mbridge e outras);
desenvolvimento das acções de instalação da
º fase do projecto Luquixe;
reahilitação é expansão das redes eléctricas de
média tensão, baixa tensão e de iluminação
pública.
Fontes Renováveis de Energia”
promoção de projectos piloto no domínio das fontes
renováveis de energia (construção de aldeias
solares da Província do Huambo, Bié, Lunda-
-Norte, Zaire c Malanje);
desenvolvimento das acções de instalação de parques eólicos nas Províncias de Cabinda e Huambo
(de IMW) e Namibe (de 4 MW).
Metas
Produção de electricidade (GWH) .........] 3688 3952] 5280
Potência total instalada (SAO 1.1...) 1315) 1850) 2200
Nº de ligações à Clientes ... 11 10. col 1 22] 339 536/3865 689] 433 840
Agregados familiares com acessa .........| 809 3136/888 180/9070 330
Programas:
Programa de Expansão da Capacidade de Produção e
Transporte de Energia Eléctrica;
Programa de Reabilitação e Ampliação das Redes de
Distribuição de Energia Eléctrica;
Programa Nacional de Electrificação;
Programa de Reforço da Capacidade Institucional.
Qrutemo responsável: Ministério da Energia.
Ohras Públicas:
Objectivos
A política de obras públicas, em 2009, dará prioridade ao
seguinte objectivo: contribuir para 0 reforço de reconstrução
nacional, promovendo o desenvolvimento sociosconómico
de Angola através da 1cabilitação e construção de infraestruturas adequadas às exigências do processo de desenvolvimento do País.
Acções e Medidas de Política
Pura concretizar as metas e os objectivos enunciados, será
dada prioridade às seguintes acções c medidas de política:
rever e actualizar o regulamento da actividade de
empreiteiros de obras públicas, industriais de
construção civil e fornecedores de obras;
aprovar o regulamento da actividade dos projectistas de obras públicas;
rever e actualizar o regulamento da Comissão
Nacional de Inscrição e Classificação dos Empreiteiros de Obras Públicas, Industriais de Construção Civil e Fornecedores de Obras;
dar continuidade às obras de reabilitação dos aeroportos de Ondjiva, Luena e Saurimo;
instalar novas fábricas de cerâmica que permitam
incrementar à produção de tijolo, telha, louça
sanitária é outros artefactos;
RO DE 2008 4541
incrementar esforços de reabilitação e construção
dos edifícios das administrações municipais,
prioritariamente do universo dos 68 municípios
seleccionados para a 1.º fase do programa de descentralização administrativa;
£) incrementar esforços de reubilitação e construção
dos edifícios públicos das capitais das províncias;
dar continuidade às acções de combate às ravinas
nas províncias do Leste do País (Moxico, Lunda-
-Norte e Lunda-Sul), no Ufge e Hufla;
elaborar estudos e projectos com vista à contenção
de ravinas:; e
prosseguir as acções de protecção costeira e de degassoreamento é regularização dos leitos dos Rios
Coporolo, Cavaco, Caturnbela e Bero.
Metas
Reabilitação da ceda fundamental
de estradas (KM) uu ce eee 7 2750 3000
Reabilitaçãofcomtrução de infra-sen
turas administrativas cc... 13 4 Es)
Construção de casas 1.01 110000 760 2439 6 105
Casas de média renda ... 11100000 — -— 1500
Produção de materiais de construção = = =
Cimento (Tom) nuuau oo neo oo co. | 934077] 1638 000| 1848000)
Tijolo (Unidades) -..... 1... 2. [LE 952 616/1056 511 328/30 813 587
Telha (Unidades) Jc ceia oe | 132563 |1 141 484] 146273]
Louças eanilária (Unidedes) ... o... - — | 381188
Outros etefacios (Unidades) ......] 1099428] 1551 595] 1851 914
Emprego «cas. | 36357 652795] 70765
Programas:
Frograma de Reabilitação e Construção das Infra-
“Estruturas Económicas Básicas 9;
Programa de Reabilitação e Construção das Infra-
-Estruturas Administrativas;
Programa de Fomento da Actividade Produtiva.
Orgunismo responsdvel: Ministério das Obras Públicas,
tn à, Incalização geográfica dos projectos deste programa + à respectiva rede de
interligação, bem caro 0 conjunto de pólos de desenvolimento múusirial e perímetros
de irrigação são ropessentados no mapa Inserto ne versão de apresentação do plono.
Condições Necessárias à Implementação e Sustentabilidade dos Projectos:
Aumento da oferta de técnicos superiores e médios para a
exceução e gestão dos projectos e a necessidade de formação de artífices nas diversas especialidades de construção
civil e obras públicas para se melhorar, cada vez mais, a qualidade das obras e assegurar é sua manutenção,
Transportes:
Objectivos
À política de transportes, em 2009, dará prioridade ao
seguinte objectivo: criação de um sistema integrado de transportes apoiado em plataformas logísticas multimodais adequado aos objectivos do desenvolvimento no mercado
nacional e regional, garantindo a máxima cobertura nos principals centros urbanos.
Arções e Medidas de Política
Para concretizar as metas e os objectivos enunciados, será
dada prioridade às seguintes acções € medidas de política:
estabelecer e implementar um programa de reordenamento do sistema de transportes das províncias
através de planos directores das províncias e de
um Plano Director Nacional do Sistema de
Transportes de Angola:
acelerar a reabilitação dos caminhos-de-ferro de
Luanda, Moçâmedes e Benguela e a prazo, assegurar a interligação entre elas em sistema de
rede;
€) dinamizar a utilização do transporte ferroviário de
passageiros nas zonas urbanas, incluindo soluqões ferroviárias ligeiras;
dar continuidade às acções de modernização e
garantia de segurança do transporte aéreo;
elaborar os estudos condúcentes à criação de centros
integrados de logística que permitam combinar a
actividade dos vários modos de transportação;
+ definição do quadro legal e operacional a aplicar ao
sistema público de transportes;
£) revisão e implementação da legislação em matéria
ue bansporte pesado de mercadorias em teles
suas vertentes, adequando o peso por eixo admis-
[vel em cada estrada ou troço de estrada;
desenvolver soluções para a profissionalização da
gestão do transporte ferroviário e a selecção da
modalidade mais adequada para à concessão de
exploração das linhas-férreas existentes;
estabelecer competências no domínio da mtela do
transporte ferroviário ao nível regulamentar e de
Supervisão em matéria do segurança de acordo
com as directivas da SADC;
adopção de medidas que conduzam a implementação do transporte intermodal;
estudar o relançamento da Companhia de Bandeira
(SECIL Marítima), e avaliar a oportunidade da
criação de uma frota própria de navios;
lançamento do processo de aquisição de pequenas
embarcações com características próprias para a
nmavegação costeira e fluvial;
aceleração dos trabalhos de construção do novo
Ascoporto de Luanda e reabilitação dos aeroportos (pistas, acrogares e sistemas de rádio ajuda)
das capitais de província, incluindo Luanda;
conclusão dos estudos e projectos para o início de
consenução do novo Porto de Cabinda;
construção do novo Porto para Luanda (Barra do
Dande).
Metas
Tnfçãio de construção do Porto da Barra do Dande — 1
Iníçio de construção do savo Porto de Cabinda - 1
Reabilitação dos Portos do Lobito e Namibe... — 2
Aceletar à construção do novo Aeroporto Tnter-
MECIOMOL o. 110 000 0a ra e ar nas na ea eme ne = [
Reabilitação de neraporto lc cuco 6| 1
Reabilitação dos Caminhas-de-Ferro (CFL, CFB).
CFEM-KM) co ue ee eos cane err 674 [2722
Aquisição de auocamTos... 11010100 0100 meus 34H) | 650
Aquisição de VÍUturas 1101 res cs eres — [1450
Programas:
Programa de Apoia e Aumento da Oferta e da Qualidade do Transporte Rodoviário;
Programa de Reordenamento dos Transportes Rodoviários;
Programa de Recuperação e Modermização de Infra-
“Estruturas Aeronáuticas e do Transporte Aéreo;
Programa dê Recuperação e Modernização de Tnfra-
“Estruturas Portuárias;
Programa de Reconstrução e de Desenvolvimento dos
Caminhos de Feto 9:
Programa de Desenvolvimento da Marinha Mercante
e Fluvial.
Orgunizno responsável: Ministério dos Transportes.
A local ração geográfica da rede feicoxiária nocional, hem como ox púloa de
desenvolvimento induxtelal e ox perímotros Inigados estão cepresentados no mapa
inserlo na versão de aprescniação do plano.
Urbanismo e Habitação:
Dhjectivos
À política de urbanismo e habitação, em 2009, dará prioridade aos seguintes objectivos:
produzir legislação e instrumentos programáticos e
de gestão;
&) conceber as opções estratégicas do ordenamento do
território;
€) garantir o direito universal à habitação;
promover a qualificação e o ordenamento do território naciona?:
€) restaurar e melhorar os espaços urbanos e requalificar às áreas degradadas;
D actualizar e produzir cartografia nacional;
instituir o Fundo de Fomento Habitacional;
À) iniciar o desenvolvimento dos projectos urbanísticos e turísticos na orla maritima;
promover a requalificação e o desenvolvimento das
cidades e vilas e a execução do Programa Nacional de Habitação.
Metas
REgulamemtos ... cs eme e | 2 | a | 1
Nº de Flanos OT elaborado Urbanísticos. .. ... 3 3 18
N.* de Ncnicos ÁONTIÃOS 11. cai. | 25 | 28 | 360
Nº deseminários segionals 1.111 | 7 7 18
Nº de marcos geodádeiooa Lc. 010 0. o | E 2 7
N. de estações permanentes 1.101 | — 1 17
No denovas habitações 11111 e e e | - E
N.º de hectares lOSeados 10 col case nd — 446 [11780
Zanas húmidas identificadas e delimitades — ... | 1 3 12
Programas:
Programa do Ordenamento do Território e do Urbanismo;
Programa de Desenvolvimento Habitacional;
Programa de Geodesia e Cartografia;
Sistema Nacional de Informação Territorial.
Amblente:
Objectivos
A política de ambiente, em 2009, dará prioridade aos
seguintes objectivos:
produzir legislação e instrumentos programáticos e
de gestão;
VU à define com n concinão do progama executivo ubiaçionat
RO DE 2008 4543
alcançar os padrões mínimos de qualidade ambiental, através da claboração e implementação da
Política Nacional do Ambiente e seus instrumentos complementares;
c€) criar as condições para que o sector privado participe na área do ambiente;
assegurar à salvaguarda do património ambiental
do País.
Acções e Medidas de Política
Para concretizar os objectivos enunciados, será dada prioridade às seguintes acções e medidas de política:
Institucional:
criar infra-estruturas e equipamentos apropriados
pera og serviços do ministério e institutos tutelados;
institucionalização dos órgãos participativos provinciais;
c€) articulação estratégica'.çom todos os sectores institucionals a nível central e local cuja actividade
confluam para o cumprimento dos objectivos institucionais no campo do ordenamento do território e urbanismo, da habitação, da geografia e
cadastro e do ambiente:
implementação da Política Nacional do Ambiente;
implementação do Programa Nacional de Combate
à Seca e Desertificação;
implementação da estratógia nacional de conservação da biôdiversidade;
desenvolvimento da estratégia nacional de resíduos;
implementação do programa e regulamentação do
comércio das espécies de fauna em vias de
extinção;
DP intensificação dos trabalhos de inventariação e gestão das zonas húmidas nacionsis;
implementação do Programa Nacional de Gestão
Ambiental;
identificação da situação actual e reabilitação
faseada dos parques e reservas naturais;
PN implementação de programas de tecnotogia é educação e consciencialização ambiental;
desenvolvimento de um Sistema Nacional de Controlo de Indicadores Ambientais;
úesenvolvinento do processo de implementação do
Programa Nacional sobre as Alterações Climáticas,
Metas
Ex
População sensibilizado 110001 10% | 15%
Programa:
Programa Nacional de Ambiente.
Organismo espoittdvel: Ministério do Ambiente.
Telecomunicações e Tecnologias de Informação:
Obfectivos
À política de telecomunicações e das tecnologias de
informação, em 2009, dará prioridade aos seguintes objectivos: desenvolvimento e expansão das infra-estruturas de
suporte à oferta de serviços diversificados de informação e
comunicação disponíveis à Administração do Estado e a toda
à sociedade, de forma alargada às diferentes províncias do
País.
Acções e Medidas de Política
Para concretizar os objectivos enunciados, será dada prioridade às seguintes acções e medidas de política:
dotar o FADCOM (Fundo de Apoio ao Desenvolvimento das Comunicações) de uma estatura
que permita à mobilização, aplicação e contabilização separada dos recursos destinados ao
desenvolvimento das tecnologias de informação
e comunicação, bem como da sociedade de
informação;
&) combater à info-exclusão e promover o desenvolvimento da sociedade de informação;
+) lançamento dos trabalhos de expansão é modernização da rede básica de telecomunicações suportada por uma rede de transmissão moderna e
robusta, que interligue todo o território nacional
com recurso às tecnologias mais desenvolvidas e
adaptáveis à nossa realidade, tais como fibra
óptica, transmissão por satélite e feixes herizianos, contemplando também as necessárias redes
de comutação, redes de acesso;
criação de um instituto superior para as tecnologias
de informação e comunicação, bem como o estabelecimento de programas de investigação aplicada nas áreas de telecomunicações, correios.
meteorologia e tecnologias de informação e
comunicação em geral no quadro da criação do
parque tecnológico nacional.
Metas
Terminais do reste fixa. 1... | 497602] R$9986/2 64478
Lemunuusdu rede movel 0. 6,1. [3 8)2670/5024 379 [60135 452
Subseritores da berermet 2... | 1200060] 3090000) 370000
Taxa de teloJensadade fixa (D) / -.. DAR n3 IA
Taxa de teledensidade móvel (4) . ... 32,8 7 42
Completar à cober, Integral dos orga-
nistmsos públicos com Websife 1, — — Ae
Axsegurar que os professores do sist.
CRsIDO adquicem competências em
dress dus TICO Lu os uso — — Fra
Programas:
Programa Mais Mercado;
Programa Melhor Regulação;
Programa de Reconstituição do Capital Humano nas
Telecomunicações;
Programa de Reabilitação e Construção de Infra-Estrutosas Básicas de Comunicações.
Oraqnisomo responsável: Ministério das Telecomunicações e Tecnologiar de Informação.
Condições Necessárias à Implementação e Sustentabilidade dos Frojectos
Em todos os contratos dos projectos da rede básica das
telecomunicações está conternplada à componente da formação e capacitação dos recursos humanos.
Construção doa Centro de Formação Técnica da Huawei,
bem como à criação do Instítuto Superior para à Área das
Tecnulogias de Informação e Comunicação.
Metenrologia e Geofíslca:
Objectivos
À política para os serviços de meteorologia e geofísica,
em 2009, assenta na modernização do Instituto Nacional de
Metenrologia e Geofísica (INAMET) com primazia para os
aspectos operacionais de rentabilização de infra-estruturas e
de redes de observação, bem como das áreas de aplicação
articuladas com à investigação e o desenvolvimento, com
destaque para navegação aérea, agricultura e alterações
climáticas.
Acções e Medidas de Política
Para concretizar os objectivos enunciados, será dada prioridíde às seguintes acções e medidas de política:
reabilitação de infra-estruturas e redes de obxervação meteorológicas com cobertura em pelo
menos todas as capitais provinciais;
reabilitação da rede nacional de vigilância sísmica,
estendendo-a a mais de três províncias;
desenvolvimento estratégico de uma política de
recursos humanos através da entrada em funçionamento de CREFORMA — Centro Rexional de
Formação de Quadros Especralizados em hieteorologia e Ambiente.
Metas
Instalação da cede de viguánci meteorológica 2
lnstalnção da rede de vigilincia sísmica .....- 2
Frogramas:
Programa de Capacitação Institucional;
Programa Nacional de Formação de Quadros.
Orgunismo responsável: Muustério dar Telecomunicações « Tecrnolopras de Informação.
Condições Necessárias à Implementação e Sustentubilidade dos Profectos:
Os contratos de fornecimento dos equipamentos para as
redes de vigilância têm a componente de formação dos
recursos humanos & está em curso em Luanda à construção
do Centro Regional de Formação Profissiona! de Meteorologia (PALOP).
Correios:
Objectivos
A política para o sector dos correios, em 20609, dará prioridade ao seguinte objectivo: contribuir para a criação de um
Serviço Postal Universal em todo o território nacional, promovendo & integração nacional, através de uma rede de estações postais multifuncionais.
Acções e Medidas de Política
Para concretizar os objectivos enunciados, será dada prioridade às seguintes acções e medidas de política:
reabilitação das infra-estruturas básicas das telecomunicações, permitindo 2 expansão da rede postal no território nacional, de tal forma que em
2009 tenham sido reabilitadas 22 estações postais é construídas 25;
elaboração de um estudo é projecto para u criação
da banco postal;
estudo de apoio à diversificação do operador pestal:
lançar um estudo para a criação de uma nova imagem
do operador postal, promovendo as áreas de
negócios, revitalizando os marcos postais e a figura
do carteiro, é alargando o âmbito das suas actividades nos grandes centros populacionais do País;
reestruturar e organizar à função reguladora do Estudo.
Metas
Aumentur 0) n;º de serviços telegiál,
mastonal pars je
Aumetar n n.º de serviços teleneáPicos|
lcmacional para 11 1110 100 20 oo —- — 1079
Aumentar os ser de vorrespond.
Macional para 1 ce. co — — | 357746
Aumentar os serv. de correspond.
iMernacional pla Luce — — [1711491
Estações postais 0 renbiditar — 0) 5 2 E)
Estações postais gconsímuiro 0. 5 7 E)
RO DE 2008 4545
Programas;
Programa de Reabilitação de Infra-Estruturas Básicas;
Programa de Desenvolvimento dos Serviços Postais;
Programa de Capacitação dos Recursos Humanos;
Programa de Tecnologias de Informação e Comunicação,
Organismo cesponsdvel. Ministério das Telecomunicações e Teenolo-
Eis de Informação.
Condições Necessárias à Implementação e Sustentabilidade dos Projectos
Relativamente ao projecto de informatização dos processos de atendimento e gestão dos balcões dos correios está
contemplada à componente de formação dos recursos humanos.
VII 3, Sectores Sociais:
Educação:
Objectivos
A política para a educação, em 2009, dará prioridade aos
seguintes objectivos:
expansão da rede escolar;
“b) melhoria da qualidade de ensino;
valorização do professor.
Acções e Medidas de Política
Pura concretizar os objectivos e metas enunciados, será
dada prioridade às seguintes acções e medidas de política;
elaboração do Sistema Nacional de Avaliação;
definir um sistema de avaliação que valorize,
registe e valide as competências académicas e
profissionais adquiridas em contexto de aprendizagem formal e informa!;
ampliação du rede de entidades promotoras de acções
de alfobetização e pós-alfabetização;
valorização do professor por via da melhoria da sua
qualidade.
Alfubetização e educação de aduíto:
e mesada! é equipar as inlea-eslrudueas das imsbéuções escolares do ensino secundário para o
ensino de artes e ofícios:
identificar uma rede de entidades formadoras no
âmbito do subsistema de educação de adultos;
definir um sistema de monitorização, avaliação e
apoio metodológico ans programas de iniciativas
da saciedade civil dirigidas à formação de adultos;
criação do estatuto docente da educação de adultos;
identificação de programas integrados que combinem a formação geral (alfabetização e pós-alfabetização) com formação profissionalizante;
fi identificação e dinamização dos programas de alfabetização de adulto, privilegiando as zonas onde
as taxas de analfabetismo são mais elevadas, as
mulheres, os desmobilizados, os deslocados de
gueita e as famílias reassentadas:
£) formação de formadores para às disciplinas de artes
e oficinas e especialistas em andrepogia.
Enstno primário;
reabilitar, construir e apetrechar as infra-estruturas,
apostando ná construção de baixo custo, recorrendo a materiais de origem local e participação
da comunidade, sobretudo no ensino primário;
implementação de programas de apota social esco-
€) rever é adequar 08 currículos, programas escolares
e materiais didácticos aos contextos social e cultural local e nacional;
envolvimento da comunidade nos projectos eduçativos;
reforçar a capacidade dos centros de formação contínua de professores do ensino primário;
dar continuidade an processo de formação de docentes.
Ensino secundário:
reabilitar e equipar as infra-estruturas das instimições escolares do ensino secundário;
identificação € lançamento de um programa de formação inicial de professores do ensino secundário;
reformular evrrícula do ensino secundário;
implementação de numa base de dados sobre competências e especialidades nacionais.
Metas
PEiMáriO para Luli 10,4%
Redução da taxa de cepelência do ens.
Aumento da taxe de promoção do é
PÚMÉCO PA ui ooo 70,3%
Redução da taxa de analfabetismo
PERO na cs dr as a cars 21%
Frogramas:
Programa de Desenvolvimento do Ensino Primário e
Secundário;
Programa de Educação Especial;
Programa de Alfabetização e de Recuperação do
Atraso Escolar;
Programa Saúde Escolar;
Programa Merenda Escolar.
Organismo responsável: Ministério da Educação.
Ensino superior:
Objectivos
A política para o sector de ensino superior, em 2009, dará
prioridade ao seguinte objectivo:
meihorar sienificativamente à qualidade de ensino e
assegurar o desenvolvimento sustentado do ensino
superior através da consolidação da visão e da
estratégia de desenvolvimento à privilegiar no
aubsistema de ensino superior através do reforço
da base jurídico-institucional, do melhoramento
dos recursos, da promoção da actividade acadénica e pedagógica com ênfase na expansão da
rede de instituições e no redimensionamento da
Universidade Agostinho Neto e da criação de
novas instituições alinhadas com os interesses e
perspectivas de desenvolvimento do País,
Acções e Medidas de Política
Para concretizar o objectivo enunciado, será dada prioridade às seguintes acções e medidas de política:
redimensionar a Universidade Agostinho Neto ao
âmbito da região académica em que ela se insere;
institucionalizar seis universidades públicas e
Dutros institutos e escolas superiores;
€) adequar, actualizar e reforçar a legislação sobre o
ensino superior;
formar quadros, docentes « pessoal técnico das instituições do ensino superior;
dotar o subsistema de ensino superior de meios que
permitam incrementar o planeamento, gestão,
monitorar e avaliação tributários da eficácia c cficiência do mesmo;
À) construir é equipar infra-estruturas académicas e
sociais para as novas instituições de ensino, des
sete regiões académicas;
&) proceder à reabilitação das infra-estruturas obsoletas existentes;
reavaliar e reajustar o projecto do Campus da Universidade Agostinho Neto, com vista à sua con-
clusão, em 2009, e o início da sua actividade em
2010;
elaborar o estudo de perfis de formação suporior,
tendo em vista o alinhamento do subsistema do
ansino superior aos interesses de desenvolvimento do País;
)) assegurar o incremento das bolsas de estudo internas
& exteras nas Áreas de formação prioritárias e
aprimorar à sua gestão;
absorver na estratégia do sector 2º iniciativas
desenvolvidas à nível provincial na projecção
e criação de TES.
Metas
Novos empregos directos... — — 1153
Não docentes (nuxiliames e pessoa!
Mécuibo dE ApOIO) au nar cn ns - —= 755
Novos empregos indirectos 1... 0. — . 4 500
Aumentar o Acesso de candidatos
inscr. para o ensino super. publico — - 20%
Elevar o número de estudantes em
internatos € lares Lol eia — — ns
Taxa bra de escolarização: co... 3 35 5
N.* de alunos matriculados no ensino
BUPOO cocina. | 50000) 72000| a5GOO
Nº de instituições de emino superior
PblicCO A CAI qu vn cr er - -—- 24
Nº ds vagas no ensino super. público | [0000] 12000] 15000
Nº de candidatos por vaga no ensino
superior público: — L.l 1010 7 5 4
N.º de bolaas de estudo ictermes — 3000 6000
Nº dabolaas de estão externas: ., 350 s00i 1500
N de kitos em internatos e lercs ... —-= — 1700
N.º de docentes no ensino superlor
PÚbliCO vam ce cen —l a15s0/ 1x0
Quadros angolanos à frequentar cur-
106 de alto diferencial científico,
técnico e tecnológico nas melhores
6800788 dO MUNDO 4.0 cus ec — — so
Programas:
Programa de Reabilitação e Dotação de Infra-Estruturas do Ensino Superior;
Programa de Promoção do Ensino à Distância;
Programa de Promoção do Materia) Bibliográfico de
Apoio ao Ensino Superior;
Programa de Bolsas de Estudo de Apoio aos Estudantes do Ensino Superior e Investigadores;
Programa de Formação Avançada de Recursos
Humanas;
Programa de Formação de Quadros e Especialistas nas
Melhores Universidades do Mundo;
Programa de Melhoria do Ensino Superior Público.
Organismo responsável: Secretaria de Estado para o Ensino Superior,
RO DE 2008 4547
Saúde:
Objectivos
O programa da saúde, em 2009, dará prioridade aos objectivos enquadrados nas orientações estratégicas seguintes:
reestruturação do Sistema Nacional de Saúde que
priorize o acesso de toda à popolação aos cuidados primários de saúde;
redução da mortalidade materna, infantil e infanto-
“juvenil, bem como da morbilidade e mortalidade
por doenças prioritárias do quadro nosológico
nacional;
promoção e preservação de um contexto geral e de
um ambiente propícios à saúde;
capacitação dos indivíduos, das famílias e das
comunidades para & promoção e protecção da
saúde.
No âmbito da reestruturação do Sistema Nacional de
Saúde priorizar-se-ão 0º objectivos seguintes:
aumentar o acesso aos cuidados primários de saúde
com o reforço do sisterna de referência e contrareferência;
melhorar a capacidade de resolução dos problemas
de saúde ao nível de toda a rede assistencial do
Serviço Nacional de Saúde com particular enfoque para as urgências;
€) melhorar a qualidade dos cuidados de saúde, reforçando na prestação à disponibilidade e à gestão
dos recursos humanos;
sustentar um sistema logístico que assegure um
aprovisionamento regular de medicamentos, reagentes, vacinas, equipamentos médicos + não
médicos;
criar as condições propícias à formação em saúde
nas unidades de saúde a tados os níveis;
melhorar o sistema de informação sanitária e da
investigação em saúde;
&) rever o quadro legal da saúde e finalização de
documentos de gestão estratégica.
Fara à redução da mocatidade musica infantil e controlo
de doenças prioritárias do quadro noesológico nacional, a
atenção será focalizada nos objectivos seguintes:
implementar o pacote essencial de serviços e cuidados de saúde no quadro da revitalização do sistema municipal de saúde;
aumentar a capacidade de reposta às urgências
obstétricas e pediátricas;
implementar programas específicos de luta contra
us doenças endémicas e não transmissíveis.
No que concerme ao contexto e ao ambiente propícios
à saúde, à promoção da saúde e capacitação centrar-se-ão nos
objectivos seguintes:
&) promover acções de saneamento e de educação
ambiental, bem como de acesso à água potável;
comunicar para 2 mudança de comportamentos e
adopção de estilos de vida favoráveis à saúde;
sensibilizar para o aumento da procura dos serviços e cuidados de saúde, envolvendo as comunidades.
Acções e Medidas de Política
Para concretizar os objectivos enunciados, será dada prioridade às seguintes acções e medidas de política;
construção, reabilitação e apetrechamento faseada
das unidades sanitárias, com prioridade para as
do primeiro e segundo níveis;
desenvolvimento de serviços especializados nas
unidades terciárias;
formalizar e generalizar mecanismos de referência
e contra-referência;
fortalecer os serviços de urgência e melhorar os serviços de consultas externas, com particular átenção para à capacitação dos recursos humanos;
€) contratar força de trabalho estrangeira para colmatar o deficit de pessoal nacienal e incentivar a
mobilidade de profissionais de saúde para cor-
Tecções das assimetrias;
continuar a expansão da formação contínua para
melhorar a capacidade técnica dos profissionais
de saúde;
£) implementar o sistema de informação de gestão de
recursos humanos para o sector da saúde, no
âmbito do SINGERH;
reforçar a aquisição e distribuição de its de medicamentos essenciais para toda rede primário:
rever o esquema director de aquisição € disribuição
dos medicamentos e criar à central de compras:
iniciar à construção de cinco escolas técnicas profissionais de saúde;
iniciar com a construção do primeiro laboratório de
controla de qualidade de medicamentos em
Luanda:
construir as fábricas de medicamentos, larvicidas,
produtos ortopédicos, insumos e camas hospitalares;
iniciar com a construção da Escola Nacional de
Saúde Pública e de uma hipnoseria (hospital de
doença da sono) com centro de formação & investigação;
concluir a elaboração da Política Nacional de Saúde
(PNS), do Plano Nacional de Desenvolvimento
Sanitário (PNDS) + das Contas Nacionais de
Saúde (CNS);
proceder à revisão do estatuto orgânico do Ministério da Saúde e regulamentar os órgãos do
Ministério;
implementar o pacote básico de cuidados de saúde
materno-infantil, reforçando as acções da saúde
reprodutiva e de assistência integrada às doenças
de infância;
reforçar as acções de promoção da saúde, de prevenção, diagnóstico e tratamento no âmbito da
malária, VIH/SIDA & outras ITS, tuberculose,
lepra, tripanossomísse, oncocercose e outras
doenças;
construir um hospital de referência de combate à tripanossormliase (doença-do-sono);
actualizar o perfil epidemiolágico do País por província, reorientando o sistema nacional de vigilância epidemiológica;
elaborar normas de manutenção de infra-estroturas
físicas e equipamentos do sector da saúde;
adequar e implementar o plano de desenvolvimento
dos recursos humanos da saúde;
continuar cam o curso de formação de gestores do
sector de saúde;
+) reforçar as acções da melhoria de capacidade de vesposta dos hospitais, centros e postos de saúde;
implementar os programas de controlo de doenças
crónicas (hipertensão arterial e outras doenças
cardiovasculares, cancro, diabetes, transtornos
psiquiátricos e neurológicos, drepanocitose, etc);
realizar, em coordenáção com as outras instiluições
afins, campanhas de prevenção de acidentes
rodoviários e de violência domésticas e outras:
eelerção a etalanaçõo futeireviortal. particular
Tente com os sectores da educação, reinserção
social, família e promoçãa da nmuther, encreia,
Água, administração do território, ambiente,
comunicação social, juventude e desporto. para
à divulgação de mensagens de promoção de
saúde c criar sinergias que promovem externalidades positivas,
Metas
| Tuxa de deleoção do cavos novos com 0,5% auneoLo
baciloscopio posfliva 6, 1... [ODNSP 2007) — Tera 66%,
Taxa de aucesso para 15 Casos novos Eur
om buciloscnpia posítiva o. | (DNSP 2007) -— | atingiç754
Reduzir a toxa de incidência da mepa-
NOSIOMÍLIO. ul oo -— - em 20%
Reduzir a taxa de incidência da malá- | 15 000 novos
ma por 1116 000 habitantes); ......| casospor
100 000 = para 12 DOU
(DNSP: 2007) AAVOLS CUBE
Taxa de monulidude em menores de
anos 260 óbimas por 1... | 1000 nados = Tedwzirem
vivos (PNUD: lerca de 209%
05)
Tatade mortalidade materma — ... 2... | 1 400 óbitos
por 100 600 = reduzir em
nados vivos cerca de 204
(PNUD 2003;
Partos assistidos por pessoal de paúde | 30% (2007 — | aumentar em|
qualificado us ce | DNSP) cena de 20H
Número de médicos por MK) habi- | DANOS | 1(2008.| multiplicar
[> Cx: BS RONAN PNUD) |[MINSA)| porl3
Cnas centros de hemodiálise — 1. — HUM) 3
Evacuação de pacientes ao exterior reduzir em
HOPAs cos mms — — 40%
Frogramas:
Programa de Combate à Doença;
Programa de Melhoria da Qualidade e Equidade das
Serviços de Saúde;
Programa de Aumento da Oferta de Recursos Humanos;
Programa de Melhoria e Aumento da Capacidade dos
Serviços Hospitalares.
Organtsam rexpornsível: Manistério da Saúde.
Assistência e Reinserção Social:
Objectivos
À política de assistência e reinserção social, em 26009,
lairá privridade aos seguintes objectivos:
promover à integração social das pessoas capenciadus é em situação de vulnerabilidade. elevundo
RO DE 2008 4549
Pur novos patamares de bem-estar e de oportunidade a sua situação;
promover programas de combate à pobreza com
impacto junto das comunidades mais carenviadas;
garantie a assistência social aos extractos nais vulneráveis da população;
promover o desenvolvimento comunitário;
criar oportunidade de integração socioeconómita
dos cidadãos mais carenciados € em situação de
vulnerabilidade;
f institucionalizar umy nova forma de actuação,
baseada na prevenção e gestão do risco soctal, na
qual a intervenção do Estado incidirá na assistência às populações a melhor gerirem 038 riscos
a que estão expostas, assim como ussistir aqueles
que se encontram em situação de extrema
pobreza.
Acções e Medidas de Política
Pura concretizar os objectivos e metas enunciados, será
dida prioridade às seguintes acções e medidas de política:
programa «Gestão do Risco Social»:
apoiar programas de reassentamento que favoreçam à reintegração nas zonas de origem;
participar/colaborar com o órgão responsável
pela administração pública e emprego na
definição de políticas de emprego que favoreçam a reintegração social e produtiva;
desenvolver programas comunitários de combate ao trabalho infantil em caso de crise:
estabelecer e regulamentar os mecanismos
legais do Sistênia de Protecção e Assistência
Social aos grupos vulneráveis:
expandir o projecto leite é papas e mães tutelares nas Provinciais de Luanda. Bié, Huambo.
Benguela, Huíla e Moxico:
vi expandir à rede de atendimento 2x primeira
infância;
vii) criar programas articulados de resposta rápida
u situações de risoo iminente;
vit) erior à base de manutenção de equipamentos especiais de desminagen.
programa «Inclusão Social=:
criar um programa de reintegração social e produtiva
Para pessoas em situação de vulneráveis/de risco;
alargar a rede de equipamentos sociais para atendimento das pessoas em situação de vulnerabilidade;
1if) dotar as pessoas vulneráveis de competências técnicas que possibilitem à sua integração socioeconómica;
implementar um projecto específico de inclusão
social e produtiva de cidadãos portadores de
deficiência.
programa «Redução de Assimetrias Territoriais»:
criar antenas provinciais do observatório
nacional para a inclusão social;
definir mecanismos de discriminação positiva
de regiões de elevado potencial de depressão
económica e social;
iii) definir, do ponto de vista legal e regulamentar, uma zona de discriminação positiva preferencial.
programa «A poto ao Cidadão Portador de Deficlência»;
estabelecer mecanismos que favoreçam o
desenvolvimento do cidadão portador de
deficiência;
definir e aprovar uma política nacional para o
cidadão portador de deficiência;
iii) incluir o cidadão portador de deficiência, respeitadas as suas peculiaridades, em todas as
iniciativas do Governo;
garantir o acessa camparticipado a próteses
adequadas às necessidades dos cidadãos portadores de deficiência;
promover a criação de oportunidades para
trabalho em actividades económicas favoráveis à absorção de pessoas portadoras de
dificiência.
€) programa de «Apoio à 3,* Idade»:
promover à capacitação de recursos humanos
pará o atendimento na idoso.
É programa de «Apolo à Criança»:
garantir à protecção integral dos direitos da
criança, vertida para uma agenda para à
defesa dos seus direitos.
Metas
Reintegração socioccoaómica de ex-militares 55 000
Formação de membros de comunidades para
mtenditneato 30 domicilio de crianças meno-
Altndimento cegral do crisnças e adolesoentes
com necessidades capeciais, Iecluindo as
afectadas como VIRHASIDA. |. 400
Assistência com cestas búticas à idosos sem
protecção família efou que tenhara crianças
vulneráveis sob cus responsabilidade... ... 14000
Melhoria das condições de habitação de pessoes
Redução do Índice de trabalho infamtál .....- nx
Atendimento à crianças em situação do cisco
(projecto lelte e papas) 1111000 E
Integração sociotcanámuca da população vul-
[iai RSRSRS SRS 30%
Altsisência com cesta de alimentos a pessoas
Carociadat em situação da vuloerabilidade 14 000
Expansão do programa de reabilitação baseada
na comunidade (n * de beneficiário portado-
Pos de dECIHÊNCia) a. 1 1 ne oo 2500
Formação e capacltação de quadros sociais ... 3 500
Desminagem de estradas(EMm) Ju 0 1.0 2940
Inícia da construção de lares da 3.º Made nas
Provincias do Huembo, Bié e Moxico 1... -—-
Programas;
Programa de Inclusão Social;
Programa de Gestão do Risco Social;
Programa Nacional de Desminagem;
Programa de Assistência Social! e Formação Profissional de Crianças e Adolescentes em Situação
de Vulnerabilidade.
Organima responsável: Ministério da Assistência e Reinserção Social,
Cultura:
Objectivos
A palítica da cultura, em 2009, dará prioridade aos
seguintes objectivos:
promover a preservação do património cultural
nacional, tangível e intangível;
fomentar a indústria cultural,
Arções e Medidas de Política
Para concretizar os objectivos enunciados, será dada prio-
Tidade às seguintes acções e medidas de política:
salvaguardar o património cultural móvel através
da consolidação dos mussus existentes;
promoção e desenvolvimento das línguas nacionais
através da preparação dos instrumentos de apoio
no ensino das línguas nacionais e sua utilização
noutros domínios;
implementar as medidas legislativas, regulamentares
e fiscais a favor das indústrias culturais;
definir uma política de direitos autorais, de todos
os produtos culturais, assegurando e protegendo
a emergência de uma indústria nacional;
elaborar o plano director do desenvolvimento do
artesanato;
definir o sisterna de incentivos à criação de microempresas de artesanato:
&) definir claramente as necessidades de quadros da
cultura e artes a nível nacional, provincial e local;
elaborar um qualificado: das profissões da cultura
E artes;
) lançar iniciativas de requalificação e construção de
infra-estruturas culturais,
Metas
oe [e [ns [|
[N.º estores Biblioteca Nacional de Angola ... | 46359 | 486767 51109
N * lertares Arquivo Histórico de Angola... ... | 46573] 4907) 5152
Nº visivanmes nos museu am actividade ...... | 72357) 75974] 719772
Escola Nacionai de Artes Plásticas
Alonos matriculados 1.100 ca | 217 4s0i 4aso
[Escola Nacionel de Tento
Ala mamnculados 11100001 | RB 2200 / 20
[Escola Nacional de Música
Alunoemalmenhados cl | 128 250 | 250
[Escola Nacional de Desça
Abnos matriculados 1110111000 do SO 100 | 1m
Programas:
Programa de Valorização do Património Histórico e
Cultural;
Programa de Difusão e Acção Cultural;
Programa de Desenvolvimento das indústrias Culturais;
Programa de Apoio aos Profissionais da Cultura.
Orgaruamo resporeável: Ministério da Cultura,
RO DE 2008 4551
Condições Necessárias à Implementação e Sustentabilidade dos Projectos
O ministério tem cantratado professores no âmbito de
protocolos de cooperação que existe entre Angola e vários
países.
Comunicação Social:
Objectivos
A política da comunicação social, em 2009, dará prioridude nos seguintes objectivos:
promover a edificação de um Sistema Nacional de
Comunicação Social aberto, plural, competitivo,
isento e que contribua para o fortalecimento da
democracia;
alargar a cobertura dos meios de comunicação
social ao território nacional;
construir um quadro legal, institucional e regulados
dos media, baseado na defesa dos direitos e
garantias dos cidadãos e no funcionamento das
regras de mercado.
Acções e Medidas de Política
Pura concretizar os objectivos enunciados, será dada prioridade às seguintes acções e medidas de política:
incentivar e estimular o surgimento e consolidação
do sector privado da comunicação social;
capacitar os técnicos da comunicação social;
€) lançar o Programa de Desenvolvimento do Empreendedorismo da Indústria Nacional! dos Media;
4d) reforçar e melhorar 03 equipamentos de transporte
e reportagem para Televisão Pública de Angola:
reabilitar e manter o Parque Gráfico da Cuca das
Edições Novembro;
fi desenvolver um programa de fonnação integrado,
ajustado ao desenvolvimento dos órgãos;
construir e manter infra-estruturas para garantia da
expansão do sinal pelos municípios;
lançar os trabalhos de reabilitação dos edifícios das
Emissoras Provincias da Rádio Nacional de Angoia;
lançar os trabalhos de construção de centros emissores;
Ji lançar os trabalhos de construção e reabilitação das
delegações provinciais das Edições Novembro;
lançar trabalhos de reabilitação de infra-estruturas
provinciais da ANGOP;
ND instalar a Rede Nacional de Comunicações para as
Edições Novembro,
lançar à construção do centros de produção provinciais da TPÁ;
lançar os trabalhos de construção das sedes do
Ministério da Comunicação Social, dos órgãos
públicos da comunicação social, instituto superior
da contunicação social e centro de formação de
jornalistas;
prosseguir os trabalhos de construção do centro de
formação de jornalistas no Huambo;
lançar os trabalhos da construção de representações
do Centro de Imprensa Anfbal de Melo nas províncias;
continuação do incentivo a formação superior dos
quadros, formação profissional e profissionalizante.
Metas
veio om [ame ao
Construção de estiidios no espaço
adstrito à sede de TPÁ 1... ue ceia
Construção das delezações do CLAM (Hudla,
Benguela é CUnege) ... 11111 eo o ooo
Programas:
Programa Media;
Programa de Enquadramento Legal e Institucional;
Programa de Recursos Humanos e Materiais para os
Media.
Organisno responsável: Ministério da Comunicação Social.
Família e Promoção da Mulher:
Objectivos
A política da família e promoção da mulher, em 2009,
dará prioridade sos seguintes objectivos:
promover o fortalecimento é auto-estima da família;
&) assegurar 08 serviços sociais diferenciados à família e aos seus membros, cm particular às famítias
mais vulneráveis;
influenciar a formulação de políticas, programas e
legislação, tendo cm conta a transversalidade das
questões de género e família.
Acções « Medidas de Política
Para concretizar os objectivos enunciados, será dada orioridade às seguintes acções € medidas de política:
rever o Código de Família;
formular, regulamentar a Lei Base sobre a Família;
construir um centro de referência para aconselhamento famíliar, incluindo serviços de informação
por telefone;
lançar à construção de centros de aconselhamento
familiar nas províncias;
€) apoiar as organizações de família, mulheres e
cooperativas agrícolas que concorrem para a
implementação das acções do Ministério da
Família e Promoção da Mulher;
realizar estudos sobre a participação das mulheres
na tomada de decisão na esfera pública e privada;
sobre a mulher rural, sobre a mulher do sector
informal; a jovem rapariga; mulheres portadoras
de deficiência; mulheres idosas; violência doméstica e intra-familiar,
Metas
Maior representação das molheres nos órgãos
Assistir mulheres vitima de violência doméstica 5 000
Apalar famílias com tnsinunentos sobre compe-
Mâncias familiares alan cru vas ce 20 00
Capacitar partelras tradicionais e distribuição
Apolar mulheres com microcrédito... .., ... .. 15 000
Apoiar mulhercs chefes de famílias infectadas
e afectadas com VIHSIDA 110 2 000
Reabilitar & apetrechar Centro de Referência .,. 1
Reabilitvar Cenrra de Rafíígio para Mulheras
Vítimas de Violência 11110110 200 0 eos 1
Programas:
Programa de Apoio às Questões do Género e Promoção da Mulher;
Programa de Apoio às Vítimas de Violência;
Programa de Promoção da Mulhec Rural;
Programa de Valorização da Família e Aumento das
Competências Familiares.
Orguniza responsável: Ministério da Faraflia e Promoção da Mulher.
Juventude e Desportos:
Objectivos
A política da juventude e desportos. em 2009, dará prioridude uus seguintes objeclivos:
promover a participação activa dos jovens na vida
social, política, económica e cultural do País;
promover à generalização da prática desportiva
junto das diferentes camadas da população, em
particutar junto dos jovens e das mulheres. dando
particular atenção 20 desporto na escola,
Arções e Medidas de Política
Para concretizar os objectivos enunciados, será dada
prioridade às seguintes acções e medidas de política:
elaborar a estratégia do desenvolvimento do desporto;
elaborar o Estudo Prospectivo da Juventude (Observatório Nacional da Juventude);
estimular a aprendizagem de pequenos ofícios (car-
Pintaria, canalização, pedreira, costura, hotelaria,
agricultura, etc.), para promover o empreendedorismo juvenil através de créditos é micro-créditos, visando o aumento de postos de trabalho e
do auto-cmprego de jovens;
fomentar a autoconstrução dirigida de habitações
sociais para jovens;
€) fomentar o associativismo juvenil e privilegiar o
trabalho de grupo, a mobilidade e o intercâmbio
entre jovens;
£) viabilizar 0 acesso dos jovens ao crédito bonificado;
dotar as províncias de equipamento desportivo, em
particular pavilhões multi-usos e outros recintos
para a prática desportiva de recreação, laser € de
actividades lúdicas, que permitem à generalização da prática desportiva;
adequar em coordenação com o sector da educação
as infra-cstruturas escolares às necessidades da
prática do desporto, como meios de recreação e
de competição;
)) construir e apetrechar o Centro de Alto Rendimento
do RPesporto;
reabilitar e modernizar a Piscina do Alvalade;
editar 9 atlas desportivo;
concluir as obras de reabilitação de campos de
futebol;
concluir as obras de reabilitação do Centro Nácional de Medicina do Desporto.
Metas
ar
N de jovens que vão bencficiar de kits profls-
sionuis (criação de cooperativas) 11000. — | gs
Implementação do sistema de distribuição de
CEMOES JOVETTE na ce es re ever — |100D0
Aumentar o n.º de desportistas praticantes para — 1/3236
distribuição de &ies profissioneis 1... — | 2600
Criação de cooperativas juvenis 1. 110 000 10000 — 750
Inserção de crianças no desporto... al. 21 20 — [120
Fm mação e eapaciínçõo de uverns vm; gestau e
liderança associntiva 1. ee er erre — 100
Cupaciação de jovens to dominio do emprecnde-
DOGSOMO 11 ue casas ce ra e a eee eo — 900
Formação de técnicos desportivos 1.110 2100 — | 350
Formação de treinadores co... — 300
Detecção de novos talentos 1. 1120 eos — 150
Atletas inseridos na alea competição 1... — 300
Registo de número de atletas o oo co. 2 ce — [46000
R8O DE 2008 4553
Programas:
Programa de Desenvolvimento e Promoção da Actividade Desportiva;
Programa Angola Joyern.
Organismo responsável: Ministério da Juventide e Desporto,
Antigos Combatentes e Veteranos de Guerra:
Objectivos
À política dos antigos combatentes e veteranos de guerra,
em 2009, dará prioridade ao seguinte objectivo: criar bases de
auto-sustentação, autonomia económica, methoria das condições de vida e combate à pobreza no seio dos assistidos.
Acções é Medidas de Política
Para concretizar o objectivo enunciado, será dada prioridade às seguintes acções e medidas de política.
elaborar um Sistema Nacional de Recenseamento e
Controlo, criando as condições para a implementação do respectivo banco central de dados,
a funcionar em sistema online;
fomentar o empreendedorismo, estimulando a criação de microempresas e cooperativas aecícolas;
promover a construção e incentivo à autoconstrução dirigida de habitações sociais e devido apetrechamento;
incentivar o auto-emprego e trabalho independente,
através da implementação de pequenos projectos
de reintegração social, individual ou colectivamente organizados, de acordo com a realidade e
especificidades locais.
Metas
es
Programasfprojectos:
Programa de Recenseamento e Controlo;
Programa de Assistência e Reintegração Socioeconómica,
Organismo respoisdvel: Ministério don Antigos Combatentes e Veteranos de Guerra,
EX. Reforma e Modernização do Estado:
Reforma da Administração Pública:
Objectivos
A reforma da administração pública será enquadrada
pelos seguintes objectivos: melhorar u governação e promover à boa govemôância; promover uma nova imagem da
administração pública; criar estruturas flexíveis, simplificadas e diversificudas de soluções organizacionais; implementar as tecnologias de informação é comunicação em todas as
áreas da governação da administração centra! e local; valori-
Zar os recursos humanos da administração pública; melhorar
é valorizar as condições de prestação do serviço público.
Acções e Medidas de Política
À realização destes objectivos, em 2009, será suportada
nos seguintes acções e medidas de política:
definir os modelos orgunizacionais da administração pública;
+) concentrar os serviços de apoio técnico é insirumental;
rever à Lei dos Institutos Públicos;
criar o sistema de formação contínua para 2 administração pública;
definir o programa de mobilidade para a função
pública;
promover 4 melhoria da qualidade do serviço
público e da sua receptividade;
sensibilizar + formar os funcionários públicos para
um melhor acolhimento e relação com os utentes.
Frogramas:
Programa de Fortalecimento da Estrutura Organizacional do Estilo;
Programa de Fortalecimento das Capacidades de Recursos
Humanos da Administração Central e Local.
Organismo reunsável; Muusténo da Administração Páblea, Emprego
e Segurança Sovial.
Protecção Social Obrigatóris/Segurança Soríal:
Objectivos
Preso os7 tmabalhadaores (pos custa de euttem c qm
vonta própria) e respectivas fumílias, progressivamente e u
medida do desenvolvimento económico e social do País. nus
situações de falta ou diminuição da capacidade de rendimento, maternidade, acidente de trabalho, deenças profis
sionais, desemprego, velhice e morte,
Compensar o aumento dos encargos às situações familiares.
Assegurar meios de subsistência aos segurados atenvés da
utribuição de prestuções sociais,
Acções e Medidas de Política
A renlização destes objectivos, em 2009, será suportada
nas seguintes acções e medidas de política:
«) implementação do Plano de Modernização e Desenvolvimento Institucional do Instituto Nacional de
Segurança Social (PMDID;
alargamento do âmbito de aplicação material (adopção da eventualidade invalidez por acidente
comum e invalidez por doença comum, bem
como do subsídio de aprendizagem);
alargamento do âmbito de aplicação pessoal (trabalhadores por conta própria);
revisito e melhoria das prestações (melhorias das
prestações familiares — abono de família, subsfdio de aleitamento e subsídio de funeral);
implementação do sistema de arrecadação das contribuições (novos procedimentos da entrega da
folha de registo de remunerações);
implementação dao plano nacional de prevenção e
combate à evasão contributiva;
£) autonomização dos Serviços de Inspecção € Fiscalização da Protecção Social Obrigatória;
estabelecimento do sistema de revisões actuais
periódicas;
gestão de activos e passivos (rentabilidade dos activos face as responsabilidades «pagamento e prestações presentes e futuras da PSO>);
)) institucionalização do passe social para os pensionistas;
garantia de uçesso ao miçro-crédito para os pensionistas residentes nas zonas rurais,
Reforma da Administração Local:
Objectivos
A reforma da administração local prosseguirá o seguinte
objectivo: criar uma «eiministração loca! e um poder local
que respondem, com eficácia e eficiência, às necessidades
das comunidades locuis e ao desenvolvimento do País,
Avções e Medidas de Política
Pura stinpio esto shiestivo cn 2068 sera lda guie ide
às seguintes ueções e medidas de polífica:
elaborar e publicar à leristação sobre descentralização e desconcentração:
adoptar medidas de atracção de quadros para à
administração local, incluindo à construção de
residências:
e definir o quadro legal para o poder local:
apoiar a informatização da gestão municipal;
€) aprovar e implementar um novo estatuto do administrudors e do pessoal da administração municipal;
aprovar e implementar o regime jurídico das
empresas municipais;
&) reabilitar e construir infra-estruturas administrativas,
adequadamente apetrechadas, designadamente
por tecnologias de inforinação e comunicação;
reforçar à capacidade institucional do Ministério da
Administração do Território;
lançar 6 processa de construção de centros de
formação nas Províncias do Uíge, Cuando
Cubango, Lunda-Norte, Bié e Cabindu;
intensificar o programa de formação e capacitação
de recursos humanos da administração local;
actualização do registo eleitoral;
criação de ficheiros informáticos provinciais do
registo eleitoral.
Metas
Apoiar à reforma das udminisirações locais 6...
Cansennr centros de foemação nas
Províncias Up Vige, Cuando Çubango,
Lunda-Norte, But e Cabinda 1.10 100.
Programas:
Programa de Meihoria de Gestão Municipal.
Organigno mesporsdeel: Ministério da Administração do Termióno
Reforma da Justiça:
Objectivos
A reforma da justiça tem em vista os seguintes objectivos:
garantir os direitos constitucionalmente definidos; reforçar o
sistema da administração da justiça; relormar o sistema
correcrional; implementar um sistema e uma organização
mais fortes no combate às diferentes formas de criminalidade; assegurar avs cidadãos 6 acesso a serviços legais de
qualidade e independência,
Acções e Medidas de Política
Para ussegurar n eoncretização destes objectivos e metas
em 2050, ser necessária etecutas, cre aus. in sepuinte,
acções e medidas de politica:
elaborar ou rever e publicar a seguinte legislação:
Lei do Sistema Unificado de Justiça; Lei Orgãnica dos Magistrados Judiciais: Lei Orgânica dos
Magistrados do Ministério Público: Lei Orgânica
da Procuradoria Geral] da República e adaptação
do Estatuto da Polícia Judiciária;
RO DE 2008 4555
lançar os estudos necessários à revisão da legislação
Telutiva aos seguintes domínios: trabafho, cível,
criminal, fiscal, ambiente, arrendamento urbano
€ condomínios e execuções fiscais;
iniciar o processo de reforma fiscal;
iniciar os processos de revisão e elaboração dos
seguintes códigos: civil, processual penal, processual civil, processo laboral e registos e nottiado;
melhorar as condições de funcionamento dos Iribunais e iniciar a construção dos Tribunais Municipais de Viana, Kilamba Kiaxi, Sambizanga e
Cazenga;
]) cumprir os prazos de prisão preventiva;
&) descongestionar ot processos nos tribunais, de
forma à tomar à justiça mais célere;
intensificar os trabalhos de recuperação e digitalização dos Arquivos Centrais de Luanda e das
Conservatórias Predial, Comercial e Civil, em
todo o território nacional;
à) reabilitar cerca de 20% das conservatórias e cartérios de 1.º classe, a nível nacional e criar novas
conservatórias e cartórios;
melhorar o funcivnamento do Guiché Único ec alargá-lo às províncias mais prioritárias;
&) modernizar os serviços de emissão dos bilhetes de
identidade e de emissão de certificados do registo
criminal e intensificar a campanha de incentivo
40 registo civil;
DD modernizar e informatizar vs serviços dos registos
e notariado;
estibelecer o sistema nacional de formação e qualificação dos funcionários do sistema de justiça;
criar u base de dados dos recursos humanos do sector;
melhorar as condições de funcionamento do Instituto Nacional de Estudos Judiciários, incluindo
à aprovação de novos planos custiculares.
Metas
Instulação de novas lojas de registos e
MOLAMdOOIS 11 ue cn aero e a ca | — — 5
Recrucamento de conservadores cnotácios | - ss
Roerueanmento de 23) quadros tecnicos e adminix-
Iratívor para os serviços de identificação civil e
Criminal css maes eee | — — 250
Recrutamento de oficiais de eegeboy e metaciado [| — — Lis)
Bovtun monto do foimedorns" na Ion "
Preenchimento de [SM agas dis cunesas
de eernvães e aficivis de delizência .. 2 — |) sao
Fommação de ut Os IGASIETUdOS 110 1 ce | — - 15
Recicla magistrados em funções nos
tribunuis e órgãos de polícia. ... — — xt
Asacgura à lormaçõe contínua de magiieados
IMumcpaos STS EN — 35
Areeurur 4 fommaçõão contínva de magrtrados
PUNIR ABIN cus o o eae aa e || — W
Programas:
Programa de Reforma e Modernização dos Registos e
Notariados;
Programa de Modernização da Identificação Civil;
Programa de reabilitação dos Serviços da Justiça nas
Províncias.
Orgunisato responsável: Ministério da Justiça.
Condições Necessárias à Implementação e Sustentabilidade dos Projectos:
Até finais de 2009, formar 2500 técnicas e brigadistas
diversos para à expansão dos serviços de identificação civil
e criminal a toda à extensão do território nacional, cujo
orçamento ascende a USD 4 743 000,00,
À nívei dos registos à notariado, está orçado anualmente
USD 530 400,00 para;
formação anual de 120 conservadores e notários;
120 oficiais de registo e notariado; 15 formadores;
a nível dos tribunais em 2009, está previsto formar
150 magistrados, prevendo-se um custo de
USD 206 973,68.
Reforma do Sistema Estatístico Nacional:
Objectivos
O reforço do Sistema Estatístico Nacional (SEN) será
orientado em 2008 para os seguintes objectivos: promover à
produção e difusão de forma continuada e sustentável da
informação estatística oficial, dentro dos padrões internacionalmente aceites; aprofundar e sistematizar a coordenação
das relações funcionais e operacionais entre o Instituto
Nacional de Estatística e os outros órgãos produtores do
Sistema Estatístico Nacional:
Acções e Medidas de Política
Para garota à produção e difusão da infonnução estauistica oficial de forma contínuada torna-se necessário prosseguir com as acções e medidas de política já traçadas e iniciar
Dutras complementares. Assim, serão desenvolvidas em 2009
as seguintes noções:
produção de estatísticas correntes (realização de
inquéritos trimestrais à produção industrial, anual
harmonizado à empresa, inquérito de conjuntura
económica, sobre o emprego, actualização do
FUE*);
&) produção de outras estatísticas correntes (contas
nacionais, Índice de Preços no Consumidor de
Luanda, IPC-Agregado, TP grossista, estatísticas
do comércio externo);
instalação dos serviços provinciais de estatística em
cinco províncias, a saber: Cabinda, Benguela,
Huíla, Namibe e Cunene;
asseguramento dos serviços mínimos de estatística
nas restantes províncias, que por força do
Decreto n.º 9/08 deixaram de ser responsabilidade dos GEP das províncias;
infra-estruturas estatísticas (actualização da base
cartográfica censitária; actualização do ficheiro
de unidades estatísticas; implementação do plano
estratégico do sistema de informação; revisão da
CNBS” adaptada a classificação das Nações
Unidas);
preparação da estratégia nacional de desenvolvimento estatístico;
&) preparação do plano de desenvolvimento dos
recursos humanos;
preparação do recenseamento geral da população e
habitação.
Metas
TIndicudores de Contas Nacionais... 111.000] — 1
Perfil estatístico económico e social, .. 1.1.1] — ]
Boletim de estatísticas do FUB cce ee | | 1
Boletim Indice de preços no consumidor —
Luanda 100 es ne oo no sn eee | IR 12
Boulemun índice de proços grossstas .- 1.111. 2 [13
Indie de preço agregado .oc0clceo | 2 3
Boletim anual das estatísticas do comércio
BNRÍBIMO 11 uu e ms en re nm nm nro 1 l
Baletim trimestral das estatísticas do oomércio
ERÍBIDO 1 cueca cc e e re ee e e er 4 4
Aoletim indice de produção industrial ... 1... I 2
Publicação do [nquésito anun) harmonizado
à empresa E
Publicação do inquérito agemprege o. — —
Boletim de estatísticas VItads 11.2 110 e ee || 1
Boletim de estuiístlicos SOCIAB | 1. 12 - 1
Publicação do Inquérito sobre e hem estur
du POBUAÇão com ue e e e e e a PO —
PO Ficheiro de Umdades Estal NMuca
119? Chassi ficoção Narcuenal de Bene Senviçõs.
Programas:
Programa de Construção do Edifício Sede do INE;
Programa de Instalação dos Serviços Provinciais;
Plano Estratégico de Sistemas de Informação;
Programa de Reequipamento do INE.
Organismo responsável: Miniatério do Planennento é Induuto Nacionl de Estotística.
Condições Necessárias à Implementação e Sustentabilidade dos Projectos:
As exigências particulares e acrescidas das acções que se
pretende desenvolver, só podem ser adequadamente satisfeitas por recurso sistemático à formação profissional específica é contínua, tanta nos domínios da estatística e da
informática, como no da gestão dos próprios serviços produtores de informação estatística oficial. Assim, para 2009, o
Instituto Nacional! de Estatística (INE) preparou um programa de formação de curta duração, dirigido ao Instituto
Nacional de Estatística (INE), serviços provinciais e órgãos
delegados. De acordo com o programa, o Instítnto Nacional
de Estatística (INE) prevê formar 680 técnicos, dos quais
47%, pertencem ao Instituto Nacional de Estatística (INE),
23% aos Serviços Provinciais e 30% aos futuros órgãos
delegados.
À ausência dos serviços provinciais (SPINE), previstos
ho estatuto orgânico do Instituto Nacional de Estatística
(INE), constitui um forte constrangimento à produção regular de estatística oficial de âmbito nacional, face à diménsão
do País é a inoperância das comunicações, Actualmente, o
Instituto Nacional de Estatística (INE) possuí nas províncias
a figura de correspondentes estatísticos, a tempo parcial para
supervisionar a recolha directa de dados à cargo de agentes
locais, sobretudo à recolha de preços e o registo geral de
empresas. Assim, toma-se necessário em 2009, a criação dos
SPINE nas cinco províncias acima descritas e assegurar os
serviços mínimos de estatística nas restantes províncias.
Considera-se também necessário que os técnicos das províncias, ligados directa (técnicos contratados para a recolha de
preços e registo geral de empresas) ou indirectamente (correspondentes estatísticos), sejam integrados no Instituto
Nicional de Estatística (INE), que por força do Decreto n."' 9/68,
1 35 de Abril. ajcixaram de Fuzer parte do LE province,
Como já foi referido várias vezes, um dos principais constrangimentos à actividade estatística é a escassez de recursos
humanos com competência técnica para atender à demanda
em produção estatística oficial, com rigor e em tempo
oportuno. Com o défice qualitativo dos recursos humanos do
TInstiivro Nacional de Estatística (INE) é extremamente difícil precncher os postos de direcção e chefia nos serviços
RO DE 2008 4557
centrais através de recrutamento interno, com agravante de
alguns técnicos com o perfil desejado não fazerem parte dos
quadros do Instituto Nacional de Estatística (INE). As quotas
atribuídas ao Instítuio Nacional de Estatística (INE) são claramente insuficientes, fuce as desistências dos técnicos em
busca de melhores condições salariais e sociais, factores
motivadores para a estabilização dos técnicos. Torna-se
imperativo o aumento das quotas de admissão de pessoa! para
v1 Instituto Nacional de Estatística (INE). À seguir é apresentado o quadro de necessidades de recursos humanos, pára os
Serviços Centrais e Provinciais do Instítuto Nacional de
Estatística (INE).
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Técnicas SUPEriOreE .. 11 100 ce o 20 LÃ
TÉCNICOS 1 esc a ae ao -— —
TêCnICOS MÉDIOS à 0 10 1 e os 18 E.)
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E ATT Ei) 7
Desenvolvimento da Actiridade do Sector Empresarial Público e do Sector Privado:
Objectivos
A política de apoio ao desenvolvimento da actividade
empresarial e do sector privado, terá os seguintes objectivos:
desenvolvimento de um sector privado, competitivo,
eficiente, aberta ao exterior e orientado para o desenvolvimento das actividades económicas prioritárias e cujo poder
de decisão seja controlado por angolanos; criar e operacionalizar uma rede empresarial pública, rentível e de elevado
valor acrescentado,
Acções e Medidas de Política
Neste sentido, serão adoptadas em 2009, prioritariamente,
as seguintes acções e medidas de política:
iniciar a implementação, na decorrência da Lei da
Concomência, do Sistema de Regulação da Economia e da Concorrência:
&) alargar à outras províncias e simplificar o sistema
de Guiche Único;
publicas a legislação abre parcorhis público-prvadas;
dA melhorar o sistema de fmanciamento às empresas.
inctuindo micro-crédito;
iniciar à implementação da Zona Económica Especial Luanda-Benso, do Pólo Industrial de Viana
e de outras infra-estruturas de apoio à actividade
empresarial;
Á) definir um programa nacional de apoio às PMT;
&) crias o sistema nacional de qualidade;
instituir a central de compras do Estado;
upoiar o desenvolvimento de grupos cconómicos
nacionais;
3d) publicar à revisão da Lei das Empresas Públicas e
seu regulamento;
&k) elaborar um estudo global sobre o seclur empresarial pública e que, nomeadamente, suporte à
estratégia de privatizações;
elaborar uma nova Lei de Privatiznções;
reestruturar as participações financeiras do Estado;
publicar o estatuto do gestor público empresarial e
Oo estatuto remuneratório de gestor público
empresarial;
|) rever o sistema de classificação das empresas
públicas;
criar um sistema de informação do sector empresa-
Trial público.
Desenvolyimento do Território:
Objectivos
A política de desenvolvimento do território será orientada
pelos seguintes objectivos: assegurar de forma sustentada, a
melhoria da qualidade de vida das populações, promovendo
o desenvolvimento integrado das comunidades rurais por
forma a reduzir as assimetrias existentes; promover à inte-
Eração do território nacional e a criação de um efectivo mercado interno; fortalecer a competitividade internacional do
território. diversificando de forma sustentável, 03 seus
vários espaços; modermizar à agricultura e modemizar a3 produções rurais: desenvolver vma economia urbana e industrial
dinâmica e internacionalmente competitiva.
Acções e Medidas de Potítica
Para além do que constará, especificamente nos planos
de desenvolvimento provinciais, à realização destes objectivos, no quadro da melhor valorização dos recursos de cada
Província, implicará a adopção de acções e medidas de política de âmbito nacional:
dá) promover o desenvolvimento integrado das comunidades rurais através da requalificação e reorganização das aldeias e das povoações completando a extensão rural conduzida pelo Ministério
da Agricultura com intervenções nos domínios
da gemíde, da educação. da formação em artes e
ofícios, da alfabetização, do fomecimento de
água potável ce energia eléctrica e do ordenamenta rural;
&) iniciar a implementação dos planos integrados de
expansão urbana e infra-estrutural de Luanda e
Bengo, incluindo à institucionalização da respectiva zona económica especial;
+) apoio ao desenvolvimento rural;
1d) arruncar com os estudos necessários à criação do
corredor de desenvolvimento Luanda-Malanje e
dos Pólos de Desenvolvimento Industrial do
Soyo, Benguela-Lobito (Catumbela), Huambo
(Caúla), Namibe (Tômbua) e Hulla (Matala);
estudar us possibilidades de criação de pólos de
equitíbrio nas Lundas, Moxico e Cuando Cutango,
Bié, Uige é Cunene;
Si estabelecer um «sistema integrado de incentivos de
promoção do desenvolvimento do território»;
É) criar, no âmbito do Fundo de Desenvolvimento
Nacional, uma «reserva financeira de reequilíbrio
do território»;
definir o «sisterna especial de incentivo à mobilidade de funcionários públicos», com particular
relevo para os sistemas de educação e saúde;
é) elaborar o «sistema de incentivo ao desenvolvimento de actividades económicas locais»;
intensificar a reabilitação e construção de infra-
-estrumiras económicas e sociais nas zonas mais
desfavorecidas, como factor de fixação e atracção de população;
aprofundamento do processo de desconcentração e
descentralização administrativa e financeira e de
desenvolvimento do poder local;
alargamento u todo o território nacional dos serviços
de identificação civil e criminal e de registo e
notariado:
criar incentivos especiais à criação de emprego e
auto-emprego nas províncias mais prioritárias;
criar programas atractivos de «habitação social».
com rendas ou sistemas de crédito mais bonificados e incentivos fones à construção privada de
habitação nestas províncias;
expandir o crédito agrícola às pequenas explerações. incluindo o micro-crédito.
Relações Económicas com o Exterior:
Objectivos
Az relações econômicas com 0 exterior serão pautadas
pelas seguintes objectivos: inserção competitiva no contexto
mundial e africano: reconhecimento de Angola como Nação
respeitada e prestizíada e plataforma de articulação política
e económica entre 05 regiões da SADC, CEEAC e Golfo da
Guiné.
Acções e Medidas de Política
À prossecução destes objectivos, implicará, em 29,
nomeadamente, a adopção das seguintes medidas de política:
aprofundar as relações de cooperação com a SADC,
incluíndo a conclusão das negociações visando a
implementação do protocolo de comércio e o
estudo sobre as formas de articulação é cooperáção com os países limítrofes de Angola, no domínio
dos transportes e respectivas infra-estruturas, em
particular, visando o acesso «o mar daqueles
países, que não o tenham;
aprofundar as relações de cooperação com os países
africanos;
desenvolver relações de cooperação, no quadro das
instituições multilaterais, designadamente no
âmbito do Sistema das Nações Unidas, Banco
Mundial, Fundo Monetário [Intemacioral, União
Europeia e outras;
promover, à nível bilateral, retações de amizade e
de cooperação com todos os países, na base dos
Priocípios e regras do direito internacional;
procurar assumir uma posição relevante nas organizações regionais e sub-regionais em que o País
está inserido;
Si apoiar o desenvolvimento gradual e fine da União
Africana, através de um processo evolutivo de
integração é cooperação económicas como organização continental principal de concertação política
de Estados Soberanos e Independentes, Neste
contexto. o Governo deverá dar onma particular
relevância à implementação da NEPAD;
atribuir uma especial itenção à eesolução dos diterendos e conflitos internos e interestaduais em
África, potenciando o mecanismo da Puz e
Segurança da União Africana, em coordenação
com a Organização das Nações Unidas;
apoiar o fortalecimento da paz e da segurança do
Golfo da Guiné e dos países que o integram, atra
vês, desianadumente, da consolidação da Comissão do Golfo da Guiné;
potenciar, na âmbito da CPLP, sinergias na realização de interesses convergentes, incluindo a troca
de experiências e conhecimentos, bem como à
realização de projectos conjuntos. nas Áreas eco-
Móámiea, caveinl, ésnica 2 cienttica,
promaver relações de cooperação entre a SADC e v
MERCOSUL, como via para à cooperação e
comércio eransatlânticos.
O Presidente da Assembleia Nacional, Fernando da
Pivdade Dias dos Santos.
O Presidente da Repúbtica, Jost EvuarDO DOS SANTOS.
RO DE 2008 4559
Lei n.º 12/08
de 31 de Dezembro
O Orçamento Geral do Estado é 0 principal instrumento
da política económica é financeira que expresso em ternos
de valores, pura um período de tempo definido, demonstra o
programit de operações do Governo e às fontes de financiamenta desse programa,
Nestes termos, ao abrigo das desposições combinadas da
alínea «/) da artigo 88.º e do nº 4 do artigo 92.º ambos da Lei
Constitucional, a Assembleia Nacional aprova à seguinte:
LEI DO ORÇAMENTO GERAL
DO ESTADO PARA O ANO DE 2009
CAPÍTULO [
Constituição do Orçamento
Artigo 1.º#
TCompusição du orçamento)
|. À presente lei aprova a estimativa da receita e à fixação da despesa do Orçamento Geral do Estado para o ano
fiscal de 2009, doravante designado Orçamento Geral do
Estado/2009, para vigorar à partir de | de Janeiro de 2009,
O Orçamento Geral do Estado/2009 comporta receitas
estimadas em Kz: 3 176 126 8D0 GO01.00 e despesas fixadas
em igual montante para o mesmo período,
O Orçamento Geral do Estado/2009 é integrado pelos
orçamentos dos órgãos da administração centrai e local de
Estado, dos institutos públicos, dos serviços é fundos autónonmos e pelos subsídios e transferências a realizar para
empresas públicas e instimições de utilidade pública.
4, QD Governo É autorizado, durante o apo tiscal de 2009,
à cobrar os impostos, as taxas e contribuições previstos nos
Códigos e demais legislação em vigor.
Às receitas provenientes de doações em espécie, em
bens e em serviços, intezram obrigutnriamente e Grçamento
Geral do Estado.
Artigo 2.º#
Peças Integrantes
O Orçamento Geral do Estado/2009 é constituído por
doiv volumes:
o Volume | — que apresenta os quadros orçamen-
Lais consolidados à nível açional;
hr o Volume UI — Tomo [ — que apresenta os quadros
arçumentais detalhados dos órgãos da adminis
tração central do Estado;
o Volume U — Tomo 1 — que apresenta os quadros
orçamentais detalhados dos órgãos da administração local do Estado.
Às peças que integram o Orçamento Geral do
Estado/20109 obedecem à seguínie estrutura;
1. Volume I — Orçamento Consolidado — Resumos e
Demonstrativos Orçamentais:
Resumo da Receita por Natureza Económica;
£) Resumo da Receita por Fonte de Recursos;
Resumo da Despesa por Natureza Económica;
Resumo da Despesa por Função;
Resumo da Despesa por Local;
A Resumo da Despesa por Programa;
£) Resumo da Despesa do Órgão por Programa;
Resumo do Programa de Investimentos Públicos
por Unidade Orçamental;
Resumo das Despesas de Funcionamento;
fi Resumo da Despesa com o Programa de Investimentos Públicos;
Resumo da Despesa do Órgão por Natureza
Económica,
h Resumo da Origem dos Recursos por Órgão.
2, Volume Il — Toma 1 — Orçamento dos órgãos da
administração central do Estado:
Resumo da Receita por Natureza Económica;
Resumo da Despesa por Natureza Económica;
Resumo da Despesa por Função;
Resumo da Despesa por Unidade Orçamental e
Natureza Económica;
Resumo da Despesa da Unidade Grçamenta! por
Programa;
Resumo da Despesa do Órgão Dependente por
Unidade Orçamental,
3. Volume 1 — Tomo 1l — Orçamento dos órgãos da
administração local do Estado:
Resumo da Receita por Natureza Económica;
Resumo da Despesa por Fonte de Recursos;
Resumo da Despesa por Função:
Resumo da Despesa por Unidade Orçamental e
Natureza Económica;
Resumo da Despesa da Unidade Orçamental por
Programa;
A Resumo da Despesa por Órgão Dependente por Unidade Orçamental.
CAPÍTULO 11
Ajustes Orçamentais
Artigo 3.º#
Regras básicas
Pura d crecuçõo Jo Orçamento Geral do Estado. dúranie
o ana fiscal de 2009, 0 Governo é autorizado à:
&) fixar o limite trimestral de cabimentação da despesa, com base na previsão de receitas da Programação Financeira;
proceder aos ajustes, sempre que necessário, nos
valores inseridos nas peças constontes do artigo 2." da presente lei, com vista à plena execução
das regras orçamentais, mormente à unicidade e
à universalidade;
ajustar o orçamento para suplementar despesas
autorizadas quando ocorram variações de receitas, por alteração da raxa de câmbio utilizada;
ajustar o orçamento para suplementar despesas
necessárias para à utilização de desembolsos
correspondentes a doações não previstas,
CAPÍTULO DOI
Operações de Crédito
Artigo 4.º#
Financiamentos
O Governo é autorizado a contrair empréstimos nos
mercados interno e externo para fazer face às necessidades de
financiamento decorrentes dos investimentos públicos e da
amortização da dívida pública, previstos no Orçamento Geral
do Estado/2009.
2, O Governo é autorizado 2 emitir títulos do tesouro
nacional e à contrair empréstimos internos de instituições
financeiras para socorrer as necessidades de tesouraria de
açordo com os montantes à propor pelo Ministro das Finanças, a reembolsar durante o exercício fiscal.
Os encargos à assumir com os empréstimos referidos
no número anterior, não podem ser mais gravosos do que os
praticados no mercado, em matéria de prazos, taxas de juros
e dernais custos.
Artigo 5.º#
[Gestão da dívida pública)
O Governo deve tomar às medidas adequadas à eficiente
gestão da dívida pública, ficando para a efeito autorizado a
adoptar medidas conducentes a:
reforçar as dotações orçamentais para amortização
do capital e faros, caso seja necessário;
pagar antecipadamente, total ou parcialmente, à
dívida já contraída, sempre que os benefícios o
justifiquem;
€) contratar novas operações destinadas ao pagamento
antecipado ou à transferência das responsabilidades da dívida, sempre que os benefícios o
justifiquem;
renegociar as condições da dívida com garantias
reais, para possibilitar uma reprogramação do
serviço da dívida com prestações fixas e a rentabilização das garantias afectas.
CAPÍTULO IV
Disciplina Orçamental
Artigo 6.º#
(Execução orçamsuotal
|. Os órgãos da administração central e local do Estado,
incluindo os órgios de soberania dependentes do Orçamento
Geral do Estado, devem observar rigorosamente os critérios
de gestão em vigor para que seja assegurada cada vez mais à
racional aplicação dos recursos públicos disponíveis.
Não é permitida a realização de despesas, o início de
obras, a celebração de contratos ou a requisição de bens e
serviços, sem a prévia cabimentação, nos termos das disposições legais.
Não é permitida à aprovação de quaisquer regimes
remuneratórios indexados à moeda externa e deve ser salvaguardado o reajustamento periódico do salário nominal, de
forma a preservar o seu valor real,
Não é permitida a realização de despesas variáveis com
valores indexados à moeda extema.
Qualquer encargo em moeda externa apenas pode ser
assumido desde que o mesmo tenha como base um contrato
resultante de concurso público internacional ou decisão do
Conselho de Ministros, celebrado com entidade não residente
cambial.
Os fomecedores de bens ou prestadores de serviços
devem exigir dos cespectivos ordenadores da despesa a competente via da nota de cabimentação da despesa.
O incumprimento do disposto nos n=2,3,4,5€ 6 do
presente artigo não vincula o Estado à obrigação de pagamento.
À eventual! necessidade de actualização do valor da
despesa realizada é feita por aplicação da Unidade de Correcção Fiscal (U.C.E.) que vigor no período em que se efecue o pagamento.
À admissão de novos funcionários para a adminis
tração central e local do Estado dever ser feita nos termos do
Decreto-Lei n.º 5/02, de t de Fevereiro, devendo ocorrer
apenas no primeiro semestre.
As doações que sejam recebidas no decorrer do exercício económico, não previstas no Orçamento Geral do
Estado, devem ser informadas ao Ministro das Finanças de
modo 4 que sejam incorporadas no orçamento, com vista a
garantir o princípio orçamental da universalidade.
HH. A emissão de garantias à favor de terceiros, pelos
institutos públicos, serviços e fundos autónomos carece de
prévia autorização do Ministro das Finanças mediante parecer favorável do Ministro de tutela,
12, Às despesas especiais de sesurança intema e extema
de protecção do Estado, constantes do Orçamento Geral do
Estado, estão sujeitas 2 um regime expevial de execução e
R8O DE 2008 4561
— controlo orçamental, de acordo com oque venha a ser estabelecido pelo Conselho de Ministros.
Os órgãos da administração central e local do Estado
devem enviar ao Ministério das Finanças os elementos
necessários à avaliação da execução das despesas incluídas
nO programa de investimentos públicos.
14, A contabilidade deve registar os actos e factos relativos à gestão orçamenta) e financeira efectivamente ocomTidos.
À inobservância do disposto nos números anteriores
faz incorrer os seus autores em responsabilidade disciplinar,
civil e criminal nos termos da lei,
Artigo 7.º#
Publicidade orçamental
O Ministério das Finanças deve dar publicidade, tci-
Tnestralmente, do resultado da execução do Orçamento Geral
do Estado, devendo para o efeito regulamentar os respectivos
modelos de demonstrativos e a forma de divulgação dos
dados referentes aos órgãos da administração central e local
do Estado, institutos públicos, serviços e fundos autónomos
e empresas públicas.
As informações relativas a cada trimestre do exercício
económico devem ser publicadas no prazo máximo de
60 dias após o encerramento do trimestre.
Para atender ao disposto no n.º 1 do presente artigo, os
institutos públicos, os serviços e fundos autónomos e as
empresas públicas devem remeter, trimestralmente, ao
Ministério das Finanças, os elementos de avaliação periódica, à luz das instruções para a execução do Orçamento
Geral do Estado a aprovar pelo Governo.
Artigo 8.º#
Prestação de contas
O Governo deve apresentar à Assembleia Nacional o
balanço da execução do Orçamento Geral do Estado/2009,
nos termos do disposto no artigo 58.º da Lei n.º 9/97, de
17 de Qutubro (Lei-Quadro do Orçamento Geral do Estado).
bem coma uma informação sobre as alterações e actualizações que efectuar nos termos do disposto nos artigos 3.º e 6.º
da presente lei.
CAPÍTULO V
Disposições Finais e Transitórias
Artigo 9.º#
Revisão orçamental
Sob proposta fundamentada de Geverno, o Orçamento
Geral do Estado/2009, pode ser objeçta de revisão e aprovação pela Assembleia Nacionul.
Artigo 10.º#
Dúvidas « omissões
Às dúvidas e omissões que se suscirarem da interpretação e aplicação da presente lei são resolvidas pela Assembieia Nacional.
Artigo 11.º#
Entrada em vigor
À presente lei entra em vigor à partir de 1 de Janeiro
de 2009,
Vista e aprovada pela Assembleia Nacional, em Luanda,
808 12 de Dezembro de 2008.
Publique-se.
O Presidente da Assembleia Nacional, Fernando da
Piedade Dias dos Santos.
Promulgada em 3i de Dezembro de 2008.
Publique-se,
O Presidente da República, José EDUARDO DOS SANTOS.
ORÇAMENTO GERAL DO ESTADO PARA 2009
VOLUME |
Evolução recente, sltuação actual e perspectivas da
economia mundial:
O vigoroso crescimento que o produto mundial vinha
Tegistando desde 2004 deu, em 2007. mostras de inflexão para
uma tendência de abrandamento, Embora a taxa de crescimento
Teal do produto mundial!" tenha sido de 5,0% em 2007, muito
próxima dos 5,1% registados cm 2006, tal se deveu, sobretudo,
ao desempenho das economias emergentes e em desenvolvimento, cuja taxa de crescimento foi de 80%, em 2007, contra
os 7,9%, em 2006, pois as economias avançadas registaram um
abrandamento de 3,0%, para 2,6% (ver o quadro 1.
Nos países desenvolvidos vem-se assistindo a uma redução da confiança dos consumidores e investidores, afeciando o
nível da actividade económica, facto associado, sobretudo, à
crise financeira iniciada com a falência do sistema de crédito
hipotecírio nos Estados Unidos da América e que se vem propagando, sobremaneira, para às instituições financeiras dos
países desenvolvidos.do ocidente, nomeadamente bancos de
investimento e companhias de seguro, Mas os países emergentes começam também a experimentar um abrandamento da sua
actividade económica,
QUADRO |
Comportamento do Produto Mundial 2006-2009
(Taxas de crescimento reais, percentagem)
RN EIEIÇIO:
ESTSP A | sol as| à
Economica avameedas . 1.1.0.1... 2 FI) 15 1,5
Estados Unidos Ju. es 28 20 14 UA
ZON EUTO ses cas cn an cas nen 22 26 13 oz
Econmonlas ensergentes e cm deseo»
valrimento Jo] 7 80 58 &
África oc en" 6 a s$| so
SADO iii ef 6 7 — —
Angola(*) .. clinic] 186] 2530 136] nã
Ásia em desenvolvimento ..,......J 99|/ 100 BA 7
Comunidade de Países Independentes | /— 82 as 12| ss
Europa Contrale de Leste .........f 65 ss 46 as
BMédão Oiee — Julio 57 59 sal 5s
Fonte: Fundo Monenirio Internacional, WEQ, Outubro de 2008 é Ministírio do
Plancomento para Angola.
Ante esse quadro, para 2008 as projecções indicam uma
taxa de crescimento real da economia mundial de apenas 3,9%
e, para 2008, de apenas 3,0%,
à acentuação da crise financeira, a partir de Setembro
de 2008, com a falência de grandes bancos de investimento e
seguradoras americanas e que se propagou pelo mundo, mas
sobretudo pelas principais economias desenvolvidas, elevou as
incertezas quanto ao fuluro da economia mundial, pois «
dimensão e o impacto de tal crise, que ameaçava assumir contornos de uma catástrofe, estava ainda por avaliar. Para fazer
face às ameaças colocadas por tai crise, os Estados Unidos da
América aprovaram um pacote de USD 700 mil milhões para
Salvar o sistema financeiro, no que foi seguido por outras e&conomias, como a do Reino Unido e da União Europeia; os bancos centrais das principais economias mundiais reduziram as
Tespectivas taxa de juro reitoras e comprometernm-se a garantir os depósitos.
No que se refere à inflação mundial, enquanto que as economias desenvolvidas mostramm uma ligeira queda do Índice
de 2,4%, em 2006, para 2,2%, em 2007, as economias emergentes e em desenvolvimento assinalaram um aumento de 5 4%
para 6 4%, Neste último caso, tal aumento do nível de inflação
se devo. projuesishudcaneals, ais amnento dus custos da energia e do preço dos bens alimentares. Entretanto, o cenário
1ecente é para um aumento dos niveis de inflação, tanto nos
países avançados, quanto nos países emergentes e em desenvolvimento: nos países desenvolvidos a inftação deverá passar
para 3,6%, em 2008, enquanto que nos países emergentes e em
desenvolvimento as projecções apontam para um nível de
iDegacordo com estiman ae do FMI (Word Economic Outtock de Ourubro de
0081.
9,4%. Um abrandamento da procura nos países desenvolvidos
e a provável estabilização dos preços dos produtos primários
deverá levar a que à inflação se situe em 2,0%, em 2009, nos
países desenvolvidos, enquanto que nos países emergentes e
em desenvolvimento — com pressões inflacionistas deconrentes do comportamento dos preços dos produtos peimiírios, do
crescimento económico acima da tendência e de políticas
macroeconómicas acomodatícias — se deverá situar em 7 8%,
GRÁFICO |
Evolução das taxas de juro das principais divisas
2006-2009
PESE
bi É ro o
| O | EA EE
ub mm EEN
===
" rd To mes.
RR 7 O RA O A CA
2 RR NS SS NU
FEST SS EN E
Com excepção da taxa para o Dólar dos Estados Unidos da América, observou-se um aumento das taxas de juro
nominais em 2007, comparativamente à 2006, nas principais
praças financeiras mundiais. Assim, enquanto que a taxa
Libor* de seis meses para o Dólar dos Estados Unidos da
América se manteve o nível de 5,3% ao ano, à mesma taxa
para o Iene japonês subiu de 0,4% para 0,9% e a taxa Libor
de três meses para o Euro aumentou de 3,1% para 4,3%, Às
preocupações com eventual recessão nos E.U.A. levam a
projectar uma redução da taxa para 3,2%, em 2008 e 3,1%,
em 2009. Na Zona Euro, a taxa tenderá a subir para 4,8%,
em 2008, devendo depois reduzir-se para 4,2%, em 2009,
reflectindo as preocupações iniciais com a inflação do Banco
Central Europeu e n necessidade de estimular à economia
afectada pela crise financeira; já em relação ao Tene, esperam-se também aumentos para 1,0% e 1,2%, respectivamente
em 2008 e 2069 (cf. o gráfico 1),
O desempenho do comércio internacional mostra-se
correlacionado com o desempenho do crescimento mundial.
É ussim que o uumento do volume dus Wocas conterciais
mundiais diminuiu de 9,9%, em 2006, para 7,2%, em 2097.
E espera-se que em 2008 tal aumento se situe em apenas
4,9% e em 2009 em apenas 4,1%, Entretanto, embora a tendência seja, de um mado geral, a mesma para os países
desenvolvidos e para os países emergentes e em desenvolvimento, as taxas de crescimento do comércio internacional
nesses últimos países é, entretanto superior.
RO DE 2008 4563
Em 2007, o preça médio do petróleo bruto aumentou
cerca de 10,7% em comparação com 2006, situando-se
em US$ 71,13 por barril. Ávalia-se que em 2008 o aumento
será da ordem dos 50,8%, o que colocará o barril nos
US$ 107,25. As projecções para 2009 indicavam que o nível
de preço médio deverá ser de US$ 100,50 por barril, o que
representará uma redução na ordem dos 6,2%,
O aumento substancial que se antevê para 2008 tem
como factor subjacente o forte crescimento das economias
emergentes é em desenvolvimento. Com o significativo
abrandamento do ritmo de crescimento mundial que se prevê
para 2009, o preço do petrólea bruto deverá recuar,
16, À evolução da economia mundial que se antecipa
deverá traduzir-se, para a economia doméstica, eventualmente, num menor preço de exportação para o petróleo bruto
nacional, menores disponibilidades de fontes de financia-
TIDto Extémo é o seu encarecimento; os preços de importa
ção, entretanto, poderão mostrar-se mais moderados,
HH. Evolução recente e quadro actual da situação
macroeconómica e flnanceira Interna:
Estima-se que o Produto Interno Bruto a preços de
merçado (PIB) tenha aumentado, de 2006 a 2007, à preços
constantes, em cerca de 23,3%, O sector petrolífera, cuja
produção total anual de petróleo bruto atingiu os 618,9
milhões de barris (equivalontes a cerca de 1695,6 mil
barrisídia), cresceu a uma taxa de 20,4%, enquanto que o
sector não petrolífero cresceu cerca de 25,7% .. Entre os sectores mais dinâmicos do sector não petrolífero destacaram-
-se à construção, com uma taxa de crescimento real de
37,1%, a indústria transformadora. com 32,6%, e a agricultura, com 27,4%,
Para o ano de 2008, as projecções indicam que o Produto Interno Bruto a preços de mercado (PIB) deverá crescer
a uma taxa real de 15,6%, sendo a taxa de crescimento do
sector petrolilero de 11,7% e à do sector não perrolifero de
20,5%. Esse desempenho equivale, em comparação com o
uno de 2067, « um abrandamento de 7,7 pontos percentuais
(cf. o quadro 2).
11 London Iimer-Bank Oftencd Rate (10x de Juros, interbancária no mercado
Timanceiro de Londres),
9 Preço médio das ramos Brent, Dubas e WTL.
QUADRO 2 tarão à contribuição da agricultura, pecuária e pescas, em
Produto Interno Bruto 2006-2008 05 pontos percentuais e da indústria transformadora em
1,3 pontos percentuais.
REEF DO
Estimativa | Estimativa | Frojecção
14, Avalia-se assim que a taxa de desemprego se situava,
Froduto fnierno Bruto (PIB) « preços no final de 2007, em aproximadamente 22,5%.
correntes de mercado:
(milhães de Kwanzos) .. 110.| 29503] 46377 5400 15. A nível dos preços (ver o gráfico 2), a inflação acu-
Taxa de crescimento real (preços de Pp ã, Preços Consumi
ma amberbor) (6) e iu 6 23 155 mulada anval, medida pe to Índice de so umidor
da Cidade de Luanda, foi, em 2007, de 11,8%, o que repre-
Sector petiollemo 1. ue ee ee 19,1 na na e
Secior náo petralífro .. 11606 257 237 205| sentou uma redução ligeira de cerca de 0,4 pontos percentuais em relação a 2006. Avalia-se que no final de 2008 ela
Composição (%)., 10111 cas 100 100,5 108,5 ha a estar próxima dos 13%.
Agricultura, pecuária e pescas 1... 73 77 a2
Indietiia extractiva 1.111.000 sso0 576 se -
bruto 6 gás s57 ss 583 16. À forte expansão dos meios de pagamento (49,1%
: TETE OS ' para o M3, 38,7% para o M2 e 49,8% para o ME), associado
TNamantes e quiras extractivas ,., ... 22 18 2 . .
TIndiatria transfarmáddora . .. 1... ss sã est à factores de índole estrutura! — que influenciaram negati-
Energia eléctrica ue oie o] o UI] vamenteaofertade bens e serviços — hem coma à inflação
Serve eercant memrmenmmeao Do js sá importada, que decorre da crescente depreciação do délar
DUO uu cnc car cn as FÉ) 72 6.) americano e do aumento do preço dos alimentos, terão pre-
Fanta: Ministério do Fisseamento, INE é estimativas do GERENMiintério das — VELO UMa Mais pronunciada descida da taxa de inflação,
Finanças. assim como estão na base da tendência para a ligeira subida
ao longo do ano de 2008, que colocou a inflação homóloga
13, Com esse cenário, o sector petrolífero deverá vera — em 12,8%, em Agosto. Entre Dezembro de 2007 e Julho de
ua contribuição no Produto Interno Bruto (PIB) aumentar — 2008,08 meios de pagamento aumentaram em 47,7%, 35,6%
em 2,5 pontos percentuais, para 58,3%. Mas também aumen- — € 38,1%, respectivamente para M3, M2 e MI.
GRÁFICO 2
Comportamento das taxas de inflação homóloga e média
Dezembro 2006 — Setembro 2008
FE
” : |
E mm mM ]
| N
nn
ua
un
10,5
Dez- Jur Fov- Mas Abr Mel Jun Jul Ago Sei Qui Nav. Dez Jan Fev Mer Abe Mal Jo Jul Ago Set
D O NM 0 0 7 07 O 0 O 60 0 0 OM 0 08 OR OB 08 08 08 O
Fonte de dados: Iatrítuto Necionel de Estatística (INE).
O aumento dos meios de pagamento, em 2007, resultou
do aumento dos Activos Externos Líquidos (AEL), em cerca
de 14,9%, « dos Activos Internos Líquidos (AL), em cerca de
102,8%, O aumento dos Activos Externos Líquidos (AEL)
decorreu do aumento das reservas cambiais em cerca de 37,4%,
pera cerca de USD 11 191 milhões; o aumento dos Activos
Internos Líquidos (ATL) foi consequência do aumento do Crédito Interno Líquido em cerca de 151,3%. Entre Dezembro
de 2607 e Tulho de 2008, os Activos Externos Líquidos (AEL)
aumentaram em 42,7% -— com as reservas cambiais a aumentarem em cerca de USD 5,3 mil milhões, enquanto que os
Activos Internos Líquidos (AIL) aumentaram em 720,2% —
tom o crédito à economia a aumentar em 35,1%.
Do farte aumento dos meios de pasamento veríficou-
-se um aumento substancial dos Títulos do Banco Central
(TBC) de cerca de 94%, com as taxas de juro a registarem
também aumentos: a taxa de juro para os Títuios do Banço Central (TBO) de 91 dias passou de 6,33%, em Dezembro — de
2006, para 14 59%, em Dezembro de 2607, Em Setembro de
2008 tal taxa situava-se em 14,94%,
Entretanto, à Taxa de Redesconto aumentou, progressivamente, de 14%, no final de 2006, para 19,57%, em Dezembro de 2007, aível em que permanecia até Setembro de 2008.
À composição da exigibilidade das reservas obrigatórias também sofreu alteração, passando à ser exigidas integralmente em
moeda nacional — quando antes 50% deveriam ser cobertas
em moeda estrangeira — apesar do seu coeficiente se ter mantido inalterado em 15%,
No que respeita às finanças públicas, as receitas fiscais
totais corresponderam, em 2007, a 45,8% do Produto Intermo
Bruto a preços de mercado (PIB) o que equivale a mais 3,6 pontos percentuais que em 2006, Por seu lino, as despesas fiscais
totais corresponderam à cerca de 34,4% do Produto Interno
Bruto (PIB), mais 2,1 pontos percentuais que em 2006, Assim,
o saldo global na áptica de compromisso das contas das
administrações públicas foi estimado como um excedente de
Kz: 525,1 mil milhões e equivalente à 11,3% do Produto
Interno Bruto (PIB), o que corresponde a uma melhoria, em
comparação com 2006, de 1,4 pontos percentuais. Considerando à acumulação de atrasados da ordem dos Kz' 132,8 mi!
milhões, equivalentes 2 2 9% do Produto Taterso Dito (PIB),
o saldo de caixa foi calculado como um excedente de cerca de
Kz: 658,0 milhões, o que equivale a 14,2% do Produto Interno
Bruto (PIB).
No sector externo, 6 saldo da conta corrente da balança
de. pagamentos reduziv-se de um excedente equivalente a
21,6% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2006, para um
excedente de 15,5% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2007,
RO DE 2008 4565
Esse facto é decorrente, tanto de um aumento das importações
(55,6%) superior ao das exportações (39,3%), como, o sobretudo, da degradação do défice da conta de serviços em 1.04 6%,
Tendo em conta o saldo da conta de capitais e financeira que
apresentou com um défice de cerca de USD 5,8 mil milhões, a
variação das reservas cambiais foi de cerça de USD 3,05 mil
milhões, para um stock de USD 11,2 mil milhões, equivalentes a cerca de 5,| meses de importações de bens é serviços não
factociais,
O stock da dívida externa do Prís aumentou de cerca de
USD 7594,8 milhões, em 2006, para USD 98665,2 milhões, em
2007, o que equivale a um aumento de 15,3% para 16,2% do
Produto Interno Bruto (PIB).
23, À taxa de câmbio do Kwanza em relação ao dótar dos
Estados Unidos da América que em 2006 sofreu uma apreciação nominal de 6,5% e real de 16,4%, registou uma estabilidade, em termos nominais, em toono dos Kz: 75,02/U8D, entre
Dezembro de 20607 e Agosto de 2008. Com isso a sua apreciação real esteve muito próxima da taxa de inflação acumulada
nesse periodo que é de 78%.
Desempenho das finanças do Estado nas anos de
2006 e 2007 e perspectivas para o ano de 2008:
74, As receitas fiscais totais representaram, em 2007, 45,85%
do Produto Interno Bruto (PIB), o que correspondeu a um
aumento de 3,6 pontos percentuais comparativamente à 2006;
quanto às despesas fiscais totais, elas representaram 34,5% do
Froduto Interno Bruto (PIB), em 2007, e 32 3% , em 2006. Com
isso, o saldo orçamental global, na óptica de compromisso
melhorou de um excedente de 9,9% do Produto Interno Bruto
(PIB), em 2006, para um excedente de 11,3% do Produto
Interno Bruto (PIB) (cf. o quadro 3).
25, Com esse desempenha, notou-se uma melhoria da taxá
efectiva detributação, tanto das receitas petrolíferas, como das
TeCeitas não petrolíferas, as quais aumentaram em 3,4 e 1,t pontos percentuais do Produto Interno Bruto (PIB), respectivamente. Do lado da despesa, a despesa corrente apresentou um
aumento de 2,2 pontos percentuais do Produto Interno Bruto
(FIB), enquanto que a despesa de capital teve um aumento de
06 pontos percentaais do Produto Tnterno Biuto (PES).
Dado 6 comportamento do saldo orçamental global e
consideradas as operações financeiras efectuadas, o stock da
dívida extema do Estado aumentou de cerca de USD 6,45 mil
milhões, em 2006, para cerça de USD 8,33 mil milhões, em
2007. Tal representou, em termos de rácio do Produto Interno
Bruto (PIB), a uma variação de um stock equivalente a 13,1%
para 13 8% do Produto Interno Bruto (PIB).
QUADRO 3
Balanço fiscal 2006-2008
MIL nlhOes de ka ae:
Exec.
Dele AMpOStos uu cair rn ca cas see das due ras nes ne anos 15895 28528
1 IE, PEBONTEIOS 100 00 co cu na see ame cem us dm ne sua des ums sue ces LISA 17220
64. Dos quais: diteltos dá COMCESRIONÁSIO c1ul 100 06 ce cas cacos 5274 45,2
2. No petrolíferos 1100 10 ns a mo nm ne nn nn nn nen cos 2329 3308
| 1.2.1. Impostos sobre rendimentos, lucmas e ganhos de capital! .. 2. 82,5 1203
1.2 2, Impostos sobre folha do salários e força de tmbalha LE oo
123, Impostos sobre PIPpiedades nu 10 11 e ec re secas 12 1%
124, Impostos soliere bens € Serviços: 111100 co cc car co 670 915
1.2.5, Impostos sobre trunsacções e comércio internacional ..-.. ... 582 78
71246 Duiros Impostos 1. 110 110 210 0a cre une can ca nes str ea aan ara Kir ass
2, Contribuições SOCIaiS . 110 000 010 10 cn ne cem mms see res rr mea com 6,7 482
3, DOações 1-1 cce asa are nro na nas ne nas en ne ee ven nor os 23
LA. Outras MCESIEAS 2111110 ua e ane ca an sms nes cas ves mms au aan aos as 21A
E. Despesas COMES 1110011 vno co cas co ema nan nr ane rs men cos B52:4 10682
1.0. Remuneração dos CMPpregados 1.º um ee ie ce ces me nn nr coa 313 345
4), VENÇimentoS -.. 100 010 cn o nas ca er na ane caes rea neces 71995 IR
112, Contribuições SOCIais col 100 neo ne sr ao cos cos co nas are cas 23 167
21,2. Benscserviços | conciso 0a me nus nos ane qua ane aut cremes 084 3438
21L3LUTOS 11 ae ce ras nano eme nn nus nes mes dam an uno au nda auras 53 sos
1.3.1. EXMOS: fole ee nas cem nar ee ves per een con too cos 402 34.7
FIAZÊMEMOS 10 oo oo ces nas era nn nem me eee cena ana nr aa 19.1 163
14. Transferências COMENTES 1+6 ue e ne nes no mes eee mn ca aa era 17593 3089
ZA Subs 110100 00 0 as ee ar cn nua eme ns ecos no co 1274 2189
TAL3 Presições SOCIABS Luis cuco cresce nn rca 470 sa
214,4, Dutras despesas Jul 100 100 21. e na ue er ee cms eee 49 6
Aquisição de activos não Financeiros 1.1 uu ce e ese re 4360 5313
Saldo CONente Luce ee sra ooo oo co aaa eme eee sis 10565
Saldo plobal (CRNpronalesD) -.. 16. ua er ooo oo 2396:7 ses]
Variação de stresados à. 10 ce e sn ce ooo D5A 1RÊ
IJLTOMMOS uu ca a ee ame nt me incas car esa rear us 2953 mê
IJIEXMEOAAN cinco co cas err aee fuR nad ue aa recentes 235 23D
Sekbo global (CAIXA) (1 ll sas eme 123 6580
Fimumcianmento lquérdo 1... 10 eres eee ea ms -1303 “SB
41,1. Financiamento interno (LQUidO) co e sarro NUA 50
A1IBaneos 11 cane a cane ea oc ara meme PA sso
412 QUIDS cuco cce e re nen snes rar e btá 1518
2 Financiamento extemao (Mquido) 1. 0. ces o e ns 14, 30
ATILACUVOS quan e a o ans nar ua srs oo do
422 DL VASSINOS cu ca e cs eres es css a erre enero Mm a8O
422,1. Empréstimos líquidos TecehiRO o. 1. 0 cce ces ce 114,7 355
432] Desembolsos 61 ue e es cos entr aa ceras 223 125,1
32.1.] 1, Empréstimos fIanceiroa cf... 10. ul ooo ae 765 —
423112 Linhus de crédeio: coco one ce e ee o 1858 1240
ATO, BIOJOCHOS 1 css ac ca co cs nn race eme res [3X ul
A4TIIJADEOA uu ns a eo cso o ee cre aa re en cr cres — —
422139. AMONiTaÇÕes 11.110 110 re ua res ce mes eee met cure rm crer res ANH6 Ro6
1222 Outras emas sPAmaf . 1a > mec ra nn 25
4 122) Atrasbdos de HnaNCIANREMOS cce mec —= 25
42327. Outros YAlOReA 0. 000 rea er ma care eee em cessa cma -— —
DISCrepâmCias o. 100 10 co cn ame me eo camera I1M3 no
Memo:
Inflação (Md. o o caem er ooo sono cn ca e eres RnR2 na 130
Tuxa de câmbio mediu (KZUSD) .. uu ecc AO 50 TASA 7
Produção de pernáleo bruto (milhões de [2514 11) RRPRRRAA sI45 198 693,6
Prego de petróleo Bruto (USDfbarrild, cu 11 0 ee see f137 TORO GA)
PIB (mil milhões de kwanzZat) 0110000 10 so cc AAA 46377 G403A
o are o)
=
Pral. Exec. Exec. Prof.
IA 422 Li): 48,8
30339 KR. ).) aos Ts
25582 338 37, 40,5
14377 1532 2 2A
438,7 6D TI [2
1638 21 26 26
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us no UI uUL
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us 24 LUZ [LU
Às projecções para 2008 indicam que o saldo orçamen-
15] global na óptica de compromisso deverá corresponder à
cerca de 9,8% do Produto Interno Bruto (PIB), o que decorrerá
de receitas fiscais totais de 48,8% do Produto Interno Bruto
(PIB) e despesas fiscais totais de 39,0% do Produto Interno
Bruto (PIB). Desse cenário, e consideradas as operações fina
ceiras, o endividamento externo do Estado aumentará para
cerca de USD 9,1 mi! milhões, reduzindo-se, entretanto, como
rácio do Produto Interno Bruto (PIB) para verca de 10,4%.
GRÁFICO 3
Evolução da composição funcional da despesa
2006-2008
“..
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MNINSSNRSSNRERNNERA NR
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ExXCESIA EEE na
PE so RS RS E CR RS NO ECA
"E Cs E Etr 2 RA EN E AE Ci
[22 Nr O E. A
Do ponto de vista da composição da despesa, nos anos
de 2006 e 2007 a proporção Ja despesa social foi a maior com
8 e 35,6%, respectivamente. E antecipa-se que ela será também a maior em 2008, com 34,3%, uma redução ligeira de
| 3 pontos percentuais. Projecta-se também uma redução, em
2008, para à proporção das despésas com o sector económico
e 05 encargos financeiros, a favor das despesas com à admínistração e a defesa, segurança e ordem pública, o que será consequência do impacto das despesas com à realização das
eleições legislativas.
TY. Política Orçamental e Orçamento Geral do Estado
de 2009:
4,]. Enquadramento Geral
2O, À peliuva umgçanrental a nv seguida no atá de 24) ts1)
o seu enquadramento geral nos objectivos globais de Plano
Nacional de 20X8 que no geral se podem resumir como sendo:
Crescimento económico acelerado e sustentável:
Aumento do emprego e dos rendimentos;
Recuperação e construção das infra-estrunias:
R%O DE 2008 4567
Melhoria dus condições de vídu da população; e
Reformus do Estado.
Assim, o quadro macroeconómico sebjacente à
Programação orçamental! do ono de 2009 é 6
sesuinte:
QUADRO 4
Quadro macroeconômico
z007 | 20%
coeso ER
Influção global amual 1.1.1 100 see o | IA] 1300 100
Produção pelrolíferu anval (milhões de barris | 619.8] 693,5) 799,7
Preço ódio de exportação do petróleo bruto (USD 72.40] 4350) 550
Prixtuta Intérno Bruto:
Valor nominal (mil milhões de kwanzas) ... /4637,7[6 4130/58 7960
Tuna de erascimento real 1%)... o. 20.2... | 233 1536 il%
Sector perrolifero 11 cce cre een o || 20] N7 EX)
Secrior não petrollfero 1. clic | 25,7 25| 152
À Política e as Medidas de Política Orçamental
A política orçamental do Governo terá, em 2008. os
seguintes eixos principais;
sustentabilidade da despesa pública:
&) racionalização da despesa pública:
€) melhoria da eficiência do sector público e da eficócia da despesa pública; €
melhoria da arrecadação fiscal.
À sustentabilidade da despesa pública toma em consideração a necessidade do Governo finançiar-se u» um nível
adequado que não comprometa a realização das funções
básicas do Estado, mas sem gerar pressões inflacionistas.
Assim, dado que a receita petrolífera constitui cerça de 80%
das receitas fiscais, assume-se um preço de exportação conscrvador e, com ele, avaliam-se us necessidades de financiamento e se estabelece o nivel de endividamento. Com isso,
procura gurantir-se o financiamento integral das despesus
mrçamentadas e limilar-se o défice orçamental em níveis sustentáveis. E nesse processo, há também a monitorização do
nivel de défice fiscal corrente não perroléfero, pois é necessário assegurar que a expansão da despesa pública, mesmo
quando coberta com receitas fiscais petrolíferas, tenha um
reduzido impacto na geração de tensões inflaciontstas.
33, A racionalização das despesas públicas incluí v abandono de acções — programas, projectos e actividades — que
não concorrem para à realização dos objectivos do Governo,
bem como a revisão dos subsídios e o saneamento financeiro
e reestruturação do sector empresarial público.
Quanto à melhoria da eficiência do sector público e da
eficácia da despesa pública, as acções centrar-se-ão numa
adequada identificação, preparação e selecção de projectos
públicos — incluindo 03 de investimento — , na aplicação
abrangente das normas sobre aquisições e contratação públicas, que privilegiam o concurso público, e na dinamização
das acções de controlo interno na aplicação dos recursos.
No domínio da melhoria da arrecadação fiscal, as
acções de melhoria da cobertura territorial e dos instrumentos de gestão da administração tributária terão continuidade.
Serão ainda implementadas medidas de ajustamento de
alguns impostos e taxas, de raodo à torná-los mais eficientes, antes mesmo da implementação das medidas abrangentes da reforma tributária, De igual moda, serão adequados os
benefícios fiscais ao investimento produtiva ná perspectiva
de um melhor equilíbrio entre à necessidade de incentivar a
produção interna e a de arrecadação fiscal.
Em termos específicos, há a destacar às seguintes
niedidas:
institucionalização e regulamentação do Fundo de
Reserva do Tesouro Nacional;
elaboração de um estudo para à eventual conçessão de
subsídios directos aos produtores industriais que
revelurem capacidade de satisfação de alguma
procura interna com produção doméstica de produtos concorrentes com ns importados:
redefinição da política de subsídios directos aos consumidores e para as actividades económicas produtivas aplicáveis aos combustíveis e às tarifus
de ápua, de electricidade e dos transportes públicos;
ajustamento dos vencimentos da função pública de
ucordo com a inflação esperada;
aprovação de um novo Sistema Nacional de Preços «
do regime de preços de bens € serviços;
conclusão do trubalho de regulamentação das aquisições é contratação públicas, com à sistematização da legislação em vigor, de modo a institucio-
nulizar a obrigatoriedade de realização de concursos públicos ou a consulta à pelo menos três
fornecedores para as aquisições e contratação
pelos organismos do Estado, bem como a documentação da observância desse procedimento
para verificação pelos órgãos de controlo interno
ec extemo;
apresentação e início da implementação de um programa de saneamento financeiro e reestruturação
das empresas públicas estrutégicas e dos sectores que constituem reserva do Estado, com vista
a melhorar a monitorização do seu desempenho;
recadastramento dos funcionários públicos (incluindo
professores, enfermeiros e trabalhadores afins),
dos policiais, dos militares e dos beneficiários
das pensões e assistidos pelo Instituto Nacional
de Segurança Social, serviços de Antigos Combatentes e Veteranos de Guerra e Caixa de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas;
aprovação do Plano de Reforma Fiscal e o respectivo
Programa executivo para 2009;
revisão da Lei dos Incentivos ao [Investimento Privado;
implementação de acções de modernização e simplificação do Imposto de Selo e de revisão dos
Impostos Industrial e de Rendimento do Trabalho;
aprovação & implementação da imposição de uma
sobretaxa sobre o tabaco e bebidas alcoólicas
como uma das fontes de financiamento da política nacional da juventude: e
enquadramento Fiscal para 05 seguros e fundos de pensões inseridos no projecto do Código Fiscal.
3. O Orçamento:
O Orçamento Geral do Estado (OGE) 2009 tem
receitas fiscais projectadas em cerca de Kz: 2393 ,2 mil milhães e despesas fiscais fixadas em cerca de Kz: 2842,0 mil
milhões, correspondendo, respectivamente, 2 41,39% e 49)
do PIB. Com isso, o saldo orçamental! global apurado e de
Kz: 448,8 mil milhões (USD 5983,5 milhões) negativos,
equivalente a um défice de 7,7% do Produto Interno Bruto
(PIB). Dada uma redução de atrasados calculada em cerca de
Kz: 4,5 mil milhões (USD 60 milhões). o saldo de caixa
esperado é de Kz: 453,3 mil milhões (USD 6043,5 milhões)
negativos (ef. o quadro 3).
QU.
Balanço orça
J.ROCAAA Lulu cs es a e as areas ces aan eo
| LL. Dos quais: Dircitos da concessionária 11.100. 00 oo
LIZ Nãopeirolíferos cuca ane e eee
1.2.1. Tmpostos sobee rendimentos, lucros e gonhos de capital...
1.2.2. Impostos sobre folha de salários e força de trabalho — 1...
1 2,4, Impostos sobre bem e serviços 11010110 ee a ceras
25, [Impostos sobre transacções e comércio mruemecional LL.
Contribuições SOC 11011 rare as es ns rare ooo
Ouiras TECSUAS cul rs es es aro oo ces cor tr ara rca aee
1.1. Vencimentos 2º 110 0060 0600 ne neces na nm na nar ra re rem cera
1 4. Transferências COOTEODES -.) 1.0 100000 cr eae is nro rm rr rm
DIAL SUDSIOS 110 006 ne e ame ne eee ne eme nor ur emo nona coa
1.4.4, Outras despesas 1110 01 e eres cos on ae so no
22, Aquitição de activos OO financeiros | .1l cl cl ee nen cos
Saldo corrente sem doações. Luli eee eee
Sakio global (compromisso) 1. cuco ces eee
Varfação de remendos . cul cuco ea
Sakdo global (CRI) —. 0 cuca eres re ee eras
4 1. Financiamento intesno (IRUIdo 1. ce ae eis e ese
ALTILBALICOS Jun ms coca coa ata e ee eva ara pre cas sem eme ces
ATOSOOMOS 1 aus ne ea eee er mes eme a pa ares e rear
Financiamento extermo GIquido) 1.12 10 100 e e ane cana
21 AGUVOS Jur crer re re e es eme ensr ver cmar rar res
PASSIVOS 1o0 o o e eee rar ar ua an res re res entorno ce
4,221. Empréstimos liquidos recebidos 00 le e cen
4,2 2.1.1. DEFemboltos 111 11 cre es rr ca cce eae re ane eos
4,2.2.1.4.1. Empréstimos finanmeiros cf. 01 11 e oe ce ce ce
21.12, Linhas de OMÉIO claras a eee a nc
422 1.03 PROJRCIOS 110 e ce re roca us eee crer
ATT] 14 Oui
1,2 212. AMONIZAÇÕES: 10 10 ses car ca ane srt enarer
43223. Ouras contas 2 DAgar 1 1114 ca res emeceeces eee
42221. Atrmsados de finaeiamentos 1 ce ce ese e 6 ee
49277. Oos valores uu le cce rs aaa aee cesar
Memo:
Tnfagão (RO): cu e cnc eres mes o e TB
Taxa de câmbio média (K2USD) 1J 0 cc ces a e 7658
Produção de petróleo bruto Cmullies de barmind 1.1. 1. 2. 1 69
Preço de getcóleo bruto (USENAmil 0. 1. 0 eo o TU
PIB (mil mllhões de kwanzasd 10 10 1000 e ee 2 9687
RO DE 2008 4569
ADRO 5
mental 2007-2609
CITE EST SCI A
2NE-JESES
Ex. Prof. Frog-
214,7 3129 23931 458 4a 413
20528 30399 233932 443 3 403
17220 2592 [8612 37,1 405 32,1
452 1437,7 238 182 DA 142
330,8 457 472.1 71 sas EX
13 1638 1638 264 26 28
no oo 0 oo oo Do
18 26 24 oo so on
915 186 199,1 20 1% 24
TB B5A 1154 1,7 13 22
285 55 4413 os 10 07
482 530 279 10 os os
23 FS UT oo oo op
214 439 1a os 97 05
15995 2 50L;7 282A 34,5 3) so
10682 160R 17138 20 250 295
3645 590,7 7563 78 92 10
2478 5670 7148 75 (5. 123
16,7 27 415 oa oA 0,7
29439 4575 562,1 7a 7 97
Ns 156 574 11 02 18
nº 154 450 07 02 DE
163 o2 124 DA os o2
3088 SIBR 3382 67 BA Es
219,9 44 230,9 417 66 4o
oo ao oo 90 op oo
[SEA BIA nNP1 4 13 16
245 33,1 146 os os os
5313 59 D 1128) us 140 19,5
10542 1880 678,7 227 ns 1,7
1856,5 15501 67993 ns 2a 17
52o K352) A9A us FZ FB
525,1 [RA Has us 5º 7
1328 TR nas 28 12 11
6 684 4,5 2A 11 4,
230 98 oo [5% 0,1 oo
658,9 Ei) 453,3 412 ER -TR
SA -7090 453,3 -14,2 -u.i Tê
ses, -1639 122,7 -50 121 21
558 986 Un 12 o ou
15H 453 122,7 -162 o a
80 Ho 330.6 os LX 5,7
ou oo vo oo oo oo
388 soe 3306 UU os 3?
355 as 30% DES 095 57
PSA TI 480,2 27 UE | LX)
oo os Do Go 00
LES) 71A 4798 2,7 11 EX
14 os A no oo no
[1 os LE ns A UT)
89,6 -l6A4 495 -1o 13 25
25 oo o) GG on no
2s os no GI on os
- -—- — oo — —
130 LX
75 -—
36 739,7
50 ss)
430 57960
Em termos brutos, às operações financeiras previstas — amortização da dívida), ela distribui-se em 60,3% de despe-
— venda e aquisição de activos, amortização da dívida — sas correntes e 39,7% de despesas de capital. À despesa com
interna e externa — que deverão gerar um fluxo líquido — vencimentos corresponde a 25,2% do total, enquanto que à
positivo equivalente ao saldo negativo de caixa, serão as despesa com subsídios é de 8,1% do tata]
seguintes: ' À
activas: 40. No seu conjunto, a receita fiscal total apresenta nma
redução, em termos reais, de 9,4%, em comparação com a
venda de activos mais amortização de emprés- — execução cfectiva de 2007. Tal redução se deve, sobretudo, à
timos concedidos: Kz: 2779,0 milhões redução do montante de impostos petrolíferos, em decorrên-
(USD 36,3 milhões); s . ;
fundamentalmente, d. ão de médio de
saldos de exercícios anteriores: Kz: 2.8 milhões — A naimente, da assumpção de um preço médio e
(USD 38 000,00); exportação menor, pois os impostos não petrolíferos deverão
desembolsos de financiamentos internos; SUTMentar em 14,8%,
Kz: 300,0 mil milhões (USD 4 000,0 milhões); e 41. Quanto à despesa orçamental total, ela deverá aumendesembolsos de financiamentos externos; (ar,em termos reais e comparativamente à execução efectiva
Kz: 480,2 mil milhões (USD 6402,3 milhões); de 2007, em cerca de 42,9%, sendo que o aumento da desb) passivas: pesas corrente é de 29 0%, enquanto o da despesa de capital
é de 70,9%.
concessão de financiamento e outras aplicações financeiras: Kz: 126,5 mil milhões 42 Com base nos fluxos !íquidos, o endividamento externo
(USD Seo Aa de do Governo deverá aumentar em cerca de USD 4 407,9 milhões,
amortização vida interna mais redução de atra- same 2
sados: Kz: 58.0 mil mi (USD 774,0 mi- para USD 13 492,6 milhões, o que equivalerá a 17,5% do
lhões); e Produto Interno Bruto (PIB).
amortização da dívida exterma: Kz:149,6 mil
milhões (USD 1994 4 milhões). 43. Quanto à distribuição funcional da despesa total
orçamentada (gráfico 4), o sector social, com 34,65% da des-
À recetta fiscal total! (exclui financiamentos) está — pesa total, contínua a beneficiar da maior porção, sesuíndorepartida entre 77,8% de petrolíferas e 222% de nío perro- — -se-lhe 4 administração (serviços púbicos gerais), com
líferas. No que diz respeito à despesa orçamental total (exclui — 28,9%,e o sector económico, com 14,7%.
GRÁFICO 4
Evolução da distribuição funcional da despesa, 2007-2009
Lo
al LIDA
1 o
| NENSMANEM [1
. Def Sector Secto E
. = fesa, E Fr ncargos
m2007 | 5 | 24 | 306 |
NE E O ECT O IR OO ll CS
jo 2009 [389 | as | 38 | as7 | s3 |
44, Em termos de fluxos financeiros, as origens e aplicações de recursos (quadro 6) estão calculados em cerca de
Kz: 3176,1 mil milhões (cerca de USD 42 343 4 milhões),
QUA
Fluxos financeiros do Orçam
1 Origens (LIHLZHALIFIALS) ll cs oa
1] IMPORtoS 1 uno oras nerve ee e ves care ape ar eee cer
11] | Petrollferos Jules eres rar ra can cn cerecre
1.0.].1] Dos quais: receita da concessionária 101.0 ea
62 [| Não petrolíferas Ju 101 ses res eos res er e careca
14 [| Oulrás Feêceilas uu 1 1 a os e e a ns ee nen
12 Amortização de empréstinoes ComCedidos 6 au... ce es
13 Venda de BCIliTOS | Lilo ns ee ee ee nrr eee cre e
14 Financiamentos 11 e ue eee os rr cane ecra re ce
JA] O [ TMUOS uu es eme rena oo ros ter ro era era eso cen ooo
14,12 | Durros (inclui atrasados) lu ne ne ne ne ns ee ne
142 | Desembolsosextermos 2111 rc cr cam car o cer rr
1421 | Empréstimos financeiros cc cn ne e ee es res re ee
14,22 | Linhas de CRêdito CE DTDjemtos ecc e sas rr eo
1423 | Outros (incluí perdão e reescalonamento) 11000002
15 Reservas CO dESQUMO | Jus cos co ce en
FA Aplicações (2,142. 247 ,342. 4432 5+2642T)L 1 o oo
21 Remuneração doe empregados Jc. ca]
211 Vencimentos 111 eu cce ve va aee poa pas eae na pro aus eme ces
12 [Conmtibuições SOCLAES Lil nn nes res res ene e cooc
22 Uso de bems E BOrVbÇoS cual cl pe ns eres en a cone
23 JUDO Lo un e as ren nono to ne rms ame e nas an
231 EXTETTOS 110 co cc ca sa co sea sas ne an ns rear eno no
24 Traosferências oc 10 00 10. cc a amar a ear eee ee
ZA | SUbSOS Lulas cr re nas ce e ne ra eos eva oo
242 DAOIÇÕES o es meo eee rr cas no ce cno ar aca res eme ces
243 Prescações SOCIAIS à +10 eme rea ro co eos nos nes cas tre ea
244 DURAR o rr ces coo ce ara ana cr e us nas ee une rea aa
25 Aquisição de acilros não Hnancelros Ciaclul investinientos)
24 Qutras aplicações GANCHÁTAS 6. 10 10 se |
4 Concessão de Empeéstimoô8 111011000 ue ee ie e re eee mano
262 | Outrasaplicações 11 0 ls es eee ee ro
a? Aranrilzação da dívida
ITAI | Tituldda cueca eco ee ne ee ra ea ee en em ae
2713 [AMasBdoOS ques veio cos o cessa era rear eres
28 Reservas do fesouio 2. 101.0 0a ee e ce ea
m Saldo (E TD ua ae e e nn e e eee mes re era
RO DE 2008 4571
.DRO 6
ento Geral do Estado 2007-2009
2007 2008 2008
Executado Projecto Programa
2512944 0/9020,59)] 3Iasun7TOTISL3I62| 3176126860 ODLDO
2124 6659THABIIA9| 2132864402 745A7 2393220336 521,04
2052761 49/ 67801) 30339010267LI.13/ 233324339) 019,00
1TRAYSIISÓRIIOO| 298276093 90IDI| | 861 169374250/00
BISA TEA INODO| [437742 26044628] — 823796280 450,00
330 807 534 844 75 435674932 810.12] — 472 074 016 669,00
43 194975 480,62 53014473 028,68 27 879 827 012,00
2772507 438.65 2.089 520 247,14 679 247 636 00
21437 004 22761 43 859 382 758,52 31 417 970 856,00
5,00 7 600 000,50
1162 607 559,00 1 134 591 204,00 2721 404 266,00
397 AS 491 641,70 314 912281 57945) — 78017AGISSS7ÃO
269 539 717 447.36 TU7 667732 16823] — 300000 000 COD,ON
133 500 000 000,00 O) 300 000 000 O00 0O
136039 717 447 36 242 669 232 168,23
127 575714 194,34 7TEIGIOAIAI122| — 4R017T46/85RTDO
ooo 000 200
125061 356423,65 TIIIOASAV122| — 4801746/8 5870
2514 357 76089 1.00 o]
v00 11 364 442 605,70 2844 625,00
TSITVAA DISONOAI| 3BANSETOTIBIAAAS| 3176126 800 M01,00
364 455 503 240,04 SSOTALITIISSAI| 756269 004 273,00
347 T69 621 201 55 S67 003676 63022] — 14790812 R670DO
16 685 8R2 038,49 23 732 302 525,60 41478 191 406,00
343 930 839 055,98 ASTSSA4T7783202| 561261275926,00
27 952 309 365,16 6168977 12970 57 363 400 600,00
14673 594 578 37 S9ITSISEIAS 14 45 000 000 000 DC
16278 TH 786,79 193 695 U81 85 12 363 400 000,00
308 865 036 601,68 SEIS IL BCANO! 335 154954 301,00
219 967 BROS 059 52 424357639 303.76] — 230 866890 143.00
oo CU) no
641 362 1726 000 58 91 412 365 773,6d 92 731 566 230,00
24635 105 54158 33055 236 837 40 14 586 497 928.00
S31 343 363 201 85 BIA STGNEI 224,98| 1128507801 259.00
21751 984 VS 72 JOSRAGUOAAI9LG9| — 1326509194 068,00
7 326 510 435,00 37 5896 085 255228 52656 714 279,00
14475 343 68072 1566 299 959 236,41 73 B53 479 789.00
144 di FIA R99 96 587019 INR IA? A TT A9 2TA 174 00
68 HOT 644 459,47 40 606 BUS 315,72 58 048 280 174 00
29 907 649 SGA? 29 225 076 355,36 53 S48 DO 174,00
nm 1LIRI 726 960,16 4 560 000 000 DO
UY ANTOGO 440,49 16 405 604 946,32 149 583 690 0DO 6O
765 150 443 540,34 TA 683 IL 176,40 000
1 -n13 s,60
Resumo da receita por
Natureza
Receitas Correntes. Ju 1010 vos ra ir or ar aaa das fas mes a nas de eee neo
Eecella irfbotária Jus as as e a a rar oa
TImpoates sobre rendimentos de pessoas singulares... 1100100000.
Tmposta sobre sendimendo de trabalho RfConta OUtrem June mec eo
Imposto sobre rendimento de trabalho p/conta própria 11 ve cesso
Imposto sobre rendimento de capliafs individuals 1.110 ue eia
Imp. sobre rendimento de pessass Colectivas 1.0 1. 111 es ras ese irao
Imposto sobre rendimento indust. petroliferas 1.010 110 106 ces re tes
Imposto sobre à transacção do PEtrólCo. co 110110 a as em nes err cer
Impostos sobre O RAtimónio 1 res ave eme cas cos ce aa ame re as e ces cars
Imposto sobre trans. imob. título oneroso (Sis8) | 111110 cel e e eoos
Imposto sobe O CONSUMO | 101 cs uma na nne ma nm en nto nar an eee
Imposto sobre o consumo de derivados do petróleo 1 eee mea censos
Imposto sobre o conaunso de guses [IqUefeitos 1.1 e. ce see cas eo ee pe ooo
Imposto sobre 6 consuma de cerveja nacional 1111111 cc ca e eae
Imposto sobre & consumo de bebidas SIODÓHCAS | 1. ue ice nenem a eco
Imposto sobre a consumo de serv. telecomunicaçõeS 11.00. 101
Imposto sobre « consumo de cerveja importadã 1.1.1 cc cce so
Imposto sobre & conaumo de serv. hotel. e sSimileres 1 e e e eres
[Imposto sobre 6 consuma de produtos diversos — 111 ese rar ve ce cce ces
Imposto sobre o consumo de serv. água e energia 11.1 o
Tmposto sobre COMÉNTIO CKUEMO | 100 ce cs ie are mr eres tun are cor
Iroposto sobre à IMportação 1.1 20 210 016 16 res re ves ee me me no reter
TImpossos GIVEIIOS 111 110 10 ce ar an an re nro pre re sea mes per mes eee een
Imposto de tomelagem — Joice nara nro ne nem nre nnm nn er mer srs eo con rro
TAXAS 220 200 eo near ano cen ana ane nua nao nua uu np pes em nem ne nr des ee ma sms
Taxa dc circulação de veículo automóvel | Jó 110100 ce cu ce aa a ae o
Taxa CSLBAÍSCiCA 11 ua ams cer nen a na ee cos pos ana noso ada das een ee
[6727 SAAE TE TETE TIE TIN TETO
Taxos CUVOCSES 10 ua ee ee es eme re rs mas se me tie aus nas aee rr der aee ama
Emolumentos e taxas divetSB8 1.11 110 22. orar rm cara us eae nes nes eee ee ee
TCoOntelbuições uu eo sos cer ces ses es vsa vam bra cana aus au nae eee ces ro cre ses
CTontribuições SOCIaiS 12.112 cio as cas na tea une en ata nua aa uns oo res ns eee
Contribuição fundo financiomento segurança Social 1.1. 21 ce cce es
Contribuição da entidade empregadora- FE. oe es cai mas ca res
Iatureza económica
met mens a casca ici oo [| 3176 126 806 001,00 | 100,00
tem ns ns eee pe ecc ano | 2399 04441] 370/00 || 75,34
tera cm ans e em e ess À 1544321 238 730/08 || 4g,62
(1 e es ee ces su ass au en ai ne nao | 1044 SI0 435 295,00 || 32,00
10 nn mes de ne e ame ooo || 5287 IIS 502,00 165
ren ee de ns rare ee ema aen oo. | 51 426490 048,00 152
ves map mes des en er ave ne eme ee na res 523 564 125,0 002
ear ane ga det a dn aço tan ema aa aaa 337 70132900 | OP!
nas nes ne nn a an a ee eo | 99 5I2 GSO 3OIDO | 31,25
vem er ne ne ne ua nas e ren ececaae eea | 762774 33375000 | 24020
vue due nua nua ana nua mae na nn e une nes 99 032 169 860 DO 312
L40 na na dna nua una ata nua nn tam na ooo 198343548300 | 006
veres ana une nu ana ana uv ns ee ane ama GCNBISTODONO | O21
ver dee nor ne na nua mea na nar rea n ee. | 122043893 400/00 384
VON Cas nm nes gua qu mea pus eum eee ue as 2441 380 54500 00
Ao poe ita naa tua Ata aa ua ua dna ae ams BlIGCASD 186900 | DOS
tes vas tom sue aut neu aus nua nrb poe ros mma 32 662 065 DO 000
vem tee bee eer mes mea mes mes tra anna ae 1 598 738 291,00 DOS
vem ce ua nua due mea mea en peniana | 155380 869 238 DO 492
de o co e en as can nano. || 152554865 75000 | | 4,80
pum due u0s aus mas mes que pos teu sue uma mas 3 780 343 950.00 D,2
Leco ta ee e une ce qua a e ana nes 4565853800 | 000
cem neo na ae an ane are e one anca | 129 0BR 711 260,00 4,38
AA 4958 ABS 41200 | DAT
vue dna mus mus mae mae mus nn Ae fe ancas 6282 31500 DSO
Tea dee nu dera mea mas uns nr ns ane 524S4DISISDO | DA7
VU ae cem nes nua mea eua se eme er ee 5 574 861 65400 DD
que boo ea eua eu duo eua neo um tea um eee $633 88091100 0,18
04 vam au aus una ana ana aus nesses eee 3775 84238300 0,12
ee re o an e es ra ia rea ea 2503 901 67100 DOR
am a due nao na nua en a ea | 100856 173 487 DO 3,18
Lopo ema nem net neo aut ue uma ue run eos 533 860 822.00 002
vem eve nea ane au aaa ee pa eee ses cas ces 95 926 480 494 DO ID?
qe mes re avr ame vu con cos sas san pan tas 7B4 358 449 00 no2
co as are cu cant aaena E 95 142 122 045,00 300
q e a ae e an ren no. É 38236413 214,00 1,20
A16 mus aus ana una ab) dA ap nas ne na nes 37987 552 730 DO 120
Va upa mes ema ema sur au au ane dar canas 156 926 061,00 Lita)
CeN too tea ana ade due ce ce VAR AAA ana aaa 91 9324 423,00 0,00
Am bes ANA aa aan nas des peer sos recesso 39 S46721 072.00 125
cm dee cs pe es pesa cs emana | 26107 517 639,00 082
VS num nua mes mes vue tes ces see mes due vas 775 570 510,00 coz
Cem na nus e ma ra dra o en ane ane aos 1413926 449,00 oo
A SO 51 483 927 60 oo
an am tee e na ea era due co na nara 5148392700 | 060
tee due eae da Wen cer cer nom tua en mavnah 2608 7OS 176.00 | 008
Vau aa eat WuP nas ut pus sms sem cem ear ada 2608 705 176,00 UDE
ea a na e eme ne a nao asso siTITICO | 027
Aa nte dm fu nte nr e eee a nos 627760 620,00 | OD?
mes us aus Ve 4RA dia que Nua nas age mes neh 7961 756 75100 028
ae ce a e as an ame ia oo || 27B798270/1200 | OB8
Tac e e e ton cen an ame ana | 27879827 O1200 | O8
uu encare pu ee ce me ea se ea || 29 A7SB27O0/1200 | 06
Vea e ee en rer eme erra eenoo 11 DNS 698 39000 0As
MAE ta ana na ne ana ae cre ces 16874 128 622º DO n53
Natureza
Rendimentos mobHArios 1.0. cu ul cas eae no
Outrog rendimentos imobiliários vo oe e ee cresc ao
Rendimentos das concessões de petróleo cuco cc
Rendimentos AASpescas lulu e esse
Rendimentos de quiros recursos niBlurais J.. 110 110 100 ue
Receita de serviços COMErCiais 1.1. 01 e ee rece ce care
Receita serv. cons. registo E DDIBTIado: | ll 110 me anca cen
FKeceila de serviços comunitários... 010 01. cem a aa ro
Recela de perviços divertas — 11111201 e en en ne ne neo
FRecvelta de transferências CONTENtes .., 610 11 cn cos car oo
Transferência de pessoas 6 famÉlias .ue ce me aca cre re
TDioações e ajudas de pessoas e famílias (COMEentes) le
Juros de MO uu o ea e re ne mes ee ne me res eres
Multas e oulras penalidades aduaneiras 1. 110 101000 cu.
Multas de tLÊnsito 1 cl voce ras era na nie ne nas tran eee
Outras Tuultis é penalicdades 1.101. 100 ve er ce aca ee es ee
Juros, comissões e bonificações 111 co cce oo
Adicional de (0% sobre multas 101 100 cce me ce
Sakilos de exercicios AMIEIOTBS 11010 00 ce eee no
Vendas diversas DU CvETItUAiS juv 11 100 100 ese re re en aro
AlCONÇÕES 11100 cas na nn nas ane neo nas aan nua air aa nara
Alicoaçõode Des 1. 11 ca e ana as da ar ava nara
Alienação do IMÓVEIS 100110 css a cos nn ne ee ooo
Alienação de hebilações ce 011 ces e se ae coca sea aro
Allenação de equipamentos .1.110200 200. ess eee oo ooo
Alienação de EMpresaso colocar e en re ass
Alienação de beos Ivecsos 111.0 an e no
Receita de financiamentos 1111 o co cce a eme seo
Financiamentos intormos da secnima =... ”
Financiamentos EXIEMTOS «26 10 cu ne eee esmo
Financlarento eaterno p/hoba de crédito ouso
Financiamento externo consignado a UO 1. cen
Amortização fnanclamentos internos concedidos 6.1, 10 0 0.
Amotização empréstimos Inbsmos concedidos «1... e e rr
Receita du transferência de Capital 2.011 11 au acre me are
Transferência do Govemo 1101 1 1 me ces ares
Doações & ajudas do Govermo (CAP) 1 access esc
"EMBRO DE 2008 4573
teta dna me cn ni es ces e uceneneno | 624 136806457 OO || 2595
nem nem ne nm pm da ea es apo 4d pa apa dao sau pan ra ara 114 374 525,00 somo
BRR SA at ae nas ed ds BR ANA EUA nad Bda dir sda Amb Rr sda 100 809 725,00 000
vRR non uu bha nem abs nus bh bon soa sum nos sur eme bum era mes 13 564 BOO DO 0,00
de ana ue 00 tas ana 6a eus ant ata na mes gu cs nana | M2ANIL2619062,80 | 25,94
due e a a pu tr at aaa as co a mano oo | RIA TIGAMIAA5O0O | 25,94
re e ae res dee e me ur en ano || 803706 280a50,00 | 2504
vn eme ema era eu ea ve vs mma eua dus une mes es dra mer cees 224 9681 512/00 [XY
e uma ma ea eu mA due e4a mma uns eRA mas mar die era mer mes 212 98D 512,00 DO!
Ac ARA ent Ad duo ovo 40 44m ane BR dat Agb cv UA are ane nas 12 001 600,00 [310
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Vu ee q es cce eae || SS697IG TOLO | 08
VR no nao uma aum ndo ras eva ane voo er cane ano eepopes es E4HIA7500 DO
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Lee due ana ana te cas ea de an ane cn me cs uensa | 1275216048,00 | 004
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AA CLTUTGHNÃH | az
que nr ent en nie ua aaa gua na ana ua ua gua na inn ane do: 6272476600 | om
Ses SVO t6a ea va ua a66 pus qua ana pa ea ua es nn nn o: 6272476N6DO | 002
del con e ce van ace mam ecos | 18090 MI SIA | 057
des tee ana de tea aa ata da cus nd eee er uu au aí | 7957858 93200 | 025
dee a pa as a ce ne eee ces e ea ae | 118100072700 | 0
de ec ee a e em ces a e iai | 308732407400 | 010
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mes tes mon mes nem nes mon uPY nos Fer mos cpa pES cam nom us nos IIST4T8 210,00 0,
Due ne mea mna nus nus ma uAS res as mes nro na us na tee na 83 530 892,00 cm
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do ca a a em cem es ei ense | 3327455 50100 || oo
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ve meS eme dba ema ras 44h 4HN mma pus dp mms que pone ano 783 092 38B 631,00 24,65
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ee e ses ce e a im nene eo | 2808 17004400 | 009
ce tu ans tm due eg pu es sn e e ce ue | 17962534 26600 | 0065
ea e e au cs sem e e es ai ua |: [76253426600 [| 0D6
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Aee ata tee des tea e0a des AMA aa MAS AB ana na na atos 9588700000 | o03
dede aus ea cao cas del de das 064 Au aa 44 apa gue ai ato 1251739300 | om
nm dee da ame av nat co eat et 200 eme eua era cena pRA mah aaa 780 182 218 587.0 24,56
bt eee ea ne nam É 300000000 000,00 | 9,45
' . cao .e a . 300 009 O06 GUO JU AS
Loo ear eve Ne mA bre ue wwe mo nto Ano Ana aco mam nan mtu eae 480 174 513 587,00 15,12
Ter aao ata due mu de ur Mes vo eo oro ro cam andas ara 479 785 618 58700 IS,
AA 389 000 000.00 | — Doi
Au at ue due eo ps ao eo es eua une aee ee es een res res 52 000 000 00 000
de pe e a ce A aa a tee a a na dn ns as os s20nonDado | om
due et um um dr A por Ame ds uns cena aut eua name una cems 52 600 000 00 DOI
Resumo da despesa por
Natureza
Despesas com o pessoal Civil 1.010 100 ue en cane nara
Vencimentos e remuner. pernançates do pessoal cirll .., 1.0
Vencimentos do pessoal civil do Quo 11.11.0100 ee ce os neo ce re oe
Vencimentos de outra pessnal Gvit 111100 cos ce nes eos re e secos
Décimo torociro mês do pessonl GEE 111 ee. 00 e ue see eee me ru ate era
Duwiros vencim. e remuno. perm. do pessoatemvil O 1 ec ce ce eme oe
Remunerações variav, ou event, do pessoal evil 111 ce sec eee ooo
Despesas com o pessoal MILA 1111010 es ns cms ar eo nm es e
'Veneins, é remua. pervianentes do pessoal MIS 111.011 0
Vencimentos do pessóal militar 100 ne ces ee re e mes re eme re sr re ca ne
Décima terceiro mês do pessoal Militar 11011 110010 mein ne ce ee ne
Qutr, vencim, e remus. perman. do pasaoal MIHArO cul ee ecos
Remunerações variav. ou exent. do pessosl militar Ju. cu. eee ss
Despesas com o pessoal paramililar 1.16 ee cor ces ee cas eee rece
Vencim. e Tem. permanen, do pessoal paramilitar 1. cv. a. ae 06 ee ee ce ee
Vencimentos do pessoal paramilitar JJ 100 ce ea ce es em areaos
Sutoídios do pessoal paramilitares ea es eae
Décimo terceito mês do pessoal Poramiliar o 06 er er aee eo ce ces ee rr ro
Remun. variay. ou event. do pessoal parumilitar 110010 6 e e nes
Contribuíções do EMpregador 11100100 cc ce mec re ra e
Contribuições do empreg. pia segurança social o. 10 100 cce ie ea
Despesas em hem e serviços cl se cor ue ecra neces ces
BENY oo aaa aa aaa aro a4t nua ama nua au era era uma uma see eee nes ee ven mes
Materials de COMSOOMO 11100000 e es es a aro cos cos 20 266 eee een rr ae
Combustíveis e lubrificantes 1111 10000 crer nas ar no nar aa eee re ses
Víveres e géneros alimentícios 1106 241 an er re ce cce eme e re et orrm es
Material de consunto corrente especializado — cul. ce ese o seo
Outras materiais de CONSUMO COOENTE Lu care are ane o evo e rr
Alateríais e utensilbos uradomros co e ame ce cer oes
Materiais e utens. duradouros de especialidade 11.110 ul ve ce oo cos oo ooo
Qutros viateriais é Utens(bos WUUratOUrOh 21 16 ce cn ee eis e re me meo
Servicos be Comunicação cuco oco na ia ces ar cen enero
Servos de saúde 1.1. 1. co ie ee ns ne sn ara ren ue neo nes tee ve verve nos
Serviços de energia, água e SAMentenda 111101 2100 eres
Serviços de entagiu 6 ÁS 1. 10 cc cc anda nar ue a cena eee ne eee
Serviços de Tinmpeza é SUEUNENTO 11 ci cre mms me e no semen e
Serviços de MANUteNÇão E CONServação 11.01. e see ce as eee ee ro
SEBUTOR 10 11 ce nes ns re sir ear pen era pre ren ee en maos con ata cer man cerne
Encargos com viagems e trammporiação | cu 101 e ce re secooeo oo
Bilhetes de paragem Jo 111 010 01 ne se res res res ro oo nos nes res eme rar meo
Subaídios de deslocação 1.11. coco cos ea iee ee e era res ras pre anne
Serviços de transportação de pessoas e BEM 1. eee ces ee e enem co
Encargos aduanelros & portuários 1. 111011. ce 6 avecanae ce ae
CUNEOR MOIVÍSEN 11 e e e
Juros da divida IDRermta 11f 11110 16 nn ce es eme err cr ovo ranma cr aero
Juros de dfvida exterma 111. 1. 0 010000 ces eee eee e dee e no nm nos nen coa
Subsídios e transferêmekas CONTEDÉCS | 111 cce came cano
Subsídios 1110100 000000 c0e ee res nes res nes ana mea pre res res mer mes cer ceeo
Subsídios 2 emp, públicas aão Muanceiras ll cu cc o
Subsédios à Preços ne e vce ses es cem nes see nr nas nes pes tra ue ave cre cn
Subsídio para cobertura de custos operacionais... 110 ue. e ee eme eco
Subsídio para cobertura de QuUtros custos Operieiomais 11.1 ce esc ee
tatureza económica
ao CT |
vence ca esa acecnentcas e | 167325634 500,00 | 52,87
deal ca ee eva na e een o | PR69IA STE ATIDO | 72,26
Lene eee me us e e ao || 4 AMO 10230200 || 13,23
can cce e cn e as aa re ae | 417809137 272,00 | 13,15
remessas ne e || 259BI080S 760,00 ||| BJ
coa res re une es mes tre e re mes es 96 704 084 178,00 304
de ea e me ee ee eo. || AGIISA2LS6700 | 146
e as e e eae eee eo | 14821731 208.00 || 047
derme e vas nes mms ne e ue an een ces 37053 559,00 | 0,00
eres ira tra ese eme eme e re ane es 2530 575 030,00 008
Lene cre em ms e eee oo || 156660 52577800 | | 4,93
cenas ee ms me aa cas era || I5SS7106457500 || dl
en e eme me eee eres || 128210 179847 OO || a07
ver dra tre mes err eme rca e erro 12 798 333 494 DO DA
Du mn der 1a me ma dus nd eo nu una dee 13 805 139 84900 043
04 dns ate et nes ssa 46 446 Aut Ane ssa ana SE2IG6SEDO | 000
Den ne Ae Str mes na e ra rea 788 660 90000 on2
enara a ue ee rev asia eo, || 129991937 301,0 || ao
dede ie es um una un as us mean e [| 129 SOS 587 798,00 4,09
DO Nana ea num rea una nda ana tua ane | 106091 933 FAIDO 34
Dener ss es seven É 1S53S0I82507DO | OB
AA R4a5I47] 54800 | DA7
Dee ums va n6s uma uma BRA Gab Dal bau ces mem 36 349 593,00 DOD
Donner dir NA Nem na uno Sab ana pa pa rs 41478 191 406,00 1931
Lene ea ee ea ao casca eo || AOB7IL5003500 | 1,29
um one dee e me ca nas dna tdo one da aee SOS04137100 É 002
Dee es ca ema da a ei een ee || 526155376 063,00 || 6,87
de e ea ae ar meo | 176678 590 819,00 | | 5,46
vc a es ae ee ane o || 139481 16241400 | 439
o en ee coa dar car man anos || 33261373 22100 | 1,05
Ponce Ac as ce re cera ess crer 44 181 682 092.00 139
ca sue e ia em neces enc || A1 274044 278,00 130
quere e pu en mm es eso a | 20764062873/00 [| 065
a cs ama aee nes | 37HTAISAO5DO || 17
04 ca e e es anne a eae | 270806322/1300 | 025
Voa eme se ee o a o || 1011679619200 | 632
du ca en ee e se e ce || 399476785 244,00 | 21,00
O Aa e Es ecra eos G625658SEIDO | OZ]
LD 46 nua mea una na a ra re ara re cao IN6IZICAI5OO | 0,34
Va pese ro eee o GTIZOGSADBAD ||| DI
vu ear ue eae | 21178TRA ADO | 067
Cora e e ce tao 3774982 334.00 | 012
1 re e ane caca e en ud 17 403 739 11500 055
e a een eo 2 | | I19SENT6505ADO | Gb?
net ne ra una us srt tt re aee nes aee tao 227776 HA DO 0oo7
Le a aeee o | 29035522 BOLO || OL
ce ra e as e eo rs 73/6899 508,00 | 093
Ce tee dem a da aa una que e nana S0948T9DI6GDMO | 029
das e ee ese aço o || 1262374367 O | OO
Vea re rr ua cr o nua ea cena eee 3 795 28 DBO DO 009
e eo au | DA7SGINS29R2DO | 779
Leco ea amevamen o || 57 GAI | ra:
Le ae a eee ee ao || 12363400 0ONAA | 03)
ee ae ar o ee 2. | 347399091 56800 | 10,94
cera ca aa ae ee ss use eo oo | 2I0EGGAIO LAI (| 77
ata era aa es ta ao rara ae oo É 230 866 890 143,00 727
Ne e ca a e ooo || 200 TR 317 BIA | 53
Vu pe msm ese || 30392 57225700 | 096
duma ea apena nn e AUISZSTIASLAO | DOS
Natureza
Transferências Correntes Jc nn ne res eer ee rr ee ven sro
Transferências correntes para outros nívels do Governo Nacional O...
Transferências correntes para serviços aulónomos 1.111.000.
Transferência pará cob. custo c/pessoal serv. antónio cc. 06 eee
"Transferência para cob. de out, custos opur. de serv, uulóncoinos 1.1...
Transferência para instituéções sem fins lUeralivos 1 cuco
Transferêecias correntes pera fumBiaS JJ. 200 10. eo ico cer eo esa ee
Pensão de reforma e antigos Combatentes 11.11 111 eee ce creme
AbonmodefamBia 11 ee see e rem eee so nem na nn una erre
Bolsa de estudos us cce ne pensas eee nem nus na nem nes una env
Outras transferências correntes para fam/lias co. 10 100 00 ce ces
Subsídios nx Rutoridades tmadiekooads 11.10 110 110 e 6 eee ee eee
Comparticipação em receitas. mults c contas fisCais 1 10. e e es ee eos
Transferências correntes para O EXLEIIOS 1 e ee ce rue res narare ra rea
Transferências comentes plgovernos c o. InNtermacionais ... 110 100 10 0 e
Tovestimentos Jo) 000 cao cane nas nar nro na ars rnb une ano ane ana aus ana peace
Aquisição de bens de capital MO 11 11 006 en ee ce ne re ane o us ne
Aquisição de IMÓYeis 11110 01 es ce sie es mes re mes mes res res ee cmes cres eo:
CoNução de IMEVEIR 0 11 ce e a ms mes e mes mn ns us me mes nn neo
Dhras e INSialBÇÕES 111 00 nn nes nes re mes mas rre nus nes ev res er ver ravocoo
Meios e equipamentos de Irafsporto |... 11 21 nen e ee re er eo
Equipamentos de processamento de dudos 111011 cus een nes er ooo
Dutos bens de capital fOMO Juli cms cr rr ane ara ane rr as an aero
ferências de capital | Joice vens ceuccos andas pn ns nno nes ceara
Transferências de caplHal Interoas 16 ese nn re se rm ce cen ce cu eos
Transferências de cupltal para oetros niveis do Goveruo Nacional |...
'ransferências de capital p'odministruções MUNICIPAL. 10 e ee neo
Transferências de capital para emprezas públicas não finanteiras co...
Transfecências de capital para instituições ÁINançeimas e ee case ee eo
Concessão de empréstimos é finameciâmentos 11. 101 20 216 ci co els rca ava
Concessão de empréstimos e financiamentos Internos 11 118 11 ra ie eoo
Toncessão de emprést. u out entid é inst. inftertaS Jo 0 1.00 ee e
Amortização da dívlda ... 100 000 cio one nn nn meme ms mn ese nro pra aa
Amortização da divida interna —. 10 eos eia coins en ans an ro ade pinta
Amutização da dívida 2 outras entidades e inst. IDtermas 1. 101010000.
Amortização da Qfida extomms = 1.) el em vo ces nes mes see nes nr mta men ana
Amortização du dívida externo a inse. fernaan. Comerciais. 11000120 ue e
Amortização de votros passivos fManceiros 2.000. 000 io cio ce nos cn cn
Outros passivos ftDanceiros 1101100 1000000 me as ra ee eo ano ee neo
Outras despesas de capital... e ce een eme ee eee ee ee
RESSTVAR 240 po o mo pus ras mes mem mea nas mes que mem mes me sem mes mes mer ses es
RESCrVA OCÇEMENTOl 11) e eme eme e aa re cera o cane mes rem res er mes ree eeo
Resumo da despesa
Eoeitz de recurso
Toêtelmeral 2 6 0010 la e ee a
EIMANCÍIBMBentos EXICTDOS 1011. 106 ces eee e ns err eee cena
FINANCidoentos ÂMSITMAR 0 cus ces eee eee Rue e
ROCUrOS COMBINADOS uns era en na un ne ser ese eso eres
Recunos consagades- Dea] 1 11121006 e meo ee ee en ere am e area ave
Recursos nnliminns dn (CSQUIO |... 2 ne es e e eee o
RECUNSOS PIÓPEIOS pó uu e mem e re res rss cresce cer ee e eso o
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Resumo da despesa do órgão por pr
Órgão do Governo/programa
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Encargos Centrais do Estado Jc ns o nas ane aa nus nus mas ame na ne nn nas nos
Programa de reestruturação e modemização das forças de defeso e segurança |... 100,0.
Programta de reabilitação € consinação das infre-estrutuças administrativas 1.11. 12110000
Programa de refoçma e modemização da gestão financeira pública LJ. 111111 1.02 co
Frograma de reforço de capacitação institucional do sistema de emprego e formação profissi
Frograma de criação de infra-estriotoras COMeErciais 1.) 100 cio ros cer nasc na er nas san cas
Gubinete de Reconstrução Nacional ... 21 26 cn nm sua er ese ne res vem pra pet ne rt and nas pes
Programa de veab. const. = melhor. das vias de comunicaçõe Codoviária 1.1. e. ee see
Programa de fortalecimento de estrutura organização do EStado 16 e. e ces ce crescem
Programa de expansão da capacidade de produção de energis eléctrica | 1111.1202.
Programa de reab. dos cisternas urbonos de água C Fancemento 1. ou 226 em ne mos
Programa de descavolvimento habitacional 11111 11 e ces ns ns me res ne ro ovos
Programa de recostrução e desenv. Cos caminhostde-femmo — Jc see ee es ooo eos
Programa de recup. e modemização de infra-estruturas aer, e do ASP. OÁÉreo 0 1.010.
Programa de recuperação é modemização de infra-estruturas portuárias 11100000
Programa de apoio &o Sector Privado 11.11 11 ee seen oo no as eo con es ce ara ea res
Gablnete do Primelro NIMESTTO uu um eee nes nm an nam nem nn per nro mms mus nm are sra ves pve nv
- Programa de desenv, e promoção da actividade desportivo | co 11110 oe sas aco cms ara oa
Governo Provincial da Hola fu 21 1 ie ce ne cor ara ane one per nua eme en nm ame sra eum res res
Aclividades perfnanentes 111110210 ee ee ee res ces cms eme nes she rms fab rev ones fed iv aa ara
Programa de melhoria € aumento da capacidade dos serviços hospitalares ... co 106. 1121100
Programa de desenvimento do ensino pelmário & SBCOMEINO: ff 11 000 e as ra ar aus
Frograma de difusão € acção culiaral ol locar e a e la ea es een
Programa de fortalechoento da estritura organiz. do Estedo 10 0.00 ce e nen dd
Programa de melhoria da assistência Soil: 111111 ce caca rer er ame re re cremes cce
Programa de desesvimento e promoção da actividade desportiva 1 elle 10 ce eae cas
Programa de melhoria da qual. e equidade dos eerv. dê SEE Jules cu cars
Programa de reab, dos sistemas usbanos de Água 6 SABEAMEDO Lu ul 101 e ca aaa os
Programa de promoção da assistência social aos alunos na escola cus ese
Programa de ceabilltação « construção das infra-estruturas edministmtivas 1... 11000.
Programa de desenvolvimento habitacional 1200110 100 ca rare ves re ane ae aaa ee names
Prugrama de apoio social e £. prof. erlançes e adolescentes em situação de vulnerobilidade
Programa de formação dê recursos humanos pêa ciência, tecnol. e inovação ce 2.000
Frograma de implementação do sist. pecional de ciência e tecnol. e inovação eee.
Programa de ceforma é modernização dos registos e nDtaTiado 1.11 use cc eco
Programa de reforça capacitação institucional sist. de emp. ec furm. profissional ... 11... 1.
Lrograma Ue veloz da tania e som das compet Lanmilkres
Programa redb. « ampliação des redes urban, de dWist, energõa elêcrrica cf 2.1.0.0 0 co ooo
Programa de apoio 80 SECO Privado: |. eo ee eee career e amem er eres e
Programa de apoio e fomento da produção animal 1.0.0 ce. cio ee caes neces avo
Programa de criação de Infra-estruturas COMENCiais 111110 100 1100 criancas e a aaa
Programa de desenvol. e utilização dos recursos Hidricos 0. 100 00 eve ce esc arae
Progroma de desenvolvimento rural e combate à pobreza (2. uu e. e ss me rasos
Frogruma de divulg. e promoção do potencial turistico. cu. ue e ee een oe
Programa de gestão do Fco social cu e. e eee cce co cc ae ae 6 ar e eme cen cosas
Programa de inovação e competitividade cu oe 20 e cem ore arca cas meire eo
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Tuna ee are neces 2405892000/00 | 008
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AS: RA 371200 00000 | OI
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Te e es nl ro 1367000 00000 | 004
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te e ama e es 416800 000,00 | 001
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Órgão do Governo/programa
Programa de investigação é Gasenvolvimento 2. 10 10 e e amem arenas
Programa de ordenamento do território e urbaniemmo | Jul 10) ue ue cerne
Programa de reab. dos serviços da justiça nas províncias cu eu e crencas
Programa de valocização do património histórico-cullural ve 0 ee mare oe eso
Governo Provincial da Lunda Norte cos co nos nos nes cus aee nes pre pre err ser nero
Actividades permanentes ff 11 11 010 cn cms ces ml ne dee ses ame se eee ee reste
Programa de atlhoria e aumento da capacidade dos serviços hospitalres ,,, ...
Programa de desenvolvimento do enalno primário à SeCUndário co e ca. oro
Programa de desenvolvimento e promoção da actividade desportiva e eo
Programa de expansão da capacidade de produção de anergia léctrica 1...
Programa reab, e construção das Infra-estruturas administralivas col ..10000.
Programa de desenvolvimento habitacional | 11) 200 ue a neo cn uns ces ca an cre oo
Programa de resb. e construção das infra-estruturas económ. básicas 1.110...
Programa de apoio e focicuto da, produção animal 11111010 mean co
Programa nacional de cleciricidade +. + cu veem mon cms ne me esmo no
Programa nacional dc segurança alimentar e autricional 1.11 coiso
Gorauo Proviecial da Cineda-Sul 11011 ne eve ormo cce eva nos ana pen apa par sara
Frograma de melhoria e acmento da capacidade dos serviços hospitalares... .....
Programa de desenvolvimento do ensino primário e secundário 1. 21. 10 10 o,
Frograma de fortalecimento da estatura orgariz. do Estado 11.11.1011
Progeama de melhoria da BNSistência SOC vel seo us ua ce ne eme nro ren re ee so
Programa de melhoria do serviço público de comunic. social ... 21.121 111
Programa de reab, dos sisternas urbanos de água e Saneamento L.. 11.100.
Programa de promoção da asaist. soc, aos alunos na escola. | 1.1. 20001 oo
Frograma reab, e vonstrução das infra-estruturas administrativas Lo...
Programa de melhoria dos serviços públicos & nível municipal 1.100 0 co
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Programa de reab, e const. das infre-estroturas económicas básicas 1... 1,110.
Programa de reforça cap. mstit, siste, de emp. e form. profissional LJ... 00.01.
Programa de valorização do património bistórico-Cultural co. uu ce esse ces
Programa nacional de segurança alimentar e nútriciooal 11 e ce ee na ce ae
Governo Frovincial de Benguela 111211 cio mi car dar rue na mas mma nas ana are ne as
Programa de melhocia & aumento da capacidade dos serviços hospitalares ... 2...
Progruma de combate à degradação ambiental 166 e se ee re cesar
Programa de desenvolvimento do ensino primário e aecuncdário 111.001.
Programa de fortalecimento da estrutura organiz. do Estado 11.010.
Programa de melhoca da assistência social | 111110 lee erre ese re
Programa de: prom., fomento é desenvolvimento da actividade económica — 1...
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Programa de melhoria da qualidade e equidade dos serviços de sWóde 1a.
Programa Ue copochação instiueêional 1.110 110100 le oo oo
Programa de reab. dos cistemnas urbanos de água 6 SANMBAMENtO 1. 01. 10 cnc
Programa de promoção da assistência social aos alunos me cscoll Lo. cu 100000.
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Frograma de combate ds grandes endembas full cus e ve mens
Programa de desenvolvinento hebitaçkonal |. e ce ee ce ecra ora
Programa de expansão da capacidade de transp. de energiaclêócinca ul
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