Preâmbulo
Decreto Presidencial n.º 123/25 ..........
Aprova o Plano de Desenvolvimento da
contrarie o disposto no presente Decretc
aio de 2025 | Série — N.º 98
Á
IAL DA REPÚBLICA DE ANGOLA
Preço deste número - Kz: 2.975,00
liminação Progressiva dos Plásticos de Utilização Única
ue contrarie o disposto no presente Diploma.
Juventude 2025-2027. — Revoga toda a legislação que
> Presidencial.
PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Decreto Presidencial n.º 123/25
de 29 de Maio
Considerando que, à luz do artigo 81.º da Constituição da República de Angola, os jovens
gozam de protecção especial para a efectivação dos seus direitos económicos, sociais e culturais;
Havendo a necessidade de se operacionalizar o Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-
-2027, aprovado pelo Decreto Presidencial n.º 225/23, de 30 de Novembro, através do Plano
de Desenvolvimento da Juventude;
O Presidente da República decreta, nos termos da alínea d) do artigo 120.º e do n.º 1 do
artigo 125.º, ambos da Constituição da República, o seguinte:
Artigo 1.º#
Aprovação
É aprovada o Plano de Desenvolvimento da Juventude 2025-2027, anexo ao presente
Decreto Presidencial, e que dele é parte integrante.
Artigo 2.º#
Revogação
É revogada toda a legislação que contrarie o disposto no presente Decreto Presidencial.
Artigo 3.º#
Dúvidas e omissões
As dúvidas e omissões resultantes da interpretação e aplicação do presente Diploma são
resolvidas pelo Presidente da República.
Artigo 4.º#
Entrada em vigor
O presente Decreto Presidencial entra em vigor na data da sua publicação.
Apreciado em Conselho de Ministros, em Luanda, aos 27 de Março de 2025.
Publique-se.
Luanda, aos 19 de Maio de 2025.
O Presidente da República, JOÃO MANUEL GONÇALVES LOURENÇO.
PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA JUVENTUDE (PDJ 2025-2027)
Siglas e Acrónimos
CNA — Comissão Nacional de Alfabetização
CNJ — Conselho Nacional da Juventude
IAJ) — Instituto Angolano da Juventude
IEC — Informação, Educação e Comunicação
INAPEM — Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas
INE — Instituto Nacional de Estatística
INEFOP — Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional
INSS — Instituto Nacional de Segurança Social
JIRO — Juventude Informada, Responsável e Organizada
MAPTSS — Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social
MASFAMU— Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher
MAT — Ministério da Administração do Território
MINCULT — Ministério da Cultura
MED — Ministério da Educação
MINPLAN — Ministério do Planeamento
MESCTI — Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação
MINAGRIF — Ministério da Agricultura e Florestas
MINDCOM — Ministério da Indústria e Comércio
MINDENACVP — Ministério da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria
MINEA — Ministério da Energia e Águas
MINFIN — Ministério das Finanças
MININT — Ministério do Interior
MINJUD — Ministério da Juventude e Desportos
MINJUSDH — Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos
MINOPUH — Ministério das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação
MINSA — Ministério da Saúde
MINTRANS — Ministério dos Transportes
MINTTICS — Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação
Social
MIREMPET — Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gas
MIREX — Ministério das Relações Exteriores
ODS — Objectivos de Desenvolvimento Sustentável
OGE — Orçamento Geral do Estado
PAPE — Plano de Acção de Promoção da Empregabilidade
PDN — Plano de Desenvolvimento Nacional
PIIM — Plano Integrado de Intervenção nos Municípios
PNADEJ — Plano Nacional de Desenvolvimento da Juventude
PNJ — Política Nacional da Juventude
PREI — Programa de Reconversão da Economia Informal
PREMCSE — Programa de Revitalização, Expansão e Modernização dos Centros e Serviços
de Emprego
PRODES| — Programa de Apoio à Produção Nacional e à Diversificação das Exportações e
Substituição das Importações
RECINJ — Reforço da Capacidade Institucional das Associações Juvenis
SAT — Serviço de Aconselhamento e Testagem
SAAJ — Serviços Amigos dos Adolescentes e Jovens
SSR — Saúde Sexual e Reprodutiva
TSH — Tráfico de Seres Humanos
INTRODUÇÃO
A população jovem é reconhecida como uma oportunidade para renovar o capital social
e económico das sociedades. Angola, tal como em alguns países da África Subsariana, tem
um grande reservatório de talento jovem e vai continuar a desfrutar deste bónus nos próximos 20-30 anos, se investimentos forem feitos para que os jovens alcancem o seu pleno
potencial.
A elaboração de um Plano de Desenvolvimento é fundamental para o crescimento sustentável e organizado de um sector específico dentro de uma economia ou sociedade. Esse tipo de
planeamento é crucial para alinhar objectivos, recursos e acções, visando o progresso e a resolução de desafios específicos.
Assim, o presente Plano de Desenvolvimento da Juventude, abreviadamente designado
PDJ, 2025-2027, afigura-se como um instrumento programático de governação do Executivo
angolano, que implementa o conteúdo sectorial da estratégia de longo prazo e integram os
objectivos, as estratégias, os programas e as acções do Poder Executivo, respondendo às exigências e aspirações da Juventude Angolana. O documento foi objecto de uma ampla Consulta
Pública de Auscultação da Juventude, realizada por todo território nacional, em 2024, para
melhor captar a opinião dos próprios jovens enquanto beneficiários, de organizações da sociedade civil, Departamentos Ministeriais e Agências das Nações Unidas, criando condições que
permitam assegurar a materialização dos direitos fundamentais consagrados na Constituição
da República de Angola, que conferem aos jovens especial atenção para a efectivação dos seus
direitos económicos, sociais e culturais, nomeadamente: o ensino, na formação profissional e
na cultura; no acesso ao primeiro emprego, ao trabalho e acesso à segurança social; no acesso
à habitação; na educação física, no desporto e no aproveitamento dos tempos livres.
Por outro lado, e em referência às orientações do Titular do Poder Executivo, apontando
a necessidade de fazer da juventude a faixa mais participativa da sociedade no processo de
desenvolvimento do País, determinando a necessidade do Estado estabelecer mecanismos
apropriados que facilitem a participação dos jovens a todos os níveis, quer seja nos órgãos
de tomada de decisão, quer nos programas de desenvolvimento socioeconómico do País,
com especial enfoque para a jovem mulher. Nesse sentido, o Plano de Desenvolvimento da
Juventude é um instrumento de materialização do Programa de Desenvolvimento Integral
da Juventude, inserido no Eixo 3, da Política de Educação, Juventude, Emprego e Inovação
constantes do Plano de Desenvolvimento Nacional — PDN (2023-2027), com o objectivo de
melhorar o acesso dos angolanos ao ensino e à formação de qualidade para aumentar a sua
empregabilidade e promover o crescimento e desenvolvimento económico, em especial dos
jovens, apoiado num ecossistema empresarial empenhado na inovação e orientado para a
diversificação da economia.
O PDJ (2025-2027) terá a supervisão e acompanhamento da Ministra de Estado para a Área
Social e a Coordenação Central do Ministério da Juventude e Desportos, em estreita articulação com outros Departamentos Ministeriais do Executivo, devendo ser monitorado por uma
Comissão Multissectorial encarregue de elaborar, validar relatórios de progresso e criar todos
os instrumentos e condições necessárias para a sua materialização. Assim sendo, a sua estratégia assenta num claro reforço da participação dos jovens na vida cívica do país, corporizando
uma grande transversalidade entre os diferentes sectores do Estado na sua materialização,
prevendo, por isso, o desdobramento da sua estratégia, objectivos e acções, pelos diferentes
níveis da administração, nomeadamente, central, provincial e municipal.
Esta medida pretende dar assim uma melhor expressão territorial à implementação das políticas para a juventude, aproximando a sua definição e execução aos seus destinatários e das
realidades concretas a que estas visam atender. Para o efeito, a cada nível de Administração
caberá um conjunto de acções e uma maior ou menor preponderância nas actividades de
planeamento, execução, monitorização e controlo, conforme o grau de integração ou proximidade que se deseja em cada tipo de medidas de política.
As organizações nacionais de juventude, em especial o Conselho Nacional da Juventude,
enquanto parceiro estratégico do Estado, jogarão um papel importante em todo o processo
de implementação do presente Plano, mobilizando e fazendo participar os jovens nas diferentes acções a realizar, integrando, para o efeito, as equipas de acompanhamento e fiscalização
da execução das acções a diferentes níveis. Sem perder o foco estratégico nas questões estruturantes, este Plano pretende criar as dinâmicas sectoriais necessárias à transversal e gradual
implementação de medidas concretas, com o objectivo de apontar um futuro de confiança,
depositado nos próprios Jovens.
Assumindo a Política de Juventude como transversal e determinante para o desenvolvimento económico, social e cultural do País, este Plano tem ainda a função de articular as
políticas definidas para o Sector com outras áreas, como por exemplo o ordenamento do território, o ambiente, o desenvolvimento rural, o património cultural, a saúde o desporto, as
infra-estruturas, a educação, o emprego e formação profissional. Em suma a implementação
deste instrumento marcará uma nova fase no relacionamento com os jovens, seus movimentos e organizações, criando as bases para uma estratégia de desenvolvimento sustentado para
a juventude, através de uma linha directora comum, pela qual o País deverá reunir forças em
investimentos e iniciativas estruturantes.
Importa realçar que o PDJ (2025-2027) está em perfeito alinhamento aos grandes objectivos
nacionais, que envolvem a participação dos jovens e das suas organizações no desenvolvimento
do País; a erradicação da pobreza, na perspectiva da concretização do alcance dos Objectivos
de Desenvolvimento Sustentável (ODS); com os Objectivos da Agenda 2063 da União Africana;
a consagração dos princípios políticos da Constituição, em particular a promoção dos direitos
de cidadania e a realização de Angola enquanto Estado de direito, assim como aos Índices de
desenvolvimento humano, na perspectiva do alcance das metas globais de acesso à educação, saúde, habitação, emprego e oportunidades económicas, para as dimensões dos direitos
humanos, da inclusão social, sobretudo para os grupos minoritários, incluindo as jovens mulheres, entre outras.
CONTEXTO
A Constituição da República de Angola, no seu artigo 81.º estabelece os direitos políticos,
económicos e sociais da juventude angolana e é nesta conformidade que o Governo de Angola
reconhece a importância estratégica da juventude como pilar fundamental para o desenvolvimento social, económico e cultural do País. Esta razão levou a criação, em 1989, do Ministério
da Juventude e Desportos, como Departamento Ministerial responsável pela promoção e coordenação de políticas, programas e projectos voltados para a juventude.
Neste sentido, o País foi dando cada vez mais primazia aos assuntos da juventude, reconhecendo desta forma a plena necessidade de se investir nos jovens, dotando-os de conhecimentos
que permitam despertar o seu potencial, adquirir habilidades para a vida e tornando-os indivíduos activos do processo de construção e desenvolvimento da sociedade angolana.
É nesta conformidade que, procurando fortalecer a resposta às exigências e aspirações da
juventude, bem como a materialização dos seus direitos, foram concebidos vários programas,
com destaque para o Plano Executivo do Governo de Apoio à Juventude (PEGAJ, 2005-2013); o
Plano Nacional de Desenvolvimento da Juventude (PNADEJ, 2014-2017) e finalmente o Plano
Desenvolvimento da Juventude (PDJ, 2025-2027), conformando um verdadeiro contexto de
materialização de políticas públicas viradas para a juventude.
Nesta perspectiva, e no quadro do mandato institucional do Executivo, o Ministério da
Juventude e Desportos tem assumido a sua posição de vanguarda na implementação de acções
com o intuito de dar respostas às expectativas e anseios da Juventude Angolana.
A aprovação da Política Nacional da Juventude, além de responder a um imperativo constitucional é também um compromisso político assumido pelo Executivo angolano para o actual
contexto, como uma emanação do 1.º Fórum Nacional de Auscultação à Juventude, bem como
de outros instrumentos internacionais comprometidos com o desenvolvimento integral dos
jovens com destaque para a Carta Africana da Juventude. Com isso, os jovens, as organizações
juvenis e os demais parceiros nacionais e internacionais, dispõem de um instrumento orientador para o processo de construção de políticas públicas em prol do bem-estar da juventude.
Outrossim, os esforços do Governo na implementação do roteiro da União Africana para
alcançar o Dividendo Demográfico em Angola, aponta que 64% da População angolana é jovem
e para o efeito, um forte investimento na juventude pode mitigar os efeitos do quadro desa-
fiador actual, marcado por um cenário assolado por muitas e rápidas mudanças estruturais e
conjunturais, especialmente provocadas pelas dificuldades económicas que o País ainda vive.
Este quadro carece de múltiplos esforços nacionais conjugados para reequacionar a agenda
dos programas e projectos para a juventude e incluindo para o efeito todas as instituições que
intervêm directa ou indirectamente no desenvolvimento integral da juventude.
Portanto, é importante dotar as instituições de juventude de maior capacidade de realização
e execução de planos interventivos de curto e médio prazos que respondam aos paradigmas
actuais e às situações emergentes, bem como permitam antecipar cenários políticos, económicos e sociais futuros, adoptando medidas correctivas e preventivas sempre que necessário.
O Plano de Desenvolvimento da Juventude (PDJ, 2025-2027) deve responder a este desafio, no actual contexto de desenvolvimento da juventude angolana, por ser o instrumento de
materialização das principais linhas de orientação da acção governativa do Executivo angolano
para esta faixa etária da nossa população.
BREVE CARACTERIZAÇÃO DA JUVENTUDE ANGOLANA
Os jovens constituem a maioria da população angolana e a camada com maior e mais rápido
crescimento proporcional da população em África. Segundo o Instituto Nacional de Estatística
(INE, 2023), a população de Angola é estimada em cerca de 35,1 milhões de habitantes. Cerca
de 60% da população angolana tem menos de 25 anos, o que faz de Angola um dos países mais
jovens do mundo.
Estima-se que do total de população jovem em Angola, 59,4% encontra-se na faixa etária
dos 15-24 anos e 40,6% na faixa etária dos 25-34 anos de idade. Relativamente à distribuição
da população em relação ao sexo, existem mais mulheres do que homens de uma maneira
geral, sendo que na população de 15-24 anos cerca de 51,1% corresponde a mulheres,
enquanto 48,9% corresponde a homens. O padrão mantém-se na faixa dos 25-34 anos, com
cerca de 52,2% a corresponder a mulheres, enquanto 47,8% corresponde a homens.
A situação da juventude em Angola deve ser vista com bastante atenção, dada a sua representação percentual, e por ser geralmente a fase da vida humana em que o indivíduo quer
constituir família, quer atingir a afirmação profissional, estando associado a isso, um fácil
acesso à educação, saúde, emprego, habitação, informação, lazer e recreação, dentre outros
aspectos. Por outro lado, o crescimento populacional acelerado tem pressionado os recursos e
serviços públicos, como educação, saúde e emprego.
A taxa de emprego jovem em Angola tem sido um desafio significativo, reflectindo as dificuldades económicas e sociais do País. De acordo com o Inquérito sobre o Emprego em Angola
(IEA, 2024), no segundo trimestre de 2024, a taxa de emprego dos jovens entre 15 e 24 anos
aumentou 7,9 pontos percentuais em relação ao período anterior. De acordo com dados recentes, a taxa de desemprego entre os jovens angolanos (15-24 anos) é bastante elevada, muitas
vezes ultrapassando os 50%. Isso significa que mais da metade dos jovens em idade activa
enfrentam dificuldades para encontrar trabalho. Apesar dos desafios, muitos jovens angolanos demonstram resiliência e criatividade, buscando soluções inovadoras para os problemas
que enfrentam.
Muitos jovens abandonam a escola antes de concluir o ensino secundário, especialmente
nas zonas rurais, devido à pobreza e à necessidade de trabalhar. Os jovens estão cada vez mais
envolvidos em movimentos sociais e políticos, reivindicando maior transparência e oportunidades. A violência urbana e a delinquência juvenil são preocupações crescentes, especialmente
nas grandes cidades do País. Alguns jovens migram para as cidades ou para o exterior em
busca de melhores oportunidades. A juventude angolana é marcada por uma rica diversidade
cultural, com influências das tradições africanas, portuguesas e globais. A globalização e o
acesso à internet têm ampliado as referências culturais, criando uma juventude conectada e
cosmopolita.
No geral, os dados estatísticos mostram que a juventude angolana é uma força vital para o
futuro do País, mas enfrenta desafios significativos em áreas como educação, emprego, saúde
e participação cívica. Investimentos em políticas públicas direccionadas para os jovens são
essenciais para aproveitar o potencial desta geração e garantir um desenvolvimento sustentável para Angola.
VISÃO
A visão do Plano de Desenvolvimento da Juventude (2025-2027), apresenta-se como sendo
abrangente e estratégica, focada no desenvolvimento integral dos jovens, considerando as suas
necessidades, aspirações e desafios. Este Plano visa garantir que a juventude tenha acesso
a oportunidades que promovam a sua formação cidadã, educacional, profissional, cultural e
social, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e inclusivo da sociedade.
Nesta conformidade, avisão do PDJ (2025-2027), assenta em 5 (cinco) pilares, nomeadamente:
Criação de uma sociedade mais justa e equilibrada em que os jovens tenham mais acesso
à formação, qualificação profissional e académica que os habilite à plena integração
no mercado de trabalho;
Desenvolvimento de uma rede de «Centros Comunitários» em todas as províncias, que se
constituam como suporte da realização de projectos, em vários domínios de intervenção, permitindo responder aos movimentos e organizações de juventude na resolução
dos problemas e necessidades diagnosticadas pelos jovens;
Capacitação de jovens e respectivos movimentos e organizações, aproximando e sedimentando a solidariedade e a coesão social;
Fortalecimento do movimento associativo, tornando-o gradualmente mais consistente,
com maior capacidade de intervenção qualitativa e dispersão territorial que reforce a
participação dos jovens e potencie recursos, gerando sinergias;
Estímulo à cidadania e adoptando mecanismos que potenciem uma maior e/ou mais
activa participação dos jovens nos diferentes espaços institucionais, proporcionando
um efectivo ambiente de troca de informação e de debate em torno das questões
dominantes e relevantes para o seu crescimento qualitativo.
5, PRINCÍPIOS
Os princípios definidos no presente Plano, assentam na transversalidade, Interdisciplinaridade, complementaridade, adaptabilidade e na flexibilidade na implementação da Política
Nacional da Juventude, onde a percepcção e o conhecimento da realidade dos jovens pelos
poderes públicos, poderá abrir novos processos de aprendizagem e melhorar a sistematização
da informação para construir uma base de valores, mas acima de tudo proporcionar a concretização dos objectivos de desenvolvimento da juventude angolana.
É mister considerar que, estes princípios deverão validar a melhoria da competência nos
processos de aprendizagem; valorizar o saber fazer como forma de aquisição de competências,
facilitando a transferência de conhecimentos e competências no cômputo geral, nos processos
multiformes do desenvolvimento da nossa juventude.
Outrossim, sublinhar que estes processos metodológicos, a par da sua dimensão estratégica, devem também ser desenvolvidos com base no princípio da democracia participativa, da
inclusão social e numa representação equitativa de homens e mulheres, do interior e do litoral, por forma a tornar o processo inclusivo, sensível ao género e tendente à inclusão de todos
os grupos na sociedade, potenciando as qualidades da juventude.
EIXOS DO PLANO
O Plano de Desenvolvimento da Juventude, 2025-2027, enquanto instrumento de materialização do Programa de Desenvolvimento Integral da Juventude, inserido no Eixo 3, da Política
de Educação, Juventude, Emprego e Inovação, constantes do Plano de Desenvolvimento
Nacional — PDN (2023-2027), assenta fundamentalmente em 4 (quatro) eixos principais,
nomeadamente:
Melhoria da qualidade de vida dos jovens;
Promoção da inserção dos jovens no mercado de trabalho;
Promoção do envolvimento dos jovens nos grandes objectivos da democracia participativa e desenvolvimento social;
4, Criação de um quadro institucional adequado para promover e acompanhar as políticas
nacionais do Estado para a juventude.
Os Eixos acima referidos representam a realidade holística de um conjunto de necessidades
que devem ser atendidas no âmbito da resolução dos problemas da juventude, assentes nos
seguintes domínios de intervenção:
Emprego e formação técnico-profissional;
Habitação;
Educação e ensino;
Saúde;
Desporto e lazer;
Mobilidade, transporte e educação rodoviária;
Segurança e combate à delinquência juvenil;
Acesso às TIC;
Participação política e cidadania;
Erradicação da pobreza;
Cultura e identidade nacional.
OBJECTIVOS
Considerando a necessidade de responder às actuais exigências e aspirações da juventude,
em especial as emanadas do processo de auscultação pública à esta importante franja, realizada em todo o território nacional em 2024 e, a materialização dos direitos da juventude
consagrados na Constituição da República de Angola, definiram-se os seguintes objectivos:
Promover a integração económica dos jovens, criando oportunidades de emprego,
fomentando o empreendedorismo, com prioridade para a agricultura, a pecuária e
a indústria transformadora e reduzindo o número de jovens que não estudam, não
trabalham e nem estão em formação;
Desenvolver uma força de trabalho competitiva, capaz de responder às necessidades do
mercado e que forneça ao País as capacidades e os recursos necessários para alcançar
as metas de progresso económico e social ambicionadas;
Melhorar a qualidade de vida dos jovens mediante a promoção do bem-estar, proporcionando-lhes acesso aos serviços essenciais e ajudando-os a enfrentar os desafios
sociais;
Aumentar significativamente as infra-estruturas básicas para a juventude (Casas e
Centros Comunitários da Juventude, Pousadas e Centros Integrados de Apoio à Juventude), como mecanismos de descentralização e aumento dos níveis de participação
nas decisões a seu favor;
Desenvolver programas e projectos que contribuam para a educação e para a cidadania
consciente e responsável;
Apoiar as iniciativas das associações juvenis e de voluntariado.
ESTRATÉGIA DE IMPLEMENTAÇÃO
A Estratégia de implementação do PDJ (2025-2027) assenta num claro reforço da participação dos jovens na vida activa do País, corporizando uma grande transversalidade das políticas
para a juventude, apostando numa estreita articulação entre os Departamentos Ministeriais e
outras instituições com interesse no desenvolvimento e empoderamento da juventude.
Pretende-se uma adequada mobilização e alocação de recursos para a implementação de
acções e projectos que materializam as aspirações e expectativas dos jovens. Para além do
seu carácter transversal as medidas do PDJ (2025-2027), são frequentemente complementares entre si e constituem um conjunto coerente e articulado de acções cuja execução não deve
ser desassociada e por essa razão se prevê o seu desdobramento pelos diferentes níveis da
Administração do Estado nomeadamente:
Central;
Provincial;
Municipal.
A finalidade é dar expressão territorial à implementação das acções, aproximando a sua
definição e execução aos seus destinatários e realidades concretas a que estas visam atender.
Trata-se, no fundo, de corporizar a actuação (pensamento global, aplicação local), de forma a
maximizar a eficácia e eficiência das políticas para a juventude e dos recursos que lhes estão
associadas.
A cada nível de Administração caberá um conjunto de acções e uma maior ou menor preponderância nas actividades de planeamento, execução, monitorização e controlo, conforme o
grau de integração e proximidade que se deseja em cada tipo de medidas de política.
TRANSVERSALIDADE DAS POLÍTICAS PARA A JUVENTUDE
Uma das principais características das políticas para a juventude é a sua transversalidade,
como estratégia a ser adoptada para a materialização do PDJ, que assim como as metas constantes do PDN 2023-2027, não se esgota na actuação do Ministério da Juventude e Desportos.
O alcance das medidas propostas e a grandeza dos objectivos traduzem a importância que o
Executivo atribui à juventude e, por isso, transcende em larga medida a actuação exclusiva de
um único Ministério e até do próprio Executivo. Esta transversalidade tem, assim, um duplo
alcance:
Transversalidade Multissectorial;
Assente no envolvimento de todos Departamentos Ministeriais e Instituições dependentes. Uma parte muito significativa das medidas e dos objectivos das políticas
para a juventude envolve a actuação de outros Departamentos Ministeriais, de
uma forma coordenada com os grandes objectivos do PDN, 2023-2027.
Transversalidade Económica e Social;
Assente no envolvimento de todos os agentes económicos e sociais, cuja acção alinhada com os grandes objectivos estratégicos nacionais potencia o efeito das
políticas, acelerando o desenvolvimento socioeconómico do País.
É neste contexto que o Executivo Angolano se posiciona ao lado dos agentes económicos e
sociais como parceiro consciente e empenhado, dando o exemplo da sua aposta na economia,
nas instituições do Estado e, sobretudo, nas próximas gerações de quadros e líderes qualificados, cuja preparação e competência darão a adequada resposta aos desafios do futuro.
Num mundo cada vez mais globalizado, em que a conectividade nacional da economia é o
fiel da balança que define o sucesso ou insucesso das políticas públicas dos diversos países,
os empresários e os agentes económicos mais relevantes da economia angolana, não podem
deixar de ser envolvidos e responder também a este desafio. Neste sentido, a sociedade e a
economia angolana não podem falhar neste momento decisivo. Espera-se, por isso, o engajamento das instituições e organizações da sociedade civil e o seu envolvimento na execução das
políticas sociais do Estado.
AÇCÕES GERAIS
Em observância ao inscrito na estratégia de implementação das acções do PDJ (2025-2027),
o MINJUD, como órgão coordenador central da materialização do Plano, deverá adoptar as
medidas necessárias para maximizar os resultados a alcançar.
As acções e o quadro de objectivos que adiante serão apresentados, constituem compromisso do MINJUD, na qualidade de órgão coordenador da materialização do Plano de
Desenvolvimento Sectorial da Juventude, nomeadamente:
Implementar programas de formação profissional para jovens, ajustados às necessidades
do mercado de trabalho, com destaque para as Tecnologias de Informação e Comunicação;
Implementar um Programa de Promoção do Emprego e do Empreendedorismo para
Jovens;
Continuar a assegurar o acesso dos jovens ao crédito bonificado para a criação de pequenos negócios;
Continuar a promover a criação de incubadoras de negócios;
Conceber e implementar um programa de estágios profissionais para jovens, quer nas
empresas, quer na administração do Estado, quer ainda nos programas de construção
e relançamento da economia nacional;
Apoiar a reinserção socioprofissional de jovens desmobilizados e outros com necessidades especiais;
Desenvolver projectos sobre a educação e a saúde sexual e reprodutiva visando a prevenção das infecções de transmissão sexual (incluindo o VIH/SIDA), a gravidez precoce e
a influência de hábitos e costumes com efeitos nefastos sobre a condição de saúde
dos jovens;
Facilitar o acesso ao tratamento de jovens infectados com o VIH/SIDA;
Implementar serviços SMS gratuitos (abordando os que não são digitalmente activos) em
parceria com os operadores de telecomunicações nacionais, fornecendo informações
sobre saúde sexual e reprodutiva;
Conceber e implementar um Programa de combate e prevenção de comportamentos de
risco em jovens;
Facilitar o acesso à habitação, à autoconstrução dirigida, proporcionando-lhes o acesso a
terrenos infra-estruturados e a assistência técnica na implementação das obras;
Financiar um programa de crédito bonificado para a aquisição de habitação;
Promover o desenvolvimento do associativismo juvenil e estudantil e, reforçar a sua capacidade organizativa e de intervenção política e social;
Dinamizar a formação dos líderes juvenis, dotando-os de capacidade de liderança e gestão associativa;
Criar e implementar o Estatuto do Dirigente Associativo, para dinamizar as associações
juvenis e estudantis;
Incentivar e apoiar projectos de desenvolvimento social e comunitário, dirigido aos jovens;
Dotar o Instituto Angolano da Juventude das competências e capacidades necessárias
para cumprir a sua função como instância de operacionalização das políticas juvenis
públicas;
Implementar o Observatório da Juventude Angolana — OJA, dotando-o de meios técnicos
e humanos para a realização de estudos regulares sobre o perfil, atitudes, comportamentos e necessidades dos jovens, para subsidiar o processo de tomada de decisões
e a adequação de Políticas Públicas para a juventude;
Organizar o Festival Nacional da Juventude e os Prémios Nacionais Anuais da Juventude,
com vista a promover bons comportamentos sociais entre os jovens, angariando,
paralelamente, fundos adicionais para sustentar os centros de juventude;
Reforçar a capacidade dos dirigentes do movimento associativo e estudantil;
Desenvolver e activar uma plataforma nacional de voluntariado, onde todos os projectos
voluntários serão identificados, e onde potenciais voluntários se poderão registar e
inscrever enquanto voluntários para projectos do seu interesse;
Promover a Cartilha do Jovem Exemplar através dos órgãos de comunicação social;
Promover maior envolvimento do Ministério de Tutela na dinamização de projectos de
voluntariado escolar;
Promover o financiamento de organizações e projectos de voluntariado por instituições
privadas e públicas;
Realizar uma campanha de sensibilização de âmbito nacional sobre a plataforma, e sobre
o trabalho voluntário em geral, em coordenação com escolas, igrejas e outras instituições públicas;
Criar uma comissão interministerial para a coordenação das acções que visam reduzir o
desemprego juvenil e promover a empregabilidade e capacidade empreendedora dos
jovens;
Assegurar que as quotas dedicadas à juventude nos diferentes projectos do Governo são
cumpridas;
Publicar um relatório anual relativo à juventude, que progresso feito em todas as frentes
relativas ao desenvolvimento deste segmento da população.
QUADRO DE ACÇÕES CENTRAIS
1. Acções Centrais — Sectoriais
Sector da saúde
Programa: Desenvolvimento Integral da Juventude
Eixo: 1. Melhoria da Qualidade de Vida dos Jovens
Objectivo: Melhorar a qualidade de vida dos jovens, designadamente ao nível da sua condição de saúde,
educação e acesso à habitação.
Responsáveis: MINSA; MINJUD; MED; MASFAMU
Objectivos Indicadores de o Instrumentos de
is niga nã Actividades "
Específicos Monitorização Implementação
Equipar os Centros e Casas de
Taxa de mortalidade Juventude com Serviços de
juvenil Testagem e Aconselhamento
Expandir o ” b . ” Política Nacional da
Programa JIRO Nº de SAAJ abertos Formação de activistas Juventude
(Saúde reprodutiva Reaberto pelo menos . voluntários para sensibilização
e combate às in- | um SAAJ em cada município Percentagem da população nas comunidades stratégia Nacional da
fecções de jovem informada sobre o Saúde
transmissão sexual) programa JIRO Massificação dos serviços dos adolescentes
amigos dos jovens nas
comunidades
Expansão das campanhas de
mobilização social
Até 2027, SAT instalados Reactivação e apetrechamento
nas Casas da Juventude e dos Centros de Aconselhamento
Centros Comunitários a Taxa de gravidez de|nas Casas da Juventude e Centros
nível nacional adolescentes ejovens Comunitários Política Nacionalda
Juventude
40% dos adolescentes Taxa de consumo Produção e distribuição de
e jovens sensibilizados em de drogas material de Informação, Estratégia Nacional da
Promover o matéria de SSR, gravidez Educação e Comunicação nas Saúde
aconselhamento e precoce, combate ao Taxa de prevalência do Comunidades (IEC). dos adolescentes
apoio dos jovens | consumo de álcool e drogas. | VIH/ SIDA na população
nascomunidades jovem Criar serviços de aconselhamento
e testagem voluntária
nas Casas da Juventude e
Centros Comunitários
45% de adolescentese 45% de adolescentese jovens Política Nacionalda
jovens sensibilizados sensibilizados Juventude
o Taxa de prevalência do VIH . o 1 .
Elevar o nível de Criado 1 espaço físico por o Criado 1 espaço físico por Estratégia Nacional
" , SIDA na população jovem , ,
prevenção de município e ambientes município e ambientes joviais da Saúde dos
doenças sexualmente joviais de relação Percentagem da população de relação quotidiana para adolescentes
Ae ato, e quotidiana para jovem informada sobre DST adolescentes e jovens e que
outras patologias que | — adolescentes e jovens e permitam o autoconhecimento
pfectam ; que permitam o Taxa de contaminação por e autocuidado
maioritariamente os ; se "o
. autoconhecimento e vIH de práticas que beneficiem a
ovens : . ;
autocuidado saúde sexual e reprodutiva
de práticas que beneficiem
a saúde sexual e reprodutiva
Sector da Educação e Ensino
Programa: Desenvolvimento Integral da Juventude
Eixo: 1. Melhoria da Qualidade de Vida dos Jovens
Objectivo: Melhorar a qualidade de vida dos jovens, designadamente ao níve
habitação.
Responsável: MED, MESCTI
Objectivos Indicadores de
Específicos Monitorização
Taxa de Alfabetização dos
Promover e Criado a bolsa de 100 jovens
apoiar o formadores nacionais
Processo de em alfabetização e N.º de formadores
Alfabetização e ensino de adultos nacionais em
Ensino alfabetização e ensino
Formado 133 de adultos capacitados
professores de Ensino
Primário com
componente de
metodologia de ensino e
prática pedagógica
Nº de Professores
formados nos diferentes
ciclos de formação
N.º de alunos a integrar
o ensino técnico
profissional
N.º de alunos que
beneficiam de bolsas
de estudo
N.º de programas de
formação contínua
implementados
| SÉRIE, N.º 98 | 13523
| da sua condição de saúde, educação e acesso à
Actividades Instrumentos de
Implementação
Reforço dos programas Plano de Acção
nacionais de alfabetização para a
ensino de adultos intensificação de
. e Alfabetização e
Formação e capacitação de Educação de
alfabetizadores e
facilitadores Jovens e Adultos
(EJA-Angola 2019
Elaboração de Relatórios 2022). Decreto
Anuais sobre a adesão dos Presidencial nº
jovens aos referidos 257/19 de 12 de
programas Agosto
Promoção de bolsas de
estudo de mérito junto de
jovens carenciados com
mérito académico
Expansão do ensino técnico
profissional para acomodar
o crescimento da
população estudantil
escala nacional
Promoção de Bolsas de
Estudo de apoio ao processo
de alfabetização e educação
de adultos
Taxa de alfabetizaçãode Taxa de acesso
jovens e adultos maiores escolar na
de 14 anos de 85%, até juventude
2027, quepermita baixar
o índice de analfabetismo N.º de Alunoscom
para 17,2% atraso escolar
Reduzir o índice de
analfabetismo Taxa de atraso
literário e funcional escolar
da população jovem
e adulta com realce
para as zonas rurais
e periurbanas
Até 2027, encaminhado 50%| Taxade conclusão
dos jovens e adultos que do ensino primário
concluam o ensino primário | de jovens e adultos
de adultos
Reduzido o índice de
alunos com atraso escolar Taxa de acesso
no Sistema deEducação e escolar na
Ensino de27% para 17,2 % juventude
Diminuir o atraso até 2027
escolar dos N.º de Alunos com
adolescentes, Generalizado o Ensino atraso escolar
jovens e adultos Secundário de adultos em
todo o território nacional e Taxa de atraso
reduzido escolar
consequentemente o atraso)
escolar de 42%para 28,8 até
025 | SÉRIE, N.º 98 | 13524
Plano de Acçãopara
a intensifi- cação de
Alfabe-tização e
Educação de Jovens
e Adultos (EJA
Programas de formação Angola 2019
contínua de quadros 2022). Decreto
Presidencial nº257/19
de 12 deAgosto
Campanha de alargamento
de redes de parceiros de
alfabetização e educação
de jovens adultos
Plano de Acçãopara a
Reactivação das acções de intensificação de
alfabetização e educação de Alfabetização e
jovens e adultos nos locais de [Educação de Jovens e
serviço Adultos (EJA — Angola
2019 2022). Decreto
Iniciativa familiar sem Presidencial
analfabetismo n.º 257/19 de 12 de
Agosto
Alfabetização em línguas
angolanas de origem
africana
Plano de Acçãopara
Alargamento da aceleração | aintensifi- cação de
escolar do ensino primário e o Alfabe-tização e
aumento do número de Educação de Jovens
alunos a frequentar o ensino e Adultos (EJA
secundário de adultos Angola 2019
2022). Decreto
Desenvolvimento de planos e Presidencial nº
de programas 257/19 de 12 de
extracurriculares para a Agosto
ocupação e o crescimento de
jovens em escolas públicas,
com destaque para
actividades artísticas e
esportivas
Inclusão de grupos
minoritários para os
programas de
acesso à educação e outros
serviços, como os Khoisans,
com base no
Programa de Estudo e Apoio
às Comunidades Tradicionais
(PREACTRA)
Até 2027, encaminhado Taxade acesso
50% dos jovens e adultos escolar na
Melhorar a que concluem o ensino juventude
qualificaçãodos Primário de Adultos
jovens com Ensino N.º de Alunosco
Primário de adultos atraso escolar
Taxa de atraso
escolar
2025 | SÉRIE, N.º 98 | 13525
Plano de Acção para a
Participação em cursos de intensificação de
Formação profissional alfabetização e
Educação de Jovens e
Promoção de parceiros com | Adultos (EJA — Angola
m o encaminhamento nas 2019 - 2022). Decreto
instituições que ministram | Presidencial nº257/19|
cursos técnicos de 12 de Agosto
Sector da Habitação
Programa: Desenvolvimento Integral da Juventude
Eixo: 1. Melhoria da Qualidade de Vida dos Jovens
Objectivo: Melhorar a qualidade de vida dos jovens, designadamente ao nível d
habitação.
Responsável: Ministério das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação.
Objectivos Metas Indicadores de
Específicos Monitorização
25 Centralidades concluídas
4 (quatro) Centralidades
parcialmente concluídas e
11 Centralidades por inauguradas
Construir até 2027
Priorizar O 4 (quatro) Centralidades em
acesso dos curso
jovens ao banizaçõ
Programa Na 12 Um anizações porl (seis) Centralidades por
Construir até 2027 .”
cional iniciar
Habitacional 8 (oito) Urbanizações
concluídas
000 Imóveis 12 (dose) Urbanizações em
habitacionais do Estado eurso
arrendados até 2027
39 607 (trinta e nove mil e
seiscentos e sete) jovens
beneficiários do Programa
Habitacional
N.º de imóveishabitacionais d
Estado arrendados
| SÉRIE, N.º 98 | 13526
a sua condição de saúde, educação e acesso à
Actividades Instrumentos de
Implementação
Resolução n.º 60/06,
Implementação da de 4 de Setembro,
quota reservada à que aprova a Política
juventude (20%) nos do Governo para o
projectos Fomento Habitacional
habitacionais
públicos Lei n.º 3/07, de 3 de
Setembro, Lei de
Bases do Fomento
Habitacional
Programa de
Habitação (PDN -
2023-2027)
Decreto Presidencial
n.º 278/20, de 26 de
Outubro, estabelece o
Regime Geral de
Acesso e Uso das
Habitações
Construídas com
o Fundos Públicos
Decreto Presidencial
n.º 84/22, de 12 de
Abril, que aprova as
alterações do Decreto
Presidencial n.º
278/20, de 26 de
Outubro
Aviso n.º 9/24, de 20
de Dezembro,
estabelece o Regime
Especial de Crédito à
Habitação e à
Construção de
Imóveis para
Habitação,
Empreendimentos
Turísticos e
Estabelecimentos de
Restauração e
Similares
25 143 Lotes de terrenos em
Até 2027, reservas fundiárias
910 600 lotes para infraestruturadas para a
Autoconstrução Dirigida construção de Habitação
Unifamiliar
Até 2027,
218 544 lotes 2 749 Lotes de terrenos em
infraestruturados reservas fundiárias
infraestruturadas para a
Até 2027, construção de Habitação
509 936 Multifamiliar
Lotes com infraestruturas
básicas
Conceder terrenos 39 078 (trinta e nove mil e
infraestruturados :
toconstrução Até 2027 setenta e oito)
para au o ' fogos de habitação social
dirigida 182 120 7
: . concluídos
lotes para agrovilas e vilas
piscatórias 35 005 lotes entregues para
autoconstrução dirigida
concluídos
| SÉRIE, N.º 98 | 13527
Resolução n.º 60/06,
de 4 de Setembro,
Efectivação duma quota| que aprova a Política
mínima de 20% de do Governo para o
acesso dos jovens a Fomento Habitacional
terrenos para
autoconstrução dirigidal Lein.º 3/07, de 3 de
Setembro, Lei de
Bases do Fomento
Habitacional
Programa de
Habitação (PDN -
2023-2027)
Decreto Presidencial
n.º 278/20, de 26 de
Outubro, estabelece o
Regime Geral de
Acesso e Uso das
Habitações
Construídas com
Fundos Públicos
Decreto Presidencial
n.º 84/22, de 12 de
Abril, que aprova as
alterações do Decreto
Presidencial n.º
278/20, de 26 de
Outubro
Aviso n.º 9/24, de 20
de Dezembro,
estabelece o Regime
Especial de Crédito à
Habitação e à
Construção de
Imóveis para
Habitação,
Empreendimentos
Turísticos e
Estabelecimentos de
Restauração e
Similares
Sector da Cultura e do Turismo
Programa: Desenvolvimento Integral da Juventude
Eixo: 1. Melhoria da Qualidade de Vida dos Jovens
Objectivo: Melhorar a qualidade de vida dos jovens, designa
Responsável: Ministério da Cultura e Ministério do Turismo
Objectivos
Específicos
3 novos museus abertos
ao público;
O número de visitantes
dos Museus em cada ano
passa para
143,5 milhares
Reforçar a cultura e a 6 novos Memoriaisabertos
identidade nacional atravésda ao público
oferta e da melhoria da
rede Museológica Nacional e Disponíveis 7 novas
de preservação do Ombalas para as Co-
Património: munidades do Poder
Tradicional
Promover o acesso gratuito a .
livros e outra documentacão, A rede nacional de
para lazer, Bibliotecas Públicaspassa
estudos ou investigação, para 25
através deuma maior ,
ah O número de utilizacobertura do território com a
Bibliotecas dores de Bibliotecas
Públicas: Públicas em cada
' ano passa para 345,7
Melhorar o acesso à milhares; os acervos
informação documentais de um
a A Arquivo Histórico Nacional
histórica e ao património . .
documental de e 5( cinco) Arquivos
Angola Provinciaissão
Bo'a: disponibilizadosao público
O número de utilizadores
da Rede Nacional de
Arquivos em cada
ano passa para 2./75
JE MAIO DE 2025 | SÉRIE, N.º 98 | 13528
damente ao nível da sua condição de saúde, educação e acesso à habitação.
Indicadores de Actividades Instrumentos de
Monitorização Implementação
. 1 o Política Nacional
Dinamização do património da Cultura
histórico e cultural
Nº de novos museus
abertos ao público Fomento da arte e das "
e aro . Implementação da
Nº de novos so as i Política do Livro e da
Leitura
Memoriais abertos
ao público Aumento do acesso
gratuito a livros e outra
Nº novas bibliotecas documentação, para lazer,
públicas estudo ou investigação,
atravésde Bibliotecas
N.º de novas Ombalas Públicas
disponíveis
Realização de Programas
N.º de novos radiofónicos sobre os
utilizadores museus
de Bibliotecas
Públicas
Campanha de sensibiliza- ção
N.º de novos sobre a preservação do
utilizadores daRede Património cultural
Nacional de Arquivos
Desenvolver Reforço da infra-estrutura física e
infra-estruturas e dinamização da actividade
serviços públicos, turística
assim como
assegurar a Reforço dos recursos humanos
formação e da actividade turística
capacitação de
quadros para a
prestação de Implementar o Projecto de
serviços Educação para o Turismo nas
Áreas de Interesse e Potencial
Turístico (AIPT)
O DE 2025 | SÉRIE, N.º 98 | 13529
Realizar acções de capacitação Programa de
para os técnicos do Ministério Promoção e
de tutela, dos gabinetes Desenvolvimento do
provinciais da cultura, turismo, Turismo
juventude e desporto, e
la dministrações municipais nos
domínios associados às suas PLANATUR
atribuições estatutárias
Implementar abordagem de
formação e capacitação de
quadros e carteiras
profissionais do sector
Sector do Emprego e Formaçãe
Programa: Inserção dos Jovens na Vida Activa
Eixo: 2. Promoção da inserção dos jovens no merca
Objectivo: Promover a Qualificação Técnico-Pro fissi
Mecanismo que favorece a Autonomia e o Empode
Responsável: MAPTSS, MINJUD
Objecti
Específicos
860 jovens inseridos
mercado de trabalho
000 jovens inseridos
em estágios profissionais
Promover o emprego
decente
para os jovens
3 relatórios anuais
publicados
800 jovens
formados
29 DE MAIO DE 2025 l SÉRIE, N.º 98 | 13530
> Técnico-Profissional
do de trabalho;
onal, o Emprego decente e o Empreendedorismo como
ramento.
Indicadores de Actividades Instrumentos de
Monitorização Implementação
Criação de programa | Estágios Profissionais
específico para o
enquadramento dos | centros de Empregos
jovens no Mercado do e Agências Privadas
trabalho "
de colocação/
: : " PREMCSE
N.º de postosde Melhoria e divulgação
trabalho criados dos
serviços dos Centros del — Observatório de
Taxa de Desemprego Emprego Emprego e Formação
Profissional/ GTME-
Taxa de Colocações Publicação de Grupo Técnico
relatórios estatísticos | Multissectorial para
N.º de Publicações de anuais sobre o Tratamento
anuários estatísticos emprego jovem Numérico dos dados
sobre emprego jovem do Emprego
Nº de Jovens formados Promoção e P Nacional
disseminação da rograma aciona
Formação Profissional de Formação
ajustada às Profissional
necessidades do
mercado do trabalho
Desenvolvimento de
Programas de
formalização das
actividades
profissionais
Promover o 11.650 cidadãos apoiados no
empreendedorismo projecto CLEI
e o auto-emprego
000 microcréditos concedidos
aos jovens
000 kits de empregos concedidos
aos jovens
Realizada anualmente a mostra
com pelo menos 300 participantes
Criada 12 Salas multifuncionais de
arte e culturanos centros comuni-
Implementar o tários da juventude areabilitar
Projecto Arte
Jovem/ Fomento do
Empreendedorismo
Cultural
Criação de uma Base de Dados
electrónicos e de Registo e
Desenvolver as Formalização
competências de
gestão do Constituição de Brigadas para o
empresariado registo
angolano
Desenvolvimento de Serviços
administrativos Públicos habilitantes
à formalização
Serviços do INAPEM
DE MAIO DE 2025 | SÉRIE, N.º 98 | 13531
Acções de fomento ao JOBE Angola/
N.º Kits de trabalho empreendedorismo e
concedidos autoemprego
Nº de Microcréditos
concedidos
Nº de Jovens
apoiados nos
contratos locais de
inserção
Nº de jovens Realização de Seminários Política Nacional da
participantes nas sobre Educação Juventude/ PROEJA
mostras nacionais financeira para os
e internacionais fazedores de cultura
e artes
Nº de salas
multifuncionais de Realização da Mostra
arte e costura nos Nacional
centros de Jovens Criadores
comunitários da
juventude Criação de espaços
para a exposição
permanente e
itinerante dos
trabalho sartísticos
dos jovens
Construção desalas de
arte e cultura
Estratégia Nacional de
Campanha de Empreendorismo
formalização de
actividades;
Reforço do processo de
capacitação institucional
para o desenvolvimento
do sector privado (SOIK)
Realizadas sessões de
consultorias bimestrais sobre
gestão de orçamento familiar a
jovens no geral e
aos jovens casais emparticular
Implementada rede de centros e
Aumentar os níveis academias de juventude para
de literacia formações
Financeira na
Juventude sobre Educação Financeira
20% dos jovens capacitados em
matérias de criação de negócios e
empreendedorismo;
Uma feira anual do Jovem
Empreendedor;
Realizada Semanas Comunitáriaslo
Empreendedorismo anualmente;
Fomentar o .
: Realizado encontro anual de
Empreendedoris .
; Network entre jovens
mo Juvenil
empreendedores, empresas
Públicas ePrivadas e empresários.
VIAIO DE 2025 | SÉRIE, N.º 98 | 13532
Realização de Encontros
Nº de de orientação com os
seminários e jovens vendedores
workshops ambulantes e outros do
promovidos sector informal
N.º de encontros Realização de
realizados Seminários, Palestras,
Webinars, Workshops,
N.º de jovens Conferência e Seminários
abrangidos sobre Educação e Inclusão)
Financeira para os Jovens
Realização de Campanhas
deSensibilização (Abertura
de contas Simplificadas,
Bankita, atribuição de
Multicaixa e de TPA)
Formação de
Multiplicadores em
Gestão de Finanças
Pessoais
Realização de sessões de
Orientação à gestão do lar
e da economia doméstica
para jovens
Capacitação de jovens em
matérias de criação de
. negócios e
N.º de jovens :
. empreendedorismo
capacitados;
. Apoio e fomento às
N.º de Feiras do :
Jovem Feiras doJovem
Empreendedor
Empreendedor
Realizadas; o
Realização da Semana
Comunitária do
N.º de Encontros; Empreendedorismo
Realização de
Encontros de Network
entre jovens
empreendedores,
empresas
Público Privadas e
empresários
Reforçar a infra-
-estruturalegal, Capacitadas 350 cooperativas para a
regulamentar e aquisição de competênciasde gestão
empresarial das
cooperativas
Disp onibilizar
serviços das MPME,
para as mulheres,
Os jovens e as .
" : 1500 acções de capacitação de
populações rurais/ h
: : MPME realizadas
serviçosfinanceiros
diversificados e
instrumentos
financeiros
inovadores.
Promover a melhoria
contínua do ambiente
de negócios, a
procurando reforçar a
atractividade da
economia Angolana 2500 iniciativas de apoio à
formalização e constituição
Promover a de dossier de crédito
concorrência através
de regulamentação e
supervisão dos
mercados, dissuasoras
das práticas restritivas
da concorrência e
incentivadoras da
diversificação
MAIO DE 2025 | SÉRIE, N.º 98 | 13533
N.º de coopera- | Implementação do Projecto de Serviços
tivas capacitadas modernização das do
em competências cooperativas de Angola INAPEM
de gestão
(Acção de formação em
gestão de
negócios
N.º de acções de
capacitação de Implementação do Projecto Acções de
MPME realizadas de Apoio No acesso a capacitação
financiamento (envolver) das Micro,
Pequenas e
Médias
Empresas
Reforço da
capacidade
institucional
do INAPEM
N.º iniciativas de Serviços de Apoio
poio à formalização] Implementação de iniciativas ao Crédito eda
e constituição de de apoio à formalização e a Formalização da
dossier de crédito constituição de dossier de Economia
créditos
N.º de jovens
abrangidos
Sector da Acção Social, Família, Agricultu
Programa: D esenvolvimento Integral da Juventude
Eixo: 3. Promoção do envolvimento dos jovens nos grandes objectivos d
Objetivo : Promover Programas e Projectos que visem a Erradicação da P
Responsável: MASFAMU, Ministério da Agricultura e Florestas; Ministér
Ministério da Indústria e Comércio
Objectivos
Específicos
Produzidos 3.486,67 (mil tons); de
cereais;
Auxiliar a evolução e aceleração Produção Agrícola fomentada
da Agricultura e Pesca Produzida cerca de (mil tons
Familiar, com foco na 15.000) de tubérculos
satisfação das necessidades Produzida 860 (mil tons) de
dos produtores familiares leguminosas e oleoginosas
Promover o fortalecimento das Produzidas 5.000 (mil tons)
relações entre intervenientes de frutas
nas cadeias produtivas da
agricultura e pesca; Produzida 1.870 (mil tons)
de hortícolas
Capacitar técnica e financeiramente os produtores Produzido 6.400 (tons) de café
familiares;
Melhorar as infra-estruturas
de apoio à produção agrícola
e pesqueira familiar
Produzido 220 (mil tons) de
carne;
Produzido 685(milhões)
de ovos;
Produzido 200 (tons) de Mel
produzida 150 (tons) de cera
Volume de capturas da pesca
artesanal marítima (100 mil tons)
Aumentado o Volume de
capturas dapesca artesanal
continental
(30 mil tons)
| DE 2025 | SÉRIE, N.º 98 | 13534
ra, Pescas e Ambiente
a democracia participativa e desenvolvimento social;
obreza e Integração Socioeconómica dos Jovens
io das Pescas e Recursos Marinhos, Ministério do Ambiente e
Indicadores de Actividades Instrumentos de
Monitorização Implementação
Grau de Auto- Assistência Técnica ao
suficiência Fomento da Produção| Plano Integrado de
alimentar Agrícola, da Produção Aceleração da
Pecuária, da Produção Agricultura e
Indicadores Pesqueira, e da Pesca Familiar
nutricionais da Produção Florestal
população urbana
erural
Nº de unidadesde
produtos agrícolas
Preservado os recursos da
biodiversidade;
Assegurado o uso sustentável
dos recursos renováveis,
respeitandoas suas taxas de
regeneração
Reforçada as acções de recolha
e selecção de resíduos,
promover acções de
sensibilização e educação
Promover a educação ambiental ambiental e monitorização
dos jovens Ambiental
IO DE 2025 | SÉRIE, N.º 98 | 13535
N.º de actividades de o
educaçãoambiental Realização e
realizadas promoção de
actividades sobre Política Nacional da
N.º de actividades educação ambiental Juventude
: : “Salve a Natureza —
realizadas nas praias -
Plante uma Árvore
N.º de jovens engajados Participação na
na implementação das campanha de
agendas 2030 das preservaçãodos
Nações Unidas e de mangais
2063 da União Africana
Promoção de
actividades nas
praias e protecção
dasespécies em
extinção;
Engajamento dos
jovens na
implementaçãodas
agendas 2030 e 2063
Sector de Segurança e Defesa Nacional
Programa: Desenvolvimento Integral da Juventude.
ixo: 1. Melhoria da Qualidade de Vida dos Jovens.
Objectivo: Melhorar a qualidade de vida dos jovens, designadamente ao nível da sua condição de saúde, educação eacesso à
abitação. Responsável: MININT, MINDEFVP, MINJUD
Objectivos Indicadores de Actividades Instrumentos de
Específicos Monitorização Implementação
Nº de jovens Implementação de um pro-
Promover o Implementado o Programa alcançados pelo grama de educação patriótipatriotismo, a Nacional de Educação Patriótica programa ca para jovens Política Nacional do
solidariedade,o para os jovens Voluntariado
voluntariadoe o Dinamizar o Serviço militar | Política Nacional da
combate aos males Plano Nacional de Voluntariado Juventude
sociais; Juvenil Implementado Implementação de programa
de voluntariado juvenil
Realização de seminários
sobre defesa Nacional para
Adolescentes e Jovens
Criação de serviços amigos
Combater a Capacitados 5.250 profissionais para Nº de dos jovens nas esquadras
criminalidadee a | o atendimento de casos de violência estabelecimentos da polícia nacional
delinquência juvenil Penitenciários com
sistemas de
Realizar acções reabilitação; N.º de Promoção de campanhas
educativas e culturais jovens sensibilizados deSolidariedade e de
sobre o tráfico de para o combate ao | combate aos males sociais
seres humanos TSH (Violênciano Género,
Drogas, Alcoolismo,
N.º de profissionais sinistralidade rodoviária
capacitados e delinquência juvenil)
Taxa de homicídio
de jovens
Taxa de violência
doméstica
Formar jovens na
prevenção ecombate| 75% de casos denunciados de TSH, N.º de casos Divulgação do fenómeno
de casos de tráfico de a níveldos Comités locais de denunciados deTSH sobre tráfico de pessoas
mulherese raparigas Direitos Humanose Comissão junto dos jovens
Intersectorial para o combateao
TSH Acções de Formação e
Facilitar e pro- |Mortalidade rodoviária reduzida para
mover a mobi- 50%, até 2027
lidade juvenil em
todo País Beneficiada a mobilidade mais de
000.000 jovens que habitam nas
Prevenir zonas urbanas e rurais do nosso país,
acidentes de até ao ano de 2022
viação
Até 2027, o quadro de
especialistas do SNPCB e de
viação e trânsito, no domínio da
prevenção de acidentes e
desastrese avalização de riscos
para sobe para 3000
O número de ocorrências de
atropelamentos e colisões entre
automóveis e motociclos diminui 40%
até 2027, face a 2022
Promover a 75% de jovens envolvidos nas
educação cívica e campanhas de educação cívica
eleitoral eleitoral
) DE MAIO DE 2025 | SÉRIE, N.º 98 | 13537
Taxa de sinis- Política de
tralidade rodoviári Implementação de transportes de
atidade ro oviaria acções de prevenção e Angola
Taxa de mortalidade educação rodoviária
rodoviária :
Programa tripar-
. tido de facilitação
N.º de jovens d
beneficiados com o e transporte e
ene trânsito SADCprograma de COMESAmobilidade FAC
N.º de especialistas do
SNPC em funções
Taxa de participação de | Realização de campanhas Programa de
jovens nos processos | de educação cívica eleitoral Educação Cívica
eleitorais para o registo e para o voto Eleitoral
Sector da Justiça e Direitos Humanos
Programa: Desenvolvimento Integral da Juventude.
ixo: 1. Melhoria da Qualidade de Vida dos Jovens .
Objectivo: Melhorar a qualidade de vida dos jovens, designadamente ao nível da sua condição de saúde, educação e acesso à
abitação. Responsável: MINJUDH e MINJUD.
Objectivos Indicadores de Actividades Instrumentos de
Específicos Monitorização Implementação
Realização de Recurso às TIC
campanhas de Formação e
80% da população % da população Angolana registo civil e Bl Advocacia
Angolana com Bilhetede com Bilhete de Identidade
Promover campanhas Identidade Reforço da Campanha de
para o acesso dos % de cobertura a todos os necessidade de informação
jovens ao Registo Civil e 100% de cobertura a todos municípios dos País com atenção especial às sobre Direitos
Bilhete de Identidade os municípios dos País com Comissões a funcionar nos pessoas com Humanos.
Comissões a funcionar nos termos da lei deficiência no
termos da lei acesso à educação Lei das
N.º Províncias que passam Acessibilidades e
As 18 Províncias de a dispor de Inclusão de o PLANIAPED
Angola disponham de Conselhos de Auscultação medidas de apoio
Conselhos de Auscul-tação e Concertação Social às pessoas com Plano de Apoio e
e Concertação Social dinamizados albinismo Protecção às
dinamizados Pessoas com
Implementação de Albinismo
medidas contra a
discriminação por
orientação sexual,
especialmente nas
instituições de
ensino
Assegurar e participar do 90% da população Participação nas
registo de nascimento e registada com o apoio da Percentagem da acções de Programa de
identificação civil juventude (Instituto população registada com o massificação do
Angolano da Juventude e apoio da juventude registo e identificação | registo e atribui-
Conselho Nacional da civil. ção de Bilhete de
Juventude) Identidade
Educar em Direitos Hu- 66% da juventude participa . Realização de fóruns
: R : % da juventudeque : 1 Programa dos
manos a partir da dos Fóruns Locais "” , . locais de Direitos O B
so ; participa dos Fóruns Locais Comités Locais de
Estratégia Nacional dos Humanos com à o
Direitos Humanos 90% da juventude . a. juventude, tendo Direitos Humanos
% de jovens sensibilizados dan (CLDH)
"o se se ie como incidência os
sensibilizada em matéria dos em matéria dos Direitos :
o , , costumes contra leis, a
Direitos Humanos, a nível Humanos, a nível ola se Programa de
a violência doméstica e E
central, provincial e local em central, provincial elocal contra a criança, Monitorização
todos os níveis de ensino identidadee unidade pe'a tomissão
: Intersectorial de
nacional, o.
Ps Relatórios
protecção às pessoas o
PRO Nacionais de
vulneráveis, igualdade Na
O de Direitos Humanos
e não discriminação
Criação de programas
de conscientização
sobre Direitos
Humanos e Protecção
Ambiental
Desenvolvimento de
empoderamento da
66% da juventude
%
Realizar e sensibilizaros | sensibilizada para o combate
jovens emmatéria do ao TSH Pp
tráfico de seres Nº
humanos 75% de casos denunciados "
de TSH, a níveldos Comités
locais
de Direitos Humanos e
Comissão Intersectorial para
o combate ao TSH
Implementar programas e 60% de adolescentes e
projectos de protecção e jovens alcançados
despiste dos adolescentes e
jovens de com-portamento
de riscos
AIO DE 2025 l SÉRIE, N.º 98 | 13539
mulher, sobretudo em
áreas rurais
alternativas que
garantam o acesso de
estrangeiros nascidos
em Angola e
requerentes de asilo às
instituições de ensino
superior público,
mesmo sem
nacionalidade
angolana
Adopção de políticas
específicas para a
promoção da
igualdade de
género, visando o
de jovens sensibilizados Realização de Programa da Jornada
ara o combate ao TSH workshops, seminários Nacional do
e jornadas nacionais combate ao TSH
de casos denunciados de sobre o tráfico de
TSH seres humanos
Promoção e realização
Percentagem de de Política Nacional
adolescentes e jovens campanhas de da Juventude
participantes das sensibilização
campanhas e prevenção contra:
Delinquência Juvenil
Tráfico de seres
humanos, Consumo
Excessivo de bebidas
alcoólicas e outras
drogas, Saúde Sexual
e Reprodutiva,
Violência baseada no
género
Sector das Tecnologias de Informação e Comunicação
Objetivo: Promover o acesso alargado dos jovens as novas tecnologias de informação e comunicação e incentivar a investigação no
domínio das TIC.
Responsável: MINTTICS, e MINJUD.
Objectivos Metas Indicadores de Actividades Instrumentos de
Específicos Monitorização Implementação
Expandir os Centros de literacia Treinamento de
digital e de inclusão digital da agentes da literacia
juventude 40 Técnicos Formados digital para a
N.º de técnicos formados utilização Mediatecas
Garantir o acesso à informação e ao responsável pela
conhecimento, proporcionando os sociedade de
meios necessários para a inclusão informação e redes
digital sociais para a
juventude
Oferecer apoio às escolas e 40 Laboratórios INº de laboratórios implanta4 Estabelecimento de] Meios informáticos
universidades para a implementação e dos Parcerias com
operacionalização delaboratórios Universidadespara a|
tecnológicos implantação do
ensino à distância
Garantir a promoção de Startups, Nº de academias Estabelecimento de | Meios informáticos
; PARA Implementadas 5 . Ô
incubadoras, centros de codificação . implementados parcerias com
1 academias nos
e Robótica 1 Startups e outras
municipios Nº de jovens formados iniciativas,
Incentivar o uso das TIC pelas crianças , envolvendo
Formados 100 jovens e tecnologias
crianças emcodificação
Garantir que todos os jovens tenham . Realização de acções Meios informáticos
. Aa Formados mais , ; 1
acessoàs TIC e tenham competências , N.º de jovens formados | formativas; criação
o de 2000 jovens os SA
digitais TIC de oficinas digitais
Incentivar a investigação científica N.º de Universidades Promoção de Formação e
; " o. Cobertura a todas NANA
e inovação no domínio das TIC NA cobertas Centros de monitorização
Universidades Investigação
públicas e privadas Eos
Divulgação de
iniciativas e
descobertasno
âmbito das
TIC
Contribuir para a inclusão digital de , , N.º de jovens apoiados Meios informáticos,
o Apoiados mais de Realização de o
todos os professores, funcionários . electrónicos e
o . “ 5000 jovens e ciclos de e
administrativos e alunos que não pedagógicos
o adolescentes formação
tenham o domínio das
tecnologias de informação e
comunicação. Tecnologias de
informação e comunicação
Sector da Juventude e Desportos
Programa: Desenvolvimento Integral da Juventude
Eixo: Melhoria da Qualidade da Vida da Juventude
Objectivo: Melhor significativamente a qualidade de vida dos
edo desporto Responsável: MINJUD, MED.
Objectivos Metas
Específicos
Incentivar o O aumento do número de espaços
Associativimo e nas escolas para a prática
ocupação saudável | desportiva e actividade física pelo
dos tempos livres menos 35%
da juventude
Implementar um
programa de
voluntariado
Implementar
programas para
massificação da
prática da educação
física e do desporto
com vista ao bem-
-estar dos jovens
nas comunidades
juvenil
Promover a O número de praticantes de
ocupação recreação desportiva passa para
saudável dos 243 mil
tempos livres da
juventude O aumento de número de espaços
desportivos de proximidade|
Promover a disponipilizados à população para 20
mobilidade
juvenil e O número e monitores desportivos
disponibilizar infra- em actividades passa para
estruturas 8.500 em 2027, desportivos em
adequadas que actividades passa para 8 500 em
facilitem 2027
a mobilidade juvenil
à escala nacional |Até 2027, anualmente, são apoiados,
em média, 23 projectos e iniciativas
de voluntariado juvenil
Até 2027 estão em funcionamento 4
(quatro) pousadas de juventude e
um Parque Regional de Campismo
:- MAIO DE 2025 | SÉRIE, N.º 98 | 13541
ovens através da prática da actividade física
Indicadores de Actividades Instrumentos de
Monitorização Implementação
Cadastramento das Política Nacional
organizações juvenis à da Juventude
Percentagem da :
" : escala nacional
população envolvida PLANA DESPORTO
na prática desportiva Apoio às iniciati
poio às iniciativas das
Nº de técnicos associações juvenis e Carta Desportiva
formados estudantis Nacional
Realização de Formações
Nº de novas estru- | sobre liderança, cidadania
turas desportivas juvenil e voluntariado
Estruturação do sistema Política Nacional
N.º de novos desportivo através da da Juventude
praticantes de elaboração da Carta
recreação desportiva | Desportiva Nacional e da
Estratégia Nacional do
Desporto
N.º de espaços
desportivos de Fomentar a prática
proximidade desportiva
N.º de monitores Desenvolvimento do
desportivos desporto comunitário e
tradicional
Apoio às associações
juvenis para a prática do
desporto comunitários
Promoção e apoio à
realização de Torneios
desportivos de recreação
Nº de Realização de competições;| Política Nacionalda
competições Promoção de acções de Juventude
desportivas ocupação dos tempos
escolares livres da juventude PLANADESPORTO
Nº de pousadas da Construção de casas da Carta Desportiva
juventude e centros juventude nas capitais Nacional
comunitários deprovíncia
Construção de Centros
Comunitários da Juventude | Política Nacionalda
nas sedes dos municípios Juventude
Construção de Centros
regionais de campismos
Construção de pousadas de
juventude nas principais
regiões académicas
Apoio a Excursões
Interprovinciais «Vamos
18 províncias dispõem de Centros
Comunitários da Juventude em
funcionamento, em 2027
Implementar o Realizado anualmenteum Festival
Projecto Nacional da Juventude
«Comboio da
Amizade»
Implementar o | Alcançado 30% dos adolescentes e
projecto «Meu jovens com as acções de artistas e
Padrinho Meu fazedores de opinião
Mentor»
Dinamizar o 100.000 Cartilhas distribuídas
Projecto «Jovem
Exemplar»
MAIO DE 2025 | SÉRIE, N.º 98 | 13542
Nm
Taxa de jovens . eo Política Nacional da
envolvidos e Realização de festivais Juventude
abrangidos pelo acampamentos juvenis
Projecto Comboio eestudantis
da Amizade .
Realização de excursões
juvenis (Visitas a
Centros Turísticos)
Taxa de jovens que | Realização de encontro nas | Política Nacional da
participaram nas comunidades com os jovens Juventude
actividades sobre os males sociais
desenvolvidas no
âmbito do Realização de encontros de
projecto «Meu mentoria aos jovens estu-
Padrinho, meu dantes, realização de ginca-
Mentor» nas desportivas nas
comunidades
Realização de campanhas/
spots de prevenção aos
males sociais
Nº de cartilhas Divulgação da Cartilhado | Política Nacional da
imprensas e Jovem Exemplar Juventude
distribuídas Nº de
radio novelas Realização de campanhas
divulgadas que promovam a cidadania
responsável na juventude
Elaboração da Radio-
-Novela e Spot Televisivos
sobre a Cartilha
Apoio a grupos de teatro
comunitários
Sector das Relações Exteriores e Institucionais
Programa: Desenvolvimento Integral da Juventude
Eixo:7. Melhoria do Enquadramento Institucional da Juventude
Objectivo: garantir uma maior Participação e Representação Política dos Jovens a todos os níveis de tomada de decisão
Responsável: MIREX e MINJUD.
Objectivos Metas Indicadores de Actividades Instrumentos de
Específicos Monitorização Implementação
Reforçar a 75% dos quadros das associações 1a " :
; ; ; ; ; Apoio à inserção de jovens
capacidade de juvenis e estudantis capacitados
resposta dos angolanos nas organizações
quadros do [Até 2027 participação em 30 eventos internacionais
sector da internacionais a
juventude Dinamização do RECINJ
Taxa de quadros das Formação especializada dos
associações Juvenis € | líderes associativistas e dos
estudantis ;
À quadros do sector da juventude
devidamente
capacitados Mapear as organizações
Número de jovens internacionais com potencial Política Nacional
enquadrados em de inserção de jovens da Juventude
organizações angolanos
internacionais Divulgação das vagas
disponíveis nas organizações
Sessões de formação internacionais
realizadas
Realização de campanhas de
informação aos jovens sobre
os grandes ob jectivos e acções
desenvolvidas pelo Estado
Sob coordenação e acção directa do Ministério da Juventude e Desportos, os quadros seguintes sintetizam o desdobramento na cascata de responsabilidades administrativas territoriais,
sendo que os serviços sociais básicos de educação, saúde e habitação constituem o conjunto
de acções que concorrem para a melhoria das condições de vida da juventude.
2. Acções de Ambito Nacional
Programa: Inserção dos Jovens na Vida Activa
Eixo Prioritário.1: Acesso aos Serviços Básicos
Objectivo: Melhorar a qualidade de vida dos jovens, designadamente ao nível da sua condição de saúde,
educação e Acesso à habitação
Responsável: MINJUD
Promoção de emprego e em preendedorismo juvenil
Concessão de Crédito para apoio aos projectos dos jovens
Monotorização do programa de estágio profissionais para jovens recém-formados.
Implementação do programa de formação e capacitação técnico e profissional
Implementação do programa de massificação e inclusão digital dos jovens angolanos.
Criação de um sistema de monotorização e reporte do Plano de Desenvolvimento da Juventude 2025-2027
Criar uma comissão interministerial para coordenação das acções que visam reduzir o desemprego juvenil e
promover a empregabilidade e capacidade empreendedora dos jovens.
Assegurar que as quotas dedicadas à juventude nos diferentes projectos do Governo são cumpridas.
Publicar um relatório anual relativo à juventude, que aborde o progresso feito em todas as frentes relativas ao
desenvolvimento deste segmento da população.
PROGRAMA: Melhoria da Qualidade de Vida dos Jovens
Eixo Prioritário.1: Acesso aos Serviços Sociais Básicos
Objectivo: Melhorar a qualidade de vida dos jovens, designadam ente ao nível da sua condição de saúde, educação
eAcesso à habitação
Responsável: MINJUD
Implementação de um programa de Crédito Bonificado para Habitação
Monitorização do Acesso aos Jovens ao Plano Nacional de Habitação (PNH), com uma quota mínima de 20%
Expansão do programa “JIRO-Juventude Informada, Responsável e Organizada”
Monitorização do programa de selecção e Atribuição de bolsas de Estudos ao Jovens de Mérito e
Carenciados
Combate à violência no seio da juventude
Implem entar serviços SMS gratuitos (abordando os que não são digitalmente activos) em parceria com os
operadores de telecomunicações nacionais, fornecendo informações sobre saúde sexual e reprodutiva (p.ex.,
sobre como controlar o ciclo reprodutivo e práticas sexuais sau dáveis).
Criar uma plataforma digital de apoio à saúde sexual e reprodutiva, que fomeça informação sobre testes e
tratamento de diferentes DSTs, métodos contraceptivos, planeamento familiar, localização de estabelecimentos
médicos com serviços de ginecologia e linhas telefónicas anónimas para aconselhamento.
3. Acções de Âmbito Provincial
PROGRAMA — Melhoria do Enquadramento Institucional da Juventude
Eixo Prioritário.7: Participação e Representação na Vida Política e Publica.
Ob jectivo: garantir uma maior Participação e Representação Política dos Jovens a todos os níveis detomada de
decisão
RESPONSÁVEL: MINJUD
Eixo Prioritário.7: Participação e Representação na Vida Política e Pública Objectivo: Garantir uma maior
participação e representação Política dos jovens a todos os níveis de tomada de decisão.
Eixo Prioritário.1: Acesso aos Serviços Sociais Básicos
Objectivo: Melhorar a qualidade de vida dos jovens, Designadamente ao nível da sua condição de saúde, Acesso
à habitação educação
Programa Melhoria da Qualidade de Vida dos Jovens.
Eixo Prioritário.1: Acesso aos Serviços Básicos.
à habitação educação.
Programa de Participação no Desenvolvimento Social do Pais
Eixo Prioritário.7: Participação e Representação na Vida Política e Publica
decisão
Eixo Prioritário.7: Participação e Representação na Vida Política e Publica
Objectivo: Garantir uma maior participação e representação
Política dos jovens a todos os níveis de tomada de decisão
sinistralidade rodoviária).
4. Acções de Âmbito Municipal
Eixo Prioritário.1: Acesso aos Serviços Básicos
Objectivo: Melhorar a qualidade de vida dos jovens, designadamente ao nível da sua condição desaúde,
acesso à habitação educação
inertes
Eixo Prioritário.1: Acesso aos Serviços Sociais Básicos
Ob jectivo: Melhorar a qualidade de vida dos jovens, Designadamente ao nível da suacondição de saúde Acesso à
habitação educação
Eixo Prioritário.7: Participação e Representação na Vida Política e PublicaObjectivo: Garantir uma maior
participação e representação Política dos jovens a todos os níveis de tomada de decisão.
Estudos.
Eixo7: Participação e Representação na Vida Política e Publica
Ob jectivo: Garantir uma maior participação e representação Política dos jovens a todos os níveis de tomada de
decisão.
MONITORIA E AVALIAÇÃO
Um adequado sistema de monitoria e avaliação deve ser instituído para permitir a verificação, em tempo útil, dos prazos, da qualidade, dos desfasamentos em relação ao planeado
e introduzir ajustamentos pontuais ou mudanças de trajectória necessários, do cumprimento
dos custos orçamentados e o desempenho de cada instituição envolvida na implementação do
PDJ, produzindo informações que permitam reagir, pronta e eficazmente, a eventuais desvios
e reajustar as metas a uma realidade em constante mutação. Neste sentido, para a efectivação
do sistema de monitoria o PDJ estabelece:
Um sistema de recolha, análise e disseminação de dados, em estreita articulação com
o Instituto Nacional de Estatística;
O Departamento Ministerial responsável pelos Assuntos da Juventude, ao nível do
Executivo, deverá assegurar o funcionamento pleno do sistema de recolha e tratamento de dados sobre a juventude - enquanto instrumento técnico-administrativo
interministerial de coordenação das acções de implementação do PDJ;
O acompanhamento efectivo da implementação do PDJ, ocorrendo, lógica e verticalmente, em três níveis de intervenção:
A nível de Direcção da Política que integrará todos os Ministros do Executivo, sob
a direcção da Ministra de Estado para a Área Social, coadjuvada pelo Ministro da
Juventude e Desportos;
A nível de Comissão Técnica de Coordenação da Política, que integrará os Secretários
de Estado de todos os Departamentos Ministeriais, coordenada pelo Ministro da
Juventude e Desportos;
A nível de execução da Política que integrará as Unidades Especializadas de todos os
Departamentos Ministeriais do Executivo, com a intervenção do Instituto Angolano
da Juventude e organizações representativas da juventude.
Revisão periódica do Plano de Desenvolvimento da Juventude de modo a responder
adequadamente às exigências e aspirações dos jovens no desenvolvimento da sociedade.
Princípios do Sistema de Monitoria e Avaliação
Um Sistema de Monitoria e Avaliação eficiente deverá reger-se pelos seguintes princípios:
Orientação de Resultados: pretende-se acompanhar os benefícios que os programas
geram junto dos cidadãos e a eficácia e eficiência na obtenção dos mesmos;
Melhoria Contínua dos Processos: reconhecer os erros e corrigi-los, identificar boas práticas, premiá-las e disseminá-las;
Responsabilidade e Transparência: a todos os níveis, seja perante o poder político,
executivo, mas particularmente perante o cidadão;
4, Eficácia Viável: centrar o sistema na produção de informação de valor acrescentado (eficácia) para decisores a um custo adequado (viável);
Desdobramento em Cascata: os Departamentos Ministeriais, nas suas várias vertentes,
são responsáveis pela aplicação desta estratégia aos programas e projectos que têm sob sua
responsabilidade, assegurando a produção da informação necessária à implementação do
Sistema de Monitoria e Avaliação do PDJ, em articulação, sempre que possível, com o Instituto
Nacional de Estatística;
Modelo de Governação Claro: responsabilidades claras em relação à produção de informação, nomeadamente quando a implementação dos programas envolve uma actuação
multissectorial.
1. Sistema de Monitoria
O Plano de Desenvolvimento da Juventude 2025-2027 integra os objectivos, as estratégias,
OS programas e as acções do Poder Executivo, relevantes para o desenvolvimento integral da
Juventude. A implementação deve ser eficaz e eficiente, entregando à sociedade os resultados
esperados e que procuram dar resposta aos desafios com que a mesma se debate. Assim, o
mesmo deverá ser implementado tendo em conta dois objectivos principais:
Acompanhar o progresso dos programas de PDJ — 2025-2027 (actividades realizadas,
metas atingidas, prazos, orçamento);
Acompanhar periodicamente as mudanças no nível de desenvolvimento dos jovens
(através dos indicadores quantitativos e qualitativos).
A Monitoria do PDJ assenta em dois subsistemas que se sintetizam no quadro seguinte:
* Melhorara
program ação do PDJ;
* Mediro progresso Aco .
Permanente : Eficiência Quantitativa
alcançado;
* Aferiro cumprimento
dos prazos;
* Aferiro cumprimento
dos orçam entos paracada
projecto.
* Recolher reacções dos
Jovens aos programas e Eficácia e
projectos realizados; :
sds ; ; Sustentabil o
Periódica * Aferir a qualidade dos idade Quantitativa
processos de Potencial
implem entação;
* Registar os valores
observados nos Indicadores de Resultado do
PDJ.
Monitoria Permanente
A monitoria permanente do Plano será uma actividade contínua, através da recolha regular
de informações sobre o progresso na implementação dos Projectos e Actividades que integram
os diferentes programas do PDJ, em cumprimento do plano de trabalho e dos recursos programados e utilizados, bem como sobre todas as outras variáveis necessárias à obtenção dos
resultados esperados.
o A
A monitoria permanente focar-se-á na comparação de quatro indicadores de input
relativos aos recursos financeiros dos vários programase projectos:
* Estimado - valor estimado do programa/projecto considerado " Programa Aa de
na correspondente ficha constante do PDJ; Investimentos Públicos
* Programado - valor dos recursos afectos ao programa/projecto que foram * Orçamento Geral do
contemplados no Programa de Investimentos Públicos ou outros instrumentos de Estado
financiamento contemplados; . Relatórios de
* Orçamentado - valor dos recursos afectos ao programa/projecto orçamentados no Balanço da Execução
OGE ou em outros instrumentos de financiamento; Orçamental
. Despendido - valor dos recursos afectos ao programa/projecto efectivamente * Outros instrumentos de
consumido. financiamento utilizados
" O cruzamento destes quatro indicadores permitirá aferir em que medida as
Programação ; . ; " ias :
. respectivas fontes de financiamento são adequadas aos objectivos prosseguidos
e execução Anos ia , ;
pelo PD) e qual o grau de eficiência que a sua utilização está a registar face ao que
estava programado.
A introdução do variável tempo (de implementação do PDJ) e o cruzamento da
mesma com estes indicadores, permitirá avaliar em que medida o ritmo da
orçamentação, cativação e despesa favorece a obtenção dos objectivos e metas
definidas.
E A
A análise do plano de trabalho permitirá verificar qual a situação das * Relatórios de Actividades
Actividades e dos Projectos do Programa, tendo em conta asseguintes das várias instâncias
. . . Inisteriais envolvidas na
tipologias Ministeriai id
po'ogias: implementação do PD)
E " º Aguarda; * Relatórios de Progresso
xecu ção * Emimplementação; de programas e projectos
física * — Concluído. * Relatórios de Balanço
deImplementaçãodo PD)
A interligação destes três estados com a programação indicativa
constante do PDJ deverá permitir classificar cada acção e projecto de
acordo com a seguinte avaliação de desempenho:
. Antecipado;
. Dentro do Prazo;
* — Atrasado.
Monitoria Periódica
A monitoria periódica dispõe de uma orientação mais abrangente: inclui os benefícios (e a
sua sustentabilidade) que as Actividades, Projectos e Programas integrados no âmbito do PDJ
estão a gerar, bem como os processos através dos quais estão a ser implementados.
Ea Nr
A análise dos benefícios será de natureza Quantitativa,
sendo que a análise dos dados recolhidos darálugar a uma
apreciação baseada em três níveis: - Relatórios de Actividades do
Benefícios para a e Negativo: baixa probabilidade de obtenção da MINJUD
Juventude meta;
e Neutro: razoável probabilidade de obtençáoda
meta;
e Positivo: elevada probabilidade de obtenção
e/ou superação da meta.
Relatórios de Actividades doMINJUD
1a Relatórios de Progresso deProgramas e
Mudanças Sociais La o o , ;
1 A análise das mudanças sociais e económicas será de | Projectos
eEconómicas 1 No so "
natureza Qualitativay envolvendo a avaliação dos f Relatórios de Balanço de Implementação
processos de implementação dos programas. do PDJ
2. Sistema de Avaliação
Durante a implementação do PDJ estão previstos 3 (três) tipos de avaliação, nomeadamente:
Avaliação anual, com base nos vários instrumentos de monitoria definidos acima, emanados pelas várias instâncias envolvidas na implementação dos programas e projectos
que estão contemplados no PDJ;
Avaliação de médio prazo, com alguma profundidade, possibilitando a revisão no PDJ no
final do ano de 2025, para melhor ajustamento das prioridades e metas ao ciclo de
governação e quadro económico, político e administrativo vigente;
Avaliação externa e independente, para verificar o grau da sua implementação e a eficácia das estratégias desenvolvidas, com o objectivo principal de nortear a elaboração
do plano estratégico seguinte.
3. Relatórios e Documentos de PEDIJ) — Monitoria e Avaliação
A análise da evolução e do desempenho do PDJ requer um volume substancial de informação e capacidade analítica para traduzir essa informação em recomendações e sugestões de
políticas futuras. Tais recomendações e sugestões constituem um aspecto central para a redefinição e evolução da estratégia e dos programas.
Desta forma, a procura de conhecimento qualitativo e quantitativo sobre a juventude exige
um grande esforço da parte dos organismos que produzem a informação, dada a complexidade
das várias facetas da juventude e o amplo espectro de actuação do PDJ. Daí a necessidade de
estabelecer um sistema contínuo e abrangente de informação, a nível nacional e a nível local.
Assim, o fortalecimento dos organismos que produzem informação no País é essencial para
o acompanhamento dos indicadores socioecónomicos necessários à análise da evolução da
Juventude em Angola. As principais intervenções no âmbito da monitoria e avaliação do PDJ
estão sintetizadas na tabela a baixo:
= Objectivo | = Instrumentos = Entidades = Frequência
Envolvidas
Felaaros “ execução ” > RETSINEDE
Relatórios de Progresso de
programas e projectos Vários Ministérios envolvidos Anual
Monitorar o
Processo de Relatórios de Balanço de MINJUD Anual
Implementação Implem entação do PD) nua
Relatórios de Actividades das várias
instâncias Ministeriais envolvidas na Vários Ministérios envolvidos Anual
implementação do PDJ
RENA
Monitorar o
Impacto
Quantitativo Levantamentos estatísticos sectoriais INE e Ministérios envolvidos Anual
Diagnósticos Participativos ONG, INE, MINJUD
Monitorar o Impacto
Qualitativo
Estudos temáticos INE, Universidades, MINJUD Anual
MINJUD, INE, Ministérios envolvidos,
Avaliação Estudos e inquéritos Universidades, ONG, Institutos de Anual
Investigação
PLANO DE COMUNICAÇÃO E MARKETING (PCM)
O Plano de Comunicação do PDJ, 2025-2027 será uma importante ferramenta de divulgação
do Plano, a ser definido, objectivando:
Garantir o acesso à toda a informação, através da difusão activa das actividades, projectos e
objectivos relativos às Políticas para a Juventude;
Consciencializar a comunidade em geral e os jovens em particular da importância das
Políticas para a Juventude no contexto do desenvolvimento económico e social do País;
Sensibilização e Participação — motivando os Jovens e as suas Organizações para a participação cívica como elemento central das Politicas para a Juventude;
Harmonização — definindo grandes linhas gerais de orientação da política de comunicação
e assegurando uma linguagem harmonizada e focalizada nas questões essenciais da Juventude
e do fundamental papel do Executivo neste contexto;
Integração — assegurando uma coerente integração dos diversos níveis de informação produzida pelos diversos níveis, departamentos e instituições dos diversos Ministérios também
eles envolvidos no desenvolvimento e implementação das Políticas para a Juventude.
O PCM pode ainda vir a incluir acções de educação cívica, combinando o objectivo de informação e divulgação da acção do Executivo com projectos de estímulo e reforço da participação
dos Jovens e das suas Organizações na sociedade civil.
ALINHAMENTO DO PDS — JUVENTUDE ÀS DIRETRIZES DAS ORGANIZAÇÕES E
INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS DE DESENVOLVIMENTO
O Plano de Desenvolvimento da Juventude, 2025-2027, ao ser construído com base em
indicadores do PDN — Plano de Desenvolvimento Nacional, 2023-2027, em alinhamento aos
Objectivos do Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) com particular destaque para o ODS 4 —
Educação de Qualidade, o ODS 8 — Trabalho Decente e Crescimento Económico e o ODS 10
— Redução das Desigualdades.
Por outro lado, o PDJ encontra-se igualmente alinhado com a Carta Africana da Juventude
e as Resoluções da Assembleia Geral das Nações Unidas, que destacam a importância de políticas abrangentes em áreas como Educação, Saúde, Emprego, Cidadania e Sustentabilidade
Ambiental, colocando a juventude no centro das abordagens e acções. O alinhamento do PDJ
regista-se, igualmente, no que concerne aos demais instrumentos internacionais, como o Plano
Estratégico da Juventude da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o Protocolo
da Juventude da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), a Guia das
Nações Unidas para Planeamento em Matéria de Juventude, aprovada pela Assembleia Geral
das Nações Unidas, a Agenda África 2063, a Estratégia de Empoderamento da Juventude de
Dakar.
Neste sentido, o Plano Desenvolvimento da Juventude foi dividido em componentes
seguindo a metodologia do Banco Mundial, que estrutura os projectos em áreas-chave de
desenvolvimento para alcançar resultados mensuráveis e impactantes sobre a população alvo,
assim como facilitar a mobilização e alocação dos recursos necessários para a boa execução.
Para efeitos, os eixos do PD foram aglutinados nas seguintes componentes:
Educação, Capacitação e Desenvolvimento de Habilidades: sustentado em programas de
educação formal e não formal, formação técnica, e alfabetização digital. O objectivo é
preparar os jovens para o mercado de trabalho, promovendo habilidades relevantes
e empregabilidade;
Emprego, Empreendedorismo e Desenvolvimento Económico: envolve a criação de oportunidades de emprego e apoio ao empreendedorismo juvenil por meio de estágios,
microcrédito, incubadoras de negócios, e incentivos fiscais para empresas que empregam jovens;
Saúde, Bem-Estar e Inclusão Social: inclui programas voltados à promoção da saúde física
e mental dos jovens, conscientização em saúde sexual e reprodutiva, e estratégias
para a inclusão social de jovens em situação de vulnerabilidade;
Infra-Estrutura e Espaços de Juventude: aborda a construção e manutenção de centros
comunitários, espaços de formação, e laboratórios tecnológicos, além de investimen-
tos em infra-estrutura tecnológica para suportar as actividades do PDJ;
Monitoria, Avaliação e Gestão do Projeto: desenvolvimento de um sistema robusto para
monitorar a implementação do plano, colectar dados, e avaliar os resultados. O fortalecimento institucional para a gestão eficaz do PDJ é essencial para garantir seu
sucesso e transparência;
Comunicação, Mobilização e Engajamento Comunitário: estratégias para envolver e
mobilizar a juventude e as comunidades, incluindo campanhas de sensibilização,
desenvolvimento de plataformas digitais e organização de eventos.
CUSTO ESTIMADO DA IMPLEMENTAÇÃO DO PDJ
A estimativa de custo para a implementação do Plano de Desenvolvimento da Juventude
depende de vários factores, incluindo o alcance das acções, o número de beneficiários, a infra-
-estrutura necessária, os sectores envolvidos e a duração do Plano. Assim, o custo geral é
estimado em Kz: 90 000 000 000,00 (noventa mil milhões de Kwanzas) detalhado como se
segue:
Componente 1 — Educação, Capacitação e Desenvolvimento de Habilidades
Descrição: este componente abrange programas de educação formal e não formal, formação
técnica e profissional, alfabetização digital, e desenvolvimento de habilidades para o mercado
de trabalho. Pode incluir: programas de educação complementar (como segunda chance e
alfabetização de adultos). Cursos técnicos e vocacionais. Formação em habilidades digitais e
tecnológicas.
Estimativa de Custo: 10 a 20% do orçamento total.
Componente 2 — Emprego, Empreendedorismo e Desenvolvimento Económico
Descrição: focado em aumentar as oportunidades de emprego e promover o empreendedorismo entre os jovens, este componente pode incluir: programas de estágio e inserção no
mercado de trabalho. Apoio ao empreendedorismo juvenil, como incubadoras de negócios,
programas de microcrédito e capacitação em gestão. Incentivos fiscais para empresas que
empregam jovens.
Estimativa de Custo: 10 a 20% do orçamento total.
Componente 3 — Saúde, Bem-Estar e Inclusão Social
Descrição: este componente engloba programas voltados à saúde física e mental dos jovens,
além de promover a inclusão social e a conscientização em áreas como saúde sexual e reprodutiva.
Pode incluir: programas de promoção da saúde e campanhas de conscientização. Acesso a serviços
de saúde para jovens, incluindo saúde mental. Inclusão de jovens em situação de vulnerabilidade.
Estimativa de Custo: 10 a 15% do orçamento total.
4, Componente 4 — Infra-Estrutura e Espaços de Juventude
Descrição: Este componente cobre a construção, renovação e manutenção de espaços voltados para os jovens, como centros comunitários, casas da juventude, e laboratórios tecnológicos.
Também inclui investimentos em infra-estrutura tecnológica. Desenvolvimento de centros de
formação e espaços de coworking. Compra de equipamentos tecnológicos e softwares.
Estimativa de Custo: 20 a 30% do orçamento total.
Componente 5: — Monitoria, Avaliação e Gestão do Projecto
Descrição: inclui a criação de um sistema robusto de monitoramento e avaliação (M&A) para
acompanhar a implementação do PDJ, colectar dados, e avaliar os resultados e impactos das
actividades realizadas. Isso pode envolver desenvolvimento de sistemas de M&A. Relatórios
periódicos e avaliações independentes. Fortalecimento institucional para a gestão do projecto.
Estimativa de Custo: 2,5-5 % do orçamento total.
Componente 6 — Comunicação, Mobilização e Engajamento Comunitário
Descrição: cobre as estratégias de comunicação e mobilização necessárias para envolver a
juventude e as comunidades no PDJ. Inclui, campanhas de sensibilização e engajamento juvenil. Desenvolvimento de plataformas digitais e aplicativos para divulgação e mobilização.
Estimativa de Custo: 5-10% do orçamento total.
Resumo dos Componentes e Estimativas de Custos
Componente Percentual
p Estimado
Educação, Capacitação e 10-20%
Desenvolvimento
Emprego e Empreendedorismo
Saúde e Inclusão Social
Infraestrutura e Espaços de Juventude 20-30%
Comunicação e Mobilização
O Presidente da República, JOÃO MANUEL GONÇALVES LOURENÇO.
(25-0217-G-PR)
IMPRENSA NACIONAL - E.P. EFA SEA [E]
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Rua Henrique de Carvalho n.º 2 ds e
E-mail: dr-onlineQimprensanacional.gov.ao Errar sor
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INFORMAÇÃO
A Imprensa Nacional é hoje uma empresa pública, mas começou por ser inicialmente criada em 13 de Setembro de
1845, pelo então regime colonial português, na antiga colónia e depois província de Angola, tendo publicado, nesse mesmo
ano, o primeiro Jornal oficial de legislação, intitulado Boletim do Governo-Geral da Província de Angola.
No dia 10 de Novembro de 1975, foi editado e distribuído o último Boletim Oficial, e no dia 11 de Novembro de 1975,
Em 19 de Dezembro de 1978 foi criada a Unidade Económica Estatal, denominada Imprensa Nacional U.E.E., através do
Mais tarde, aos 28 de Maio de 2004, a «Imprensa Nacional - U.E.E.» foi transformada em empresa pública sob a
denominação de «Imprensa Nacional, E.P.» através do Decreto n.º 14/04, exarado pelo Conselho de Ministros. E, aos 22 de
Dezembro de 2015, foi aprovado o Estatuto Orgânico da Imprensa Nacional, E.P. através do Decreto Presidencial n.º 221/15.
Toda a correspondência, quer ofidal, quer ASSINATURA O preço de cada linha publicada nos Diários
relativa a anúndo e assinaturas do «Diário da Anof da República 1.8 e 2,ã série é de Kz: 145,5 e
República», deve ser dirigida à Imprensa Nadional [As três séries ..................Kz: 1 535 542,99] paraa3.8 série Kz: 184,3, acrescido do respec-
- E.P, em Luanda, Rua Henrique de Carvalhon.º2, [JA 1.8 série ici Kz: 793169,/13 tivo imposto de selo, dependendo a publicação
Cidade Alta, Caixa Postal 1306, wwwimprensa- [A2.8 série Jc... KZ: 413.899,61] da 3.8 série de depósito prévio a efectuar na
nacional.gov.ao - End. teleg.: «Imprensa». A 3. série iii Kz: 328.474,14] tesouraria da Imprensa Nacional - E.P.
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