Preâmbulo
Lei n.º 12/08
de 31 de Dezembro
O Orçamento Geral do Estado é 0 principal instrumento
da política económica é financeira que expresso em ternos
de valores, pura um período de tempo definido, demonstra o
programit de operações do Governo e às fontes de financiamenta desse programa,
Nestes termos, ao abrigo das desposições combinadas da
alínea «/) da artigo 88.º e do nº 4 do artigo 92.º ambos da Lei
Constitucional, a Assembleia Nacional aprova à seguinte:
LEI DO ORÇAMENTO GERAL
DO ESTADO PARA O ANO DE 2009
CAPÍTULO [
Constituição do Orçamento
Artigo 1.º#
TCompusição du orçamento)
|. À presente lei aprova a estimativa da receita e à fixação da despesa do Orçamento Geral do Estado para o ano
fiscal de 2009, doravante designado Orçamento Geral do
Estado/2009, para vigorar à partir de | de Janeiro de 2009,
O Orçamento Geral do Estado/2009 comporta receitas
estimadas em Kz: 3 176 126 8D0 GO01.00 e despesas fixadas
em igual montante para o mesmo período,
O Orçamento Geral do Estado/2009 é integrado pelos
orçamentos dos órgãos da administração centrai e local de
Estado, dos institutos públicos, dos serviços é fundos autónonmos e pelos subsídios e transferências a realizar para
empresas públicas e instimições de utilidade pública.
4, QD Governo É autorizado, durante o apo tiscal de 2009,
à cobrar os impostos, as taxas e contribuições previstos nos
Códigos e demais legislação em vigor.
Às receitas provenientes de doações em espécie, em
bens e em serviços, intezram obrigutnriamente e Grçamento
Geral do Estado.
Artigo 2.º#
Peças Integrantes
O Orçamento Geral do Estado/2009 é constituído por
doiv volumes:
o Volume | — que apresenta os quadros orçamen-
Lais consolidados à nível açional;
hr o Volume UI — Tomo [ — que apresenta os quadros
arçumentais detalhados dos órgãos da adminis
tração central do Estado;
o Volume U — Tomo 1 — que apresenta os quadros
orçamentais detalhados dos órgãos da administração local do Estado.
Às peças que integram o Orçamento Geral do
Estado/20109 obedecem à seguínie estrutura;
1. Volume I — Orçamento Consolidado — Resumos e
Demonstrativos Orçamentais:
Resumo da Receita por Natureza Económica;
£) Resumo da Receita por Fonte de Recursos;
Resumo da Despesa por Natureza Económica;
Resumo da Despesa por Função;
Resumo da Despesa por Local;
A Resumo da Despesa por Programa;
£) Resumo da Despesa do Órgão por Programa;
Resumo do Programa de Investimentos Públicos
por Unidade Orçamental;
Resumo das Despesas de Funcionamento;
fi Resumo da Despesa com o Programa de Investimentos Públicos;
Resumo da Despesa do Órgão por Natureza
Económica,
h Resumo da Origem dos Recursos por Órgão.
2, Volume Il — Toma 1 — Orçamento dos órgãos da
administração central do Estado:
Resumo da Receita por Natureza Económica;
Resumo da Despesa por Natureza Económica;
Resumo da Despesa por Função;
Resumo da Despesa por Unidade Orçamental e
Natureza Económica;
Resumo da Despesa da Unidade Grçamenta! por
Programa;
Resumo da Despesa do Órgão Dependente por
Unidade Orçamental,
3. Volume 1 — Tomo 1l — Orçamento dos órgãos da
administração local do Estado:
Resumo da Receita por Natureza Económica;
Resumo da Despesa por Fonte de Recursos;
Resumo da Despesa por Função:
Resumo da Despesa por Unidade Orçamental e
Natureza Económica;
Resumo da Despesa da Unidade Orçamental por
Programa;
A Resumo da Despesa por Órgão Dependente por Unidade Orçamental.
CAPÍTULO 11
Ajustes Orçamentais
Artigo 3.º#
Regras básicas
Pura d crecuçõo Jo Orçamento Geral do Estado. dúranie
o ana fiscal de 2009, 0 Governo é autorizado à:
&) fixar o limite trimestral de cabimentação da despesa, com base na previsão de receitas da Programação Financeira;
proceder aos ajustes, sempre que necessário, nos
valores inseridos nas peças constontes do artigo 2." da presente lei, com vista à plena execução
das regras orçamentais, mormente à unicidade e
à universalidade;
ajustar o orçamento para suplementar despesas
autorizadas quando ocorram variações de receitas, por alteração da raxa de câmbio utilizada;
ajustar o orçamento para suplementar despesas
necessárias para à utilização de desembolsos
correspondentes a doações não previstas,
CAPÍTULO DOI
Operações de Crédito
Artigo 4.º#
Financiamentos
O Governo é autorizado a contrair empréstimos nos
mercados interno e externo para fazer face às necessidades de
financiamento decorrentes dos investimentos públicos e da
amortização da dívida pública, previstos no Orçamento Geral
do Estado/2009.
2, O Governo é autorizado 2 emitir títulos do tesouro
nacional e à contrair empréstimos internos de instituições
financeiras para socorrer as necessidades de tesouraria de
açordo com os montantes à propor pelo Ministro das Finanças, a reembolsar durante o exercício fiscal.
Os encargos à assumir com os empréstimos referidos
no número anterior, não podem ser mais gravosos do que os
praticados no mercado, em matéria de prazos, taxas de juros
e dernais custos.
Artigo 5.º#
[Gestão da dívida pública)
O Governo deve tomar às medidas adequadas à eficiente
gestão da dívida pública, ficando para a efeito autorizado a
adoptar medidas conducentes a:
reforçar as dotações orçamentais para amortização
do capital e faros, caso seja necessário;
pagar antecipadamente, total ou parcialmente, à
dívida já contraída, sempre que os benefícios o
justifiquem;
€) contratar novas operações destinadas ao pagamento
antecipado ou à transferência das responsabilidades da dívida, sempre que os benefícios o
justifiquem;
renegociar as condições da dívida com garantias
reais, para possibilitar uma reprogramação do
serviço da dívida com prestações fixas e a rentabilização das garantias afectas.
CAPÍTULO IV
Disciplina Orçamental
Artigo 6.º#
(Execução orçamsuotal
|. Os órgãos da administração central e local do Estado,
incluindo os órgios de soberania dependentes do Orçamento
Geral do Estado, devem observar rigorosamente os critérios
de gestão em vigor para que seja assegurada cada vez mais à
racional aplicação dos recursos públicos disponíveis.
Não é permitida a realização de despesas, o início de
obras, a celebração de contratos ou a requisição de bens e
serviços, sem a prévia cabimentação, nos termos das disposições legais.
Não é permitida à aprovação de quaisquer regimes
remuneratórios indexados à moeda externa e deve ser salvaguardado o reajustamento periódico do salário nominal, de
forma a preservar o seu valor real,
Não é permitida a realização de despesas variáveis com
valores indexados à moeda extema.
Qualquer encargo em moeda externa apenas pode ser
assumido desde que o mesmo tenha como base um contrato
resultante de concurso público internacional ou decisão do
Conselho de Ministros, celebrado com entidade não residente
cambial.
Os fomecedores de bens ou prestadores de serviços
devem exigir dos cespectivos ordenadores da despesa a competente via da nota de cabimentação da despesa.
O incumprimento do disposto nos n=2,3,4,5€ 6 do
presente artigo não vincula o Estado à obrigação de pagamento.
À eventual! necessidade de actualização do valor da
despesa realizada é feita por aplicação da Unidade de Correcção Fiscal (U.C.E.) que vigor no período em que se efecue o pagamento.
À admissão de novos funcionários para a adminis
tração central e local do Estado dever ser feita nos termos do
Decreto-Lei n.º 5/02, de t de Fevereiro, devendo ocorrer
apenas no primeiro semestre.
As doações que sejam recebidas no decorrer do exercício económico, não previstas no Orçamento Geral do
Estado, devem ser informadas ao Ministro das Finanças de
modo 4 que sejam incorporadas no orçamento, com vista a
garantir o princípio orçamental da universalidade.
HH. A emissão de garantias à favor de terceiros, pelos
institutos públicos, serviços e fundos autónomos carece de
prévia autorização do Ministro das Finanças mediante parecer favorável do Ministro de tutela,
12, Às despesas especiais de sesurança intema e extema
de protecção do Estado, constantes do Orçamento Geral do
Estado, estão sujeitas 2 um regime expevial de execução e
R8O DE 2008 4561
— controlo orçamental, de acordo com oque venha a ser estabelecido pelo Conselho de Ministros.
Os órgãos da administração central e local do Estado
devem enviar ao Ministério das Finanças os elementos
necessários à avaliação da execução das despesas incluídas
nO programa de investimentos públicos.
14, A contabilidade deve registar os actos e factos relativos à gestão orçamenta) e financeira efectivamente ocomTidos.
À inobservância do disposto nos números anteriores
faz incorrer os seus autores em responsabilidade disciplinar,
civil e criminal nos termos da lei,
Artigo 7.º#
Publicidade orçamental
O Ministério das Finanças deve dar publicidade, tci-
Tnestralmente, do resultado da execução do Orçamento Geral
do Estado, devendo para o efeito regulamentar os respectivos
modelos de demonstrativos e a forma de divulgação dos
dados referentes aos órgãos da administração central e local
do Estado, institutos públicos, serviços e fundos autónomos
e empresas públicas.
As informações relativas a cada trimestre do exercício
económico devem ser publicadas no prazo máximo de
60 dias após o encerramento do trimestre.
Para atender ao disposto no n.º 1 do presente artigo, os
institutos públicos, os serviços e fundos autónomos e as
empresas públicas devem remeter, trimestralmente, ao
Ministério das Finanças, os elementos de avaliação periódica, à luz das instruções para a execução do Orçamento
Geral do Estado a aprovar pelo Governo.
Artigo 8.º#
Prestação de contas
O Governo deve apresentar à Assembleia Nacional o
balanço da execução do Orçamento Geral do Estado/2009,
nos termos do disposto no artigo 58.º da Lei n.º 9/97, de
17 de Qutubro (Lei-Quadro do Orçamento Geral do Estado).
bem coma uma informação sobre as alterações e actualizações que efectuar nos termos do disposto nos artigos 3.º e 6.º
da presente lei.
CAPÍTULO V
Disposições Finais e Transitórias
Artigo 9.º#
Revisão orçamental
Sob proposta fundamentada de Geverno, o Orçamento
Geral do Estado/2009, pode ser objeçta de revisão e aprovação pela Assembleia Nacionul.
Artigo 10.º#
Dúvidas « omissões
Às dúvidas e omissões que se suscirarem da interpretação e aplicação da presente lei são resolvidas pela Assembieia Nacional.
Artigo 11.º#
Entrada em vigor
À presente lei entra em vigor à partir de 1 de Janeiro
de 2009,
Vista e aprovada pela Assembleia Nacional, em Luanda,
808 12 de Dezembro de 2008.
Publique-se.
O Presidente da Assembleia Nacional, Fernando da
Piedade Dias dos Santos.
Promulgada em 3i de Dezembro de 2008.
Publique-se,
O Presidente da República, José EDUARDO DOS SANTOS.
ORÇAMENTO GERAL DO ESTADO PARA 2009
VOLUME |
Evolução recente, sltuação actual e perspectivas da
economia mundial:
O vigoroso crescimento que o produto mundial vinha
Tegistando desde 2004 deu, em 2007. mostras de inflexão para
uma tendência de abrandamento, Embora a taxa de crescimento
Teal do produto mundial!" tenha sido de 5,0% em 2007, muito
próxima dos 5,1% registados cm 2006, tal se deveu, sobretudo,
ao desempenho das economias emergentes e em desenvolvimento, cuja taxa de crescimento foi de 80%, em 2007, contra
os 7,9%, em 2006, pois as economias avançadas registaram um
abrandamento de 3,0%, para 2,6% (ver o quadro 1.
Nos países desenvolvidos vem-se assistindo a uma redução da confiança dos consumidores e investidores, afeciando o
nível da actividade económica, facto associado, sobretudo, à
crise financeira iniciada com a falência do sistema de crédito
hipotecírio nos Estados Unidos da América e que se vem propagando, sobremaneira, para às instituições financeiras dos
países desenvolvidos.do ocidente, nomeadamente bancos de
investimento e companhias de seguro, Mas os países emergentes começam também a experimentar um abrandamento da sua
actividade económica,
QUADRO |
Comportamento do Produto Mundial 2006-2009
(Taxas de crescimento reais, percentagem)
RN EIEIÇIO:
ESTSP A | sol as| à
Economica avameedas . 1.1.0.1... 2 FI) 15 1,5
Estados Unidos Ju. es 28 20 14 UA
ZON EUTO ses cas cn an cas nen 22 26 13 oz
Econmonlas ensergentes e cm deseo»
valrimento Jo] 7 80 58 &
África oc en" 6 a s$| so
SADO iii ef 6 7 — —
Angola(*) .. clinic] 186] 2530 136] nã
Ásia em desenvolvimento ..,......J 99|/ 100 BA 7
Comunidade de Países Independentes | /— 82 as 12| ss
Europa Contrale de Leste .........f 65 ss 46 as
BMédão Oiee — Julio 57 59 sal 5s
Fonte: Fundo Monenirio Internacional, WEQ, Outubro de 2008 é Ministírio do
Plancomento para Angola.
Ante esse quadro, para 2008 as projecções indicam uma
taxa de crescimento real da economia mundial de apenas 3,9%
e, para 2008, de apenas 3,0%,
à acentuação da crise financeira, a partir de Setembro
de 2008, com a falência de grandes bancos de investimento e
seguradoras americanas e que se propagou pelo mundo, mas
sobretudo pelas principais economias desenvolvidas, elevou as
incertezas quanto ao fuluro da economia mundial, pois «
dimensão e o impacto de tal crise, que ameaçava assumir contornos de uma catástrofe, estava ainda por avaliar. Para fazer
face às ameaças colocadas por tai crise, os Estados Unidos da
América aprovaram um pacote de USD 700 mil milhões para
Salvar o sistema financeiro, no que foi seguido por outras e&conomias, como a do Reino Unido e da União Europeia; os bancos centrais das principais economias mundiais reduziram as
Tespectivas taxa de juro reitoras e comprometernm-se a garantir os depósitos.
No que se refere à inflação mundial, enquanto que as economias desenvolvidas mostramm uma ligeira queda do Índice
de 2,4%, em 2006, para 2,2%, em 2007, as economias emergentes e em desenvolvimento assinalaram um aumento de 5 4%
para 6 4%, Neste último caso, tal aumento do nível de inflação
se devo. projuesishudcaneals, ais amnento dus custos da energia e do preço dos bens alimentares. Entretanto, o cenário
1ecente é para um aumento dos niveis de inflação, tanto nos
países avançados, quanto nos países emergentes e em desenvolvimento: nos países desenvolvidos a inftação deverá passar
para 3,6%, em 2008, enquanto que nos países emergentes e em
desenvolvimento as projecções apontam para um nível de
iDegacordo com estiman ae do FMI (Word Economic Outtock de Ourubro de
0081.
9,4%. Um abrandamento da procura nos países desenvolvidos
e a provável estabilização dos preços dos produtos primários
deverá levar a que à inflação se situe em 2,0%, em 2009, nos
países desenvolvidos, enquanto que nos países emergentes e
em desenvolvimento — com pressões inflacionistas deconrentes do comportamento dos preços dos produtos peimiírios, do
crescimento económico acima da tendência e de políticas
macroeconómicas acomodatícias — se deverá situar em 7 8%,
GRÁFICO |
Evolução das taxas de juro das principais divisas
2006-2009
PESE
bi É ro o
| O | EA EE
ub mm EEN
===
" rd To mes.
RR 7 O RA O A CA
2 RR NS SS NU
FEST SS EN E
Com excepção da taxa para o Dólar dos Estados Unidos da América, observou-se um aumento das taxas de juro
nominais em 2007, comparativamente à 2006, nas principais
praças financeiras mundiais. Assim, enquanto que a taxa
Libor* de seis meses para o Dólar dos Estados Unidos da
América se manteve o nível de 5,3% ao ano, à mesma taxa
para o Iene japonês subiu de 0,4% para 0,9% e a taxa Libor
de três meses para o Euro aumentou de 3,1% para 4,3%, Às
preocupações com eventual recessão nos E.U.A. levam a
projectar uma redução da taxa para 3,2%, em 2008 e 3,1%,
em 2009. Na Zona Euro, a taxa tenderá a subir para 4,8%,
em 2008, devendo depois reduzir-se para 4,2%, em 2009,
reflectindo as preocupações iniciais com a inflação do Banco
Central Europeu e n necessidade de estimular à economia
afectada pela crise financeira; já em relação ao Tene, esperam-se também aumentos para 1,0% e 1,2%, respectivamente
em 2008 e 2069 (cf. o gráfico 1),
O desempenho do comércio internacional mostra-se
correlacionado com o desempenho do crescimento mundial.
É ussim que o uumento do volume dus Wocas conterciais
mundiais diminuiu de 9,9%, em 2006, para 7,2%, em 2097.
E espera-se que em 2008 tal aumento se situe em apenas
4,9% e em 2009 em apenas 4,1%, Entretanto, embora a tendência seja, de um mado geral, a mesma para os países
desenvolvidos e para os países emergentes e em desenvolvimento, as taxas de crescimento do comércio internacional
nesses últimos países é, entretanto superior.
RO DE 2008 4563
Em 2007, o preça médio do petróleo bruto aumentou
cerca de 10,7% em comparação com 2006, situando-se
em US$ 71,13 por barril. Ávalia-se que em 2008 o aumento
será da ordem dos 50,8%, o que colocará o barril nos
US$ 107,25. As projecções para 2009 indicavam que o nível
de preço médio deverá ser de US$ 100,50 por barril, o que
representará uma redução na ordem dos 6,2%,
O aumento substancial que se antevê para 2008 tem
como factor subjacente o forte crescimento das economias
emergentes é em desenvolvimento. Com o significativo
abrandamento do ritmo de crescimento mundial que se prevê
para 2009, o preço do petrólea bruto deverá recuar,
16, À evolução da economia mundial que se antecipa
deverá traduzir-se, para a economia doméstica, eventualmente, num menor preço de exportação para o petróleo bruto
nacional, menores disponibilidades de fontes de financia-
TIDto Extémo é o seu encarecimento; os preços de importa
ção, entretanto, poderão mostrar-se mais moderados,
HH. Evolução recente e quadro actual da situação
macroeconómica e flnanceira Interna:
Estima-se que o Produto Interno Bruto a preços de
merçado (PIB) tenha aumentado, de 2006 a 2007, à preços
constantes, em cerca de 23,3%, O sector petrolífera, cuja
produção total anual de petróleo bruto atingiu os 618,9
milhões de barris (equivalontes a cerca de 1695,6 mil
barrisídia), cresceu a uma taxa de 20,4%, enquanto que o
sector não petrolífero cresceu cerca de 25,7% .. Entre os sectores mais dinâmicos do sector não petrolífero destacaram-
-se à construção, com uma taxa de crescimento real de
37,1%, a indústria transformadora. com 32,6%, e a agricultura, com 27,4%,
Para o ano de 2008, as projecções indicam que o Produto Interno Bruto a preços de mercado (PIB) deverá crescer
a uma taxa real de 15,6%, sendo a taxa de crescimento do
sector petrolilero de 11,7% e à do sector não perrolifero de
20,5%. Esse desempenho equivale, em comparação com o
uno de 2067, « um abrandamento de 7,7 pontos percentuais
(cf. o quadro 2).
11 London Iimer-Bank Oftencd Rate (10x de Juros, interbancária no mercado
Timanceiro de Londres),
9 Preço médio das ramos Brent, Dubas e WTL.
QUADRO 2 tarão à contribuição da agricultura, pecuária e pescas, em
Produto Interno Bruto 2006-2008 05 pontos percentuais e da indústria transformadora em
1,3 pontos percentuais.
REEF DO
Estimativa | Estimativa | Frojecção
14, Avalia-se assim que a taxa de desemprego se situava,
Froduto fnierno Bruto (PIB) « preços no final de 2007, em aproximadamente 22,5%.
correntes de mercado:
(milhães de Kwanzos) .. 110.| 29503] 46377 5400 15. A nível dos preços (ver o gráfico 2), a inflação acu-
Taxa de crescimento real (preços de Pp ã, Preços Consumi
ma amberbor) (6) e iu 6 23 155 mulada anval, medida pe to Índice de so umidor
da Cidade de Luanda, foi, em 2007, de 11,8%, o que repre-
Sector petiollemo 1. ue ee ee 19,1 na na e
Secior náo petralífro .. 11606 257 237 205| sentou uma redução ligeira de cerca de 0,4 pontos percentuais em relação a 2006. Avalia-se que no final de 2008 ela
Composição (%)., 10111 cas 100 100,5 108,5 ha a estar próxima dos 13%.
Agricultura, pecuária e pescas 1... 73 77 a2
Indietiia extractiva 1.111.000 sso0 576 se -
bruto 6 gás s57 ss 583 16. À forte expansão dos meios de pagamento (49,1%
: TETE OS ' para o M3, 38,7% para o M2 e 49,8% para o ME), associado
TNamantes e quiras extractivas ,., ... 22 18 2 . .
TIndiatria transfarmáddora . .. 1... ss sã est à factores de índole estrutura! — que influenciaram negati-
Energia eléctrica ue oie o] o UI] vamenteaofertade bens e serviços — hem coma à inflação
Serve eercant memrmenmmeao Do js sá importada, que decorre da crescente depreciação do délar
DUO uu cnc car cn as FÉ) 72 6.) americano e do aumento do preço dos alimentos, terão pre-
Fanta: Ministério do Fisseamento, INE é estimativas do GERENMiintério das — VELO UMa Mais pronunciada descida da taxa de inflação,
Finanças. assim como estão na base da tendência para a ligeira subida
ao longo do ano de 2008, que colocou a inflação homóloga
13, Com esse cenário, o sector petrolífero deverá vera — em 12,8%, em Agosto. Entre Dezembro de 2007 e Julho de
ua contribuição no Produto Interno Bruto (PIB) aumentar — 2008,08 meios de pagamento aumentaram em 47,7%, 35,6%
em 2,5 pontos percentuais, para 58,3%. Mas também aumen- — € 38,1%, respectivamente para M3, M2 e MI.
GRÁFICO 2
Comportamento das taxas de inflação homóloga e média
Dezembro 2006 — Setembro 2008
FE
” : |
E mm mM ]
| N
nn
ua
un
10,5
Dez- Jur Fov- Mas Abr Mel Jun Jul Ago Sei Qui Nav. Dez Jan Fev Mer Abe Mal Jo Jul Ago Set
D O NM 0 0 7 07 O 0 O 60 0 0 OM 0 08 OR OB 08 08 08 O
Fonte de dados: Iatrítuto Necionel de Estatística (INE).
O aumento dos meios de pagamento, em 2007, resultou
do aumento dos Activos Externos Líquidos (AEL), em cerca
de 14,9%, « dos Activos Internos Líquidos (AL), em cerca de
102,8%, O aumento dos Activos Externos Líquidos (AEL)
decorreu do aumento das reservas cambiais em cerca de 37,4%,
pera cerca de USD 11 191 milhões; o aumento dos Activos
Internos Líquidos (ATL) foi consequência do aumento do Crédito Interno Líquido em cerca de 151,3%. Entre Dezembro
de 2607 e Tulho de 2008, os Activos Externos Líquidos (AEL)
aumentaram em 42,7% -— com as reservas cambiais a aumentarem em cerca de USD 5,3 mil milhões, enquanto que os
Activos Internos Líquidos (AIL) aumentaram em 720,2% —
tom o crédito à economia a aumentar em 35,1%.
Do farte aumento dos meios de pasamento veríficou-
-se um aumento substancial dos Títulos do Banco Central
(TBC) de cerca de 94%, com as taxas de juro a registarem
também aumentos: a taxa de juro para os Títuios do Banço Central (TBO) de 91 dias passou de 6,33%, em Dezembro — de
2006, para 14 59%, em Dezembro de 2607, Em Setembro de
2008 tal taxa situava-se em 14,94%,
Entretanto, à Taxa de Redesconto aumentou, progressivamente, de 14%, no final de 2006, para 19,57%, em Dezembro de 2007, aível em que permanecia até Setembro de 2008.
À composição da exigibilidade das reservas obrigatórias também sofreu alteração, passando à ser exigidas integralmente em
moeda nacional — quando antes 50% deveriam ser cobertas
em moeda estrangeira — apesar do seu coeficiente se ter mantido inalterado em 15%,
No que respeita às finanças públicas, as receitas fiscais
totais corresponderam, em 2007, a 45,8% do Produto Intermo
Bruto a preços de mercado (PIB) o que equivale a mais 3,6 pontos percentuais que em 2006, Por seu lino, as despesas fiscais
totais corresponderam à cerca de 34,4% do Produto Interno
Bruto (PIB), mais 2,1 pontos percentuais que em 2006, Assim,
o saldo global na áptica de compromisso das contas das
administrações públicas foi estimado como um excedente de
Kz: 525,1 mil milhões e equivalente à 11,3% do Produto
Interno Bruto (PIB), o que corresponde a uma melhoria, em
comparação com 2006, de 1,4 pontos percentuais. Considerando à acumulação de atrasados da ordem dos Kz' 132,8 mi!
milhões, equivalentes 2 2 9% do Produto Taterso Dito (PIB),
o saldo de caixa foi calculado como um excedente de cerca de
Kz: 658,0 milhões, o que equivale a 14,2% do Produto Interno
Bruto (PIB).
No sector externo, 6 saldo da conta corrente da balança
de. pagamentos reduziv-se de um excedente equivalente a
21,6% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2006, para um
excedente de 15,5% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2007,
RO DE 2008 4565
Esse facto é decorrente, tanto de um aumento das importações
(55,6%) superior ao das exportações (39,3%), como, o sobretudo, da degradação do défice da conta de serviços em 1.04 6%,
Tendo em conta o saldo da conta de capitais e financeira que
apresentou com um défice de cerca de USD 5,8 mil milhões, a
variação das reservas cambiais foi de cerça de USD 3,05 mil
milhões, para um stock de USD 11,2 mil milhões, equivalentes a cerca de 5,| meses de importações de bens é serviços não
factociais,
O stock da dívida externa do Prís aumentou de cerca de
USD 7594,8 milhões, em 2006, para USD 98665,2 milhões, em
2007, o que equivale a um aumento de 15,3% para 16,2% do
Produto Interno Bruto (PIB).
23, À taxa de câmbio do Kwanza em relação ao dótar dos
Estados Unidos da América que em 2006 sofreu uma apreciação nominal de 6,5% e real de 16,4%, registou uma estabilidade, em termos nominais, em toono dos Kz: 75,02/U8D, entre
Dezembro de 20607 e Agosto de 2008. Com isso a sua apreciação real esteve muito próxima da taxa de inflação acumulada
nesse periodo que é de 78%.
Desempenho das finanças do Estado nas anos de
2006 e 2007 e perspectivas para o ano de 2008:
74, As receitas fiscais totais representaram, em 2007, 45,85%
do Produto Interno Bruto (PIB), o que correspondeu a um
aumento de 3,6 pontos percentuais comparativamente à 2006;
quanto às despesas fiscais totais, elas representaram 34,5% do
Froduto Interno Bruto (PIB), em 2007, e 32 3% , em 2006. Com
isso, o saldo orçamental global, na óptica de compromisso
melhorou de um excedente de 9,9% do Produto Interno Bruto
(PIB), em 2006, para um excedente de 11,3% do Produto
Interno Bruto (PIB) (cf. o quadro 3).
25, Com esse desempenha, notou-se uma melhoria da taxá
efectiva detributação, tanto das receitas petrolíferas, como das
TeCeitas não petrolíferas, as quais aumentaram em 3,4 e 1,t pontos percentuais do Produto Interno Bruto (PIB), respectivamente. Do lado da despesa, a despesa corrente apresentou um
aumento de 2,2 pontos percentuais do Produto Interno Bruto
(FIB), enquanto que a despesa de capital teve um aumento de
06 pontos percentaais do Produto Tnterno Biuto (PES).
Dado 6 comportamento do saldo orçamental global e
consideradas as operações financeiras efectuadas, o stock da
dívida extema do Estado aumentou de cerca de USD 6,45 mil
milhões, em 2006, para cerça de USD 8,33 mil milhões, em
2007. Tal representou, em termos de rácio do Produto Interno
Bruto (PIB), a uma variação de um stock equivalente a 13,1%
para 13 8% do Produto Interno Bruto (PIB).
QUADRO 3
Balanço fiscal 2006-2008
MIL nlhOes de ka ae:
Exec.
Dele AMpOStos uu cair rn ca cas see das due ras nes ne anos 15895 28528
1 IE, PEBONTEIOS 100 00 co cu na see ame cem us dm ne sua des ums sue ces LISA 17220
64. Dos quais: diteltos dá COMCESRIONÁSIO c1ul 100 06 ce cas cacos 5274 45,2
2. No petrolíferos 1100 10 ns a mo nm ne nn nn nn nen cos 2329 3308
| 1.2.1. Impostos sobre rendimentos, lucmas e ganhos de capital! .. 2. 82,5 1203
1.2 2, Impostos sobre folha do salários e força de tmbalha LE oo
123, Impostos sobre PIPpiedades nu 10 11 e ec re secas 12 1%
124, Impostos soliere bens € Serviços: 111100 co cc car co 670 915
1.2.5, Impostos sobre trunsacções e comércio internacional ..-.. ... 582 78
71246 Duiros Impostos 1. 110 110 210 0a cre une can ca nes str ea aan ara Kir ass
2, Contribuições SOCIaiS . 110 000 010 10 cn ne cem mms see res rr mea com 6,7 482
3, DOações 1-1 cce asa are nro na nas ne nas en ne ee ven nor os 23
LA. Outras MCESIEAS 2111110 ua e ane ca an sms nes cas ves mms au aan aos as 21A
E. Despesas COMES 1110011 vno co cas co ema nan nr ane rs men cos B52:4 10682
1.0. Remuneração dos CMPpregados 1.º um ee ie ce ces me nn nr coa 313 345
4), VENÇimentoS -.. 100 010 cn o nas ca er na ane caes rea neces 71995 IR
112, Contribuições SOCIais col 100 neo ne sr ao cos cos co nas are cas 23 167
21,2. Benscserviços | conciso 0a me nus nos ane qua ane aut cremes 084 3438
21L3LUTOS 11 ae ce ras nano eme nn nus nes mes dam an uno au nda auras 53 sos
1.3.1. EXMOS: fole ee nas cem nar ee ves per een con too cos 402 34.7
FIAZÊMEMOS 10 oo oo ces nas era nn nem me eee cena ana nr aa 19.1 163
14. Transferências COMENTES 1+6 ue e ne nes no mes eee mn ca aa era 17593 3089
ZA Subs 110100 00 0 as ee ar cn nua eme ns ecos no co 1274 2189
TAL3 Presições SOCIABS Luis cuco cresce nn rca 470 sa
214,4, Dutras despesas Jul 100 100 21. e na ue er ee cms eee 49 6
Aquisição de activos não Financeiros 1.1 uu ce e ese re 4360 5313
Saldo CONente Luce ee sra ooo oo co aaa eme eee sis 10565
Saldo plobal (CRNpronalesD) -.. 16. ua er ooo oo 2396:7 ses]
Variação de stresados à. 10 ce e sn ce ooo D5A 1RÊ
IJLTOMMOS uu ca a ee ame nt me incas car esa rear us 2953 mê
IJIEXMEOAAN cinco co cas err aee fuR nad ue aa recentes 235 23D
Sekbo global (CAIXA) (1 ll sas eme 123 6580
Fimumcianmento lquérdo 1... 10 eres eee ea ms -1303 “SB
41,1. Financiamento interno (LQUidO) co e sarro NUA 50
A1IBaneos 11 cane a cane ea oc ara meme PA sso
412 QUIDS cuco cce e re nen snes rar e btá 1518
2 Financiamento extemao (Mquido) 1. 0. ces o e ns 14, 30
ATILACUVOS quan e a o ans nar ua srs oo do
422 DL VASSINOS cu ca e cs eres es css a erre enero Mm a8O
422,1. Empréstimos líquidos TecehiRO o. 1. 0 cce ces ce 114,7 355
432] Desembolsos 61 ue e es cos entr aa ceras 223 125,1
32.1.] 1, Empréstimos fIanceiroa cf... 10. ul ooo ae 765 —
423112 Linhus de crédeio: coco one ce e ee o 1858 1240
ATO, BIOJOCHOS 1 css ac ca co cs nn race eme res [3X ul
A4TIIJADEOA uu ns a eo cso o ee cre aa re en cr cres — —
422139. AMONiTaÇÕes 11.110 110 re ua res ce mes eee met cure rm crer res ANH6 Ro6
1222 Outras emas sPAmaf . 1a > mec ra nn 25
4 122) Atrasbdos de HnaNCIANREMOS cce mec —= 25
42327. Outros YAlOReA 0. 000 rea er ma care eee em cessa cma -— —
DISCrepâmCias o. 100 10 co cn ame me eo camera I1M3 no
Memo:
Inflação (Md. o o caem er ooo sono cn ca e eres RnR2 na 130
Tuxa de câmbio mediu (KZUSD) .. uu ecc AO 50 TASA 7
Produção de pernáleo bruto (milhões de [2514 11) RRPRRRAA sI45 198 693,6
Prego de petróleo Bruto (USDfbarrild, cu 11 0 ee see f137 TORO GA)
PIB (mil milhões de kwanzZat) 0110000 10 so cc AAA 46377 G403A
o are o)
=
Pral. Exec. Exec. Prof.
IA 422 Li): 48,8
30339 KR. ).) aos Ts
25582 338 37, 40,5
14377 1532 2 2A
438,7 6D TI [2
1638 21 26 26
DO oo oo [UE
26 op Do [12
180 7 20 1BÊ
858 [5] 17 I3
45,5 o oa Io
so Vs ID os
21 ne oo oo
so os os 9,7
2501)? ns 3248 330
16008 214 2380 Est
3,7 78 79 EF
S670 TS 75 [EX
23,7 03 vA o
4576 77 74 Tl
1565 [E] 1 62
154 to o7 oz
o2 93 [X:) LUX
5388 45 47 aa
424,4 32 47 6
oo op op oo
RIA LEA E) 13
331 o 95 UA)
899,0 109 us 140
1520 20,5 2, 29R
1599) nº 28 29
[22 EX) ua ”
6311 EX us 98
ri?) 7 28 12
esaA 7A 24 1)
E o.7 os [UU
Eil2) ER) 142 ui
TODA 33 2 -)1
638 +e -1so -12.
AB É -103 LE no
652 15 -162 1
540 29 ns nos
no oo oo on
549 28 ns 0a
29 [5 1a
713 66 27 1
ni 19 Ho oo
713 47 2? 11
oo no no oo
os oo oo os
6a Ba E) EU)
[EX no DE no
us no UI uUL
— co na -—-
us 24 LUZ [LU
Às projecções para 2008 indicam que o saldo orçamen-
15] global na óptica de compromisso deverá corresponder à
cerca de 9,8% do Produto Interno Bruto (PIB), o que decorrerá
de receitas fiscais totais de 48,8% do Produto Interno Bruto
(PIB) e despesas fiscais totais de 39,0% do Produto Interno
Bruto (PIB). Desse cenário, e consideradas as operações fina
ceiras, o endividamento externo do Estado aumentará para
cerca de USD 9,1 mi! milhões, reduzindo-se, entretanto, como
rácio do Produto Interno Bruto (PIB) para verca de 10,4%.
GRÁFICO 3
Evolução da composição funcional da despesa
2006-2008
“..
ad
” a 1
EH
FM ES À É É RE
LI AO | | EO no e
MNINSSNRSSNRERNNERA NR
el | NENSSIBESINRHNNA [TE
mINABmaNtmalimeNtmeNi:
ExXCESIA EEE na
PE so RS RS E CR RS NO ECA
"E Cs E Etr 2 RA EN E AE Ci
[22 Nr O E. A
Do ponto de vista da composição da despesa, nos anos
de 2006 e 2007 a proporção Ja despesa social foi a maior com
8 e 35,6%, respectivamente. E antecipa-se que ela será também a maior em 2008, com 34,3%, uma redução ligeira de
| 3 pontos percentuais. Projecta-se também uma redução, em
2008, para à proporção das despésas com o sector económico
e 05 encargos financeiros, a favor das despesas com à admínistração e a defesa, segurança e ordem pública, o que será consequência do impacto das despesas com à realização das
eleições legislativas.
TY. Política Orçamental e Orçamento Geral do Estado
de 2009:
4,]. Enquadramento Geral
2O, À peliuva umgçanrental a nv seguida no atá de 24) ts1)
o seu enquadramento geral nos objectivos globais de Plano
Nacional de 20X8 que no geral se podem resumir como sendo:
Crescimento económico acelerado e sustentável:
Aumento do emprego e dos rendimentos;
Recuperação e construção das infra-estrunias:
R%O DE 2008 4567
Melhoria dus condições de vídu da população; e
Reformus do Estado.
Assim, o quadro macroeconómico sebjacente à
Programação orçamental! do ono de 2009 é 6
sesuinte:
QUADRO 4
Quadro macroeconômico
z007 | 20%
coeso ER
Influção global amual 1.1.1 100 see o | IA] 1300 100
Produção pelrolíferu anval (milhões de barris | 619.8] 693,5) 799,7
Preço ódio de exportação do petróleo bruto (USD 72.40] 4350) 550
Prixtuta Intérno Bruto:
Valor nominal (mil milhões de kwanzas) ... /4637,7[6 4130/58 7960
Tuna de erascimento real 1%)... o. 20.2... | 233 1536 il%
Sector perrolifero 11 cce cre een o || 20] N7 EX)
Secrior não petrollfero 1. clic | 25,7 25| 152
À Política e as Medidas de Política Orçamental
A política orçamental do Governo terá, em 2008. os
seguintes eixos principais;
sustentabilidade da despesa pública:
&) racionalização da despesa pública:
€) melhoria da eficiência do sector público e da eficócia da despesa pública; €
melhoria da arrecadação fiscal.
À sustentabilidade da despesa pública toma em consideração a necessidade do Governo finançiar-se u» um nível
adequado que não comprometa a realização das funções
básicas do Estado, mas sem gerar pressões inflacionistas.
Assim, dado que a receita petrolífera constitui cerça de 80%
das receitas fiscais, assume-se um preço de exportação conscrvador e, com ele, avaliam-se us necessidades de financiamento e se estabelece o nivel de endividamento. Com isso,
procura gurantir-se o financiamento integral das despesus
mrçamentadas e limilar-se o défice orçamental em níveis sustentáveis. E nesse processo, há também a monitorização do
nivel de défice fiscal corrente não perroléfero, pois é necessário assegurar que a expansão da despesa pública, mesmo
quando coberta com receitas fiscais petrolíferas, tenha um
reduzido impacto na geração de tensões inflaciontstas.
33, A racionalização das despesas públicas incluí v abandono de acções — programas, projectos e actividades — que
não concorrem para à realização dos objectivos do Governo,
bem como a revisão dos subsídios e o saneamento financeiro
e reestruturação do sector empresarial público.
Quanto à melhoria da eficiência do sector público e da
eficácia da despesa pública, as acções centrar-se-ão numa
adequada identificação, preparação e selecção de projectos
públicos — incluindo 03 de investimento — , na aplicação
abrangente das normas sobre aquisições e contratação públicas, que privilegiam o concurso público, e na dinamização
das acções de controlo interno na aplicação dos recursos.
No domínio da melhoria da arrecadação fiscal, as
acções de melhoria da cobertura territorial e dos instrumentos de gestão da administração tributária terão continuidade.
Serão ainda implementadas medidas de ajustamento de
alguns impostos e taxas, de raodo à torná-los mais eficientes, antes mesmo da implementação das medidas abrangentes da reforma tributária, De igual moda, serão adequados os
benefícios fiscais ao investimento produtiva ná perspectiva
de um melhor equilíbrio entre à necessidade de incentivar a
produção interna e a de arrecadação fiscal.
Em termos específicos, há a destacar às seguintes
niedidas:
institucionalização e regulamentação do Fundo de
Reserva do Tesouro Nacional;
elaboração de um estudo para à eventual conçessão de
subsídios directos aos produtores industriais que
revelurem capacidade de satisfação de alguma
procura interna com produção doméstica de produtos concorrentes com ns importados:
redefinição da política de subsídios directos aos consumidores e para as actividades económicas produtivas aplicáveis aos combustíveis e às tarifus
de ápua, de electricidade e dos transportes públicos;
ajustamento dos vencimentos da função pública de
ucordo com a inflação esperada;
aprovação de um novo Sistema Nacional de Preços «
do regime de preços de bens € serviços;
conclusão do trubalho de regulamentação das aquisições é contratação públicas, com à sistematização da legislação em vigor, de modo a institucio-
nulizar a obrigatoriedade de realização de concursos públicos ou a consulta à pelo menos três
fornecedores para as aquisições e contratação
pelos organismos do Estado, bem como a documentação da observância desse procedimento
para verificação pelos órgãos de controlo interno
ec extemo;
apresentação e início da implementação de um programa de saneamento financeiro e reestruturação
das empresas públicas estrutégicas e dos sectores que constituem reserva do Estado, com vista
a melhorar a monitorização do seu desempenho;
recadastramento dos funcionários públicos (incluindo
professores, enfermeiros e trabalhadores afins),
dos policiais, dos militares e dos beneficiários
das pensões e assistidos pelo Instituto Nacional
de Segurança Social, serviços de Antigos Combatentes e Veteranos de Guerra e Caixa de Segurança Social das Forças Armadas Angolanas;
aprovação do Plano de Reforma Fiscal e o respectivo
Programa executivo para 2009;
revisão da Lei dos Incentivos ao [Investimento Privado;
implementação de acções de modernização e simplificação do Imposto de Selo e de revisão dos
Impostos Industrial e de Rendimento do Trabalho;
aprovação & implementação da imposição de uma
sobretaxa sobre o tabaco e bebidas alcoólicas
como uma das fontes de financiamento da política nacional da juventude: e
enquadramento Fiscal para 05 seguros e fundos de pensões inseridos no projecto do Código Fiscal.
3. O Orçamento:
O Orçamento Geral do Estado (OGE) 2009 tem
receitas fiscais projectadas em cerca de Kz: 2393 ,2 mil milhães e despesas fiscais fixadas em cerca de Kz: 2842,0 mil
milhões, correspondendo, respectivamente, 2 41,39% e 49)
do PIB. Com isso, o saldo orçamental! global apurado e de
Kz: 448,8 mil milhões (USD 5983,5 milhões) negativos,
equivalente a um défice de 7,7% do Produto Interno Bruto
(PIB). Dada uma redução de atrasados calculada em cerca de
Kz: 4,5 mil milhões (USD 60 milhões). o saldo de caixa
esperado é de Kz: 453,3 mil milhões (USD 6043,5 milhões)
negativos (ef. o quadro 3).
QU.
Balanço orça
J.ROCAAA Lulu cs es a e as areas ces aan eo
| LL. Dos quais: Dircitos da concessionária 11.100. 00 oo
LIZ Nãopeirolíferos cuca ane e eee
1.2.1. Tmpostos sobee rendimentos, lucros e gonhos de capital...
1.2.2. Impostos sobre folha de salários e força de trabalho — 1...
1 2,4, Impostos sobre bem e serviços 11010110 ee a ceras
25, [Impostos sobre transacções e comércio mruemecional LL.
Contribuições SOC 11011 rare as es ns rare ooo
Ouiras TECSUAS cul rs es es aro oo ces cor tr ara rca aee
1.1. Vencimentos 2º 110 0060 0600 ne neces na nm na nar ra re rem cera
1 4. Transferências COOTEODES -.) 1.0 100000 cr eae is nro rm rr rm
DIAL SUDSIOS 110 006 ne e ame ne eee ne eme nor ur emo nona coa
1.4.4, Outras despesas 1110 01 e eres cos on ae so no
22, Aquitição de activos OO financeiros | .1l cl cl ee nen cos
Saldo corrente sem doações. Luli eee eee
Sakio global (compromisso) 1. cuco ces eee
Varfação de remendos . cul cuco ea
Sakdo global (CRI) —. 0 cuca eres re ee eras
4 1. Financiamento intesno (IRUIdo 1. ce ae eis e ese
ALTILBALICOS Jun ms coca coa ata e ee eva ara pre cas sem eme ces
ATOSOOMOS 1 aus ne ea eee er mes eme a pa ares e rear
Financiamento extermo GIquido) 1.12 10 100 e e ane cana
21 AGUVOS Jur crer re re e es eme ensr ver cmar rar res
PASSIVOS 1o0 o o e eee rar ar ua an res re res entorno ce
4,221. Empréstimos liquidos recebidos 00 le e cen
4,2 2.1.1. DEFemboltos 111 11 cre es rr ca cce eae re ane eos
4,2.2.1.4.1. Empréstimos finanmeiros cf. 01 11 e oe ce ce ce
21.12, Linhas de OMÉIO claras a eee a nc
422 1.03 PROJRCIOS 110 e ce re roca us eee crer
ATT] 14 Oui
1,2 212. AMONIZAÇÕES: 10 10 ses car ca ane srt enarer
43223. Ouras contas 2 DAgar 1 1114 ca res emeceeces eee
42221. Atrmsados de finaeiamentos 1 ce ce ese e 6 ee
49277. Oos valores uu le cce rs aaa aee cesar
Memo:
Tnfagão (RO): cu e cnc eres mes o e TB
Taxa de câmbio média (K2USD) 1J 0 cc ces a e 7658
Produção de petróleo bruto Cmullies de barmind 1.1. 1. 2. 1 69
Preço de getcóleo bruto (USENAmil 0. 1. 0 eo o TU
PIB (mil mllhões de kwanzasd 10 10 1000 e ee 2 9687
RO DE 2008 4569
ADRO 5
mental 2007-2609
CITE EST SCI A
2NE-JESES
Ex. Prof. Frog-
214,7 3129 23931 458 4a 413
20528 30399 233932 443 3 403
17220 2592 [8612 37,1 405 32,1
452 1437,7 238 182 DA 142
330,8 457 472.1 71 sas EX
13 1638 1638 264 26 28
no oo 0 oo oo Do
18 26 24 oo so on
915 186 199,1 20 1% 24
TB B5A 1154 1,7 13 22
285 55 4413 os 10 07
482 530 279 10 os os
23 FS UT oo oo op
214 439 1a os 97 05
15995 2 50L;7 282A 34,5 3) so
10682 160R 17138 20 250 295
3645 590,7 7563 78 92 10
2478 5670 7148 75 (5. 123
16,7 27 415 oa oA 0,7
29439 4575 562,1 7a 7 97
Ns 156 574 11 02 18
nº 154 450 07 02 DE
163 o2 124 DA os o2
3088 SIBR 3382 67 BA Es
219,9 44 230,9 417 66 4o
oo ao oo 90 op oo
[SEA BIA nNP1 4 13 16
245 33,1 146 os os os
5313 59 D 1128) us 140 19,5
10542 1880 678,7 227 ns 1,7
1856,5 15501 67993 ns 2a 17
52o K352) A9A us FZ FB
525,1 [RA Has us 5º 7
1328 TR nas 28 12 11
6 684 4,5 2A 11 4,
230 98 oo [5% 0,1 oo
658,9 Ei) 453,3 412 ER -TR
SA -7090 453,3 -14,2 -u.i Tê
ses, -1639 122,7 -50 121 21
558 986 Un 12 o ou
15H 453 122,7 -162 o a
80 Ho 330.6 os LX 5,7
ou oo vo oo oo oo
388 soe 3306 UU os 3?
355 as 30% DES 095 57
PSA TI 480,2 27 UE | LX)
oo os Do Go 00
LES) 71A 4798 2,7 11 EX
14 os A no oo no
[1 os LE ns A UT)
89,6 -l6A4 495 -1o 13 25
25 oo o) GG on no
2s os no GI on os
- -—- — oo — —
130 LX
75 -—
36 739,7
50 ss)
430 57960
Em termos brutos, às operações financeiras previstas — amortização da dívida), ela distribui-se em 60,3% de despe-
— venda e aquisição de activos, amortização da dívida — sas correntes e 39,7% de despesas de capital. À despesa com
interna e externa — que deverão gerar um fluxo líquido — vencimentos corresponde a 25,2% do total, enquanto que à
positivo equivalente ao saldo negativo de caixa, serão as despesa com subsídios é de 8,1% do tata]
seguintes: ' À
activas: 40. No seu conjunto, a receita fiscal total apresenta nma
redução, em termos reais, de 9,4%, em comparação com a
venda de activos mais amortização de emprés- — execução cfectiva de 2007. Tal redução se deve, sobretudo, à
timos concedidos: Kz: 2779,0 milhões redução do montante de impostos petrolíferos, em decorrên-
(USD 36,3 milhões); s . ;
fundamentalmente, d. ão de médio de
saldos de exercícios anteriores: Kz: 2.8 milhões — A naimente, da assumpção de um preço médio e
(USD 38 000,00); exportação menor, pois os impostos não petrolíferos deverão
desembolsos de financiamentos internos; SUTMentar em 14,8%,
Kz: 300,0 mil milhões (USD 4 000,0 milhões); e 41. Quanto à despesa orçamental total, ela deverá aumendesembolsos de financiamentos externos; (ar,em termos reais e comparativamente à execução efectiva
Kz: 480,2 mil milhões (USD 6402,3 milhões); de 2007, em cerca de 42,9%, sendo que o aumento da desb) passivas: pesas corrente é de 29 0%, enquanto o da despesa de capital
é de 70,9%.
concessão de financiamento e outras aplicações financeiras: Kz: 126,5 mil milhões 42 Com base nos fluxos !íquidos, o endividamento externo
(USD Seo Aa de do Governo deverá aumentar em cerca de USD 4 407,9 milhões,
amortização vida interna mais redução de atra- same 2
sados: Kz: 58.0 mil mi (USD 774,0 mi- para USD 13 492,6 milhões, o que equivalerá a 17,5% do
lhões); e Produto Interno Bruto (PIB).
amortização da dívida exterma: Kz:149,6 mil
milhões (USD 1994 4 milhões). 43. Quanto à distribuição funcional da despesa total
orçamentada (gráfico 4), o sector social, com 34,65% da des-
À recetta fiscal total! (exclui financiamentos) está — pesa total, contínua a beneficiar da maior porção, sesuíndorepartida entre 77,8% de petrolíferas e 222% de nío perro- — -se-lhe 4 administração (serviços púbicos gerais), com
líferas. No que diz respeito à despesa orçamental total (exclui — 28,9%,e o sector económico, com 14,7%.
GRÁFICO 4
Evolução da distribuição funcional da despesa, 2007-2009
Lo
al LIDA
1 o
| NENSMANEM [1
. Def Sector Secto E
. = fesa, E Fr ncargos
m2007 | 5 | 24 | 306 |
NE E O ECT O IR OO ll CS
jo 2009 [389 | as | 38 | as7 | s3 |
44, Em termos de fluxos financeiros, as origens e aplicações de recursos (quadro 6) estão calculados em cerca de
Kz: 3176,1 mil milhões (cerca de USD 42 343 4 milhões),
QUA
Fluxos financeiros do Orçam
1 Origens (LIHLZHALIFIALS) ll cs oa
1] IMPORtoS 1 uno oras nerve ee e ves care ape ar eee cer
11] | Petrollferos Jules eres rar ra can cn cerecre
1.0.].1] Dos quais: receita da concessionária 101.0 ea
62 [| Não petrolíferas Ju 101 ses res eos res er e careca
14 [| Oulrás Feêceilas uu 1 1 a os e e a ns ee nen
12 Amortização de empréstinoes ComCedidos 6 au... ce es
13 Venda de BCIliTOS | Lilo ns ee ee ee nrr eee cre e
14 Financiamentos 11 e ue eee os rr cane ecra re ce
JA] O [ TMUOS uu es eme rena oo ros ter ro era era eso cen ooo
14,12 | Durros (inclui atrasados) lu ne ne ne ne ns ee ne
142 | Desembolsosextermos 2111 rc cr cam car o cer rr
1421 | Empréstimos financeiros cc cn ne e ee es res re ee
14,22 | Linhas de CRêdito CE DTDjemtos ecc e sas rr eo
1423 | Outros (incluí perdão e reescalonamento) 11000002
15 Reservas CO dESQUMO | Jus cos co ce en
FA Aplicações (2,142. 247 ,342. 4432 5+2642T)L 1 o oo
21 Remuneração doe empregados Jc. ca]
211 Vencimentos 111 eu cce ve va aee poa pas eae na pro aus eme ces
12 [Conmtibuições SOCLAES Lil nn nes res res ene e cooc
22 Uso de bems E BOrVbÇoS cual cl pe ns eres en a cone
23 JUDO Lo un e as ren nono to ne rms ame e nas an
231 EXTETTOS 110 co cc ca sa co sea sas ne an ns rear eno no
24 Traosferências oc 10 00 10. cc a amar a ear eee ee
ZA | SUbSOS Lulas cr re nas ce e ne ra eos eva oo
242 DAOIÇÕES o es meo eee rr cas no ce cno ar aca res eme ces
243 Prescações SOCIAIS à +10 eme rea ro co eos nos nes cas tre ea
244 DURAR o rr ces coo ce ara ana cr e us nas ee une rea aa
25 Aquisição de acilros não Hnancelros Ciaclul investinientos)
24 Qutras aplicações GANCHÁTAS 6. 10 10 se |
4 Concessão de Empeéstimoô8 111011000 ue ee ie e re eee mano
262 | Outrasaplicações 11 0 ls es eee ee ro
a? Aranrilzação da dívida
ITAI | Tituldda cueca eco ee ne ee ra ea ee en em ae
2713 [AMasBdoOS ques veio cos o cessa era rear eres
28 Reservas do fesouio 2. 101.0 0a ee e ce ea
m Saldo (E TD ua ae e e nn e e eee mes re era
RO DE 2008 4571
.DRO 6
ento Geral do Estado 2007-2009
2007 2008 2008
Executado Projecto Programa
2512944 0/9020,59)] 3Iasun7TOTISL3I62| 3176126860 ODLDO
2124 6659THABIIA9| 2132864402 745A7 2393220336 521,04
2052761 49/ 67801) 30339010267LI.13/ 233324339) 019,00
1TRAYSIISÓRIIOO| 298276093 90IDI| | 861 169374250/00
BISA TEA INODO| [437742 26044628] — 823796280 450,00
330 807 534 844 75 435674932 810.12] — 472 074 016 669,00
43 194975 480,62 53014473 028,68 27 879 827 012,00
2772507 438.65 2.089 520 247,14 679 247 636 00
21437 004 22761 43 859 382 758,52 31 417 970 856,00
5,00 7 600 000,50
1162 607 559,00 1 134 591 204,00 2721 404 266,00
397 AS 491 641,70 314 912281 57945) — 78017AGISSS7ÃO
269 539 717 447.36 TU7 667732 16823] — 300000 000 COD,ON
133 500 000 000,00 O) 300 000 000 O00 0O
136039 717 447 36 242 669 232 168,23
127 575714 194,34 7TEIGIOAIAI122| — 4R017T46/85RTDO
ooo 000 200
125061 356423,65 TIIIOASAV122| — 4801746/8 5870
2514 357 76089 1.00 o]
v00 11 364 442 605,70 2844 625,00
TSITVAA DISONOAI| 3BANSETOTIBIAAAS| 3176126 800 M01,00
364 455 503 240,04 SSOTALITIISSAI| 756269 004 273,00
347 T69 621 201 55 S67 003676 63022] — 14790812 R670DO
16 685 8R2 038,49 23 732 302 525,60 41478 191 406,00
343 930 839 055,98 ASTSSA4T7783202| 561261275926,00
27 952 309 365,16 6168977 12970 57 363 400 600,00
14673 594 578 37 S9ITSISEIAS 14 45 000 000 000 DC
16278 TH 786,79 193 695 U81 85 12 363 400 000,00
308 865 036 601,68 SEIS IL BCANO! 335 154954 301,00
219 967 BROS 059 52 424357639 303.76] — 230 866890 143.00
oo CU) no
641 362 1726 000 58 91 412 365 773,6d 92 731 566 230,00
24635 105 54158 33055 236 837 40 14 586 497 928.00
S31 343 363 201 85 BIA STGNEI 224,98| 1128507801 259.00
21751 984 VS 72 JOSRAGUOAAI9LG9| — 1326509194 068,00
7 326 510 435,00 37 5896 085 255228 52656 714 279,00
14475 343 68072 1566 299 959 236,41 73 B53 479 789.00
144 di FIA R99 96 587019 INR IA? A TT A9 2TA 174 00
68 HOT 644 459,47 40 606 BUS 315,72 58 048 280 174 00
29 907 649 SGA? 29 225 076 355,36 53 S48 DO 174,00
nm 1LIRI 726 960,16 4 560 000 000 DO
UY ANTOGO 440,49 16 405 604 946,32 149 583 690 0DO 6O
765 150 443 540,34 TA 683 IL 176,40 000
1 -n13 s,60
Resumo da receita por
Natureza
Receitas Correntes. Ju 1010 vos ra ir or ar aaa das fas mes a nas de eee neo
Eecella irfbotária Jus as as e a a rar oa
TImpoates sobre rendimentos de pessoas singulares... 1100100000.
Tmposta sobre sendimendo de trabalho RfConta OUtrem June mec eo
Imposto sobre rendimento de trabalho p/conta própria 11 ve cesso
Imposto sobre rendimento de capliafs individuals 1.110 ue eia
Imp. sobre rendimento de pessass Colectivas 1.0 1. 111 es ras ese irao
Imposto sobre rendimento indust. petroliferas 1.010 110 106 ces re tes
Imposto sobre à transacção do PEtrólCo. co 110110 a as em nes err cer
Impostos sobre O RAtimónio 1 res ave eme cas cos ce aa ame re as e ces cars
Imposto sobre trans. imob. título oneroso (Sis8) | 111110 cel e e eoos
Imposto sobe O CONSUMO | 101 cs uma na nne ma nm en nto nar an eee
Imposto sobre o consumo de derivados do petróleo 1 eee mea censos
Imposto sobre o conaunso de guses [IqUefeitos 1.1 e. ce see cas eo ee pe ooo
Imposto sobre 6 consuma de cerveja nacional 1111111 cc ca e eae
Imposto sobre & consumo de bebidas SIODÓHCAS | 1. ue ice nenem a eco
Imposto sobre a consumo de serv. telecomunicaçõeS 11.00. 101
Imposto sobre « consumo de cerveja importadã 1.1.1 cc cce so
Imposto sobre & conaumo de serv. hotel. e sSimileres 1 e e e eres
[Imposto sobre 6 consuma de produtos diversos — 111 ese rar ve ce cce ces
Imposto sobre o consumo de serv. água e energia 11.1 o
Tmposto sobre COMÉNTIO CKUEMO | 100 ce cs ie are mr eres tun are cor
Iroposto sobre à IMportação 1.1 20 210 016 16 res re ves ee me me no reter
TImpossos GIVEIIOS 111 110 10 ce ar an an re nro pre re sea mes per mes eee een
Imposto de tomelagem — Joice nara nro ne nem nre nnm nn er mer srs eo con rro
TAXAS 220 200 eo near ano cen ana ane nua nao nua uu np pes em nem ne nr des ee ma sms
Taxa dc circulação de veículo automóvel | Jó 110100 ce cu ce aa a ae o
Taxa CSLBAÍSCiCA 11 ua ams cer nen a na ee cos pos ana noso ada das een ee
[6727 SAAE TE TETE TIE TIN TETO
Taxos CUVOCSES 10 ua ee ee es eme re rs mas se me tie aus nas aee rr der aee ama
Emolumentos e taxas divetSB8 1.11 110 22. orar rm cara us eae nes nes eee ee ee
TCoOntelbuições uu eo sos cer ces ses es vsa vam bra cana aus au nae eee ces ro cre ses
CTontribuições SOCIaiS 12.112 cio as cas na tea une en ata nua aa uns oo res ns eee
Contribuição fundo financiomento segurança Social 1.1. 21 ce cce es
Contribuição da entidade empregadora- FE. oe es cai mas ca res
Iatureza económica
met mens a casca ici oo [| 3176 126 806 001,00 | 100,00
tem ns ns eee pe ecc ano | 2399 04441] 370/00 || 75,34
tera cm ans e em e ess À 1544321 238 730/08 || 4g,62
(1 e es ee ces su ass au en ai ne nao | 1044 SI0 435 295,00 || 32,00
10 nn mes de ne e ame ooo || 5287 IIS 502,00 165
ren ee de ns rare ee ema aen oo. | 51 426490 048,00 152
ves map mes des en er ave ne eme ee na res 523 564 125,0 002
ear ane ga det a dn aço tan ema aa aaa 337 70132900 | OP!
nas nes ne nn a an a ee eo | 99 5I2 GSO 3OIDO | 31,25
vem er ne ne ne ua nas e ren ececaae eea | 762774 33375000 | 24020
vue due nua nua ana nua mae na nn e une nes 99 032 169 860 DO 312
L40 na na dna nua una ata nua nn tam na ooo 198343548300 | 006
veres ana une nu ana ana uv ns ee ane ama GCNBISTODONO | O21
ver dee nor ne na nua mea na nar rea n ee. | 122043893 400/00 384
VON Cas nm nes gua qu mea pus eum eee ue as 2441 380 54500 00
Ao poe ita naa tua Ata aa ua ua dna ae ams BlIGCASD 186900 | DOS
tes vas tom sue aut neu aus nua nrb poe ros mma 32 662 065 DO 000
vem tee bee eer mes mea mes mes tra anna ae 1 598 738 291,00 DOS
vem ce ua nua due mea mea en peniana | 155380 869 238 DO 492
de o co e en as can nano. || 152554865 75000 | | 4,80
pum due u0s aus mas mes que pos teu sue uma mas 3 780 343 950.00 D,2
Leco ta ee e une ce qua a e ana nes 4565853800 | 000
cem neo na ae an ane are e one anca | 129 0BR 711 260,00 4,38
AA 4958 ABS 41200 | DAT
vue dna mus mus mae mae mus nn Ae fe ancas 6282 31500 DSO
Tea dee nu dera mea mas uns nr ns ane 524S4DISISDO | DA7
VU ae cem nes nua mea eua se eme er ee 5 574 861 65400 DD
que boo ea eua eu duo eua neo um tea um eee $633 88091100 0,18
04 vam au aus una ana ana aus nesses eee 3775 84238300 0,12
ee re o an e es ra ia rea ea 2503 901 67100 DOR
am a due nao na nua en a ea | 100856 173 487 DO 3,18
Lopo ema nem net neo aut ue uma ue run eos 533 860 822.00 002
vem eve nea ane au aaa ee pa eee ses cas ces 95 926 480 494 DO ID?
qe mes re avr ame vu con cos sas san pan tas 7B4 358 449 00 no2
co as are cu cant aaena E 95 142 122 045,00 300
q e a ae e an ren no. É 38236413 214,00 1,20
A16 mus aus ana una ab) dA ap nas ne na nes 37987 552 730 DO 120
Va upa mes ema ema sur au au ane dar canas 156 926 061,00 Lita)
CeN too tea ana ade due ce ce VAR AAA ana aaa 91 9324 423,00 0,00
Am bes ANA aa aan nas des peer sos recesso 39 S46721 072.00 125
cm dee cs pe es pesa cs emana | 26107 517 639,00 082
VS num nua mes mes vue tes ces see mes due vas 775 570 510,00 coz
Cem na nus e ma ra dra o en ane ane aos 1413926 449,00 oo
A SO 51 483 927 60 oo
an am tee e na ea era due co na nara 5148392700 | 060
tee due eae da Wen cer cer nom tua en mavnah 2608 7OS 176.00 | 008
Vau aa eat WuP nas ut pus sms sem cem ear ada 2608 705 176,00 UDE
ea a na e eme ne a nao asso siTITICO | 027
Aa nte dm fu nte nr e eee a nos 627760 620,00 | OD?
mes us aus Ve 4RA dia que Nua nas age mes neh 7961 756 75100 028
ae ce a e as an ame ia oo || 27B798270/1200 | OB8
Tac e e e ton cen an ame ana | 27879827 O1200 | O8
uu encare pu ee ce me ea se ea || 29 A7SB27O0/1200 | 06
Vea e ee en rer eme erra eenoo 11 DNS 698 39000 0As
MAE ta ana na ne ana ae cre ces 16874 128 622º DO n53
Natureza
Rendimentos mobHArios 1.0. cu ul cas eae no
Outrog rendimentos imobiliários vo oe e ee cresc ao
Rendimentos das concessões de petróleo cuco cc
Rendimentos AASpescas lulu e esse
Rendimentos de quiros recursos niBlurais J.. 110 110 100 ue
Receita de serviços COMErCiais 1.1. 01 e ee rece ce care
Receita serv. cons. registo E DDIBTIado: | ll 110 me anca cen
FKeceila de serviços comunitários... 010 01. cem a aa ro
Recela de perviços divertas — 11111201 e en en ne ne neo
FRecvelta de transferências CONTENtes .., 610 11 cn cos car oo
Transferência de pessoas 6 famÉlias .ue ce me aca cre re
TDioações e ajudas de pessoas e famílias (COMEentes) le
Juros de MO uu o ea e re ne mes ee ne me res eres
Multas e oulras penalidades aduaneiras 1. 110 101000 cu.
Multas de tLÊnsito 1 cl voce ras era na nie ne nas tran eee
Outras Tuultis é penalicdades 1.101. 100 ve er ce aca ee es ee
Juros, comissões e bonificações 111 co cce oo
Adicional de (0% sobre multas 101 100 cce me ce
Sakilos de exercicios AMIEIOTBS 11010 00 ce eee no
Vendas diversas DU CvETItUAiS juv 11 100 100 ese re re en aro
AlCONÇÕES 11100 cas na nn nas ane neo nas aan nua air aa nara
Alicoaçõode Des 1. 11 ca e ana as da ar ava nara
Alienação do IMÓVEIS 100110 css a cos nn ne ee ooo
Alienação de hebilações ce 011 ces e se ae coca sea aro
Allenação de equipamentos .1.110200 200. ess eee oo ooo
Alienação de EMpresaso colocar e en re ass
Alienação de beos Ivecsos 111.0 an e no
Receita de financiamentos 1111 o co cce a eme seo
Financiamentos intormos da secnima =... ”
Financiamentos EXIEMTOS «26 10 cu ne eee esmo
Financlarento eaterno p/hoba de crédito ouso
Financiamento externo consignado a UO 1. cen
Amortização fnanclamentos internos concedidos 6.1, 10 0 0.
Amotização empréstimos Inbsmos concedidos «1... e e rr
Receita du transferência de Capital 2.011 11 au acre me are
Transferência do Govemo 1101 1 1 me ces ares
Doações & ajudas do Govermo (CAP) 1 access esc
"EMBRO DE 2008 4573
teta dna me cn ni es ces e uceneneno | 624 136806457 OO || 2595
nem nem ne nm pm da ea es apo 4d pa apa dao sau pan ra ara 114 374 525,00 somo
BRR SA at ae nas ed ds BR ANA EUA nad Bda dir sda Amb Rr sda 100 809 725,00 000
vRR non uu bha nem abs nus bh bon soa sum nos sur eme bum era mes 13 564 BOO DO 0,00
de ana ue 00 tas ana 6a eus ant ata na mes gu cs nana | M2ANIL2619062,80 | 25,94
due e a a pu tr at aaa as co a mano oo | RIA TIGAMIAA5O0O | 25,94
re e ae res dee e me ur en ano || 803706 280a50,00 | 2504
vn eme ema era eu ea ve vs mma eua dus une mes es dra mer cees 224 9681 512/00 [XY
e uma ma ea eu mA due e4a mma uns eRA mas mar die era mer mes 212 98D 512,00 DO!
Ac ARA ent Ad duo ovo 40 44m ane BR dat Agb cv UA are ane nas 12 001 600,00 [310
66 ao pat am eme aee sta ce be ca na ne es tece ar t10CNOO | ano
Vu ee q es cce eae || SS697IG TOLO | 08
VR no nao uma aum ndo ras eva ane voo er cane ano eepopes es E4HIA7500 DO
qua une e6l una va ne sa aus ns ano an ana an nc seas 4676690100 | oo
Lee due ana ana te cas ea de an ane cn me cs uensa | 1275216048,00 | 004
dee due ne a da es nes e ue nan es ee ci ama | 4H787607900 | 013
AA CLTUTGHNÃH | az
que nr ent en nie ua aaa gua na ana ua ua gua na inn ane do: 6272476600 | om
Ses SVO t6a ea va ua a66 pus qua ana pa ea ua es nn nn o: 6272476N6DO | 002
del con e ce van ace mam ecos | 18090 MI SIA | 057
des tee ana de tea aa ata da cus nd eee er uu au aí | 7957858 93200 | 025
dee a pa as a ce ne eee ces e ea ae | 118100072700 | 0
de ec ee a e em ces a e iai | 308732407400 | 010
26 tes nes mes em eum una pan no nua ava cum nua aee sea eea cor 44 508 105,00 000
mes tes mon mes nem nes mon uPY nos Fer mos cpa pES cam nom us nos IIST4T8 210,00 0,
Due ne mea mna nus nus ma uAS res as mes nro na us na tee na 83 530 892,00 cm
del dna del ea dna ua 66 au ans pa mea nes re cas nn ae oo 2039692300 | Oo
eb tem sor uau nme nem eee nus nom nur net nmF ese ns: ta tam nor 3 327 455 50100 010
do ca a a em cem es ei ense | 3327455 50100 || oo
VU ee ee Ana ano ear eo en ee end uu una um es es cenroeo 6 804 927 381,00 021
de ace e eee de e e ca ea tas ana eee tal a ano 154366203, 00 | 000
(06 6 an ade nes em e va cas ano ae cen co na aa aa oo 234062500 | o0o
06 ane ams air des eme dus vue rea dee ue na aee cl ntean ato sanoasaano | ooo
16 aut vet ahh DAN BD [PP eta eme uma sr Ene eme 11 24 aaa eo 6 592 815 909,D0 021
ve meS eme dba ema ras 44h 4HN mma pus dp mms que pone ano 783 092 38B 631,00 24,65
dr mu cu ces e aeee | 2848 17004400 | 009
ee e ses ce e a im nene eo | 2808 17004400 | 009
ce tu ans tm due eg pu es sn e e ce ue | 17962534 26600 | 0065
ea e e au cs sem e e es ai ua |: [76253426600 [| 0D6
0 ta nes tes tes det Ae ua ua ua au gue a na na tos 159/84500 | 000
Aee ata tee des tea e0a des AMA aa MAS AB ana na na atos 9588700000 | o03
dede aus ea cao cas del de das 064 Au aa 44 apa gue ai ato 1251739300 | om
nm dee da ame av nat co eat et 200 eme eua era cena pRA mah aaa 780 182 218 587.0 24,56
bt eee ea ne nam É 300000000 000,00 | 9,45
' . cao .e a . 300 009 O06 GUO JU AS
Loo ear eve Ne mA bre ue wwe mo nto Ano Ana aco mam nan mtu eae 480 174 513 587,00 15,12
Ter aao ata due mu de ur Mes vo eo oro ro cam andas ara 479 785 618 58700 IS,
AA 389 000 000.00 | — Doi
Au at ue due eo ps ao eo es eua une aee ee es een res res 52 000 000 00 000
de pe e a ce A aa a tee a a na dn ns as os s20nonDado | om
due et um um dr A por Ame ds uns cena aut eua name una cems 52 600 000 00 DOI
Resumo da despesa por
Natureza
Despesas com o pessoal Civil 1.010 100 ue en cane nara
Vencimentos e remuner. pernançates do pessoal cirll .., 1.0
Vencimentos do pessoal civil do Quo 11.11.0100 ee ce os neo ce re oe
Vencimentos de outra pessnal Gvit 111100 cos ce nes eos re e secos
Décimo torociro mês do pessonl GEE 111 ee. 00 e ue see eee me ru ate era
Duwiros vencim. e remuno. perm. do pessoatemvil O 1 ec ce ce eme oe
Remunerações variav, ou event, do pessoal evil 111 ce sec eee ooo
Despesas com o pessoal MILA 1111010 es ns cms ar eo nm es e
'Veneins, é remua. pervianentes do pessoal MIS 111.011 0
Vencimentos do pessóal militar 100 ne ces ee re e mes re eme re sr re ca ne
Décima terceiro mês do pessoal Militar 11011 110010 mein ne ce ee ne
Qutr, vencim, e remus. perman. do pasaoal MIHArO cul ee ecos
Remunerações variav. ou exent. do pessosl militar Ju. cu. eee ss
Despesas com o pessoal paramililar 1.16 ee cor ces ee cas eee rece
Vencim. e Tem. permanen, do pessoal paramilitar 1. cv. a. ae 06 ee ee ce ee
Vencimentos do pessoal paramilitar JJ 100 ce ea ce es em areaos
Sutoídios do pessoal paramilitares ea es eae
Décimo terceito mês do pessoal Poramiliar o 06 er er aee eo ce ces ee rr ro
Remun. variay. ou event. do pessoal parumilitar 110010 6 e e nes
Contribuíções do EMpregador 11100100 cc ce mec re ra e
Contribuições do empreg. pia segurança social o. 10 100 cce ie ea
Despesas em hem e serviços cl se cor ue ecra neces ces
BENY oo aaa aa aaa aro a4t nua ama nua au era era uma uma see eee nes ee ven mes
Materials de COMSOOMO 11100000 e es es a aro cos cos 20 266 eee een rr ae
Combustíveis e lubrificantes 1111 10000 crer nas ar no nar aa eee re ses
Víveres e géneros alimentícios 1106 241 an er re ce cce eme e re et orrm es
Material de consunto corrente especializado — cul. ce ese o seo
Outras materiais de CONSUMO COOENTE Lu care are ane o evo e rr
Alateríais e utensilbos uradomros co e ame ce cer oes
Materiais e utens. duradouros de especialidade 11.110 ul ve ce oo cos oo ooo
Qutros viateriais é Utens(bos WUUratOUrOh 21 16 ce cn ee eis e re me meo
Servicos be Comunicação cuco oco na ia ces ar cen enero
Servos de saúde 1.1. 1. co ie ee ns ne sn ara ren ue neo nes tee ve verve nos
Serviços de energia, água e SAMentenda 111101 2100 eres
Serviços de entagiu 6 ÁS 1. 10 cc cc anda nar ue a cena eee ne eee
Serviços de Tinmpeza é SUEUNENTO 11 ci cre mms me e no semen e
Serviços de MANUteNÇão E CONServação 11.01. e see ce as eee ee ro
SEBUTOR 10 11 ce nes ns re sir ear pen era pre ren ee en maos con ata cer man cerne
Encargos com viagems e trammporiação | cu 101 e ce re secooeo oo
Bilhetes de paragem Jo 111 010 01 ne se res res res ro oo nos nes res eme rar meo
Subaídios de deslocação 1.11. coco cos ea iee ee e era res ras pre anne
Serviços de transportação de pessoas e BEM 1. eee ces ee e enem co
Encargos aduanelros & portuários 1. 111011. ce 6 avecanae ce ae
CUNEOR MOIVÍSEN 11 e e e
Juros da divida IDRermta 11f 11110 16 nn ce es eme err cr ovo ranma cr aero
Juros de dfvida exterma 111. 1. 0 010000 ces eee eee e dee e no nm nos nen coa
Subsídios e transferêmekas CONTEDÉCS | 111 cce came cano
Subsídios 1110100 000000 c0e ee res nes res nes ana mea pre res res mer mes cer ceeo
Subsídios 2 emp, públicas aão Muanceiras ll cu cc o
Subsédios à Preços ne e vce ses es cem nes see nr nas nes pes tra ue ave cre cn
Subsídio para cobertura de custos operacionais... 110 ue. e ee eme eco
Subsídio para cobertura de QuUtros custos Operieiomais 11.1 ce esc ee
tatureza económica
ao CT |
vence ca esa acecnentcas e | 167325634 500,00 | 52,87
deal ca ee eva na e een o | PR69IA STE ATIDO | 72,26
Lene eee me us e e ao || 4 AMO 10230200 || 13,23
can cce e cn e as aa re ae | 417809137 272,00 | 13,15
remessas ne e || 259BI080S 760,00 ||| BJ
coa res re une es mes tre e re mes es 96 704 084 178,00 304
de ea e me ee ee eo. || AGIISA2LS6700 | 146
e as e e eae eee eo | 14821731 208.00 || 047
derme e vas nes mms ne e ue an een ces 37053 559,00 | 0,00
eres ira tra ese eme eme e re ane es 2530 575 030,00 008
Lene cre em ms e eee oo || 156660 52577800 | | 4,93
cenas ee ms me aa cas era || I5SS7106457500 || dl
en e eme me eee eres || 128210 179847 OO || a07
ver dra tre mes err eme rca e erro 12 798 333 494 DO DA
Du mn der 1a me ma dus nd eo nu una dee 13 805 139 84900 043
04 dns ate et nes ssa 46 446 Aut Ane ssa ana SE2IG6SEDO | 000
Den ne Ae Str mes na e ra rea 788 660 90000 on2
enara a ue ee rev asia eo, || 129991937 301,0 || ao
dede ie es um una un as us mean e [| 129 SOS 587 798,00 4,09
DO Nana ea num rea una nda ana tua ane | 106091 933 FAIDO 34
Dener ss es seven É 1S53S0I82507DO | OB
AA R4a5I47] 54800 | DA7
Dee ums va n6s uma uma BRA Gab Dal bau ces mem 36 349 593,00 DOD
Donner dir NA Nem na uno Sab ana pa pa rs 41478 191 406,00 1931
Lene ea ee ea ao casca eo || AOB7IL5003500 | 1,29
um one dee e me ca nas dna tdo one da aee SOS04137100 É 002
Dee es ca ema da a ei een ee || 526155376 063,00 || 6,87
de e ea ae ar meo | 176678 590 819,00 | | 5,46
vc a es ae ee ane o || 139481 16241400 | 439
o en ee coa dar car man anos || 33261373 22100 | 1,05
Ponce Ac as ce re cera ess crer 44 181 682 092.00 139
ca sue e ia em neces enc || A1 274044 278,00 130
quere e pu en mm es eso a | 20764062873/00 [| 065
a cs ama aee nes | 37HTAISAO5DO || 17
04 ca e e es anne a eae | 270806322/1300 | 025
Voa eme se ee o a o || 1011679619200 | 632
du ca en ee e se e ce || 399476785 244,00 | 21,00
O Aa e Es ecra eos G625658SEIDO | OZ]
LD 46 nua mea una na a ra re ara re cao IN6IZICAI5OO | 0,34
Va pese ro eee o GTIZOGSADBAD ||| DI
vu ear ue eae | 21178TRA ADO | 067
Cora e e ce tao 3774982 334.00 | 012
1 re e ane caca e en ud 17 403 739 11500 055
e a een eo 2 | | I19SENT6505ADO | Gb?
net ne ra una us srt tt re aee nes aee tao 227776 HA DO 0oo7
Le a aeee o | 29035522 BOLO || OL
ce ra e as e eo rs 73/6899 508,00 | 093
Ce tee dem a da aa una que e nana S0948T9DI6GDMO | 029
das e ee ese aço o || 1262374367 O | OO
Vea re rr ua cr o nua ea cena eee 3 795 28 DBO DO 009
e eo au | DA7SGINS29R2DO | 779
Leco ea amevamen o || 57 GAI | ra:
Le ae a eee ee ao || 12363400 0ONAA | 03)
ee ae ar o ee 2. | 347399091 56800 | 10,94
cera ca aa ae ee ss use eo oo | 2I0EGGAIO LAI (| 77
ata era aa es ta ao rara ae oo É 230 866 890 143,00 727
Ne e ca a e ooo || 200 TR 317 BIA | 53
Vu pe msm ese || 30392 57225700 | 096
duma ea apena nn e AUISZSTIASLAO | DOS
Natureza
Transferências Correntes Jc nn ne res eer ee rr ee ven sro
Transferências correntes para outros nívels do Governo Nacional O...
Transferências correntes para serviços aulónomos 1.111.000.
Transferência pará cob. custo c/pessoal serv. antónio cc. 06 eee
"Transferência para cob. de out, custos opur. de serv, uulóncoinos 1.1...
Transferência para instituéções sem fins lUeralivos 1 cuco
Transferêecias correntes pera fumBiaS JJ. 200 10. eo ico cer eo esa ee
Pensão de reforma e antigos Combatentes 11.11 111 eee ce creme
AbonmodefamBia 11 ee see e rem eee so nem na nn una erre
Bolsa de estudos us cce ne pensas eee nem nus na nem nes una env
Outras transferências correntes para fam/lias co. 10 100 00 ce ces
Subsídios nx Rutoridades tmadiekooads 11.10 110 110 e 6 eee ee eee
Comparticipação em receitas. mults c contas fisCais 1 10. e e es ee eos
Transferências correntes para O EXLEIIOS 1 e ee ce rue res narare ra rea
Transferências comentes plgovernos c o. InNtermacionais ... 110 100 10 0 e
Tovestimentos Jo) 000 cao cane nas nar nro na ars rnb une ano ane ana aus ana peace
Aquisição de bens de capital MO 11 11 006 en ee ce ne re ane o us ne
Aquisição de IMÓYeis 11110 01 es ce sie es mes re mes mes res res ee cmes cres eo:
CoNução de IMEVEIR 0 11 ce e a ms mes e mes mn ns us me mes nn neo
Dhras e INSialBÇÕES 111 00 nn nes nes re mes mas rre nus nes ev res er ver ravocoo
Meios e equipamentos de Irafsporto |... 11 21 nen e ee re er eo
Equipamentos de processamento de dudos 111011 cus een nes er ooo
Dutos bens de capital fOMO Juli cms cr rr ane ara ane rr as an aero
ferências de capital | Joice vens ceuccos andas pn ns nno nes ceara
Transferências de caplHal Interoas 16 ese nn re se rm ce cen ce cu eos
Transferências de cupltal para oetros niveis do Goveruo Nacional |...
'ransferências de capital p'odministruções MUNICIPAL. 10 e ee neo
Transferências de capital para emprezas públicas não finanteiras co...
Transfecências de capital para instituições ÁINançeimas e ee case ee eo
Concessão de empréstimos é finameciâmentos 11. 101 20 216 ci co els rca ava
Concessão de empréstimos e financiamentos Internos 11 118 11 ra ie eoo
Toncessão de emprést. u out entid é inst. inftertaS Jo 0 1.00 ee e
Amortização da dívlda ... 100 000 cio one nn nn meme ms mn ese nro pra aa
Amortização da divida interna —. 10 eos eia coins en ans an ro ade pinta
Amutização da dívida 2 outras entidades e inst. IDtermas 1. 101010000.
Amortização da Qfida extomms = 1.) el em vo ces nes mes see nes nr mta men ana
Amortização du dívida externo a inse. fernaan. Comerciais. 11000120 ue e
Amortização de votros passivos fManceiros 2.000. 000 io cio ce nos cn cn
Outros passivos ftDanceiros 1101100 1000000 me as ra ee eo ano ee neo
Outras despesas de capital... e ce een eme ee eee ee ee
RESSTVAR 240 po o mo pus ras mes mem mea nas mes que mem mes me sem mes mes mer ses es
RESCrVA OCÇEMENTOl 11) e eme eme e aa re cera o cane mes rem res er mes ree eeo
Resumo da despesa
Eoeitz de recurso
Toêtelmeral 2 6 0010 la e ee a
EIMANCÍIBMBentos EXICTDOS 1011. 106 ces eee e ns err eee cena
FINANCidoentos ÂMSITMAR 0 cus ces eee eee Rue e
ROCUrOS COMBINADOS uns era en na un ne ser ese eso eres
Recunos consagades- Dea] 1 11121006 e meo ee ee en ere am e area ave
Recursos nnliminns dn (CSQUIO |... 2 ne es e e eee o
RECUNSOS PIÓPEIOS pó uu e mem e re res rss cresce cer ee e eso o
O DE 2008 4575
Trena ra ne ue ren ce emas || USP IM ATOO | 367
(6 da ns ue ves ne nes air ves ja ue L6336G9ASOO | OOS
eae e dies en e era aus 2B346/07200 [| OO
Leer eme du came ae ee na nn nto 1355499863 MO | 004
VA ae nr ve ava na AU nar am ne aaa 77TISIOISÇO0O | DA
carne cr creme ave ci ana aus as car ae || IIAISTIMA TEIA | DOB
Lea eee er nana ea o | 2731566280 00 || 208
Vea me en ee e aee coro SEIA ST6OO | DOD3
e me e ne eo 46 na da raso E SDIISMOCGDO | OD6
e e e ee an a ese anna 2234 79597700 | D07
1 a nn o nes an nes AU Ade na na au 7TSTATIGIZAÇO | O24
cs ns vn ve nano 1461497700 | 006
nie tea nam duo vue um bra de bum bem era ara ram 1690362 598,08 | 005
Voe du e rs en ape e nen ao 1690562 898.00 | NOS
nu one ves ara nus re ev ans per mea e ee E 1467 048 165 S0LOG || dó,06
ae au ame aus ave rencana ca aa aca ada ra vas | 1 12H 365097 191,00 | 35,53
une tem ara nas vue are se au reeaeaercvecree | 1 128 365 097 191,00 || 35,53
106 e res e res nn net us ns o nes nn aca ESIAIPSONOO | O27
Come ese e ee o oo | 771117 229 761 DO | 247
1 na sc e ec mes amentcres || 169044456B9.00 || 052
Deuses eee cc e e ai || 1122925795 DO || n34
ces o me ne ae es eeae eee || S420RSISSS600 | 265
atm ata ata due cm ata ara arame ee | 73BSZATITEIDO | 233
cce o eu ear mana eo | 7TIRSIATOTEDOO || 2393
a46 ae va mar ane mecanico É GEES 0DO O0OO | | 1/82
e e re e re ços | SU IRS 00000000 || 192
Luc a e cas ameno | 125912937890O0 | 035
nua a nua ua nua due ns va are ves mea vos 185 (8600000 | 00)
au ce are an e are e cen ame ae | 260288 GBA 45300 | BO
au mca na e ese amante || SE656714279AD [| 1,66
au ave eee er cen came || S686 TIA INDO || D66
0 ve ane aa re us en eine no | SIGEATIS2TIDM | 1,66
1a e erre ce a pe mae | S2856 7427800 | Los
nau cem aum ava vue ne en mia em anne nano || 2O7GIL9TO 174,00 | 654
ane ces an as ar avante anamnese [| OS AIM ITOITADO | 6,40
Tu ane os ae se eae || S3SABOBNITADO [| 169
a1a 106 aus nar ave cremes cm eme | LO 593 69DOGO BO | 4/71
Vu e e eee ao ane se ooo | 9 SBIGBO GORDO À 47
044 a aba duo vum une mea ua ue ne me uma 4500000 000,00 | 0,14
me e a re cr e ro aee 4S0GODUG0ODN | nt
Vu ea 6 np aa res au nua unas 541904068.00 | 002
aee an e cara me eo [É 33750 0000000 | 106
par fonte de recurso
rea o o a a ue e | 3 176 126 800 Gi 00 | 109,00
ao e era a aos 6724763600 | vM
ve ea e re enero || AR ITA GIS SRTA | 159
oa ar an a es eo || OO CONODODOCON | 945
o e ec ca a anna AHIG665 SORA | DO)
Vu aa ee e a une es IUNTRORI6I00 | NO3Z
cumes es aa ss a e | 2AS3 797 GN 0000 | TALE
Aa e A man XI9uI7RSI OEA | on
& SFA SSRSSS 22 SSSSS 23 SoSG 3 8º SO HEM
E TE SESRNSSB ES S$48& + ERSS i EE $5TF ES
É dús5 GASES 03 CROSS Bh BSçs E S32 S$8 cas
ROSE SERSER SE SESSE dá são E D$ 585 n%s
É EE & BASS “ RX QE2 O AR BS" é ? SER
| & SRS ESRSIS (1 (1/11 || (//110 % 2!) SEE SE
8 |É GERE d58s É 8% SE cos
H 2 RERR SRS B 5 & ES$ A-s
ES ER33 BSS & “ SE
sr Do
*% REERXS SERBER 85 [RISE 81 (//128 3 80 $ V8g
; | SS CSSTOR Sé 2 > E É dE: ES
3 [8 S85S SESBAE 83 à à E E 3 SER gor
É |3 aERR dESSTR SO “E: ES SSº
3 S28H SR - E 2 RAR
4 EREÊ ES / 11 &1/11 88 8/1) E &1/ &E8 Si
à, |2 SR5G SS + É $ 3 É & A2$ E ;E
Si|s 2033 Sã 22 ES E SB SEB 2 é
ã à ASSES E 28 ER 3 3 R33 2 -
$ gBRIT 38 Su 4% = 8 9 SU
F -
É & ESSES GESGSHS SS REOSSS SE SS80 & E! $SS R$
=| ,|5 39d 22839? dá 009 de cds 3 2 dão gal
8 T | S&S SAIERXE SH qQFEESE 38 23d = E 3SÊ So;gm
5 | 3 |E 38ES SESSSA 639 g789? ga 2352 BR R R$ 3 <ss
: É BRSE smEem — gg Tae 82 pt gs
É E8ERÊ SEASIR SE ESSES IR & EE 8 88 &E% 28fF
é sf 3 doed 2oss à he Sos R SÁ 005 2 ds Sd dês
É E SG ZF835E 28 SH 8232 8 GS Sass 3 22 ERÊ 20H
if + | A SAE d3ÃS * 3 ção A 23 HEft à do DdE cs
E ms e TAS DO
o ! [US a Do DS o Do o DO DS DS E E I ES
2 | a | à désd ses; à 3 3 233 ç3
õ E SERA s3S3 E 8 à *$8$ *ãs
ã a ERRE BS88 2 2 E
& E8SEÊ SERES [| (aqqa 11 1110 & 81 2888 Es:
F EE 2ÉSEES à à 28É sc;
É 935$ 2ósôbs 2% ER 23º
à RSS Bastess = 3 Rê
to RG Pa EG o Tio io io dg Goi o dão do tio
;oddddo cc içãocgêo ccçãoo co ociçãoc Bo cc dis
: Gis si e 2170 DÊ Jc o: des doc cocÊ
BISBINHEBIBNIBIBIIRRISINNT
go jipéts gl ist: dê sãos E go do, dio
i E CETRESS EF içseik 4; 368 5 SE god SS
: Pest gadess cê Sgt; ct Sigá 3 sã à 3 38:
7 SUS sustiá ds dscsó ds Ssbd É 35 E lt dês
à xs S30XBa EX 22483 23 SRS 8 6s RE3 023
E € 3º À Ro8 3 3382 2 SISSS E 98 $23 2 dg SRS E
& 9 BR É S52 a RE RS À ECRÃS S Gê DER A GD OS E33
& & ES S 98R É ASSES OS 33088 S 283 RER 3 R $S 8288
RH RE Q 8 q oecas q ooôómcoo po 584 FAX g 8 8 RO
+ | 3 83 É FSS & SESS 3 SEHSSS O 10 Ea 1 1 1 E 1
4 |& à 35 z 258 à SDS é sTSSA H E
& E X$ E 2RS 8 2932 € BsSSR É FS
— : "mm o -
3 & é&R À SB $ Est R ESSSR OI! 10 Rd ot 1 1 Raia
E É ES 3 898 B S885 RB ARSÊR $ 3
3 2 $3 E ES B SESR E SESAR É E
ma a” = e... .. ..—.e:. La) "m | =
$ |8 E 8% E S83 S So2E 3 SSSSR E DE SBR E | 0 BRR E
à, |& 8 53 2 SR a SSD E SSSSS E 58 ss SER
1ã 3 E 35º 3 SAS 3 dd À $S3SPO E 03 ARS SEER
Bjos so az 7? se 7); " RG SS 38 8 nm
mm
8 3 EE 3 2ER 8 SR 28 38 ECBSSS | 00 BRH O ' Rg ERS
1 |& 3 3 ] 382 à $952 à SRSÃS BEER EÉ 5%
3 À 2 à 288 E EESS À ISRPS8 8ãã 88 88
2, 7 3 28 TF 88 3 SISF 3 BERGER IO 19 BIO 1 12 1 80101 00
EE E 58 3 SE É gãdH 8 ARSS6 ê E
24 &€ 3 853 à 583 2 FIG 2 BSSÃO E 3
E mos -
& $ SS à Ga R SSSR E ASSSA 10 80 1 2 01 Bat
& & 829 & ERES E 2SSA SG c0908S & &
E x 33 g SS 9 SRS Og SSTUR
E & ES & ESS $ GSES & SES0GG O) 11 BA 1 1 1 Rota
z 2 63 2 83 3 23832 É 323 É Êê
3 8 Rg; BRO A 399 E ]Rãi “ “
Pod o Poco do Gigi Po oiii od do dao: E ii ;É :
FS ooo ow cd oC Doo gos Faro oa no: o 1:88
BETERISS INS NAS TSSNISSSNNS. : ES
E 6 dá coco 8 oc, Éc É ccáço doc ES o: é do cego
CSERIBRISSBIUIS SH TISBISSTEA R. (8
É [é dsooGoccco2 38 É cado oc SE o: 4 É cê |
- 2 3 € | gi: bis: os ção | dora o: Êo É a FE
8a ER o: TG OE 298 É EESC O dê os : 5 É FA
3 3 7 o! de É SE] 3 GESSO 26 dido, td Goo:
« E dá ; 43 à belo st; | sa EC É sô à E
E, 385 | vas & sos' é seégãr | 28 v;Ê F $
7 3 co, 333 4 354. g 383 o: 65 csdo;os à 2 4oê
SBEISS SSIS SNNSIS ASIA
à 3 253 3 S33 é 3338 à Búduo à 44 2º 3 & é É
"ER E REBGÃS E E gos SREGSA BRS BRS GARE R RARE A BS S BO SG É
= 3 SSSSES O O SEG SONSHS RGE SRS dnsr + ECA R O 8 ES EE
SE GsSSAR o É 8 E88 SECZSAS GOA Sz8 B$00 3 GA) 3 R RS go E É
Te gg sao = GNR SSESC3 DES 8 gos] 8 SSR OG $ ** Rã
A VI ROSBURO V BER OORIBR O fl aaa a rr ra
i à $ & dão & 88
E & * gãã E 3
- - EGE = La)
INEBERBISIO OI 1 RB IBBBRES [IO IA EA 5 dador a paga
É 358 É EEE SRSSS E
' 3 8SA FS SABSÊ ã
a boi 88 $8 >*
3 |SRSS!/'ES' E ESSES BESBSÊ VV UI RE IINIIERREFRERSIÃO
$ 87 E E 83 8 Eds SERSRE Ê ERR A É S E E RE
i 85 58 “E &8 SAS SSSRRR & SF 3 8 E E E ER
| -—-r aa. vn" Rg gg *ARNOOS E SSB 1 $ € * * Rs
IBBERIRIO O! 1 EZZ GERESS BER BSS ERRAR OR [10 0 1 1 1 18 1
' CN SCE BEE SGGSSS SOS SAS ANER 2 É
5885 BESR SASS8S So4 Sa S6808 3 &
ee BRE SASPS RRS SD SOSHDOAS
É ITR RIBIO | | $$ SSGEES 1/4 15 dna d dada doa | aro
HH! E É ERR SERSGS
E RA EEE STgRSS
bd Rã ã *
11 gogaidl a geB Cage Edo rd rage dado doa q qa
o dao
FEr& as
INB OB | | ga8 LIBBSR LA dd ar rr a qa rr
33| à BSB SE88
Bl STS ses GR
TESS RS RISSSSSSNSI ST IRA HE RIN io
+33 1,883 2 8 cia co: ce Ré 90d E SE Go os Eos
Ho E A MS ido
dd lado is l:Sdê Rd cs she S GER s 2 E OB BR o
SS Liz Ei BED NCIA
dá façãão à 3 das BABISo Sodoao Fist E 20 5 3 dd v;oo |
33 E SESdd E sia 233523 ES FS 2E 3 3 TSE if io
Sind IEA fi) io Sd Y
ã = É FE ves É) : É
dé iRSt A e Ab Sar E pm RSS EM Ls A AE dd
Resumo da despesa do órgão por pr
Órgão do Governo/programa
Assembleia Narlooal — 110 000 cus ne neo ave aus ns srs ces nar dub Rubro dba mam nar nos 204 149 a4v ane
Encargos Centrais do Estado Jc ns o nas ane aa nus nus mas ame na ne nn nas nos
Programa de reestruturação e modemização das forças de defeso e segurança |... 100,0.
Programta de reabilitação € consinação das infre-estrutuças administrativas 1.11. 12110000
Programa de refoçma e modemização da gestão financeira pública LJ. 111111 1.02 co
Frograma de reforço de capacitação institucional do sistema de emprego e formação profissi
Frograma de criação de infra-estriotoras COMeErciais 1.) 100 cio ros cer nasc na er nas san cas
Gubinete de Reconstrução Nacional ... 21 26 cn nm sua er ese ne res vem pra pet ne rt and nas pes
Programa de veab. const. = melhor. das vias de comunicaçõe Codoviária 1.1. e. ee see
Programa de fortalecimento de estrutura organização do EStado 16 e. e ces ce crescem
Programa de expansão da capacidade de produção de energis eléctrica | 1111.1202.
Programa de reab. dos cisternas urbonos de água C Fancemento 1. ou 226 em ne mos
Programa de descavolvimento habitacional 11111 11 e ces ns ns me res ne ro ovos
Programa de recostrução e desenv. Cos caminhostde-femmo — Jc see ee es ooo eos
Programa de recup. e modemização de infra-estruturas aer, e do ASP. OÁÉreo 0 1.010.
Programa de recuperação é modemização de infra-estruturas portuárias 11100000
Programa de apoio &o Sector Privado 11.11 11 ee seen oo no as eo con es ce ara ea res
Gablnete do Primelro NIMESTTO uu um eee nes nm an nam nem nn per nro mms mus nm are sra ves pve nv
- Programa de desenv, e promoção da actividade desportivo | co 11110 oe sas aco cms ara oa
Governo Provincial da Hola fu 21 1 ie ce ne cor ara ane one per nua eme en nm ame sra eum res res
Aclividades perfnanentes 111110210 ee ee ee res ces cms eme nes she rms fab rev ones fed iv aa ara
Programa de melhoria € aumento da capacidade dos serviços hospitalares ... co 106. 1121100
Programa de desenvimento do ensino pelmário & SBCOMEINO: ff 11 000 e as ra ar aus
Frograma de difusão € acção culiaral ol locar e a e la ea es een
Programa de fortalechoento da estritura organiz. do Estedo 10 0.00 ce e nen dd
Programa de melhoria da assistência Soil: 111111 ce caca rer er ame re re cremes cce
Programa de desesvimento e promoção da actividade desportiva 1 elle 10 ce eae cas
Programa de melhoria da qual. e equidade dos eerv. dê SEE Jules cu cars
Programa de reab, dos sistemas usbanos de Água 6 SABEAMEDO Lu ul 101 e ca aaa os
Programa de promoção da assistência social aos alunos na escola cus ese
Programa de ceabilltação « construção das infra-estruturas edministmtivas 1... 11000.
Programa de desenvolvimento habitacional 1200110 100 ca rare ves re ane ae aaa ee names
Prugrama de apoio social e £. prof. erlançes e adolescentes em situação de vulnerobilidade
Programa de formação dê recursos humanos pêa ciência, tecnol. e inovação ce 2.000
Frograma de implementação do sist. pecional de ciência e tecnol. e inovação eee.
Programa de ceforma é modernização dos registos e nDtaTiado 1.11 use cc eco
Programa de reforça capacitação institucional sist. de emp. ec furm. profissional ... 11... 1.
Lrograma Ue veloz da tania e som das compet Lanmilkres
Programa redb. « ampliação des redes urban, de dWist, energõa elêcrrica cf 2.1.0.0 0 co ooo
Programa de apoio 80 SECO Privado: |. eo ee eee career e amem er eres e
Programa de apoio e fomento da produção animal 1.0.0 ce. cio ee caes neces avo
Programa de criação de Infra-estruturas COMENCiais 111110 100 1100 criancas e a aaa
Programa de desenvol. e utilização dos recursos Hidricos 0. 100 00 eve ce esc arae
Progroma de desenvolvimento rural e combate à pobreza (2. uu e. e ss me rasos
Frogruma de divulg. e promoção do potencial turistico. cu. ue e ee een oe
Programa de gestão do Fco social cu e. e eee cce co cc ae ae 6 ar e eme cen cosas
Programa de inovação e competitividade cu oe 20 e cem ore arca cas meire eo
] 4579
ograma '
aan na eee ve o [ 3176 126 500 001,00 | 100,00
cuecas | IST ITGBIADO | DSO
Tu da ane en ao 1578017680 | 050
vc e e se ne oo | 1006831 201 184/00 || 31,70
nm e ne as nara | 767891 420202 DO | 24,18
AA 17 I400D0 COMI | 0.54
toe a ea ae nt an ooo 1372761364,00 | 004
mao eee || 7500000000 | O24
dna co na cas ane natas 784008 930,00 | O25
1 o e no nan aa nes 1020000 0000 | 003
eme mea | 174 587400000,00 | 5,50 |.
077 RS 1 164 676 008 00 oo
ue meme ada | 2631093468000 | 089
ane ro es van ram aeve |/ 19 206492008,00 | | 0,57
Tuna ee are neces 2405892000/00 | 008
paes qua que ue na nes 2052 600 000,00 006
mc e cien 263200 000.00 | G01
am no as e ta cn ooo 496000 00.00 | 002
AS: RA 371200 00000 | OI
1 ms am ea oo 7O7LADOOO0DO | O25
ces seco 2E8S50ODO OO | OD
Te e es nl ro 1367000 00000 | 004
1 e me e nero 540000000 | o00
te e ama e es 416800 000,00 | 001
aee nro nem vor rea ane aos 2397 ML ÊSIDO 9058
e ao a na nao HTBR IIS 266,00 | OD6
e a a a na neo 6ORGTISATDO | OD2
ammmanmates so | 22730058 620/00 | 0,72
menecueams eso | 202596552HIÃO | O64
cn ra me vu ao 123000 000,00 | 000
Va a me een 129000 000.00 | Oo
A 27000 00GNO | 000
ve re e avr 135000 00. DO | 000
ve e eee ee recre) 34000000 DO | 000
(0 que ap ea pena as 100 GOO DM 00 060
(0 a e ca ra a es 1400000050 | 6,00
Ma ias tea aaa pes cenas 191 000 006,00 oo.
Tm e mean I86404 732800 | OD!
ma ea ooo SIGO OMIAIO | Do
AA 122000 000/M) | 000
e memo (06000000 | Ofo
e e a e ne aee 11000 000 00 000
ue e e a a neo [15000 000.00 | —OoD
e cs aee 1100000900 | 000
eme e ITMNONGDO | OM
oa RAKXKIIO IX) LFL
dede na ge caca aus I6880D0OGO0O | OO!
cs re aa 20000G0PR0 | DDD
cce ve ra ataca 41 000 000.00 000
di a aa as aerea 7600000000 | 000
o as as caes 40H00 | 0,00
e een: SOOCO UGONO | 0.00
Ie ea 37000 DIDI | ODOD
don aaa SDOOONOUDO | DOO
SO 500000090 | DOO
Órgão do Governo/programa
Programa de investigação é Gasenvolvimento 2. 10 10 e e amem arenas
Programa de ordenamento do território e urbaniemmo | Jul 10) ue ue cerne
Programa de reab. dos serviços da justiça nas províncias cu eu e crencas
Programa de valocização do património histórico-cullural ve 0 ee mare oe eso
Governo Provincial da Lunda Norte cos co nos nos nes cus aee nes pre pre err ser nero
Actividades permanentes ff 11 11 010 cn cms ces ml ne dee ses ame se eee ee reste
Programa de atlhoria e aumento da capacidade dos serviços hospitalres ,,, ...
Programa de desenvolvimento do enalno primário à SeCUndário co e ca. oro
Programa de desenvolvimento e promoção da actividade desportiva e eo
Programa de expansão da capacidade de produção de anergia léctrica 1...
Programa reab, e construção das Infra-estruturas administralivas col ..10000.
Programa de desenvolvimento habitacional | 11) 200 ue a neo cn uns ces ca an cre oo
Programa de resb. e construção das infra-estruturas económ. básicas 1.110...
Programa de apoio e focicuto da, produção animal 11111010 mean co
Programa nacional de cleciricidade +. + cu veem mon cms ne me esmo no
Programa nacional dc segurança alimentar e autricional 1.11 coiso
Gorauo Proviecial da Cineda-Sul 11011 ne eve ormo cce eva nos ana pen apa par sara
Frograma de melhoria e acmento da capacidade dos serviços hospitalares... .....
Programa de desenvolvimento do ensino primário e secundário 1. 21. 10 10 o,
Frograma de fortalecimento da estatura orgariz. do Estado 11.11.1011
Progeama de melhoria da BNSistência SOC vel seo us ua ce ne eme nro ren re ee so
Programa de melhoria do serviço público de comunic. social ... 21.121 111
Programa de reab, dos sisternas urbanos de água e Saneamento L.. 11.100.
Programa de promoção da asaist. soc, aos alunos na escola. | 1.1. 20001 oo
Frograma reab, e vonstrução das infra-estruturas administrativas Lo...
Programa de melhoria dos serviços públicos & nível municipal 1.100 0 co
Programa de apoio social e £. prof. crianças e adol. sit. vulnerabilidade...
Programa de reab, e const. das infre-estroturas económicas básicas 1... 1,110.
Programa de reforça cap. mstit, siste, de emp. e form. profissional LJ... 00.01.
Programa de valorização do património bistórico-Cultural co. uu ce esse ces
Programa nacional de segurança alimentar e nútriciooal 11 e ce ee na ce ae
Governo Frovincial de Benguela 111211 cio mi car dar rue na mas mma nas ana are ne as
Programa de melhocia & aumento da capacidade dos serviços hospitalares ... 2...
Progruma de combate à degradação ambiental 166 e se ee re cesar
Programa de desenvolvimento do ensino primário e aecuncdário 111.001.
Programa de fortalecimento da estrutura organiz. do Estado 11.010.
Programa de melhoca da assistência social | 111110 lee erre ese re
Programa de: prom., fomento é desenvolvimento da actividade económica — 1...
Programs de cxpensão da capacidade de produção de energia elécirioa = 1...
Programa de melhoria da qualidade e equidade dos serviços de sWóde 1a.
Programa Ue copochação instiueêional 1.110 110100 le oo oo
Programa de reab. dos cistemnas urbanos de água 6 SANMBAMENtO 1. 01. 10 cnc
Programa de promoção da assistência social aos alunos me cscoll Lo. cu 100000.
Programa reab. e eúnsinção das infra-esteuturas administeativas cc.
Frograma de combate ds grandes endembas full cus e ve mens
Programa de desenvolvinento hebitaçkonal |. e ce ee ce ecra ora
Programa de expansão da capacidade de transp. de energiaclêócinca ul
Frograma de reab. é const, das infra-estmturas econdm. básicas co. 1011100000 0
Frograma de reforço cap, instit. sisl. de emp. e form. profissional 1.110.100.
pane aus due apa ape due sap eee seção 15 DOG 000,00 0,00
passaram ama a essas || 1995994LRSTDO | | 035
poaNa met au die ds art gue nas eee es 9 103 941 857,00 029
é nem dee ane rins ame ss nas ana ano 1275000 00000 [ O04
é ne neo ne sra ves sense eram am 2000 0000 [| O
ne ca me e cr eme eee 2900000 | O00
Lua e a es e es se nin ne es 102000 000.00 | 000
Paes Nus due rr er err ae na nas 55 000 000,00 oco
1 aum ane pan nas mao vue mus mes ss eee 5 377 888 621,00 126
me ee ma nua gu ves ns na ue na 6971 498 721.60 022
caca ag ra pro re ue cn tram ee 45 000 000 DO opo
Come ne due eee re ade aee sun nes eee 199 000 000 O 001
ovo var te dee arcade ce aa FIONICOOMO | 000
ane ce seres res avo 26 000 DOD DO D,00
A et e eo aa nan es 135000 000,00 | 000
Lamas a no eme crer SSDOGONDOPI | DOPO
Done ee ne e ee ne see ee den dos 222 389 DO DO LUA
cao gas aa ato ato o apt ate na nua 313 000 600 DO o!
caga a ea Av eo ros cre ata cena ana 26 OCGODODO | OpDO
Lone des eme cenas ra dra ano canoas $ 000 090,00 0,00
é tn ana cms een da era are ane nen ara 5600000000 | 000 |,
E 144 4a nas vue aaa tua pra ana cena aro 35 000 000,00 0,00
ana ame ame aum aguas lr aca cancao | 41006405 234DO | 1,29
Eanes aa aaa ape era apa a nm na 33939 754 619.00 107
é sa nas aaa cn ves due ae au sn eua OD ONOOS | 000
Mena mA nam nua nus ppp ne am na 1 501 405 400,00 006
Done as sas ua nes dna an due nam nem 488 DOG 000 DO 002
Vime ape ces pum pus pe ane na am na 197 TRÊ 000 00 00t
é 14 nas nda dna 14 Ana ada due eum una 211 200 600,00 001
NS RES TT 148 150 090,00 | 000
c04m nas una tua jan van aa cur cena ara 556 436 40000 oo2
- mo eme due nt cur Dos pra que nas aa + 204 [00 ODO DO DPI
É men ana nua aa ana ja enecere ave 44 000 000 DO 0,00
Ao aaa aca an a nm neo 46 (100 (ON DU n60
ma me sms num aq ue cer due nem nam 236 750 000 DO oi
é 16 ema sms nua ne nus res ven ev ado 430 732 698 60 Go
Ce era dna nda ses MNA RA qua aus eae 107 200 000 00 000
eo ano aaa cao Ana nua due tus eníTaos 279 769217 00 op
Vnna mo mA uma dm dna nua rua aaa ama 395 200 000 DO 001
é e no en cre na dn en gens aos 4320000090 | 000
é 00 ana nes nat as ans na ur ne rm 678 40000000 | Go
É nn nas eme BnA Ara nes nes res ema 101 600 000 00 000
