Preâmbulo
a SED Sexta-feira, 15 de Jan
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ORGÃO OFICI
Toda » correspondência, quer oficial, quer ASSINA
relativa à ónúocio e assiiatoras do «cDicírio de
Repúbiica», deve ser dirigida à Imprensa Astês séries. 1. o
A JISÉAc, 1. 1
Nacionml — E, P., em Luanda, Caixa Postal [3606 Alison o
— Ent Trleg.: elimprensos ABtsÉfico. 2 0.
A
SUMÁRIO
Assembleia Nadonal
Tel nº LIRA:
Aprov o Plano Nacional paro Biénio 2010-2011,
TS, TS
ASSEMBLEIA NACIONAL
Lei n.º 110
de 15 de Janeiro
Considerando que o Governo submeteu à aprovação da
Assembleia Nacional o Plano Nacional para o Liénio 2010-
-2011, que tem como finalidade essencial propiciar à retoma
do crescimento económico nacional em bases sustentáveis
que permitam à obtenção de níveis elevados de variação do
Produto Interno Bruto, do emprego e da melhoria significa
tiva do nível de vída da população:
Tendo em conta que o Plano Nacívnal para o Biénto 2010-2011 vai ser «executado num clima internacional de
retoma do nível geral da actividade económica rmundial,
embora aindá num contexto dê grande incerteza quanto à
sustentabilidade dassa retoma e ao comportamento doe preço
do barril de petróleo:
Considerando que 6 Plano Nacional para o Biénio 2010-
-2011 pretende conciliar à gestão da incerteza sobre &
evolução da economia mundial com a retoma das transfornações estruturais que se vinham fazendo € que (oram atemusas pela quebra das receitas fiscuia e das recettas exlemas
do País;
eiro de 2010 I Série — N.º 9
Preço deste número — Kz: 270,00
TURAS O preço da cada linha publicada nos Didrios
Amo | da Nepública 1.º e 2º séries é de Ke: 75,00 e pura
eo. Kr 40077500] a 3º série Kz, 95,00, acrescido do nespeclivo
eo Ky: 23675000] imposto do selo, dependendo a publicação da
o Kz:12)50000]| 3º sériede depósito prévio à efectuar no Tesourao... Kz: 9570000| GadaLnprensa Nacional — E. TP
Considerando ainda que o Plano Nacional para o Biévio 2010-2011 leva em linha de conta as estratégias e as propustas de pelítica económica e social contidas na Estratégia
de Desenvolvimento de Longo Prazo 2000-2025 e no Programa de Medidas de Política Fiscal e Monetária foce à crise
ceonómica e financeira intermacional;
NNesles termos, ao abrigo das disposições cormbinadas da
alínea £) do artigo 88.º e do nº 4 do artiso 92.º ambos da Lei
Constitucional, à Assembleia Nacional aprova à seguinte:
LEI DO FLANOG NACIONAL PARA O
BIÉNIO 2010-2011
Artigo 1.º#
Aprovação
É aprovado o Plano Nacional para o Biênio 2010-2021,
que é parte integrante da presente lei.
Artigo 2.º#
Dúvidas e omissões
As dúvidas e as omissões suscitadas de interpretação e
aplicação da presente lei são resolvidas pela Assembleia
Nacional.
Artigo 3.º#
Entrada em vigor
A presente lei entra em vigor à partir de 1 de Janeiro
de 2010.
Vista e aprovada pela Assembleia Nucional, em Luanda,
aos 14 de Dezembro de 2009,
O Presidente, em exercício, da Assembleia Nacional,
João Manuel Gonçalves Lourenço,
Promulgada aos 28 em Dezembro de 2009.
Publique-se.
O Presidente da República, Josê EDUARDO Dos SANTOS,
Introdução:
O ano transaçto foi caracterizado pela introdução de ajustamentos no Plano Nacional 2009 em resultado da crise
económica e financeira mundial, Os ajustamentos ocorreram
no plana dos objectivos, políticas e medidas de intervenção.
Ainda em decorrência da crise, o Programa de Investimentos
Púbiicos -- uma das peças de maior eficácia na intervenção do
Estado na economia — reve de ser corrigido no sentido de
adequar os seus montantes às disponibilidades financeiras do
Governo.
Os resultados obtidos com o Plano Nacional 2009 foram
influenciados pela mesma crise. As informações económicas
preliminares apontam para uma atenuação do crescimento
económico verificado em anos anteriores, porém, mantém-
-se as potencialidades de crescimento do País.
O Plano Nacional 2010-2011 pretende conciliar a gestão
da incerteza sobre à evolução da economia mundial com à
retoma das transformações estruturais que se vinham fazendo
e que foram atenuadas pela quebra das receitas fiscais e das
receitas extemas do País. Este horizonte temporal pode, tamtbém, contribuir para se consolidar as finanças públicas -
depois da quebra de 2009 e parte final de 2008 — e readquirirse alguma da confiança dos agentés económicos que even-
Tualmente se tenha perdido em 2009,
Assim, o Plano Nacional 2010-2011 leva em consideraqijo, entre outros, ns aspectos seguintes:
promoção da estabilidade macnogeconómica;
Promoção do emprego, da estabilidade de preços e do
equilíbrio das transacções externas da economia;
promoção du melhoria na repartição de renda;
implantação de bases iníra-estruturais para atracção e
reanimação dos investimentos e da iniciativa privada;
incremento da produção de bens é serviços finais e
intermédios com prioridade para a produção de
alimentos, matérias-primas e insumos básicos;
organização dum quadro de estímulos para ueções
convergentes com os fins da política económica
do Governo; e
recuperação da dinâmica do crescimento económico.
GO Plano Nacional 2010-2011 tem duas bases fortes de
partida:
a estabilidade política, um dos resultados concretos
da paz e do processo de normalização e reforço
da democracia angolana, é fundamental para que
os agentes económicos privados ancorerm, em
bases estáveis e prospectivas, as suas opções de
investimento e produção e para que à população
possa dedicar-se ao progresso pessoal e familiar;
a estabilidade económica, implementada em anos
anteriores, preservada mesmo num clima financeiro adverso, na medida em que se conseguiu
garantir os fundamentos da estabilização mimaçroeconómica necessária para manter a confiança
dos investidores.
A elaboração do Plano Nacional 2010-2011 Jevou em
linha de conta as estratégias € as propostas de política
Económica e sociais contidas em diferentes documentos, &
saber: Estratégia de Desenvolvimento de Longo Prazo 2000-
-2025; Plano do Governo 2009-2012, o Plano Nacional
2009 e o I'rograma de Medidas de Política Fiscal ce Monetária
face à crise económica e financeira internacional.
Do ponto de vista da organização do trabalho de claboração do Plano Nacional 2010-2611,08 encontros com os
diferentes sectores institucionais tutelares dos diferentes
domínios de actividade constitmíram a base essericial para
se delinearem os aspectos essenciais, se definirem as políti-
Cas é Os programas, se assentar numa base convergente e consistente de programação económica e se detectarerm os mais
importantes constrangimentos à sustentabilidade do crescimento económico. O desenvolvimento da poderosa base de
informação necessária à elaboração do Plano Nacional 2010-
-2011 só foi possível com a ceotaboração intensa dos «abinetes sectoriais que detêm a responsabilidade da recolha e do
1ratamento estatístico.
Síntese da evolução económica mundial recente:
O desempenho da economia nacional em 2009 foi bastante influenciado pelo comportamento (negativo) da economia mundial, Apesar do abrandamento registado nos índices
de recessão económica das cconomias mais avançadas, os
cálculos previsionais apontam para um ercscimento negativo
de 1 1% da economia mundial.
Os sinais de abrandamento da recessão das economias
mais avançadas, conjugados coin as previsões optimistas da
comportamento das economias emergentes — com destaque
para à China e Índia — têm influenciado os preços do barril de
petróleo para níveis próximos dos considerados economicamente compatíveis com os elevados investimentos realizados nas fases de extracção e prospecção.
Às previsões sobre o provável comportamento do preço
médio do barri] de petróleo até ao final do presente ano apontam para um intervalo entre 55,5 e 61,5 dólares, ainda dis-
“ante dos 80 dólares desejados pela maior parte dos países
exportadores desta matéria-prima energética.
Não se lem, prr enquanto, certeza sobre o horizonte temporal para uma retoma firme da economia mundial, da qual
depende, em grande medida. à recuperação da procura
mundial de petróleo, Dirigentes americanos e europeus
deram a conhecer, recentemente, as suas (prudêntes) expectativas relativamente à recuperação económica, dados os
sinais positivos que às economics mais avançadas estão à
apresentar e que se consubstanciam, por enquanto, numa
diminuição da intensidade do movimento económico recessivo.
As incertezas são ainda muito grandes sabendo-se, no
entanto, que o movimento de retoma não irá envolver todas
as Econ ymias ao mesmo tempo.
O Fundo Monetário Internacional, no seu World Economic Outiook de Outubro de 2009, estima que 2 economia
mundial vai crescer, em 2010, 3,15, mantendo uma taxa de
crescimento em redor dos 4% alé 2014, Estes valores são,
fundamentalmente, devidos aos comportamentos previstos
para a China (956) e Índia (6,4%) e às medidas internas anticrise de estímulo à procura. O mesmo relatório refere que às
economias mais descnvolvidas do planeta apresentarão taxas
de crescir; 2nto mais baixas, à volta dos 1,5%. A taxa de
crescimento média da Zona Euro será inferior à 0,3%,
prevendo-se para o Japão uma tímida recuperação avaliada
em tomo de 1,7%.
Segundo às previsões do Fundo Monetário Internacional,
os países que mantêm um estreito relacionamento económico
com Ángola (Brasil, Portugal, Espanha e África do Sul) irão
apresentar, em 2010, Lixas diferentes de crescimento. O
Brisil (a maior economia sul-americana) tem uma previsão
de crescimento da ordem dos 3,5%, a Espanha irá continuar
em recessão econórnica, Portugal não deverá passar de 0 3%,
enquanto à vizinha Africa do Sul (a maior economia
africana), verá a taxa de crescimento do seu PIB alcançar
níveis positivos em 2010, depois dê um ano de contracção
económica (estimada em 2,26).
, 2010 79
Em resuino, prevalece à inçerteza quanto à relomy firme
do crescimento da economia mundial e das economias com
as quais Angola tem intensa relação comercial, pelo que, vale
a pena rodear das maiores cautelas as políticas tendentes à
estimular à celoma da ceonomia angolana.
Síntese do diagnóstico económico e social:
1. Desempenho macroeconômico:
Sector real e preços
Como era de esperar, 2 crise económica mundial teve os
seus reflexos cm Angola. Já em 2008, e ritmo de erescimento
do PIB diminuiu 9,5 pontos percentuais relativamente
à 2007. Mas é cm 20D9 que os seus efeitos (oram mais fortes,
tal como mostra o quadro à seguir:
QUADRO TIL)
Comportamento recente do produto
e TO EE)
1 Rios médios de crescimento do pruduto (6%)
TIB iu ces emma am ane | 232] 38 13
PIB peeróleo uu e cn ce cc ca rear DA 123 36
PER não pelo fero 1 11 eo HA 158 so
Diamanhes 00 0 ee cn cce cre e na cen eee vo 47 8.6 de
CONstoIçõo Jo 10010 ces ca cce ans carro EX EE 12
Proânciia média de perrrileo Gni! harisídia) 2... 269073 (19040) 183
Produção anual ue diamantes id qeilaies) 2. 2] 97U2| BY D] w239O0
Preça iaterracional do petróleo (usdEum) o á 1083 530
Preço interracina2] do diamonte (quitete)... 1.2] 1335 3 ES
PIB à preços eamentes milhões de usã) o... [37 443 D|53 90 O] ES, 3566
PTB u preços comentes (mil milhões de kz) ......f 46368] 63/62) 53863
Fone: Mt io de Planeamento
* Peevisões
À taxa de crescimento do PIB a preços constantes é de
1,3%, com o FIB não petrolífero a inerementar à sua actividade em 5,2%. O PIB petrolifero diminuirá cerca de 3,65%.
Em termos nominais, o PIB a preços de mercado passou
de 11 240 milhões de dólares, em 2002, para 83 901 milliões
de dólares, em 2008, correspondendo «à um aumento
de 7,5 vezes.
Ainda que se trate de previsões, a situação ecnnómica em
2009 apresenta-se relativamente afectada, em consequência
do profundo choque que representou a queda do preço do
burril de petróleo, é que se repercutiu por todo o sistema
econórnico nacional por diferentes canais, Prevê-se que o
FIB , em dólares correntes, diminua cerca de 19,5%, com consequências sobre o rendimento médio por babitantkg,
cujo valor deverá passar de 4707 dólares em 2008 para
3669 dálares em 2009. Um decréscimo de 223%.
O ritmo de desinflação da economia atenuou-se depois
de 2007, devido à factores de natureza estrutural que
actuaram no sentido de oporem algumas resistências à queda
do valor médio do índice geral de preços no consumidor que
se verificava desde 2002,
Em 32008, ccorreu um aumento de 14 pontos percentuais
no valor acumulado em Dezembro de 2007 sendo que as projecções para 2009 colocam o TPC centre 13% e 14%.
QUADRO 111,2
Evolução da inflação e da taxa de câmbio em Angola
"Taxa de inflação média mensal (6) 11 100 DS4 Ta (1 .03*)
Texh amu de inflação (9%) cu. coca cce se] 1180] 1320] paga
Taxa média anval de câmbio (k7/uSd)... 0, 11200 767 751 TEO0*
Taxa de câmbio informal (EEusd) 1... e ne 77 T756| 99 281+
Fóute: INE, HNA (Direcção de Esuntos e Estarlscica)
* Previsões
"* Junhu de 2OUS
*** Setembro de 2904
O compo ameno 5 da taxa de câmbio de referência
demonsira ve a certa cstabilidade, lendo ocorrido uma ligeira
apreciação aa: noeda nacional em 2008 de cerca de 12%.
Para 2009, a tax de câmbio de referência será desvalorizada
em quase 4%, de .10do à acomodar as pressões do mercado
e a precaver à Oco, “ncia uma procura anormal de divisas.
Exec, ção orçamental
Em HE, a receita do Estado totalizoo Kz: 32)7,4 mil
milhões, equivalente a 50,5% do PIB, o que correspondeu a
um aumento de 4,7 pontos percentuais do PIB relativamente
à 2007, A despesa do Estado, que perfez Kz: 2653,8 mil
milhões, valor que representou 41,6% do PIB, assinalando-
-se desta forma um aumento de 7,1 pontos percentuais do PIB
emrelação à 2007, O saldo global na óprica do compromisso
registou um superavir de Kz: 563,6 rnil milhões, equivalente
a 8,8% do PIB, o que representou, porém, uma diminuição
de 2,5 pontos percentuais do PIB quando comparado aos
valores constatados em 2007.
Para 2009, espera-se que as receitas totalizem Kz: 1900,6
mil milhões, o que equivale cerca de 37% do PIB, correspondendo à uma queda de 13 pontos percentuais. Por seu
lado, à despesa pública está projectada em Kz; 2502,8 mil
milhões, ou seja cerca de 48,456 do PIB, apresentando uma
queda de 6 pontos percentuais. O saldo global na óptica de
campromisso representa um defície de Kz: 602,2 mil milhões,
correspondendo a 11,6% do PIB.
QUADRO 111.3
Quadro fiscal
CNM milhões Es)
ae
(exec,) | (exec)
Recuitas LAIS 100 cc cas aces cc ob 2124/70 adiTAl oco
We do PIBon (oo cce a ace ces cm e | 4659 ENA) na
Reoecaitas petrotferas 1. 0. cia. es coca ces ca e | 1 722| 26401,9] 1210
MS TOUBÍLOS coca a a a ca E ESSE) sa
%ulo PIBAe oco. | 378] ana 30
Recaitas não pelmoliferas soci e ie ce a cd 370B 46B3 5525
A dIS MOCOCA 11 cc ce cc ce 7a 73 035
da PIT oco eee | OA e o
Despesa foral uu ca ua ecc na ce | 1600] 26584] 25008
NM da PIBÇo cc cc emo) 2a] anjo aTó
Despesas COTTERRES | ve e ce ce ma a era ee jo DOES 1T7T6H 185
Frdas despesas. cl 011.000 061 es en [O 66 737
Ml do PIBge vc ca ca aa cc can eo 23 cs 351
Salários tais cl e en en 2 |] â6a5 5aã 753
FR dasdespênas comentes Joc 00000 oo 342 30,8 as
MISPIB Lee a] 78] neo asa
Fante, Mirinécio das Finanças
Sector monetário
À execução da política monetária continuou assente ne
Princípio de esterilização da liquidez na economia, tendo cm
conta à necessidade de manutenção dos preços em níveis
Tazoáveis ce a estabilidade externa do País. Os instrumentos de
esterilização utilizados foram as operações de mercado aberto
€ à venda de divisas no mercado cambial interbançáno,
Em 72008 ao crédito à economia concedido pelo sistema
bancário cresceu de mancira substancial, Kz: 350 966,32
milhões (69,616). Expresso em dólares norte-americanos o
aumento absoluto foi de USD 4655,98 milhões, contra
USD 311825 milhões cm igual período do ano anterior.
Destaca-se dentre as suas componentes a expansão do crédito
ao sector público crnpresarial (121,625%), bem como do
crédito ao sector privado (63,43%). À expansão absoluta do
crédito ao sector privado foi de Kz: 300 307,29 milhões,
equivalente a USD 3982,84 milhões, contra USD 3382,57
milhões em 2007.
De acordo com às contas monetárias, 05 mejos de pagamento (M3) registarim, em 2008, um crescimento nominal
acumulado de 104,7% (80,656 em termos reais). O crescimento do M2 c do MI Toi de cerea 66,28 e 74 25, respectivamente.
O crescimento dos meios de pagamento, no sentido Jato,
Tepresentou um efeilo maior da base monetária, uma vez que
este instrumento que tem desempenhado 9 papel de variável
operacional da política monetária em Angola, registou um
crescimento acumulado de 62,2%, que resultou da expansão
dos activos externos líquidos do BNÁ cujo efeito foi
atenuoda pela contracção dos activos internos líquidos provocada pela expansão dos depósitos do Governo junto do ENA.
Tal crescimento repercutiu-se, tanto sobre os depósitos dos
Dancos no BNA, crescimento de cerca de 74%, como sobre
a circulação monetária que registou uma expansão de 48%.
No primeiro semestre de 2009, os meios de pasamento
(M3) registaram um crescimento nominal acumulado bastante moderado (2,8%), explicado pela contracção da dívida
pública interna. O crescimento do M2 (21,7%) continuou
robusto, à que se explica, essencialmente, pela valorização
dos activos em moeda externa, expressos em Kwanzás, na
sequência da depreciação que a mocda nacional registou no
período. O crescimento do ME (11,059) derivou do crescimenro dos depósitos à ordem em moeda nacional (8,5%) e
do crescimento dos depósitos à ordem em moeda estrangeira
(179%).
Neste período, a base monetária registou num significativo
crescimento de 51,2%, o que pode ser explicado pelas medidas adoptadas no âmbito da gestão da política monetária, em
particular, as que têm à ver com o aumento do coeficiente
das reservas obrigatórias (de 15% para 30%) c o aumento da
taxa de redesconto (19 .6% para 25%).
A expansão da base monetária resultou, essencialmente,
da desmobilização dos depósitos do Governo junto do BNÁ,
tnnito por força da entrada insuficiente de novos recursos
para as contas do Governo sob a forma de impostos, taxas e
contribuições, face às necessidades materiatizadas através do
execução das despesas previstas para o período.
O resultado obtido nos domínios monetário e financeiro
revela que, em 20U8, os activos externos líquidos do sistema
bancário registaram uma expansão nominal de cerca de
49,3%, graças à expansão dos activos externos tíquidos do
Banco Nacional de Angola, na ordem de 61%.
No primeiro semestre de 2009, 2 redução dos fluxos
financeiros externos, nã sequência da crise económica &
(inanceira internacional, bem como a redução das receitas de
E 2010 81
ecaportação petrolífera c Jiamantífera, devido à queda de
preços nos mercados internacionais, contribuíu para uma
rápida redução das disponibilidades cambiais do País,
agravada pelo aumento significativo da procura por divisas
manifestada pelos agentes económicos,
O aumento substancial da procura num contexto de oferla
limitada de cambiais, « mocda nacional depreciou-se fortemente am Abril do ano em curso, na ordem de 3.07% no mercado formal e de 5,047% no mercado infortoal da Cuftade de
Luunda,
Durante este período, à moeda nacional, devido à
evolução desfavorável do dólar norte-americano em ralação
ao euro, depreciou-se imualinente cin relação à moeda
curopeia na ordem de 3,13%. Com relação ao rand sulafricano à depreciação foi muito mais acentuada (24 93%),
26 passo que em relação ao yen japonês se registou uma apreciação de 1,81%,
Balança de pagatmentos
Relativamente à balança de pagamentos, 0 exercício
económico de 2008 registou um superávit de USD 6407,7
milhões (8,3% do PIB), na conta corrente, representando uma
redução de 31 8% comparativamente ao alingido no período
homólogo, cujo saldo fo de USD 9402,1 milhões (15,8% do
PIB).
À semelhança do que ocorreu em anos anteriores, verificou-se um aumento das receitas de exportação de Ángola,
resultante do crescimento verificado na produção de petróleo
bruto e dos preços dos produtos exportados, As cstalísticas
das importações comprovam um crescimento nã ordem de
53 6%, tendo atinsido o valor de USD 20 982,2? milhões em
2008 contra os USD 13 661,5 milhões apurados em 2007,
Ao contrário dos anos anteriores, em 2009 prevê-se uma
redução das receitas de exportação, resultante da redução da
produção ce do preço do petróleo no mercado intermaácional,
atingindo assim o valor de USD 36 1J8,1 milhões. Quanto
às importações projecta-se uma redução de 27,1% para 2009.
QUADRO IA
Balança de pagamentos (milhões de USD)
Conta de empital & COANnCCia..s el e ee sc ca o | -359A] 16594
Saldo BlObal us 100 vence ne ve ee ee ciano | 55829] 62406
F'ante: Banca Nacional de Angela
*Piojerção.
2. desempenho sectorial: No entanto, a manufactura é OS Serviços Inercantis
(embora por ra2ões diferentes) apresentaram registos signi-
1. Sectores económicos: ficativos. À indústria transformadora duplicou o seu valor
acrescentado bruto, enquanto o sector dos serviços registou
a 7 aectivid: o. iquap 2 ; - Io a& =
Entre 2002 e 2008 2 activídade económica apresentou- — vma variação percentual de 815%,
se bastante dinâmica, tendo-se registado uma multiplicação
por 7,5 vezes do PIB nominal. À actividade de exirueção
petrolífera, que registou uma variação de 674% no período, A mariz seguinte apresenta, de form: sintética, o diagfoi a grande cesponsável deste desempenho da economia — nóstico scctarial, referente a 2008, dos sectores cconómicos
nacional. e sociais,
QUADRO IFL5
Matriz de diagnóstico sectorial (2008)
e. x sei. Investiowoto
Es Tangale eis à a AA público Reformas e medidas implementãdas
imilhões de kz)
[99 4 68 OUT 15 9738,14 | Desenvolvimento rural deixa de fazer pente das comperências Jo Ministério da Azriculuca:
Programa de fortatecimento dos az iendíores.
28 164 44 192,37 | Fomesto da pesca coaulimental;
Festas Implbrentação da grelha de selestividades pura à esdução axsessoriais na pasca cesmaroceira;,
Trogróou Nacional de Amostragem Diológica da Pesca Comercial.
53 15178 Penjecto Arigoia Liguefiead Naneroal Gas (Angola LNG);
Penjecin de legislação sobre o Nseseo à tecra das eperições petrolíferas,
Regutanmento dos operações petrolíferas;
Petróleo e refinados Plana nesinna; de eonhngêncin contm dermômes de petríleá no mar;
Decieto sobre recrutamento, mu srução, formação. desenvolvimento dy pessoa;
Regulimento sobre saúde c sesurauça na inâúsnia penolíteo.
-R6 DM 17124 | Astmalização da lesisiação do seclos incluindo 2 rvisão do quadro ensânico;
Geologia e minas Hurmonização das estralégias relativa: às úqvas sobterânços;
Regulámento sobre à actividade mineira antesacal;
Concepção e implementação de eztratêgios que visam o selançanecato ds rduçõo minar
diversificada.
Intúdtiia no EXEÁLI S87 AG | Orfosçe ho capacidade institucional;
Toncepção de iacenl ros Gesais;,
Lrasusforonadera ie , 7. ini ; ; ; o
CUuuclerização de coidades isduscriais e projectos de desenvolvimento Indaia: e seo
indusírial;
Bases de dados estatísiicos (para o cálculo da produção industrial?
65 9IIA | Plóna direetor de reabilitnção e capansão das redes clécrocas;
Kocryós e águs Política encnitica nucionel;,
Implementação do plano diacetor da seforina do sector elécirios consibstimímia nã
TEViA£o da lei geral de slectricxiade
. " 25.6 268971 12370802 | Prograata de reabilitaçõo das infra-estroterias rodoviárias;
Constraçõão Pivjecto da decreto executivo conjunto sobre multas (decorrentes das infracções a
Decreto n.º 969/, de 37 de Março).
TIISAJO | Lei das Actividisles Comerciais;
Criação das representações comerciais de Angola em Macau — China e ltóia:
Regulamento da Lei dos Actividades Comerciais:
Sevviços Iercunlis El benção - Wplamus jenidico-le pais para as plutalensms de logística s due mercados :
TOUMICtAdis;
Acções promotoras da rentabilidade ceonómiça de pede postal;
Prozrumna de desenvolvimento da redes básica (se de acposiíção « mudervizaçõe),
Focnulaçõe de livco da socicdide cs. informação;
Implementação doe Fundo de Apoio às Comuniceções FADCOM).
Secvlçus não
mercantis TIREI
Fonte: Minioérios sicleriais.
Como &e lem vindo à relerir, o ano de 2009 foi partiz — manurênção do comportamento do nível geral da actividade
cularmense adverso para a economia angolana, com reflexos — económica em patamares controliveis e reversíveis no
sectoriais visíveis. No entanto, alguns sectores resistiram e — segundo semestre,
conseguiram apresentar comportamentos positivos.
32,2, Sectores sociais:
À rabela seguinte apresenta a adversidade de comportamentos durante o primeiro semestre de 2009, No decurso de 2008, é de uma forma genérica, os seço
tores sociais registaram alterações posttivas, destucamdo-se;
QUADRO IIL6
Taxa de crescimento sectorial no T semestre de 2009 aumento da segurança social em 18,19;
m do o
(em 55) aumento de 7,1% no número de cidadãos beneficiando
" de reforma;
YVarlívels amO= Metas ,
do pl.os pagamento de K7: 272 00000 (cerça de 250 dólares
assistência e protecção de mais de 97 000 crianças no
Apre. pecufimna e Merestas 0... a) LEX 72.14 ECA) ED) a ito dos d Ae " "
Com e obs públicas cc. 18 Pr 15 3 ss âmbito dos programas de assistência e reinserção
Encrejacágus Joc.......] aRTJ Gn insofo ano 33 social;
Serviços não meccantie 0... | JA4B]o 14BJ 257 ? 6) diminuição, na ordem dos 5,856, 17,5%, 42,7% e
[ndásieto transformadora... - - 1 9 Ia .. so
i maçea Á . o 35,3% nos casos notificados de malária, tuberetores com compuriamento negtive culose pulmonar, cólera c HTV'/SIDA, respecti-
Petráleo coco] <a] coa sra cas| 6 vamente;
Diamantes 11 1 | 7] 278] case] 36 27 investimento de 2,986 do orçamento das despesas do
" centis 7) gs . . - a "o
Seciços mercentis 21 0 o 87 dl Bl We Estado no fornecimento de habitações sociais e
Fente: Minsaére do Planeamento. diversos serviços comunitários.
"(fovisões,
A agricultura açabou por ser o sector de actividade No quadro seguinte apresenta-se o desempenho dos difeeconómica que centribuíu, de forma significativa, para a — rentes sectores sociais.
QUADRO 11.7
Matriz de diagnóstico sectarial (2008)
Enprego Investimento
Sectores (nº de tra- público Reformas e medldas implementados
balhadores) | milhões de kz)
Alenos mariculados. 162 766 16 265,36 | Reforme do ensino mêdio técraon-pentfiss.enal;
Alfabetização: SC2 350 Tnlormação do seclor;
Ensino primário: 3 58) 662 Revitalização da programa de a!lubecizaçõo,
Educação | Endinn sesundária: 2 ciclo: 212 347 Formação e supersção de pentessores do ensine geral;
Ensino especial 18439 Aquisição da micrial didácico;
Formação de gestores;
Apeuviamento das escofs é o 1íonço du inspecção cssolar;
Carta escolar,
TL* Maliána: 035 60 3B? 21 580205
TLD. resp. aguda: 1,15
TLD. dia, aguda 4,23
TL Desintena: 1,26
TL Febie vfóide: 0,14
TL Schistossomíase; UD
TE Tuberculose conf: 33)
TL Inf. irans. sexual e SIDA: 0,16
TI. Malnutrição agudo: 207
FL. Outras: 2,64
TE. Tonal: 0,82
Crianças agaistidaa pelo projecto Ieiie e papa: 1564 = 313952
Criuças afectadas cow VUASIDA: 84 815
Assistência | liosos em lares beneGiciórios de apoio social: 120439
e peinserção | Crianças integrados mães tutslares: 334
social Tutal da área desminada m?: 33 JOB
Beneficiários de assisténcia alimentar e não alimen-
1a FIT 675
: Enpreygo in. | Investimento
Sectores deirabatt | público Qmi- Reformas e medidas Ini plementadas
' Ô hadores) lhíes de kz)
128] cunsos, 174 sentinários, 366 palestras é 271 conlerin- A47TD 34983 [| Presseguimento de prodeção legislativa, estabelecimento do
cix Mobilizador comunitário: 193 paradigma dos estaloros de governos penvincsais, «dtministr-
Reforiss Heneficiárias da mieracrédito: 745 ções municipais e opmunniS & criação do fondo de vestão municionuis e: | Porteiras tradicionais copucitadas: 339 cipal;
Judiciais | Pulearus'seminários sobre género; 190 Implementação de medidas que visuram a mslhonu prestressiva
Fanmaçõão e capacitação técnica (nacional): EO da produção estatística oficial.
Empregas no órgão centeal: 105
Empregos nas direcções provinciais: 450
Fredução Je legislação no doaínio do ordenamento é cerco
e nrhanisnmao e da habitação;
Elahoração & cxeriição ge programas 2 prejecros eos espectivos
Jomníios.
Cultura 1 97E,74
juventude 14 466,21
e desporto
Caomuni- 21 531,96
ceção soctal
Antigos
combatentes
e veteranos
Je guerra
Farmação | Capacidade de formação instalada: 60 516
prufissional | Caparidade de formação utilizada: 56 982
Núrnero de eontribuiniçs: 2É 367 Aprovação e implementação do Decreto n.º 38:06 de 19 de Jucko;
Praterção Número de segurados: 625 342
Seeória Número de pensioniscas: 7) 218 Aprovação é implementação dos Tiecretos n.º 4088 e 41/08 de
Ú Número lotal de funcionários: 297 STI 2 de Junho;
Aprovoção e implemenosção do Decreto nº 82/04 de 2 de Junho;
Niimaro de efectivos por pros (feias:
CABINdA: cuia cenicas cms cc 3 b67
ERNTE «o ve ensse nernec e e cm mm cse mn ne cc man arm canas S B32
ERES ES RS 7349)
RSS 172 à [a]; E Bea 7487
Cana Sul oc o cumes cem 17215
Adminis- ES E ETA 1081)3
EEB Dada NOME cuco cumancinccs esses 6906 536,92
pública e
admivis- LR is E-BIT ROSS 5 000
tração do
ao [i TS] o TE RR AA 21762
Cuando CUBINBO 11 cs ssnocao coninaros cocos cons oo 4730
MNImMiBE cu co cisco an memos ces & 246
BERRO «ineo ones cmcnno cos snsc no sms ce cc nssa na cmessss e cccmnn so f 30
*TL -—- Taxa de laralidada
Problemas actuais e potencialidades:
Os sectore. económicos e sociais apresentam vm conjunto variando de problemas que limitam a obtenção de desempenhos mais significativos. À sua remoção é um factor indispensável para o aproveitamento das suas polencialidades,
1 SÉRIE — N.º 9 — DE 15 DE JANEIRO DE 2010 85
QUADRO [Y.]
Mutriz de problemas actuais e potencialidades
mes |
Económicos
Escassez de pessout qualificudo; Existência de solos de elevada aptidão agrária, 2 bicediversidade, u clima e a
Sistema de investiguçõe agrário-precóniu;, gendtica;
Elevindos cusos do proslução assoviados à importação de factores de | Abundáncia de cecprsos bidricos;
produção, Min-de-nbra dizponível.
Cunstrangimentos cm consequência de cxistêntia de minas em
cregifics enma potenção] ogrfenta.
Escassez de quadros € eripresários com capacidade técnica requerida;
TDilicuillade va obtenção de fnanciamentos;
Estado de degendação avançada da Éroio industrial;
Degradação dos panos, dos estaleiros e da infra-estrutura de apujo
loginico:.
Carência de matéria-prima;
Excusses de alguos recursos pesqueiros;
FProblentas ambientais ligados à não protecção efectivu de zonas
aquáticas, 2 debilidade do sistema de testamento de lixo « águas;
Falta de intra-catutora de sirecamento;
Falta de enctepostos fripodíficos para eistribuiçõo do mercadu;
Baixu indice de rcalização dos investimentos preconizados.
Csrência de recursos humanos quulificudos; Existência de gróndes veservas dos recursos nacuceis por explocã:
Insuficiência das infra-estruturas do dawnstrebm: Existência de condições económicos e polítizas favoráveis ao investimento;
Ti=vado grau de dependência tecnológica do exterior; Elevado pole acial de neGegaçõo da cadeia dovamenta dido o acrun] estágio das
Enjxa capacidade empresarial nacional é 0 cscassa Iradição indesirial. infra-extucins de armazenagem, trsnspore e disteihuáíçõo.
Irselicaente cobertura e ado conhes boesito geotégico do País. Semelhznça das fonnações geolágicas com as das vizinhos.
Escassez de infra estrutucas geológicas e de apoio à acuividade | Diversas ocorrências minciras identificadas,
mineira. Grande potencial diamanilfero eontecido e per descobri,
Elevadas tatas de tesnsportação (caminho-de-ferro) e aduaneiro para | Território cinda pouco prespectodo.
Geologia e minas 45 empresas mineiras do subzectorede rachas ormonentáia no Sul de | Grande expanaão de aectar é son institucionalização.
País; Possibilidade de escoamento dos proóutos pelas vias marítimas e ferroviários.
Existência de áreas de concessões minciros por desmentr, Pulencial eleclivo paro comrcibuir péra à medoção dy polareza.
Tiificuldndes em honrar os eomprimissos financeims com prestodaras
de serviços baseado na exiguidade de verbas financeiras.
A falta de pólos de desenvolvimento irdusccital. Proximidade de mulé rias-priznas pora algumas actividades irdestrizis (fabricação
Ausíncia de um sistema tribetário que eontecnplo meceniamos 6e de cirtiento, cerficmica de bumo vermelho e branco. sumos. conservas de (puta,
incentivos de crédito e que evite também o duplo tribulaçêo. de burofruticolas e peiae, licores.etc 3.
aa À Falta de uma política especifica de protzeção à indústria mauivas!. | Condições téunicas « oeenuis para instalisções de pólos de Jesenvalviaaento
Indústria PENA " 214 ; " : inbã so
Insuficiência de centros de Ênmmação ligados, basicamente, ão s&190 industrial é sondamínios industriais,
industria! nos mais variodos segmentos. Resbilicação de infra-extreturas com destaque porta 25 estradas € caminhos.de-
Elevada morosidade do processo de liberação a. fandegária das mer- [ero, além de Lone: de formecimento de energia eléctrica c dágua.
eandorias importadas,
Eiuiaa ofecta dos pojncipais mabeciais de consteução; Esiatência de um levantamento do estado fisico geral das infia-cstroturas admi
Lenudio do processo de desminager e tecoção de coacnt:os cexplo- nistrazivas.
sivos. Existência de um diagnóstico do estado das infra estrutuzas rodoviárias.
Dificuldades de contratação de mo-de-obra qualilicata. Existência de zatudos e projectos de combate às rivinas cu várias províncias.
. " Murusiónde dos processes de importação de equipornenens e meios
Construção técnicos.
Difíceis concições locais em termos togisticos e de acessibilidade.
nalgumas localidades,
Raixo (ndice de execução do Orçamento Geral da Estado, em pariicular, dos invstimentos,
Ansência de integração dos crês linhas paralelas censiruídas no pas- | Povencial hidrico, eólico, solar e biomassa.
sixlo Idicenção Vitoralnterios). Capacidade institucional (ministézia, empressas públicas do sector).
Destruição de parte dessas linhas, sendo e linha Sel a mais afec- | Disponibilidade Je necursosfacesse a recursos Je investimentos.
tada. Potencial de parcerias público-privadas na geração & distriboição de euergio.
Energia Dificuldades de expandir a emo e médio prazo 2 produção de eaner- | Crescimento regular di procura.
ga eléctrica pela construção de grandes bidroeléciricas, Jevido ao | Exislência de novas 1ecmologias.
Elevado prazo de maturação tesiea de 7 anos).
Grnndes eanstrongimentos ao fomecimento de energia em Luamla
e sede das províncias.
cemúóticoos .
Mecanismo de fxação de Lurifas inodequidas.
Alaso na consessão de vistos para lésnicos expuinados envolvidos
em vários projectos.
” ua ) Dificuldades de aquisição de inartes, no mecento interno Celenênio).
Construções e ocupações indevidas por apurtoniscos em oluuns frçadus dos projectos.
Excessiva dependência dos mercados extenos para à aquisição de
E]UIpamentos, peças, acessórios e consumíveis.
Dificutdades para o aproveitamento dz codas as facilidades que são
UYecontenes dos acordos hilaterais e multilaterais, ao domínio de
cumêrcio. :
Obstículos para uma mudança de foco da actividade comercial, que
. Ugveria voltise para o cansumidos e sets Jiceinos.
Cumeirclo Camércio informal. -
Comereio froseiriço Jesse que não se veiifuue às revigrusidade de
vanlugem).
Derora acentizinda nos urabalhos de desminagen Jos cotas de instalação dus infra-estrutecas Ja rede básica de telecomunicações;
Não integração cooperativa com outras entidades que tenham pro-
Enanaa de infra-esteuturos com demasdios, para efeitos de exe
trução, semslhantes às do sector.
Atraso no entrado er vigor does novos modelos de gestão para à da
rede bisica da Ancoia Telecoia, 16 áunbito BENCTA e ttmbém do
Televomuni- âmbito do INAMECT.
rações e Td, Grande escassez de racursos humanos, em qualidade e quantidade
suficientes.
Folto de um Iracameento aistemático Aos dados e das informações
derivadas das aciividades do secior.
St rios problemas com as infra-estmturas postais, de cnensorolaçãa c Je
geofísicu. Inseficiências de meios tecnológicos e dos meios
rolantes para 1 transporce de malus postais.
Falla de comunicação, coordenação, uniformização de conceitos celaclonados à actividade turística e de incerligução entre sectore: e
entidades tdminayotivas,
Falta de planos dirceiores poru 23 úcças cstralégicas do turismo,
Oferta Muito escassa de serviços educacionais voltados para o
tusisano.
Fraco envolvimento e baixa consciência das populações Iccais. em
TIntelaria € cspecial no meia rural, par$sá impotência do turismo.
turismo Baixo nível de informação e formação de pessons perencantes às comu
nigádes com viera à preservação e manorenção de tecursos namus our valogçõo sucisticoa, cellesao da nus intervenção nus sons
de interesse.
Astência de me, plano para n gettão e zonenmento tuaóslico,
Fruca disponibilidade de revursus Linuocvicos.
Inexistência de um mecanismo específico nara o apoio a6 formento
turístico,
Inexistência de vm plano estratégico de Médio praeo, consistem,
Falta de projectos concretos efou devidamente estudodes em situação
H de implementação,
Organização incipiente dos serviços do miniatério.
Deficiências graves em termos de governação, informação Cinanecira
(cormbilidade) 2 contmlo de gestão nos empresas do SEP dos trans.
partes.
Suuação de mptera em alguns scetores do: Gaâmsporios em porticular
sector aéreos sector maritima -- portuário e transportes medoviáfios
de gassugeiros.
Tala de capacidade de gestão profissional de projectos no sector.
Transportes Baixa qualificação, genericamente, dos recorsos hunyanos do sector,
Fscaasez, qualitativa c quantitadivo,
Necessidade de implementação de programas, profundos de refun
dação de empreaus esbatégicas do SEF (TASG, ENANA, SECIL
MARÍTIMA),
Dixa dencidade populacional é grande dispersão de centros urbunoa
mentendo-se, ainda, ema elevada degradação das infra-estrucuros,
como factores condicionantes ua oferta eficiente Je tranapoctes públiros.
Regulação e regulementoção das actividades inerenres aos vários subtactores das transportes de publicuçõe muito recente « ainda
incomplera,
P
Tolencialidades
Potencial Júdrivo de Angola (47 bacias hicdropeíficas peinsipats).
A nlesburneracização das aelividades comercio, através Li aprovição e Lei
dus Actuividides Comseniais a do Lei gr Defesa Ja Concenênci, em 3U07 e
2005 , respectivamente.
Os eontros log fscicos de dlisirihigio de PRESOLD NRÉ, que serem sous ans
espécie de indicador pura to polencial de cápido crescimento da econnTais
mual,
A continuidade do programa ircin for frade, ensido o avrmerto da capacidade
de negócios.
Votencial di actiadade Económica é impaslo que detém ra Jinimizoação do
comércio.
Auavés da telecomunicação, acelerar o processo de estretucição dos serviços
públicos hásicos às populações e de viabilização de virios empreendimentos
píblicos pivados,
Aaravés dos serviços postais, à perspectiva de operacionulização dos conceitos
de açorreios de proximidade» e de «estoções nuli funcioneis» que podeião
TJunciunar como importantes Feccanencas para à fixação das populições nas
suus óreas de orieem.
Mravês de meteorologiz e geofisica, à cupacidade potencial de apaior, em suas
reapectivos missões, 1» aczonónrico, n ambiente, es áMuos, 4 praca, à ageicole
lua e o planeamento usbano. Tainbéim sena ca pão de somabvir tbastunte com
as árgãos responsáveis pela prevenção e socorro às situações de ceráóstro.
Fer naturais, '
Arivvés da tecnologia da informação. x capacidade intríseca de vumentara prmdutividade de todas nº sectores que possem ebsecve; seus processos garundo
Gceonomias de escala,
Processo de desconcentração de compelências do Governo, com novos cpostunidades de planificação & desenvolviaento provincial.
QDporiunidade de exploração turística à partie dos novos pólos de desenvolvi
mento seoanámico é 5 aquecimento de mercados intro, sesionais doces.
Cricção de novos centros de convenções que Servirãa onra à realização de en
contros políticos, cvrais, deporlivos e cienibeos.
Exolozação mais efectivo, do parriménic stnolágico é cultural diversifizaco o
da 1169 vazicêade de ceafidades vlimáticas.
Viabilidade económica da exploração tuefatica é a partir Gus ova: infra-sstro-
TUCas do Pais.
Relançamento da sectos muritimo nacionul, quer em Iernmgs de Lansportes martimos internacionais, quer nacionais (esbotagem e uvial).
Incremento dr, dewanda derivade dy sepeesu das políticas aaciomnis de expunsão e cooperação regional (S ADC, CFF AC), decomente do aumento da? activkludes empresariais.
As necessidades, ditadas pelos proecamos desenvolvidas para 6 recndenamerto
dy temuário e pro às pefocrus dus adeicustTeções Lucas, ence à pon agvas
opsctumdades para o sector, justificando investimento: cm novas plaafor
Tons 'ceisticos.
económicos
Insuficiente uotuução do Estado na gestão dos maundidss dur árgônsia
Administração, disgeçõo c fiscalização das empresas do SCP e 1:
avaliação sistemática do seu desempenho.
Cinsteolo deficiente das aeluções Taanesiras centre + Estado e nº empresus do SEF, naroeadamente no tocante a subs(dios, impostos, crédi
tos e débitos.
ACctoução quase independente das administações é divecções dos
empresas de SEP.
Sectr empre Ausência de prestação de contas un Estado de porte significativa dus
surial du Estado empresus eo SEP,
Fracna nívais de eticiência operacional das empresa: en SCP.
Existência de pessoal cxecdentário e custos clevodlus,
Níveis baixos de produção e produtividade.
Endividamento elevida.
Lresconsiolo patrimnial.
Acumulação persistente de resultados negativos.
Não vencracização elecliva do processo de Irunsiçõo do modelo vo
ounicdale coonóraica extaat» paro e modelo de «empeesa pública».
Fraca e JdeTesente capas idade de fonniçõe de docentes c podares csoolares.
- Deficiência de avção da in:pecção essolor,
Educução Tartneia de pesquisa n1ts aprotundada pace ema melhor ovzliação
do seclor.
Deiciência de ueção da inspecção escolar,
Fraca fabil.dade de dados < infozsmações estatísticos provenientes dos
províncias. federações desporivus. associações juvems = desporlivas,
Trisulieiê meia do efro-estrmcenos [uveria e desporivas agravedas pela
deficiente gestão, murulenção * conservação das mesmas.
Dicíeil suação de inserção social des jovcas desnatilizados & reassentados € 1 haixa nfcria de epotunidade do prinseiro esaprego,
Juventude e aumentada pelo baixo nível da escolaridade e de formação profiadeporlos 5 :
sibonal dos jovenz,
Fraco apoie de poteaciais parceiros inscituciomois e socivis (barcos.
associnções ec ete,) para o desenvolvimento dos desportos de allo
competição e na solução de outros problemas da juventude,
Escussez Je Llcnicos. e quadros quasilieades, Wei dores especializa-
dos e de acentes deportivas preparaéos.
Fravu inssnçõo das mulheres « dos jovens deficientes nu desperto.
A ausência de Uados desogregados por sexo ce quise todas a? áncas
da vida política, ecrnámica. cociál é enltura do Pais.
Iradcquados e insuficientes recursos humanos e financeiros alocados
eo sesIGE.
Fanília + pru- Inceisêãe ET) inaúequeção de TES lação Gue sejo capo de Ber om
mução da mulher anvbiente favorivel 20 traomento das coestães du Vamiíliz. = do
mulher.
Descanhecimento por porte de diversos cepnventos da sociedade o7poluna, &u importância do descnvolvimento de um olhar mais erftico
e partie polivo nas discussões dos pronlemas em que a dimensão
Eêrero 6 relevante,
THficuldades na splicação efectiva do (ei n.º 1302, de 15 de Oumbro, Lei da Anligo Combatente é do Dreliciençe Je Guerra, marmento dos diceiros aociais neta pecvistos,
Ávilgos cumba- | Cs custos actuais de materiais e de serviços não previstos inicia)
(entes e veteranos mts nos projectos, bem: eamo + poralisaçõe per yElzação de mate-
Ae guerra riais inudequados.
Falta de pessoal especializado na área secial, pura melhor vpaso aos
assistidos. '
Inexistência de uma bose centra! de dados dos vecensaafos.
Exiguidade de recursos financeiros,
Infre-cstrucaras com espaço reduzido.
Precaricdade de algumas instalações,
Transporte dy mancrial. em sapecial para os municípios e as comunas;
Raixo nível de desembolsos que acarreta problemas sérios na gestão
Cultura Jus expreendiorentos.
Corêncios no foi nação técnivo-profissionai, No greu de dependência
de equipamentos de extecior, à fragilidade à a concentração do
parque gráfico nacional e 3 lentidão do processo de modetaização
leuológica,
LO 87
Putenelafidades
lanplementaçõe de um sistema de intormação do SIP,
Fa punção da capacidade de acompitnhanento.
Alisamento du sector responsável polo SEP.
Interesse erescenro pela quetão nmihiental.
Navas abordagens relacionados às medo!opias da análivas e de apesciaçõo da
viabilidade económica de projesios
A griativalade, enerçia. coviosidade e esplito em preede Ao, os fvens angolimmos
têm à potencic] de nlterar hábitos negativos a2 sacicdade e «ampes cioios é
violência e de discriminação que pazsam de ums goraçõo pura vira,
A capacidade inegível do desporto dz promseves relações unasss salgiaes.
ampiliando 2a integração 2 a sulisfação das necessiâades sociais das somunidades, a consternação da paz e à socxistÊNcia snfue os povos.
Capeocidede arganizariva acumulada nº mealização de vÁras concaições a even
les desportivos cegionuis e inlermaciornais,
Possibilidade de timplenentar um sistema de gestão eleccoónive revés do em
de nova: tecnologia: de informoção, no interz&ímbio da dacos, concorrendo
irclesive paro o incremento de hánitos du pertizipaçõo massivo da oepulação
Fu prícica desportiva num umpiente seguro ç suaédvel,
Rivificaçõo dy Jivensão, comvesções da ONU sobr à mulher, gênero s fomiliz,
que poderão inspirar avenços signifizativos nas propostos internas + relho.
raro níve! de conscientização dos individuos para o crafacsemo dos quesiões
de aéncio.
As bras perspectivos de organização Jos molheres pasa s paspeipaçõo am inceel
mentos que (atem de assuntos como cmpoderamento econásndco, Gireiros
hurianos e violência,
A culta como uma gaz principnis forces de incencivo pera o gurisano,
A crescente divulgação amovés das midias. inclusive no exterior, da culteme do
arte ansolana,
Jnreiraginente, contrilai cambeém para 2 consolidação às unidade nacionol, ees
Fertando o sentimento da angosanidade,
A considesável capacidade € dinímica pora 2 absorção de desafios Jeegneates
do processo de desenvelvimenca político, econámicn e cecial de País.
Aumento da pasticipação da secicdade no processo de disçussio dos vrol'smos € da cealidade angolana, despertando um maior interesse e necessicade
Tos informações,
P
Sectores ' "
RN
Inudeguação do perfil do professor velativamente à sua formação | Reconhecimento, por parte da sncizdode, da importáncia da ensino seperior
acadêmica c pedagógico apropriada à sua valorização e 6 seu tomo vma fermmenia para o desenvolvimento do País ento um todo e 150
reconhecirnonte comprometendo e cumprimento du missão educa RBpenas dos que terão 2 epominidade de acesso,
va, A conceção de posafveis distorções ná processo de desenvolvimento, 1 bom fun
CiongmnTo das instituições derancráticas e a porticipaçõe: da sociedade civil
o - Inadeguação dus perfis dos cstidantes em relação nos perfis de enteuda estão dentre 08 factores que se garantem a partir de uma estoura de ensino
Ensino superior exigidos nos diferentes cursos du ensino superior condicsamiado à superior.
melhoria da qualidade qe exsino e apremlizapem é & experiência c « maluridade alconçadas durante os,
O recurso ao financimento dos prujuctus Jo Sector por va da evoperaçõo bilat-
Yalta de ocientação, enquadramento nos critérios da ingresso e nos era, masitilateral, regionas, fundos dos petróleo, fundos próprios provenientes
serviços de apoio social por parte de muitos alunos na escolha de dus multas, propinas, as parcerias, consticoce instrumentos através dos quais
Cursos, assim como ns seus perfis de formção nu ee saída, que não Se concretizorão a visão que 5e pretende imprimir uo desenvalvimenta do
comespondem bs expectativas do magreado. sector E;
A revisãio é 0 celorço dos insnvmentos legais, normas e procecimentos que parmitirão vigvtr à efiviêncio de géstia é à marerializaçõo dos objectivos.
Protilemaos técnicns n6 execução dos progrimas,
Reformas sun: Problemas do pestão na execução dos programas
bi anais e ue Fala de liscalização residevte nes olaas sedeudas em localidades de
as Uific acesso por via 1erestre,
Não aplicação de materiais apropriados,
Suspensão de Cunteitos por má execução de ubras.
Delilidade geral da administração pública central é local,
A iinsaliciência do quadro jurídico legal.
Sistema financeiro é fiscal que Não gerucm recursos financcáiros locais ]
Admlinlstroção = próprios.
do território Gritante falta de recursos humanos e a concentração de quadros admi
mistrativos, médios e superiores nos principais centros urbanos;
Como consequência da falta de quadros, a nível Incal, há uma fraca
capacidade de gestão técnica, administrativa, financeira, acompanhamento e avaliação dos programas de desenvolvimente,
Ausência de cultura de elaboração de programas participativos.
Administrcaçõão | Extensão tecnporária va conclusão Jos investimentos o sector devido | População com médiz de idade bastente baixa, 0 que propicia um longo período
Fibika e admi- às dificuldades financeiras. de capitalização dos recursos prevideociários até à maturação do sistema.
nistração do Insuficiência qualitaáiva dos 1ecursos humanos. .
1rabalho Debilidade das sedes de telecomunicações para uma eficiente gestão
integrada dos recursos humanos,
Ausércia significativa de um sislema, uma de política e ainda de uma | Perspectiva de um amplo conjunto de actividade no âmbito da conperoção in
lei nacional de ciências Iecnologia e inovação. ternocianal, coma servem de exemplo às possibilidades de prótica do protocolo da SATXÇ, do acerdo cam ns peísss da CPLP e o acesso ae centio
Imparantes constrangimentos mm cisterna ecacacional, redundando internaciona] de hiniecnologis a engenharia genética.
Ciência € na insuficiência de investigação, pequeno número de quadros | Aproveitamento de novas tecnologias e canhecimento específico que de vero
Tecnologia nacionhis especializados e uma deficiente ceoogperição cxjentííica e Ser geridos a partir do grande múmero de instmições « pesquisadores cogarecnológica, jodos as 1& DL.
Insoficiência de infra-cestrunuras e de recursos financeiros paro apoio | 4 perspécliva de onscicncialização dás socisdades porá 6 importâncie do sccà investigação científica e desenvalvimermo tecnológica, em espe- tor de urbanismo e habitação;
cial de um fundo de aporo. Ambiente fevorável para avanços na csteva jurídica em enastões de inferosses do
Do ponto de vista inatimeional, podem ser apontadas as suvações da sector,
frágil formação de uma culrora induscrial, da precária sogrde pação
emtuLIção instincionl ea penca divolgaçõodo ectividade ciotífica.
Urbucísno e Necessidade do reforço da capacidade instivueional do INH.
habitação Carência de meios humanos, máreciais e técnicos, ben comu ausêocia de incentivos 205 investimentos no dornínio imobiliário habita
Objectivos € prioridades nacionais e sectoriais — como Flano 2009-2012 e à estratégia de desenvolvimento de
(2010-2011): longo prazo 2006-2025, continuam válidas, quanto o crescimento acelerado e sustentável, a estabilidade macro-
; N cconómica, o aumento do emprego e dos rendimentos e às
Depois de um ano marcado por algumas incertezas c
, . : reformas do Estado.
muitas dificuldades, sobretudo, como reflexos da crise financeira internacional, a economia angolana terá que fazer de Os objectivos e prioridade para 2010 e 2011 são:
2010 o ano da retoma, a exemplo de diversas economias
Tacionais espalhadas pelo globo, Esta deverá ser também a 5.1. Objectivos e privridades nacionais:
tónica da orientação do Plano Nacional 2010-2911, É óbvio
que os princípios e as directrizes de médio e de longo prazo promover a unidade c coesão nacional e consotidação
espelhadas nos documentos programáticos do Governo — da democracia e das suas instituições,
tarantir um ritmo elevado e sustentado de desenvolvimento económico, com estabilidade macroeconómica, transformação e diversificação das
estruturas económicas;
melhorar a qualidade de vida é o desenvolvimento
hurnano dos angolanos;
estimular o desenvolvimento do sector privado c
apoiar o empresariado nacional;
reforçar a inserção competitiva de Angola no contexto
internacional;
implementar uma política de desenvolvimento rural e
periurhano que mitigue o desequilíbrio na qualidade de vida entre os meios rural e urbano;
promover um acelerado desenvolvimento industrial
com vista à substituir as importações;
reabilitar e desenvolver as infra-estruturas necessárias
à reconstrução e desenvolvimento do País;
modernizar o sistema financeiro e transformar Angola
numa praça financeira regional e internacional
fone;
definir e implementar uma política de protecção
social c solidariedade nacional adequada;
asscgurar à rápida urbanização dos musseques e modernização das comunidades urbanas.
2. Objectivos e prioridades sectoriais:
2.1. Sectores económicos:
Os objectivos definidos para as áreas económicas decorrem dos objectivos gerais e específicos definidos pelo
Governo e das propostas contidas no plano de desenvolvimento 2009/2013.
2.1.1. Agricultura:
No geral, pretende-se promover o desenvolvimento
socioeconómico integrado e sustentável do sector agrário,
assumindo er consequência os seguintes objectivos:
desenvolver capacidades institucionais de investimentos e de recursos humanos na investigação
agrâcia,
gurantir o acesso à terra e os recursos naturais produtivos;
contribuir para adequada implementação da linha de
crédito para apoio às associações, cooperativas,
pequenos e médios produtores;
apoiar o relançamento da actividade económica
ligada uo sector agrário através da reabilitação de
infra-estruturas de apoio à actividade produtiva
ligada ao sector;
colaborar com outras estruturas governamentais na
promoção do comércio no meio rural:
: 2010 89
promover o desenvolvimento integrado de fileiras
estratégicas (clutersfagronómos);
Tevitalizar e diversificar a economia rural, contribuindo para o combate à fome, à pobreza, à
melhoria das condições de vida das famílias cam-
Ponesas & à maior segurança alimentar;
Promover à criáção de sinergias pára Os programas c
acções do sector através da articulação de parcerias público-privadas;
promover acções e sensibilizar todos os actores do
processo de desenvolvimento do sector agrário
para a gestão sustentável dos recursos naturais,
designadamente solo, água, floresta e biodiversidade,
2.1.2. Pescas:
O papel do sector circunscreve-se na garantia de uma
melhor qualidade de vida. bem como de níveis mais elevados
de segurança, estabilidade à bem-estar das populações a partir de uma estratégia de desenvolvimento sustentável do sector pesqueiro, Neste sentido, 05 objectivos a alcançar durante
o período são 08 que seguem;
contribuir para à melhoria do bem-estar das populações atrávés da minimização da fome e do
aumento das aportunidades de emprego;
valorizar o capital! humano e capacitar os serviços e
unidades produtivas;
melhorar à gestão dos recursos e diversificar as técnicas e métodos de produção:
operacionalizar os instrumentos de produção (frota e
indústria) através da harmonização das suas funcionalidades;
gerir de forma integrada as zonas costeiras e curmpatibilizar os seus diferentes usos;
incentivar à investisação cicnlífica, a inovação e a
valorização do saber tradicional.
2.1.3. Petróleo:
O sector procurará optimizar o contributo do cluster
«petróleo e gás natural» para o desenvolvimento e diversificação da economia angolana é assegurar à inserção estratégica do petróleo c gás natural do País na matriz encrgética
mundial, À nível regional, no período do plano, o sector deve
perseguir os objectivos seguintes:
contribuir para à sustentabilidade do nível da produção
petrolífera;
formnentar 2 dinamização da cadeia de fornecimentos
de bens e serviços ao sector petrolífero; e
apoiar a diversificação do gcotor através do desenvulvimento da fileira do petróleo.
2.1.4. Geologia e minas;
O sector deverá contribuir para a sustentabilidade do
desenvolvimento de Angola, a partir de uma exploração
racional e responsável dos recursos minerais, sustentando a
desenclavização da economia angolana. através do apoio à
diversificação e surgimento de novas actividades valoriza-
Joras dos recursos minerais do País, devendo em consequência perseguir os objectivos que se seguem:
aumentar o conhecimento do potencial geológicomineiro do País de moda à contribuir para à sostentabilidade do desenvolvimento de Angola;
contribuir para 0 rápido, consistente e organizado
desenvolvimento do sector, de forma a incrementar o valor acrescentado nacional, no contexlo de um cluster dos recursos minerais e da
diversificação da economia nacional c contribuir
para o desenvolvimento sustentável de Angola.
2.1.5. Indústria transformadora:
O sector deverá dar continuidade à recuperação da produção industrial, através da criação de mecanismos para à
instalação de novas empresas industriais e viabilização das
indústrias existentes, atendendo os objectivos que se seguem:
contribuir para a coordenação de estratégias económicas empresariais visando o incremento da produtividade, da competitividade é do emprego;
proceder à reestruturação, regulamentação jurídica c
organização de processos de privatização de
cmpresas industriais detidas pelo Estado;
conceber e fazer aprovar normas visando o aumente
da qualidade da produção nacional;
reforçar as instimíções relacionadas com a actividade
industrial;
acompanhar os processos de cooperação internacional
(bilaterais e multilaterais),
2.1!6. Constração:
O sector face aos probtemas que o País continua a expe-
Timentar em matéria de infra-estruturas, quer básicas como
económicas, durante o período do plano procurará alcançar
os objectivos que se seguem;
melhorar a circulação de pessoas e bens;
contribuir para o auncnto da produção dos materiais
de construção;
tnelhorar às condições institucionais da administração
Toçal com vista à reposição c modermzação dos
serviços públicos;
continuar 0 combate à erosão e adoptar medidas para
a sua contenção;
desassorear e regularizar os leitos dos rios em srtuação
crítica;
fomentar a habitação no quadro do realojamento e
melhorar o saneamento básico de alcumas
cidades.
2.1.7. Energia:
Do sector espera-se que venha a exercer o papel que lhe
está reservado em matéria de aumento da produtividade da
economia, devendo assegurar à oferta compatível com à
procura face so crescimento económico c desenvolvimento
nacional. Para o efeito os objectivos previstos são os que se
seguem:
r1cabilitar, modernizar e expandiu as capacidades de
produção de energia eléctrica à prosseguir com a
reorganização institucional do sector eléctrica;
promover o desenvolvimento da rede nacional de
transporte, incluindo à interligação dos sistemas
MNorte/Centro e Centro'Sul;
promover o desenvolvimento de fontes locais, como
mini e microcentrais bidroeléciricas:
iniciar o Programa Nacional de Electrificação;
aumentar e diversificar a produção de electricidade
cam uso de fontes hídrica, solar, eólica e biomassa;
assegurar um sistema tarilário que garanta OS custos
Jos operadores e que proteja os grupos populacionais vulneráveis;
assegurar a correcta gestão dos sistemas mediante a
sistematização da operação e da manutenção;
promover à reforma do sector com base no plano
director já aprovado;
promover a formação permanente de quadros para o
sector.
2.1.8. Comércio:
Do sector espera-se que venha a dinamizar o mercado
interno de bens e serviços, devendo para o efeito perseguir os
objectivos que se seguem:
aumentar as disponibilidades de produtos essenciais
(cabaz de compras básico), fomentando o comércio rural;
estabilizar os preços de venda do cabaz de compras
básico, funcionando como travão à actuação de
agentes especulativos e proporcionando, às
famílias de menores rendimentos, segurança
minima na gestão de seus orçamentos;
1 SÉRIE — N.º 9 — DE 15 DE JANEIRO DI
assegurar à existência de rescrvas alimentares
estratégicas e de segurança em níveis recomendados;
promover o aumento relativo da comercialização de
produtos de origem nacional e à criação de uma
sede comercial operativa e adequada às necessidades do merçado,
Teduzir para níveis mais adequados, tendo em conta a
eficiência do sistema económico, a participação
de monupolistas e oligopolistas;
promover a criação de plataformas logísticas que sirvam o duplo objectivo de articular o território e
valorizar a posição gencstratégica de Angola,
2.1.8, Telecomunicações e tecnologia de informação:
Telecomunicações
Assegurar à expansão das infra-estruturas de suporte à
oferta de serviços diversificados de informação e comunicação, que devem estar disponíveis à sociedade como um
todo, em todas as regiões do País e com boa qualidade e
Preços acessíveis,
Correios
Realizar uma prestação universal dos serviços postuis,
promovendo a integração nacional através de uma rede de
estações multifuncionais com serviços diversificados.
Meteorologia e geofísica
Buscar uma adequação dos serviços do sector à prestação
de utilidade pública, colocando ênfase nos aspectos cperacionais, de economicidade de infra-estruturas e de redes de
observação, em articulação com a investigação e o desenvolvimento.
tecnologia da informação
Promover o desenvolvimento da sociedade da informação, pur meio do combate à exclusão digital e à expansão
dos projectos de governança electrónica.
10, Hotelaria e turismo:
O sector, face às potencialidades que o País dispõe, deve
reestruturar, de maneira eficiente, os recursos existentes,
assun como garantir o seu desenvolvimento sustentável c
harmonioso, de forma a valorizar o património turístico
nácional, gerando emprego e rendimento. Neste sentido, os
objectivos a perseguir são os que seguem:
& 2010 91
expandir à rede hoteleira a nível nacional;
delinir planos territoriais e de ordenamento turístico
específicos para cada província;
actualizar & modernizar à legislação vigente e criar
legislação complementar;
criar um sistema nacional de formação profissional
Para o turismo.
2.1.11. Transportes:
Do sector espera-se que venha no período facilitar a
intensificação da circulação de pessoas e bens, devendo neste
sentido perseguir 05 objectivos que se seguem:
consolidar uma rede estruturada de Iransportes públicos de passageiros aos níveis municipal. provincial, interproviíncial e das cidades do País que
garanta maior mobilidade das pessoas e assegurem a intermobilidade de transportes 2 partir
de terminais rodoviários;
efectuar o relançamento do transporte ferroviário a
partir de uma exploração comercial racional e
adequado às necessidades das populações, dos
empresários e dos produtores agrícolas, bem
como assegurar à reabilitação de oficinas e
equipamentas ferroviários;
dar continuidade às acções para o descongastionamento dos portos do País e construção de
novas infra-estruturas portuárias, quer de primeira,
quer de segunda linha, que asseguram a fluidez
do comércio internacional e reduzam significativamente os elevados custos actuais que a economia suporta;
consolidar a reestruturação do sector aérco em Angola,
sustentando o desenvolvimento do transporte
aéreo nacional e inlemacional, modemizando os
aeroportos € instituíndo à regulação aeronáutica
nacional ao nível dos melhores padrões internacionais;
iniciar o relançamento sustentado da actividade marítima em Angola, quer a nível internacional, quer
de cabotagem, melhorando igualmente à segurança marítima e à fiscalização ao longo da costa
angolana.
2.1.12, Prestação social obrigatória, seguros e fundo
de pensões:
proteger os trabalhadores e as respectivas famílias nas
situações de falta de capacidade de rendimento
maternidade, acidente de trabalho, doença:
profissionais, velhice e morte;
compensar o aumento dos encargos às siluaçõe
familiares;
assegurar as meios de subsistência «os segurados
através da atribuição de prestações sociais.
113, Serviços financeiros:
À política de desenvolvimento do sector financeiro visa
ns seguintes objectivos:
construir sistemas bancários e segurador modernos,
eficientes, sustentáveis e assegurar o funcionamento competitivo e regulado dos mercados
financeiros;
promover a captação da poupança e orientá-la para as
prioridades dê desenvolvimento do País.
2.1,14, Sector empresarial do Estado:
reordenar à posição do Estado na economia;
assegurar a reestruturação económica do scotor
público;
dinamizar o investimêénto nas actividades mais relevantes pará à economia;
enntribuir para à resstruturação económica do sector
privado;
contribuir para o fortalecimento do mercado de capitais.
2.2. Seciores sociais:
Com as políticas sociais propostas, o Governo pretende
atíngir uma vasta gama de objectivos concorrentes para à
redução da pobreza e à melhoria das condições de vida da
população. Estes objectivos fazem parte da estratégia de
combale à pobreza, que no momento está 2 ser implementada no contexto dos diferentes programas do Governo. Enumeram-se em seguida os objectivos sociais mais relevantes;
Objectivos da ECT
Garantir às condições mínimas de segurança física do
cidadão através da desminagem, do desarmamento e da
tatantia da lei 2 ordem por todo o território nacional,
Minimizar o risco de forme, satísfazer as necessidades
alimentares internas e relunçar n economia rural como sector
vital para o desenvolvimento sustentado.
Controlar a propagação do VIH/SIDA é mitigar o
impacto nas pessoas vivendo com VIH'SIDA e suas [lamílias.
Assegurar o acesso universal no ensino primário, climinar o analfabetismo e criar as condições para a protecção
e integração de adolescentes, jovens e pessoas com necessi--&
dades educativas especiais, garantindo, sempre à equidade
de género.
&. Melhorar o estado de saúde da população, em especial
através do aumento do acesso a cuidados primários de saúde
de qualidade e do controlo da propagação do VILLSIDA.
6, Reconstruir, reabilitar é expandir as infra-estruturas
básicas para o desenvolvimento econórnico, soctal e hunumo.
7, Valorizar o capital humano nacional, promover o
acesso a emprego e auto-emprego e dinamizar o mercado de
trabalho garantindo a protecção dos direitos des trabalhadores.
R. Consolidar o Estado de Direito, tornar mais eficiente a
prestação da administração pública, aproximando-a mais du
cidadão c das suas necessidades, e assegurar transparência c
responsabilização na formulação de políticas, e na gestão dos
recursos públicos.
Manter um ambiente de estabilidade macroeconómica
que evite desequilíbrios nos mercados (prejudiciais para os
Tous pobres) e estimule o crescimento económico.
2.2.1. Educação:
Em particular, o combate da pobreza reserva ao sector da
educação um papel relevante, pelo que durante o período do
plano, deve perseguir os objectivos que se segruem:
reduzir o analfabetismo de jovens e adultos no contexto da lnta contra a pobreza;
assegurar a educação pré-escolar, o ensino primário
obrigatório c gratuíto para todos e à formação dos
Tecursos qualificados necessários ao desenvolvi
mento da economia;
estimular crescentes taxas de escolaridade em todos
og níveis de ensino, com redução de diferenciações de género, em particular no ensiny básico,
desenvolver o ensino técnico profissional, assegurado
a sua articulação com ensino médio e superior e
com o sisterna de formação profissional;
melhorar de forma substancial o desempenho, 2 elicácia e a metodologia do sisterna de ensino e apren-
Ulizagem, visando uma forte redução du repelência
e abandono escolar;
promover e valorizar as línguas nacionais. como factor de unidade nacional e diversidade etnico-linguística;
formar professores com perfil adaptado a novos curtículos e métodos de ensino;
criar um sistema educativo aberto à participação de
vários agentes públicos, privados e CoOperarvos,
cocxistindo diferentes modelos de financiamento
e formas de parceria.
222. Saúde:
Os níveis traduzidos pelos indicadores de saúde apelam
vara uma melhoria substancial, pelo que espera-se que no
períndo de vigência do plano, se alcancem o objectivos que
se seguem:
elevar q estado de saúde da população angolana sem
qualquer forma de descriminação e com respeito
dos princípios de equidade;
reduzir à mortalidade materna infantil e controlo
de docnças prioritárias do quadro nosolágico
nacional;
melhorar a qualidade e prontidão dos serviços de
saúde prestados, em particular dos cuidados
primários procurados predominantemente pêla
População mais desfavorecida;
aumentar as disponibilidades em qualidade c quantidade dos recursos humanos necessários ao
desenvolvimento sustentado do estado de saúde
dos angolanos;
aumentar q acesso aos cuidados primários de saúde
com o reforço do sistema de referência e contrareferência;
methorar à capacidade de resolução dos problemas de
saúde uo nível de ioda à rede assistencia] de
serviço nacional de saúde com particular enfoco
pôra as urgências;
melhorar à qualidade dos cuidados de saúde reforcando na prestação a disponibilidade e à gestão
dos recursos humanos;
sustentar um sistema logístico que assegure um
aprovisionamento regular de medicamentos,
reagentes. vacinas, equipamentos médicos e não
médicos;
criar as condições principais à formação c saúde nas
unidades de saúde à todos os níveis; -
melhorar o sistema de informação sanitária e da investigação em saúde;
revisar o quadro legal da saúde e finalização de
documentos de gestão estratégicos;
implementar o pacote essencial de serviços e cuidados de saúde no quadro da revitalização do sislema municipal de saúde;
aumentar à capacidade de resposta às urgências obstéiricas e pediátricas;,
implementar programas específicos de luta contra as
doenças endémicas e não transmissíveis.
; 2010 93
23, Assistência e reinserção social;
Assegurar que à acção da assistência social contribua
activamente para 12 redução da pobreza, através da promoção
de um conjunto de intervenções articuladas, integradas c
direccionadas para a prevenção, mitigação e gestão do risco
social e que promovam a integração social das famílias e/ou
pessoas mais careneiadas e vulneráveis à exclusão c evitem
ao ciclo de dependência do Estado, pressupõe 9 alcance dos
objectivos que seguem:
promover a integração social das pessoas carenciadas
e em situação de vulnerabilidade e proporcionarlhes novos palamareos Ue bern-estar e de oportunidades;
promover programas com impacto 16 combate à
pobreza de grupos sociais e de comunidajes
carcnciadas;
garantir a assistência social aos cxtractos da população
mais vulneráveis;
dotar os grupos mais vulneráveis de competências
técnicas que possibilitem o descnvolvimente de
actividades produtivas geradoras de rendimentos
para à sua auto-suficiência;
criar oportunidades de integração socioeconómica dos
cidadãos mais carenciados e em situação de -
vulncrabilidade;
promover a economia solidária no seio dos grupos
vulneráveis;
promover o cooperativismo, criando oportunidades de
trabalho de acordo com as capacidades c habilidades dos bencficiários.
24. Urbanismo e habitação:
Em matéria de urbanismo é habitação apresentam-se us
seguintes objectivos:
elaborar instrumentos de ordenamento do território
(planos provinciais e municipais);
promover a acésso das familias à condições habitacionais adequadas;
regulamentação das actividades cartográficas e cadastrais;
executar o cadastra de terras e modernizar 4 rede
geodésica nacional;
implementação e gestão do siaterna nacional de informação geográfica;
criar condições para à satisfação da procura de
habitação;
Eromover a expansão qualificada do parque habitacional e o desenvolvimento e melhoria do parque
habitacional;
melhorar as condições dos musseques c dos prédios
degradados nas zonas urbanas;
elaborar planos de intervenção no domínio habirtacional (concertação de esfurços entre o Ministério das Obras Públicas, o Ministério do Urbanisma e Ambiente e os Governos das Províncias);
desenvolver acções no âmbito do realojamento das
famílias a deslocar das zonas de intervenção
pública e melhvrar a gestão do parque habitacional público.
22.5. Administração pública e administração dv
trabalho:
A administração pública, em termos gerais, detém um
papel institucional, para o aumento da competitividade global
da economia angolana. À participação de Estado, enquanto
parceiro na criação de um ambiente favorável ao crescimento
económico, é inquestionável, de onde exige, que o funcionamento da administração pública se faça de acordo com
determinados paradigmas de eficiência e eficácia. Os objectivos são:
prosseguir 6 interesse público, qualificando e fortalecenda o Estado e melhorar de maneira contínua
a sua capacidade executiva;
prestar serviços adequados e de forma cficiente aos
cidadãos e promover uma nova imagem da
administração pública;
valorizar os secursos humanos da administração
pública;
promover o emprego dos jovens;
combater o desemprego de longa duração dos adeltos;
apoiar a aprendizagem e à formação ao longo da vida;
promover a igualdade de género no acesso ao emprego
e à formação profissional.
2,2,6. Ambiente:
A dimensão ambiental do desenvolvimento reclama cade
vêz mais por uma atenção maior com vista à promoção da
sustentabilidade do desenvolvimento, Com efeito, durante a
vigência do plano, os objectivos a alcançar são os seguintes:
desenvolver uma estratégia nacional de resíduos;
inventariar e gerir as zonas húmidas nacionais;
Ienbilitar por fases os parques é as reservas naturais;
desenvolver um sistema nacional de controlo de
indicadores ambicntais;
desenvolver o processa de implementação do pro-
Erama nacional sobre us alterações climáticas.
22,7, Cultura:
Do sector espera-se que incentive a endogeneização de
práticas, valores, atitudes e princípios que concorram para 2
preservação, consolidação, promoção da identidade cultural
nacional nas suas formas multifacéticas. Assim, em termos de
objectivos, dever-se-do alcançar es que se seguem:
dar continuidade às iniciativas de protecção do património e da identidade cultural de Angola, nas
suas formas multifacetadas, em seus aspectos
tangíveis e intangíveis, respeilando à liberdade c
diversidade de expressões;
fomentar a indústria cultural nas suas mais variadas
formas, através do incentivo à produção no
cinerna, audiovisvais em geral, anesanato, artes
plásticas e formas editoriais;
desenvolver instrumentos de fonmação no dominio da
culiura e das artes.
2.2.8. Comunicação social;
O sector tem vocação de promover o desenvolvimento
sustentável, participativo e democrático, através da expansão
6 melhoria dos «media», de forma independente e responsável, contribuindo assim para o desenvolvimento cducacianal, informativo, ético, cultural e cívico da população.
Neste sentido, os objectivos à alcançar devem ser os
seguintes:
fortalecer o sistema nacional de comunicação social,
visando aumentar a sua credibilidade;
alargar a cobertura do território nacional pelos mejos,
públicos e privados, de comunicação social;
promover o apetrechamento humano, tecnológico e
Taterial dos media e apoiar à reestruturação e
modernização das empresas do sector de comunicação social.
2.2.9. Jurentude e desportos:
O papel que está reservado à população juvenil e à prática
do desporto pela mesma no processo de desenvolvimento do
País revela ser necessário dar a esta faixa da população uma
utenção especial, cuja expressão pode ser sintetizada atra vês
dos objectivos que seguem; :
apostar na juventude, reconhecendo-a como o inaior
potencial de desenvolvimento e reconstrução do
País;
promover à participação activá de jovens na vida
social, política, econóriica e cultural, desenvolvendo suas capacidades criativas , através de ati-
tudes dinamizadoras de intervenção social e do
espirito empreendedor;
promover a generalização da prática desportiva das
diferentes camadas da população, em particular
junto aos jovens e às mulheres, dando especial
alenção ao desporto na escola;
promover à realização de estudos prospectivos e
estratégicos no domínio da juventude e do
desporto, consubstançiados na identificação dos
eixos de intervenção prioritários que permitam
uu seclor enquadrar toda à sua política sectorial
no espectro mais amplo da estratégia de desenvolvimento do País;
desenvolver e coordenar a actividade desportiva na
vedente do alto rendimento;
promover à prospecção e derecção de novos talentos
no dominio do desporto.
22.10. Família e promoção da mulher:
O interesse crescente pelas questões do género têem
correspondência nas iniciativas do Ministério, que em [unção
disso assume os seguintes objectivos:
criação de mecanismos voltados para as condições
económicas, sociais, culturais e políticas para o
desenvolvimento da família em sua Yunção
nuclear na sociedade, com respeito à sua identidade, unidade, autonomia e valores tradicionais;
criação de mecanismos para a promoção dos direitos
humanos e a igualdade de oportunidades e beneticos entre mulheres e homens em Ángola;
garantir a disponibilidade de serviços sociais diferenviados às familias e seus membros, sobretudo
para as famílias mais vulneráveis (VIH/Sida e
portadores de deficiências);
promover uma ampla conscientização para os direitos
políticas, económicos, jurídicos e sociais das
mulheres e das raparigas, em especial nas áreas
turais,
2.2.11. Justiça:
Este seclor deve contribuir para que a actividade
económica ocorra de forma segura e suportada pelo efectivo
cumprimento dos dispositivos legais e de forma célere de
Torma a diminuir os custos inerentes da arbitragem dos diferendos contratuais:
neste sentido, os objectivos persesuidos são es que
seguem;
reformar o sistema correccional, implementar um sistema e uma organização mais forte no combate às
diferentes formas de criminalidade;
E 2010 95
dizgonosticar os processos nos tribunais de forma à
tornar à justiça mais célere;
melhorar as condições de funcionamento dos tribunais;
Promover à capacitação institucional;
assegurar aos cidadãos o acesso à serviços legais;
modernizar e informatizar os Serviços dos Registos e
Notariado,
5,2.2.12. Ensino superior:
A formação integral da população é fundamental para à
melhoria da qualidade de vida é o desenvolvimento humino
dos angolanos. Para o ensino superior é apontado é seguinte
Objectivo:
melhorar de forma significativa a qualidade do ensino
superior através da consolidação da visão
estratégica de desesvolvimento, do reforço da
basc juriídigo-institucional e dos recursos humanos, Tmateriais e financeiros, bem como da promoção da actividade acadêmica e pedagógica e
expansão da rede de instituições de ensina superior.
22.13. Ciência e tecnologia:
Do sector espera-se o fomento de actividades que transformem a CT&I nom elemento estratégico de política de
desenvolvimento através dos seguintes abjestivos:
promover à utilização generalizada das tecnolovios de
in"mmação e comunicação;
contribuir para o desenvolvimento da economia
visando à diminvíção da pobreza e das desigualdades;
promover o uso intensivo das lecnologias limpas «
nível nacional como, por exemplo, as energias
renováveis e o sistema da captação e tratamento
de águas;
criar um forte sistema nacional de conhecimentos
tradicionais;
contribuir para a melhoria da qualidade e do acesso
aos Servicos públicos em geral, com atenção
destacada para à saúde.
22.14. Antigos combatentes:
No âmbita das antigos combatentes ce veteranos de guerra
espera-se, em linhas gerais, promover e proleger em regime
especial, recenseamento, assistência social e apoio à reabilitação física, superação cultural, formação profissional e rein-
serção sócio-económica dos antigos combatentes, deficiefires
9%
de auerra e de familiares tombados au perecidos. Para tanto
são formulados 03 seguintes objectivos:
criar uma base de auto-sustentação, autonomia ecenómica, melhoria de condições de vida e combate à
pobreza no seio dos assistidos;
proporcionar condições orvanizacienais adequadas
que visam potenciar, garantir o normul funcionamento dos diversos serviços do sector à todos os
níveis (central e local);
avaliar o grau da implementação « cumprimento das
Dricntações e medidas de política do sector à
nível local;
dotar os quadros de conhecimentos c capacidade técnico-profissional que lhes permitam enfrentar
com responsabilidade c eficiência os desafios e
exigências da actualidade;
proceder 20 levantamento de toda a população alvo de
protecção especial. nos termos da Lei n.º 13/02,
de 15 de Outubro e, consequentemente, proceder
20 Seu recenseamento e controlo;
assegurar o recenseamento e controlo do efectivo da
protecção especial, como pressuposto pára a
programação, planificação e quantificação das
acções de apoio;
promover o reconhecimento e dignificação do estatuto
da população alvo, através da melhoria das suas
condições, apoio à saúde, educação e ensino ç
Ouros;
reduzir o número de assistidos desempregados,
reduzir av minimo o número de assistidos em situação
de extrema vulnerabilidade/pobreza;
proporcionar bases para vuina razoável avto-sustentabilidade;
aumentar o nível da satisfação espiritual, moral e
material dos assistidos.
Projecções de desenvolvimento ceonómico e social:
1. Comportamento económico global:
O quadro macrocconómico para e péríodo 2010-2011
está estabelecido de acordo com as previsões para à produção
de petróleo e o comportamento esperado do preço do crude
no mercado intermacional, produção de diamantes e o preço
previsto, variáveis relacionadas com as metas estabelecidas
para a taxa de inflação, a taxa de câmbio c as componentes
das finanças do Estado. De concreto as hipótescs assumidas
são as que se seguem:
preço médio do barril de petróleo de 58 dólares, em
7010 e 69 dólares, em 2011;
produção diária de petróleo de 1,9 milhões de barris,
cem 2010 e 2.02 milhões de harris, cem 2011 (previsões de produção da Sonangol, Junho de 2008);
prêço média do quilate de diamante de 114 dólares,
em 2010 é 114,9 dólares, em 2011:
produção de diamante de 8,411 milhões de quilates,
em 20150, e 8,748 milhões de quilates, em 230118;
taxa de inflação de 13%, em 2010,6 US, em 20!/1,
O desempenho económico esperado é positivo, traduzindo-se numa taxa de crescimento do PIB ao custo dos
fuvtores (PIB inual à 7,5% e 9,85%, em 2010 e 2011,
respectivamente. O quadro abaixo apresenta 6 comportamento esperado deste e outros indicadores.
QUADRO VI.
Taxas de crescimento do produto (66)
e ee
PIB cesto dos factores cu cce o "os 75 98
FIA preços de merendo. 11.10. caes 13 LF) 104
PIB perrolifemo JJ. cc ao 35 34 61
PIB não pswrolífem cc sean 52 20,5 ná
Fonte: Minisiório do Plansumento.
Verifica-se que à maior contribuição para o crescimento
económico projectado é proveniente do conjunto de sectores
não lizados à actividade petrolífera.
Em termos nominais, espera-se que o PIB à preços correntes seja de 6741 mil 1vuilhões de Kwanzas cm 2010 e
8418 mil milhões de Kwanzas cm 2011.
QUADRO VTL.2
PIB a preços de mercado — estimativas € previsões
oo we [am fan Dom |
PIB preços correntes milhões de Kwanzas) ...| 5255311 | 6717038] Sse18 063]
PIR preços correntes (milhões de USD) ......| 47557 76603 45 302
Fiute: Miniscório du PMaveamcrao.
Espera-se uma recuperação do quadro fiscal do Vaís em
2010 e 2011, resultado da também esperada recuperação da
economia mundial. À tabela segninte apresenta à projecção
fiscal para 2010.
QUADRO VI.3
Quadro liscal (em mil milhões de Kwanzas)
es Jal
Pecelas Was... 00 e ns ee aaa ca oo | 2 BG SH 3 IARA
Fe do Pla cce a e e eee | MA] 308
Mereitas petraliferas JJ... 1 cc ae cc es o | 1ASIAE 23857
a ali ESRNTADO ca cce cc ce nu res a eis cn ca emas CER ar
Foo PIB cas o so ea o EI) 285
Receitxs não petrolíferas 11101 cu eco || TUBO TS
Mas POCEÍAS c00 cc cn e ne es nn re re ns nero 211 -
Re o Pla o ce cn e e ee no 104 10.6
Donstives 1111 10101010 110 ese a e ao sa 18
TRAS TECELLEIE O co 100 1 ese o e de nr ns nro Ux fo
MI FIBan cel an ecra nas not -—
Despesa LOGO ll a ans aa e | TATIZR| 2TRO
do PIB. co cn e ama aee DO 365] 31
Despesas correutes Aee o e e aan a | TMN] 190HA
Sh das despesas eo ea eee a ame ssa e || 006 -
SMUOPIB Lol cs na neo mes dese nn ooo 252 22,6
SEBIATIOS EOESIS 11000 10 ul cu e e e... | B665| — BR6S
% das despesas COMENdES. o. 1110000 0 on neo 350 —
Fonte: Minha do Finanças.
Vara 2010 e 2011 perspectivam-se, em linha com a
retoma da actividade económica mundial, melhorias na
cvolução dos principais indicadores monetários, com destaque para à inflação e à estabilidade da mocda nacional,
QUADRO VA
Quadro mounetário — taxas de crescimento (6)
Ee e]
Basco MINEGIHATIA cu ess ce cas se na ra am arame 21 nnA
EMEIAÇÃO uu as cn cc re e cn a err ras res rue es 1346 o
Créd à ComAOmM | Lc ce ee ce e cas a a o 23.7 219
Fante: Banco Mucons| de Augola
; 2010 97
Relativamente à Balança de Pagamentos, espera-se uma
melhoria em 2010 e 2011 nas suus principais contas, Assim,
projecta-se um deficit da conta corrente, de USS 4441 0
milhões, cem 2004, poderá passar-se para valores positivos
nos dois anos do Plano. Os excedentes globais previstos
representam, respectivamente, para 2010 e 2011, 1,9% e
2,8% do PIR.
QUADRO Y15
Projecções da balança de pagumentos
milhões de USD
ee eee]
CORN SAMENTO 10000 006 ae o cc arcar rar as ea cia a ao [|| ADA SDK
Corda de capital é [Anel 1110010000 100 0 e e | ITA] 278
Suldo globul 11110 es aaa e a casa | 14186] 20608
* dante: Aancu Niusnal de Angola,
2. Sectores económicos:
Quanto ao comportamento dos sectores de actividade, o
quadro seguinte mostra que os sectores da agricultura.
Serviços mercantis e indústria transformadora serão os mais
dinâmicos no biénio 2010-2011,
QUADRO VLG
Taxa média anual de crescimento sectorial
sementes — ue [ee ee]
AEICUÍUM Ju e e ca cc ca ca ra ca 291 10.2 12,5
Pesce e derivados 11. 000 100 a cs ca cao 152 2% TA
DAMAS cul. caca en cs au aa a ee e 36 25 41
PERLGleO Jo cc ns e sn se EE) aa 6
Tnfstrio transformcadora Lo 1100000 0000000000 kJ 260 150
CONSIFUÇÃO fu as o e an en eee ne eo 5 10,0 126
ENCIHIS co cn a ea ara 02 23 oO
Serviços MERCBNIHO L1 1ul0 nceeeoo al 211 1
MIUMOS Luc o e man es ds es ns nro neo 230 EX) [2
FIB custo de fICIOMES 11. 00 000 0 nn no) os 7 [E
PLB preços dE Mermado à. cia 13 e [Er
Forte. Ministério do Plunezmento.
*Previções
Com efeito, para à5 raxas de crescimento do P1B ão custo
de factores indicados, «4 agricultura contribuirá com | ,2 pontos percentuais, os serviços mercantis com 2,3 e a indústria
transformadora com 1,6, perfazendo 615 da taxa de crescimento projectada para 2010.
As alterações estruturais da economia nacional estão projectadas no quadro seguinte:
QUADRO VI.7
Projecção da evolução da estrutura sectorial do produto
interno bruto (%)
Preços? Preços Preços
Sectores de actividades co Preços cao Preços o Preços
tantes; "E | gamtes | E faqs || COM
connay | rentes | 2692 | rentes | 3915 | cerntes
ABriUlUreo cool | NDA | 117 15 UE] na
Fesens e derivados 1.1.2.0] 02 04 03| 033 75 13
DDiisaantss E OGINOS 112. 0. 14 VV 72 11 nn Ds
Perélio coco] 473] and | aos | aca|f 92] 412
Lodústria transformadora... 68 74 16 i Tá 79 ; 74
Consamção 111111, |] 94] 78) 7 78 To 77
ENBRgia. o aii as ana | UE a, 014 o o2| 02
Serviços caencantis JJ... 2D9| 2270 2/7| 234|/ 224] 323
DuWiros coco] BD 8? 82 BA EN al
PIB co 2 | 190,0 | 100,0 | 10600 | 1003| 1060] 1066
Fonte: Ministéno do Plunestiçato,
3. Sectores sociais.
Ás projecções dos sectores sociais baseiam-se nu consideração de um conjunto de indicadores que melhor caracte-
Tizam O seu comportamento & permitem correlacionar os
objectivos e as políticas.
3.1. Educação:
No quadro das mecas estabelecidas para a educação,
Tessalta o ensino primário que resislará um crescimento de
69% no número de alunos, de 2016 a 2011,
A alfabetização que se espera conseguir nos próximos
dois anos representa variações relativas de 9,0%,
QUADRO VI.8
Projecção de atunos inscritos
Lo e]
Alfabetização cuca a ec a caca aee o E S47 660] 597 060
Inieiação co cc e a e ane o | 455056] 26404
Ensino primário co cc ce se oe ns e ne so 110 22d 4 189 B53] d 424 238
Ensino Secundário 11111010 100 ec ea ane o — —
LEICIO ea me e e | 45560) 510263
Deioloo 0 cn en ne ee e o of 254208 377 14d
Ensine especial Joc 0 eee e rs am eo - —
Eis PELIMÍTIO 1 10 ans cs ses es aaa aee 16 4 18634
Ensina secundário PEelo Lee. el 100 ese o ooo 4 46 4916
Ensino secundácin ILZICÃD Lollo esse e ooo EJA EU
Fonte Minismério à) Educação.
3.2. Saúde:
O quadro de metas estabelecidas para à saúde, até 2011,
caracteriza-se pela melhoria da generalidade dos indicadores
do sector com particular destaque para os indicadores de mor
talidade materna e mortalidade infantil.
QUADRO VLO
Indicadores do sector da saúde
eo [ee
Reduzir g evacnação de pacientes enéxterior LJ... 407%) WE 19%
Trêxs médicos por 19 900 habitantes ané MIT L.1.] x153P «13 x 1)
Rusdaeir om SS a modalidade amfenta 1... 00] 2% -10%, 1%
Aunuenlas em cerca de BOX o núrnera de piutos 9ssistdos por pessoal de saúde qualificado alé 2012...) 20%] cimaep cl
Roduzirem 5G.5 2 taxa da mortabdade infanol axé
AMI ie e e a eo do AE] neo com
Atingir 2% de cstanças menor, de am avo voecinad. NEI 10% +10.
Reduzie à Lia de incidência da malísia ué 20172 - - -
Reduzira taxo de incidência de 70% da tuxa de prevalência de ripassononíase pora 20% aré 2012 sE s= sã
Atingir 811% de enhecna da população soh risco da
doem do SONO... 10 o aaa a o 20% 20% 20%,
Miner 1 taxas de prevalér iu du VOPSIDA eim 25 24 JE 3%
Reduzir à incidência de lubecculose em 53 casos lSporl lSgporj lSpar
pur MO GD0 Ju c000c cscc co o o| 10060] ACO IGN | ICO Gou
Feduzir a coxa de letadidade a rmenos de 265 1... - — -
TFonre, Minzscério da Saúde.
3.3. Urbanismo e habitação:
A meta estabelecida para o seoror é à construção de 18
8OU fogos habitacionais no período do Flano, como pode ser
visualizado no quadro seguinte:
QUADRO VYLIO
Projecção de indicadores
Ls EE
Construção dê fOpoS cla ccae cme sano KID EE
Fante INR — Minigáioda Vilesisnae s Haniraçõão.
34. juventude;
À população maioritariamente jovern (cerca de 46% do
lolal), representando um enorine potencial de crescimento
cconômico futuro,
Daí o intêeresse em desenvolver acordos que concorram
para à sua valorização, no contexto do País. À tabela seguinte
apresenta às metas para 2010 e 2011,
QUADRO VI11
Projecção de indicadores
rei are am
Vara: conhecer ADEOia (festivais, excursões, caripanas e
AGEMNPAlMeMbOR 110011 010 co ar cr a cc cc 1620 1420)
Prococção do auto-emprego alocação de Es) Lo... 10. co 1730 1750
HVosquisa sectorívis sobre à juventude 1. e ce ce ce ce se EX 3
Acesso dos jovens an crédica bonificado 1110121210 121020 soODO 5 009
Criação das COOpEeradras IIVenE 01110100 caem cao E ES)
AGO comsução de asas para JONGRS 11.010 1110 ae e oo 1000 1H)
Trmplementaçõo do carão jure. 1100. cc o | BAD S DIO)
Cantinas dos JOVENS... 10100000 e cs es een e eos AD8 4083
Oficinas dos JOVENS. 1000010000 es es eee e ooo 1800 180.9
Acções de divulgação sobic edicação em vida faméliar,
Eánero, saúde sexual e reprodutiva JUV/SIDA 2... 12000 13 096
Ecveação para a cidadania 1.110 0 ee ooo - —
Emprego SOCIAL 11. ue cas au sc es ca am eo ZTU00 2 007
Fortuação cm marcéria dy usseciativasnto juvenil e estudantil | | 4000 | 600,0
Capacitação de Jíderos povonis tm matéria de gestão associa.
iva 2 liderança JUVenil,,. ee ce co ca ces neo 1300 1606
Capacitação de jovens nos domínios de cmprecndedorismo | 12000 13000
Construção de hebitações para jOVvEDS 11 cc ee ee caes 72H 7200
Uonstaução de centros eomunitánas da juventude 10... E 37O
Cuns. & apotrecha. do coentros replonsis de campistno 4 5
Construção de jangos Juvenis... 101100 ec ue es SA nO
Crnstução e apetrechamento ue casas da juventude... 6 E
Número de desponmsaas proticonmtes JJ... 100 00100000 2... | 25800 | 483990
Niomero de anicvadores e/ou monitoces Ónmaados 1... 3000 3 000
NÚ, de crianças e adolese. inseridos na prática desportiva ... | 2) 9000] 210000
Atlevas insesidos em alta Competição 1.110.022. | 14500 14 500
Númera de treinadores e agentes desportívos fommades ...f 105D 1050
Número de atletas Megistados ... 010100000 1000000000 | SO UDO 35 OU)
Número de novos talentos detectados 1. 1110001000 00 5000 75990
Formação de OCinadaomes 11. 11010000 0 ne ce aee aos 300 O
TECnicos AOSPOTÍVOS 11 ae ae ne cos es een co so00 LR)
Fonte: Minlavério da Juvcorude e Desportos.
6,3.5. Reinserção social:
O sector da reinserção social tem uma gama muito
variada de situações a atender, traduzindo-se nuin conjunto
diferenciado de indicadores.
QUADRO VI. 12
Frojecção de indicaderes
Ecncíciários de essistência alimenr e não oliqentar 1.2.2... 260000
Fonte — Ministério a Assistência c Reinenção Social.
& 2010 99
6. Família e promoção da mulher:
O Governo tem considerado, nos diferentes programas de
acção, a família como a célula básica da sociedade e a mulher eomo das suas principais auardiãs. Para 2010 e 2011,
estão programadas algumas metas 2 atingir.
QUADRO VII
Projecção de indicadores
Pessoas seusibilizadas por palestresfaeminánins ... 1.2... S0BO0a| 50 (16
Conselheiro familiar formedo LL po 1500] 300
Formação profissional de mulheres... 0. 110000000 00000 3 000 5000
Mobilizador COMUNIMÁRIO 1. cas ca e eo EL BO
Ecneficiários do micrmo-enédito 11.100 e ca a || 20000] 20000
Tarteiras tradicionais capacitadas 1... 100000200 7000) 2H
Pulestras'seminários sobe pÉnBro 111.00 0 322 522
Formação e capacitação térmica (naciomel) LJ... 30 30
Empregos Do órgão central Jc ee eo 155 166
Empregos nas direcções provinciais 1. 1110110000 00 70 ES
Fonte Ministéno da Família e Procioção da Mulher
3.7. Comunicação social:
Cada vez mais, à comunicação social é reservado um
papel preponderante no enquadramento da dernocrácia,
necessária para o equilíbrio do quadro de oportumdades de
que os cidadãos diapõem. Às metas previstas para 2010 e
2011] constam do quadro seguinte:
QUADRO VL14
Frojecção de indicadores
e O e] e
Prevoas empregadas:
AMOR co co ne es nen re ese emu meo oo so
RNA cuco nn a me e o [| 289] 2705
Edições NOVEMDTO 1º 1100 es ca cs ee ns eo 11% 112
Natícias produzidas:
TRA io eee eo | 44785] SESI
RNA que ee cs es aee os eo ese ee o | 87 EE Wi UTS
Farto: Minmistária da Comuniceção Social.
8. Ensino superior:
Às metas previstas para 2010 e 2011 constam do quadro
seguinte:
QUADRO VLIS
Projecção de indicadores
Novos EMpregos directos JJ. 00. 000 esc en oo 7687 2503
LHOCENTOS 100000 as aco as cos ue o nes ne e sn ooo 3400 150
Não docemes (auxiliar e pessoal lécnico de apoio) 1... 42 1043
NOovDS CMEPICEs IMAGES 1. ee cs cc cer 4500 5060
N* de candi, inscritos peta 1.º vez nw cosino sup. público... | JEO0O 23 DOD
Percentagera de estudantes eminlematos e lares 110. o D2
Taxa bruta de cscnlarização e. ue. e 10 eee ea cen ema es 45 E)
Número de alvos matriculados na ensino supenor,.. ... | WKD45| 131344
NE de instituições ds ensino superior públicas à Car... — Vs
N.º de instituições de ensino supérior públicas à construir... 2 23
Númerr de vegas nn ensino supertor público... -..... 22. | 26000 28 000
N.º de canditados por vagas no ensino supenor pública: ... 4 3
Niro de novas bolsas de estudo intemas 6,1, 111000000 EXP 6 O
Núncio de novas bolsas de csbodo extemmes à... 0000000 1500 20)
Núnetu de leitos em internaços & FBES ,J. 10 cu nie ooo 1700 000
Númezro de docentes no ensino superior público... 1. 1.0. 2307 sra
Nº de quadros angolanos à frequentar cursos de alte Jifereno:
cial cientifico, técnico e tecnológico: 1.110 000 0000 5co ED)
Medidas de política:
1. Política macroeconómica:
O Plano Nacional 2010-2011 tem como grandes referenciais da sua execução a garantia da estabilidade económica,
2 promoção de um crescimento económico acelerado, o
aumento do emprego e à melhoria das condições de vida da
população.
As medidas de política económica consentâneas com as
preocupações de estabilidade, reconstrução e crescimento
económico são às seguintes:
No domínio orçamental:
revisão da Lei-Quadro do Orçamento, de modo a
refiectir à evolução é às reformas da adminisração do Estado;
regulamentação da concessão de subsídios às instituições de utilidade pública, prevenindo que sejam
atribuídos fundos públicos apenas com base na
mera qualificação de taís instituições como sendo
de utilidade pública;
implementação das rotinas para o processo de fiscalização orçamental, financeira, patrimonial e operacional da administração do Estado e para à
elaboração da Conta Geral do Estado;
conclusão da análise de sustentabilidade da dívida
Pública e elaboração da Estratégia de Endividamento Público;
desconcentração do processamento de dados de
admissões e promoções no âmbito do Sistema
Tntegrado de Gestão Financeira do Estado, para
efeito do processamento das remunerações;
continuidade das acções de desconcentração do
processo de programação linanceira da execução
orçamental do Estado para as unidades financeiras provinciais e municipais;
implementação da Reforma Tributária nos seguintes
aspectos:
aprovação dos projectos dos Cádigos Geral Tributário, do Processo Tributário, do Ttmpusto de
Selo, de Imposto Geral sobre Vendas e
Serviços, do Rendimento do Trabalho;
estudos para a reforma do Código do Imposto
sobre às Sucessões e Doação e Sisa;
racionalização é consolidação legislativa do
Código do Imposto Industrial;
estudos para 2 revisão do Regime de Infracções
Tributárias;
estudos para a revisão do Regime das Execuções
Fiscais;
estudos para revisão das taxas e outros encargos
parafiscais;
criação de mecanismos de coordenação entre as
Direcções Nacionais dos Impostos e das
Alfândegas;
criação das bases de um Instituto de Formação
Tributária, destinado à formação em matérias
fiscais. aduaneiras, contabilísticas;
recrutamento e formação de novos técnicos para
à administração fiscal e aduaneira;
progressiva compatibilização da legislação vigente
relativa à DNT e à DNA,
No domínio monetário e cambial:
controlo efectivo da variação da base monetária e dos
meios de pagamento;
redução da inflação para 97% em 2011, materializando-
-se, assim, um dos grandes objectivos da convergência macroeconómica na SADC;
MNuivação da taxa de câmbio, de acordo com as
candições de mercado, num intervalo compatível
com a estabilidade de preços (manutenção do
valor da moeda nacional cm termos Teais);
manutenção das reservas internacionais líquidas em
níveis adequados para fazer façe a eventuais
adversidades externas à economia, o que implica
a retoma do crescimento das reservas internacionais.
No domínio dos rendimentos e preços:
O controlo dus factores mais relevantes que influenciam
as condições de vida da população — como 06 preços, à
cadência da sua variação e os tendimentos do trabalho — faz
parte dos objectivos específicos que o Governo pretende atin-
Etr no período 2010-2011, Por isso, fixou como meta desc-
Jável para a taxa de inflação em 2011 a cifra de 9%.
Irnpõe-se, assim, a tomada de um conjunto de medidas
atinentes a manter estável o poder de compra dos rendimenlos, em geral, e dos rendimentos do trabalho em cspecial, de
modo a que 6 processo de crescimento económico se faça em
proveito das camadas mais desfavorecidas da população.
O controlo dos mecanismos de formação dos preços no
País é uma das medidas a ser tomada no âmbito deste Plano
Nacional, atendendo à que se tem assistido à prática de
preços e margens especulativas que agravam bastante a execução orçamental de parte considerável dos Órgãos Dependentes. Por isso, 6 Governo e às Associações Empresariais
devem empenhar-se na modemização dos circuitos de distribuição, na eliminação de práticas parasitárias e na pro-
TAUÇÃO e defesa das actividades produtivas eficientes que
contribuam para à redução do défice comercial do País.
Assim, com a finalidade de se defenderem os sendimentos das faixas menos favorecidas da população e preservar o
Tespectivo poder de compra, o Governo irá tomar as seguintes
medidas:
ajustar os salários da função pública tendo como base
a inflação prevista é Os ganhos de produtividade;
estabeleçer preços-garantia para produtos agro-pecuá-
Tios seleccionados;
aprovar a Lci da Concorrência;
publicar, em leminpo oportuno, Uma lista de bens, produtos e serviços, oriundos do exterior eu produzidos — inlernamente, cujos operadores
econó-micos devem apresentar ao Ministério das
Finanças, à respectiva estrutura de formação do
preço de venda;
aplicar os procedimentos legais em vigor sobre os ope-
Tadores económicas que violem as margens de
comercialização e de lucro estabelecidos, bem
como sobre aqueles que introduzam no mercado
interno produtos com qualidade squém dos limiles praticados ou lesalmente definidos;
intensificar em 2010 e anos subsequentes as acções de
controlo da formação dos preços e da qualidade
dos produtos e serviços estratégicos, com a finalidade de se eliminarem todos os procedimentos
: 2010 101
dos operadores cconómicos que sejam atentatórios de uma concorrência leal e em prol da
economia nacional;
reajustar os encargos alfandegários c portuários, de
modo à que, por essa via, se introduza algum
nível de protecção à indústria nacional, na base
de estudos que fundumentem à sua necessidade;
Sujeitar, à estes mecanismos, à cimento, o férro, as
chapas de cobertura (zinco e fibrocimento) e às
tintas.
2. Medidas de política secioriais:
|. À seguir são apresentadas, para cada um dos seciores
cconómicos, as principais políticas sectoriais a serem adoptadas no período 2010-2011. Em alguns casos é feita referência directa às próprias medidas de política, já em carácter
êxecntivo.
1. Sectores ceonómircos:
1.1.Agricultura:
Desenvolvimento do mecanismo de crédito agrícola
criado recentemente e orientado para os pequeros produtores
de Suas associações e coonperacivas, estimulando à expansão
da oferta destes novos produtos financeiros.
Criação de projector piloto de gestão dos recursos
naturais e com hasce na experiência destes projecros formular
uma política ambiental,
Fortalecimento das instiluições a nível nacional,
provincial e municipal para evitar superposições e criar uma
capacidade institucional para monitorar a qualidade ambienul.
Promoção de parcerias público-privadas através da
constituição de «empresas-âincora» que participarão do pro-
Erama de construção e reabilitação de infra-estruturas rurais,
nos processos de produção integrados.
Promoção da investigação agrária com êntase no desenvolvimento tecnológico e na formação de quadros, suporte financeiro e institucioual e cooperação técnica.
Assepurar à reabilitação de infra-estruturas de apoio à
produção, com incentivos aos investimentos no segmento de
logística, transporte e comercialização de produtos por parte
do sector privado.
7, Promoção da extensão rural através da oreanização de
sistemas de informação agricola, que deverá incluir dados
sobre e mercado (preços € quantidades), importações €
exportações, insumos, processamento, armazenagem e nível
de disseminação.
Promoção do desenvolvimento do agronegócio, com e
desenvolvimento de pólos agro-industriais de forma a inçenlivar à formação de cluster e o estabelecimento de cadeias
produtivas, em bases sustentáveis, aproveitando as aoportunidades de mercado existentes e promovendo 2 interiorização
€ desenvolvimento focal.
2.1.2. Desenvolvimento rural:
Reestruturação das infra-estruturas e dos serviços básicos para à organização e fixação da população no meio rural.
Promoção do desenvolvimento comunitário e da qualidade de vida, assegurando a ligação entre as comunidades
e à sociedade como um todo, fumentando a sua acção
dinâmica.
Promoção de aumento e da diversificação da produção
agrícola camponesa, através da distribuição de sementes
melhoradas, associado ao melhoramento do apoio extensivo
à difusão de técnicas simples e equipamentos acessíveis.
Promoção e desenvolvimento do regadio tradicional,
construindo qu reabilitando pequenos sislemas de regadio,
com barragens e imigação por gravidade qu com a tntrodução
de sistemas de bhbombagem.
5, Promoção de outras actividades geradoras de renda tais
como a piscicultura, à produção de mel, a fruticultera, 6 cultivo do café e palmar, à produção de entesunato e outras capazes de gerar renda adicional.
Prinoção da intêgração das comunidades rurais nos
circuitos mercantis financeiros, dando o indispensável apoio
para a sustentabilidade da actividade produtiva, por meio da
reconstrução da infra-estruturas, do beneficiamento da produção é da oferta de espaços para o comércio.
Promoção de projectos-piloto de desenvolvimento
rTural, contando com à colaboração de outras instituições do
Estado, organizações privadas €c não governamentais e
scrvindo de base para novos métodos e arranjos institucionais
necessários ao desenvolvimento rural.
Reforço institucional para acções de formação:
9, Conscrvação dos recursos naturais, promovendo a utilização e a gestão suslentável, através da florestação e reflorestação de zonas próximas das comunidades afectadas,
incentivando a criação de florestas comunitárias,
2.1.3, Pescas:
Desenvolver estações pilotos para à aquiculíura,
2, Aplicar vu Plano Nacional para à pesca ilegal, não
declarada e não regulamentada nos lermos previstos pela
FAO.
Criação de um sistema de informação do sector das
pescas.
4, Intensificar à implementação da rede de frio.
Preparar o sistem integrado de gestão dos águas
costeiras.
Preparar o sisterna integrado de águas costeiras,
Institucionalizar a Acadernia de Pescas de Namibe.
&. Iniciar a construção de embarcação oceânica de investigação e embarcação de investigação costeiras.
Iniciar a construção dos centros de investigação
pesqueira c de investigação da pesca artesanal.
Lançar o sistema de vigilância, com barcos patru-
Theiros e controla de actividade da pesca.
Iniciar à construção de cinco centros de apoio a pesca
artesanal e rêelomár à execução do programa de aquisição de
canoas e embarcações cabinadas para a pesca artesanal,
continental e marítima.
Elaborar os projectos executivos para terminais
pesqueiros da Sova, Lucirta, Tômbwa. Baía Farta. Ambriiz,
Samba é Mampeza.
Iniciar a execução dos projectos de construção dos
institutos médios de pesca e escolas cm diversas províncias.
14, Assegurar a aplicação dos códigos de conduta das
pescas, aquicultura e ambiente aquático,
Fomentar parcerias com entidades estrangeiras a fim
de fomentar a indústria transformadora.
Reduzir a pesca de arrasto demcersal com à introdução
de artes mais selectivas como o palaneic.
Continuar o fomento de apvuiu av desenvolvimento da
pesca artesanal, marítima e continental, bem como aquicul-
(ura.
14. Petróleo:
Controlar um ritmo de exploração de petróleo e gás
natural que considere à evolução das reservas técnicas (comprovadas c prováveis), economicamente viáveis, as altorações, 2 seu rilino, das transformações da matriz enervética
mundial c os respectivos preços, a médio e tongo prazos.
hnpleimentação de uma Política de Redução da Economia de Enclave, com buse na identificação de oportunidades
de parcerias entrê empresas augolanas e estrangeiras é nas
oportunidades de melhorias para o mercado angolano em
geral, visando aumentar à participação de conteúdo local na
indústria.
Implementação e monitorização do instrumento leal e
impulsionador de recrutamento, integração, formação c
desenvolvimento de pessoal angolano na indústria petrolifera.
Assegurar a conclusão da implementação do Plano
Birector de AÁnnazenagem,
Continuação do Projecto de Melhoramento da Rede de
Distribuição, na sua componente de construção de postos de
abastecimento com o objectivo de expandir e melhorar a rede
de disiribuição em todo o território nacional.
n. Dar continnidade à implementação do Projecro Angola
LNG.
Identificar 53 estudos e/ou trabalhos preparatários do
lançamento dos tnvestimentos industriais mais significativos,
como a nova Refinaria do Lobito.
7 2.1.5. Geolngia e minas:
Elaboração da política e estratégia nacional para o
sector mineiro, que consagrêe o mesmo como chave paril o
desenvolvimento socioeconómico do País.
Criação de um banco de dados para uma gestão eficiente no áproveilamenrnto dos recursos Ininerais nas áreas de
Concessões mineiras,
Relorço da fiscalização das actividades peológicas €
mineiras.
4, Implementação da estratégia de diversificação da produção mineira no sector para o asseguramento de lançamento
de novos projectos mineiros e o aproveitamento de matéria-
-prima de origerruaiveira para o apoio à indústria transfeumadora nacional e à construção civil.
; 2010 103
Contribuição para e crescimento económico e social
das comunidades residentes nas zonas minciras, através da
implementação de projectos de apoio comunitário para à melho-
Tia das condições de vida das populações, designadamente
nas áreas de habitação, saúde, educação, agro-pecuária, infra-
-estruluras básicas, vias de comunicação e apojo à cultura,
tomando como busc as prioridades traçados palo Governo
para o desenvolvimento das regiões.
6, Melhoramento dos mecanismos de gestão ambiental,
através do acompunhamento e fiscalização das actividades
empresariais e realização de projectos de estudo de impacto
ambiental.
2.1.6, Indústria transformadora:
Implementação, no âmbito do Programa de Recunstituição do Capital Humano (PRCH), de acções de formação
profissional contínua dos funcionários responsáveis € récnicos do Ministério da Indústria.
Estabelecimento de uma parceria estratégica com o
CINFOTEC para à formação de vperáírios, técnicos e gestores
das empresas a serem criadas no âmbito de PRCH.
Criação de mecanismos para continuar 6 processo de
reabilitação e apetrechamento dos centros da formação
adscritos ào Ministério da Indústria.
Reloreo dos órgios de aplicação do programa executivo, nomeadamente o Instituto de Desenvolvimento Ludustrial de Angola (LOLA), o Instituto Angolano da Nonmalização
e Qualidade (IANORQ) e + Imstivuto Angolano de Propriedade Industrial (LAPL), como uma forma mais ampla e
adequada a todas as iniciativas do sector industrial privado.
Criação de um Centro de Tecnalosias de Informação
para o Scetor Industrial.
Criação, em coordenação com e Ministério do Comércio, de um Instituto de Promoção das Exportações com dupla
tutela (MIND e MINÇONM).
Viahilizar uma política de crédito para o scetor.
2.1.7. Construção:
Proceder a aprovação da Lei de Bases sobre as Parcerias Público-Privadas,
Propor a revisão do Decreto n.º 77/91, de 13 de Dezembro, que aprova o Estatuto das Estradas Nacionuis,
Propor a revisão do Decreto n.º 21/92, de 9 de Setembro, que aprova o Plano Roduviário.
Propor a revisão do Decreto n.º 89/03, de 7 de Outubro,
sobre as Portagens.
Revisão e actualização do regulamento da actividade
de empreiteiros de obras públicas, industriais de construção
civil e forneccdores de obras, aprovado pelo Decreto n.º 9/91,
de 23 de Março.
Aprovação de regulamento da actividade dos projectistas de obras públicas.
Revisão e actualização do regulamento da Comissão
Nucional de Inserição e Classificação dos Empreiteiros de
Obras Públicas, Industriais de Construção Civil e Fornecedores de Obras, aprovado pelo Decreto exceutivo n.º 2/94,
de 4 de Março.
2.1.8. Energia:
Reabilitação e retomada de empreendimentos que complemmentem 08 3 cixos, com ênfase no eixo Sul.
Interligação dos eixos para permitir à rans/erência de
enersias de áreas superavitárias para áreas deficitárias.
Continuação da expansão do sistema produtor hídrico.
Descentralização das tacefas do sistema clécirico,
separando a construção dos novos empreendimentos da
gestão e manutenção dos mesmos.
Criação de uma lógica de entidades produtoras que se
ligam e vendem energia a uma rede nacional.
Descentralização para 08 governos provinciais e as
autoridades municipais a média e pequena distribuíção.
Definição de plano para a electrificação rural,
219. Água:
Melhorar a qualidade dos serviços de abastecirnento
de água e de saneamento das águas residuais, implementando
às acções que constam nos respectivos planos dircetores.
Proceder à permanente inventariação dos recursos
hídricos do País, supertíciais e subterrâneos, traduzindo a sua
gestão racional em planos de utilização integrada, à nível de
cada bacia hidrográfica.
Adoptar medidas com vista à melhor, controlar os
cícitos naturais adversos, como são as cheias e as secus.
Continuar com o processo da criação das empresas
públicas e acelerar a institucionalização do Instituto Regulador do Sector das Águas & Saneamento.
110. Comércio:
1, Adopção do Plano-Director para o Desenvolvimento
do Comércio em Angola, tendo em vista à estruturação das
plataformas c da rede de logística e de distribuição, bem
como dos estabelecimentos comerciais, visando asseaurar a
logística primária e secundária ao nível do mercado nacional
e internacional.
Criação de um sistema de incentivos fiscais que incidam sobre as actividades empresariais complementares e
periféricas, além de abertura de linhas de crédito direccionadas para o pequeno e médio empresário do comércio
com boas condições de acesso e amartização, Estas duas iniciativas sc inscrem mum quadro de incentivos públicos c de
parcerias público-privadas.
3, Facilitação do acesso de mois comerciantes nos
domímos das técnicas de gestão, armazenagem, conservação,
Cxpossção c venda de bens, de modo a reniabilizar os seus
negócios. Adiciona-se a oferta de formação em negociação de
acordos comerciais.
Além da regulamentação das actividades comerciais, o
MINCO pretende criar condições para assegurar livre
concorrência entre os operadores do comércio, beneficiando
os consumidores.
T7.2.1.11. Transporte:
Elaboração de um plano integrado de transportes e
logística a nível nacional coerente com os objectivos traçados
ne programa de Governo em matéria de política terrilorial,
Populacional e desenvolvimento ceonótico, além de poltencializar aspirações estratégicas no domínio da política
exlema.
Desenhar novos modelos institucionais c de governação para às empresas públicas (SEI) de transporte que
usseguram a profissionalização da sua gestão e à direcção de
objectivos, estabelecendo para os seus geslores c quadros
componentes de remuneração variável coerentes com o
desempenho ateznçado.
Estabelecer um sisterna Ue formação e capacitação de
quadros dos sectores de infra-estruturas e transportes, ade-
quando competências e perfis profissionais às exigências dos
sectores,
4, Criar um ambiente de negócios favorável ao desenvolvimento e fortalecimento de empresas de transporte privadas , de base nacional, promovendo modelos de gestão nas
empresas de transportes que dinumizem o crescimento do
empreendedorismo angolano.
Reformular o sistema de financiamento dos sectores
de infra-estrutura e transportes, envolvendo parcerias financuiras de âmbito regional (SADC) e parcerias público-privadas, onde às mesinas se revelam viáveis e estruturantes.
Implementação de soluções de intermobilidade de
transportação capazes de varantir a melhor cobertura dos centros urbanos, bem como desenvolver iniciativas que asse-
Burein à mobilidade das pessoas e bens no espaço rural,
provincial e interpruovincial.
Relançar vn subsector do transporte marítimo e capacitar os subsectores em baixo desempenho, -
&. Estabelecer um plano para à criação de um centro de
inovação e competências, visando o desenvolvimento das
actividades complementares e de suporte à consolidação do
sector de transportes.
Reformular o quadro legal e regulamentar dos sectores
de infra-estrutura c de transportes coerente com à reforma
orgânica e funcional em curso,
2.1.12. Telecamunicações e tecnologia de informação:
Telecomunicações:
Implementação do programa e desenvolvimento institucional, com o estabelecimento de um novo modelo de
gestão da rede básica e à reestruturação da Angola Telecor:1.
Providenciar a conclusão da primmoira fase do Programa
de Desenvolvimento da Rede Básica e criar às condições
necessárigs para o arranque da segunda 1458 do programa.
Correios:
Elaboração de um estudo e projecto para à criação do
Banco Postal.
Desenvolver aeções de rentabilização do Operador
Postal Público.
: 2010 105
Elaboração e implementação de um programa de
desenvolvimento institucional que envolva novas formas de
gestão e reestruturação dos recursos humanos do operador
público.
Lançar um estudo visando à elaboração de uma política
de marketing consistente, bascada em uma nova imagem para
y operador, novos negócios e ampliação de suas actividades.
Meteorologia e geofísica:
Reabilitação de infra-estruturas de redes de observação
meteorolágica com cobertura. pelo menos, para todas às capitais de províncias.
Reabilitação da rede nacional de vigilância sísmica,
objectivando a cobertura de todas as áreas que sejam sensíveis aq fenómeno natural.
Desenvolvimento cstratégico de uma política de
recursos humanos através da entrada em funcionamento do
CREFORMAÁA (Centro Nacional de Formação de Quadros
* Especializados em Mertsorologia ce Ambiente).
Reformulação do estatuto orgânico do INAMET,
dotando-o de autonomia financeira e administrativa e a clabonração de planos para à sua reestruturação no médio e longo
prazo.
Tecnologias de Informação.
Fransformar à CNT] em Instituto de Promoção da
Sociedade da Tnformação, com a objectivo de promover a
universalização, par classes e geográfica, do't'so de tecnologias da informação.
Instalação de centros comunitários e quiosques de
2Çesso 2 internet na administração local e central do Estado,
8, Reestruturação e realização do TE-Forum,
T.2.1.13,. Serviços financeiros:
Consolidar o Banco de Desenvolvimento de Angola.
Promover a criação da Bança de Investimentos e de
outras instituições financeiras especializadas.
Reestruturar às bancos comerciais de propriedade do
Estado.
Desenvolver o micro-crédito.
Prompvera harmonização das transacções e pagamentos do Estado.
Apoiar à criação de instituições especializadas na
prestação de compensação, liquidação e custódia de valores
mobiliários.
Desenvolver 6 mercado de título da Dívida Pública,
à. Promover à criação de instituições financeiras não
buncárias de apoio ao mercado de capitais.
Desenvolvêr o mercado tnterno do resseguro,
2.1.14. Sector Empresarial do Estado;
Proposta de uma Lei de incentivos ao Investimento Privado.
Definição dos Modelos Orgânicos de Funcionamento
e de Gestão do Sector Empresarial Público.
Implementar a Conselho Consultivo do Banco de
Desenvolvimento de Angola.
Lei do Sector Empresarial Público e sua regulamentação e operacionalização.
T.ei de Alteração Pontual às Leis das Privutizações.
Estatulo do Gestor Ennpresanial Público c dos membros
dos órgãos de fiscalização.
Estatuto Rernuncratório do Gestor Empresarial Público
e dos membros dos órgãos de fiscalização.
8, Recstrulumção da carteira de participação do Estado.
Realizar contratos-programa com empresas do sector
empresarial público.
2.2, Sectores Sociais:
21. Educação:
Alargamento do acesso e melhoria da qualidade de
ensino.
Reforço institucional do sector com a utilização de
novas tecnologias de informação.
3, Diversificação das fontes de financiamento de ceducação.
Introdução ao pagamento da propina e das bolsas
internas no ensino secundário.
Descentralização da gestão administrativa e financeira
das instituições de ensino.
fi. Celebrar parçerias com instituições interricionais e
nacionais.
Acção social educativa e promoção da saúde escolar.
2.2.2. Saúde:
Reestruturação do Sistema Nacional de Saúde que priorizê vu acesso Je toda a população aos cuidados primários de
saúde.
Redução da mortalidade materna, infantil e infanto-
- juvenil, berm como da morbidade e mortabidade por docnças
prioritárias do quadro nosológico nacional.
Promoção é preservação de um contexto geral e um
ambiente propício à saúde.
Capacitação de indivíduos, das famílias e das comunidades para à promoção e protecção da saúde.
23. Assistência e reinserção social;
Gestão do risco social, no plano preventivo e de alívio
das situações c/ou acontecimentos à que os cidadãos estão
expostos.
Redução da pobreza com acções focalizadas na sua
essência e consequências da mesma e mitigação do ciclo
inter-geracional no seio das pessoas e/ou famílias carenciadas e vulneráveis.
Promoção da inclusão sócio-produtiva e reforço das
competências dos vulneráveis.
4, Promoção do desenvolvimento equittivo e equilibrado
das comunidades.
Protecção social das pessoas vulneráveis, em particolar dos direitos das crianças.
Reforço da articulação com os demais órgios da
política social.
Reforço da capacidade institucional relativamente à
formação de técnicos sociais.
2.2.4, Cultura:
Adopção de mecanismos de incentivo à criação e
difusão cultural.
Definição de regras para o suporte legal, institucional
e profissional das actividades culturais.
Proposição e aprovação do estatuio das línguas nacionais.
Efectivação do Plano Nacional de Combate à Piracaria.
Ratificação das Convenções Internacionais da UNESCO,
em especial nos campos da protecção da diversidade cultural,
protecção do património imaterial.
Aprovação dos diplomas legais relativos à Lei dos
Direitos Autorais, Lei Geral dos Arquivos, Lei do Cinema é
a Lei do Mecenato.
2.2.3. Comunicação social;
Incentivar e estimular o surgimento é consolidação do
sector privado da comunicação social.
Capacitar o5 técnicos da comunicação social,
Lançar o Programa de Desenvolvimento do Emprecndorismo da Indústria Nacional! dos Média.
Desenvolver um programa de formação inlegrado,
ajustado no desenvolvimento dos órgãos.
Garantir a expansão do sinal pelos municípios.
Incentivar a formação superior dos quadros, formação
profissional e profissionalizante.
4.2.6. Ensino superior:
Formar quadros docentes c pessoal técnico das instituições do ensino superior, elaborar o estudo de pertis de formação superior tendo em vista o alinhamento do subsistema
do ensino superior de meios que permitam incrementar o
planeamento, a gestão, o mmotitoramento e a avaliação tributários da elicácia e eliciência do Tnesimo aos interesses de
desenvolvimento do País,
Assegurar 6 incremento das bolsas de estudo internas
e externas como forma de substituir gradualmente os
docentes estrangeiros e temar o País auto-suficiente com à
visão de se atribuir no futuro uma marca própria à Ángola no
campo da investiga, do científica.
: 2010 107
Garautir as condições para o melhor funcionamento
das seis novas universidades públicas, das novas fuculdades,
institutos € escolas superiores criadas, bem como das TES
autonomizadas antes pertencentes « VAN,
Continuar o processo de redimensionamento da Universidade ÁAgouslinho Neto ao âmbito da região acadêmica em
que ela se insere, construir e equipar infra-estruturas acadé-
Micas ce sociais para as novas instituições de ensino, das sete
rêgiões académicas, bem como proceder à reabilitação das
infra-estruturas já existentes.
Continuar à adequação, a actualização e o reforço da
legislação sobre o ensino superior e reavaliar às condições
para o arranque do funcionamento do Campus da Universidade Agostinho Neto,
Privilegiãr e assegurar as acções referentes aos compromissos políticos, reflectidas nos PIP e bolsas de estudo
internas e externas nas áreas de formação prioritárias e aprimorar a sua gestão em alinhamento com a estratégia à
adoptar para cobunoatar o défice existente em varias áreas,
cspceialidade, faculdades & corsos.
Elaborar um plano de desenvolvimento institucional
para o sector do ensino superior para definir, à partie de 2010,
as suas necessidades locais é regionais em terimos da sua
€xpansão cursos a criar, corpo decente a formar, cíeclivos à
matricular, meios do ensino adequados, ben) como as pers
pectivas de desenvolvimento nacional e levadas a aprovação
nas respectivas conferências regionais.
7,2 2.7. Juventude e desportos:
|. Revisão legislativa da juventude e desportos.
Promover a ampliação do mercado de trabalho, de
emprego e auto-ernprego através da promoção e distribuição
de kirs profissionais e fomento do acesso ao crédito bonificado para jovens;
Estabelecer mecanismos com vista à proporcionar aos
jovens estudantes com dificuldades financeiras e com born
aproveitamento, vantagens € benefícios na aquisição de bens
e serviços, traduzindo na redução percentoal dos cespectivos
custos, através da materialização do cartão-jovem.
Desencadear. junto dos adolescecntes & jovens, campanhas de educação sexual, somo forma de controlar à natalidade e suster algumas epidemias SIDA/LI'S.
Reuxctivar as instituições de educação física e do desporto para o incentivo à investigação científica e permitir o
aurnento dos níveis culturais e de conhecimento dos atletas
aumentimdo desta feita seus níveis de escolaridade c empregabilidade num cenário pós actividade desportiva.
é. Recuperar, ampliar e melhorar a gestão, manutenção c
conscrvação das instalações c cquipamentos luvenis e
desportivos e atribuir uma atenção especial no quadro dos
esforços em curso, visando o estabelecimento de infra-estruturas modernas e convenientemente equipadas.
Dotar todas as províncias de equipamentos desportivos,
em particular estádios, pavilhões multi-uso e outros recintos
para a prática desportiva de recreação, lazer e actividades
lúdicas, que tenham as condições exigidas pela organização
das competições desportivas que permitam a generalização
da prática desportiva.
Promover à realização de estudos prospectivos estratégico no domínio da juventude e área do desporto, consubstanciado na identificação dos cixos de intervenção prioritários
que permitirá ao sector enquadrar permanentemente toda a
sua política no espectro mais amplo da estratégia de desenvolvimento do Pais.
Apoiar q desporto de alta competição, através das
selecções em articulação com as respectivas federações, com
vista ao melhoramento contínno dos resultados desportivos
à nível nacional e internacional, no sentido de atingir à
excelência no desporto.
2.2.8. Família ce promoção da mulher:
|. Institucionalizar à política de géncro.
Reforçar a capacidade institucional do Ministério, de
Conselho Nacional de Família e do Conselho de Coordenação Multissectorial em Género.
Promover o empoderamento e auto-estima de cada
membro da família, apoiando a geração de rendimento.
Promover uma umpla conscientização para os direitos
pulíticos, económicos, jurídicos e sociais das mulheres e das
raparigas, em especial nas áreas rurais.
T22.9, Antigos combatentes:
Modernizar o sistema nacional de recenseamento e
controla, criando as condições para a impletentação do
respectivo banco central de dado, a funcionar em sistema
online, bem assim, à atribuição do cartão de identidade ao
assistido por forma a conferir-lhe maior dignidade,
Fomentar o empreendedorismo no seio dos assistidos,
estimulando a criação de micro-empregsos, inclusive através
o auto-emprego e o trabalho independente através da implementação de pequerius projectos de reintegração soçial,
individual vu colcetivamente organizados,
Promover à construção e incentivar a aulo-construção
dirigida de habitações sociais apetrecliadas.
2.3, Sectores transversais;
Formação profissional:
Elaborar legislação sobre financiamento da formação
profissional.
Introduzir melhora na regulamentação da Le: do
Emprego.
3, Aprovar à regulamentação da Bolsa Nacional de For
madores,
4, Elaborar à legislação sobre centros privados de formação profissional.
Simplificar as normas e procedimentos de acesso aos
serviços de emprega e formação profissional.
Desenvolver perfis profissionais do sector empresarial.
Tóitroduzir novos cursos profissionais no Sistema
Nacional de Formação Profissional.
2.3.2. Administração pública e administração do
trabalho:
Reestruturação e aperfeiçoamento da orgânica dos
serviços públicos centrais.
Revisão da Leci dos Institutos Públicos,
Reforço da política de recursos humanos para a administração pública,
Reavaliação da utilidade e funcionalidade de estruturas
adininistrativas provisórias (ad-koc) bem como das estruturas
multissectoriais consultíivas e/ou executivas.
Adopção e implementação de um programa de mobilidade para a função pública com os Ministérios da Administação do Território e das Finanças,
Elevação da qualidade de prestação do serviço público.
Melhoras a legislação sobre avaliação de desempenho
dos serviços públicos na óptica dos resultados.
Reforço e generalização da cultura da cficiência, da
cficácia e da qualidade na realização de tarefas.
9, Eliminação progressiva das disfunções burocráticas e
evulução para nma cultura de responsabilidade e de conuolo
de resutrados.
Modernizar e uniformizar os procedimentos de gestão
dos recursos humanos.
Contribuir para à geração de empregos nos sectores
primário, secundário e terciário da economia.
12, Elevar a taxa de qualificação e de especialização dos
activos no mercado de trabalho.
Diversificar e alargar a rede de formação profissional
em conformidade com às capacidades e perspectivas da
econvimia e do mercado de trabalho.
Concebher e implementar programas especiais de formação profissional e reinserção de grupos especiais.
Dinamizar e incentivar o empreendedorismo na comunidade.
15, Inclusão digital dos beneficiários dos serviços de formação profissional.
7,233. Administração do território;
Aprovar estudos sobre a macroestrutura da administração loca! e elaboração de diplomas relativos a desconcen-
Iração administrativa,
Criação das autarquias locais tendo em atenção o
princípio do gradualismo.
Informatização das sdministrações locais do Estado.
Implementação do sistema de gestão da base de dados
dos recursos e realização das jornadas científicas sobre a
administração local do Estado.
Adoptar instrumentos de supervisão na aplicação da
legislação sobre a função pública e realizar cursos de formação de administradores, responsáveis e técnicos da administração local do Estado.
2010 109
Estatmnto do administrador e do pessoal da administração municipal.
Regime jurídico das empresas locais,
8, Regulamentação das parcerias público-privadas.
Pacole legislativo sobre às aularquias locais.
Proposta de diploma legal sobre geminação de
cidades e municípios.
Revisão da Lei Sobre as Transeressões Administrativas.
Proposta de Lei Sobre a Divisão Política Administrativa
2.3.4. Urbanismo e habitação:
Elaborar a Política Nacional de Ordenamento do Terntório (POTN) .
2, Aplicar a Lei n.º 3/04, de 25 de Junho — T.ei de Crdcnamento do Território e Urbanismo (LOTU).
Aplicar a Lei n.º 9/94, de 9 de Novembro— Lei de
Terras,
Regulamentar as actividades da cartografia e cadastro.
Fiscalizar à aplicação ou não aplicação da LOTU e da
T.ei de Terras.
Propiciar reservas fundiárias, acesso a terra urbanizada,
a regularização fundiária e da propriedade rústica,
Apoio as empresas de construção civil à imobiliária e
as empresas de fubrico de matérias de construção com base
no fomento económico,
Possibihlar compensações fiscais,
Crédito habitacional que propicie o estímulo das
poupanças das famílias é concessão de facitidades de créditos para fins habitacionais.
Isenção temporária dos direitos aduanciros para
equipamentos e matérias destinados a projectos habitacionais
de interesses sociais.
2.3.5, Ambiente:
|. Produzir legislação adequada & instrumentos programáticos de gestão.
Instituir a cobrança de taxas ambientais e de um sistema de multas.
Regulamentar o5 mecanismos para a emissão de
licenças ambientais.
Realizar acções de fomento às parcerias com o sector
privado.
Institucionalização dos árgãos participativos provinciais,
[Mplementuar a Política Nacional do Ambiente.
Implementar o Programa Naciona! de Combate à Seca
e Desertificação.
Implementar à Estratégia Nacional de Conservação da
Biodiversidade.
Implementar o Programa Nacional de Gestão Ambiental.
Implementar 6 Programa de Tecnologia e Educação.
Implementar o Programa de Consciencialização
Ambiental,
Implementar n Programa e Regulamentação do
Comércio das Espécies de Fauna em Vias de Extinção.
2.3.6. Justiça:
Revisão da legislação relativa 46s seguintes domínios:
trabalho, cível, crimínal, ambiente, arrendamento urbano,
condomínio e execuções fiscais.
Exparklir os serviços das conserva.órias e cartórios.
Modemizar os arquivos centrais de T.uanda e das conservatórias do registo predial comercia) e civil em todo o território. '
4, Melhoria do açesso dos cidadãos à justiça e descongestionar os tribunais de forma a tornar a justiça mais célere,
pela diversificação das diferentes soluções da justiça, propiciadoras de um clima de paz social e de uma verdadeira
política de desjodicialização.
Melhoria das condições de funcionamento do TNEJ,
incluindo à aprovação de novos planos curriculares.
: 6. Modemização do Sistema de Formação e Qualificação
dos Funcionários do Sistema de Justiça.
2.3.7. Ciência e tecnologia:
|. Criação de um mecanismo de coordenação de C&T,
Aprovação da carreira de investigação científica.
Criação do Fundo Nucional para o Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (FUNDECIT).
4, Promoção de conferências, workshops, mesas -nedondas e feiras,
Aprovação da Lei de Buse da Ciência € Tecnologia.
Aprovação do estatuto do Conselho Superior de Ciência e Tecnologia.
Instituição dos prémios de ciência e inovação.
723,8, Sistema estatístico nacional:
A continuação da preparação Recenseamento Gera! da
População e Halitação - RGPH e o Reforço do Sistema
Estatístico Nacional (SEN) constituem dois arandes objectivos do INE para o biénio 2910 é 23011. Assim, serão realizadas durante o período acções nos seguintes demínicos:
recenseamento geral da população e habitação
(início da operação de campo para actualização
da Base Caitográfica Censitária, bom como
— instalação e funcionamento do Gabinete Central
do RGPH);
contas nacionais (elaboração das contas nacionais
de 2008 e 2009 2 produção de uma matriz fnpur-
Output
estatísticas de preços (produção do Índice de Preços
no Consumidor de Luanda e actualização dos
seus ponderadores; nrodução do Índice de Preços
Grossista);
estatísticas do comércio externo (elaboração de
boletins trimestrais c annários);
estatísticas industriais (elaboração de boletins
trimestrais do Índice de Produção Industrial);
estatísticas de conjuntura coonómica (claboração de
boletins trimestrais de Estatisticas de Conjuntura
Económica de Comércio, Transporte, Construção
Civil, Indústria, bem como a elaboração da Síntese Semestral de Conjuntura Económica);
£) estatísticas demográficas e sociais (elaboração do
Boletim Anua! de Estatísticas Vitais; do Boletim
Anuul de Estatísticas Sociais e do Boletim de
Estatísticas do Emprego, bem coma a elaboração
do Sistera de Tndicadertes da Criança Angolana);
estratégia nacional de desenvolvimento estatístico
(preparação do documento de estratégia e do
Plano de Desenvolvimento de Recursos Humanot);
outros (preparação e implementação Ja Página Web
do TNE. e do portal do RGPH e continuação da
implementação do Plano Estratégico do Sistema
Je Informação).
Programas:
Os programas que serão apresentados à seguir guardam
em comu características da mais alta relevância, considerado o actual estágio de desenvolvimento do País. Em especial, estão voltados para questões relacionadas com bem-estar
da população, à garantia das condições de vida e o acesso à
bens e serviços públicos essenciais. Dada à natureza mulissectorial, estes desempenham um papel fundamenta! no combate à pobreza, enquanto actuam na preparação de
infra-estruturas compatíveis com um futuro de prosperidade,
Inicialmente são referidos três de forma bastante evidenciada, seguidos de mais alguns que são apresentados de
forma sintetizada através de um quadro. O que se pode
destaçar de comum entre todos é que se constituem nos mais
Telovantes programas é nos mais importantes pela natureza
dos objectivos que perseguem. Os demais constarão do Programa de Investimentos Públicos.
Programa de Desenvolvimento Rural Integrado e de
Combate à Pobreza:
O objectivo do programa é realizar acções em diversas
Íteas, como por exemplo educação, saúde, [omecimento de
água, assistência social e integração. O programa está ereanizado em dois subprogramas, quais sejam o Subprograma
de Sedentarização Populacional e Apoio as Comunidades
Rurais e 9 Subprograma de Fomento à Habitação Rural,
Em 2010,15 localidades deverão ser beneficiadas através
de intervenções no âmbito do programa e à partir de 2011,
este número deverá ser gradualmente elevado para englobar
outras regiões do País,
Programa Nacional de Urbanisino e Habitação:
O principal objectivo do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação é 2 Implementação de uma política habita-
E 2010 111
cional que seja capaz de assegurar infra-estruturas criticas ao
desenvolvimento, sobretudo 9 acesso à habitação condiena
para cada família, compatível! com o poder aquisitivo de seus
integrantes.
O programa propiciará condições mois fuvoráveis para à
melhoria do nível de qualificação do sistema urbano e do parque habitacional, com a finalidade de garantir a elevação do
hem-estar social da população e de contribuir para o desenvolvimento sustentável e redução da pobreza,
Para o quadriénio 2009/12, prevê-se a construção de um
milhão Je fogos habilacionais, cstimando-se que 808 do
total de habitações sociais serão construídas to período
2010/2011,
Programa Água para Todos:
O prograria que tem como objectivo o abastecimento de
água potável às zonas rurais do País, através da construção de
pequenos sistemas de abastecimento de água, assim como a
construção de furos artesianos para a captação de águas subterrâneas. Algumas acções nas sedes comunais lambém têm
sido empreendidas sob as actividades do Proprama «Água
para Todos», em especial naqueles que apresentam características próximas das zonas rurais.
EXETTRTARTS
emo Ta See
Piodução de ágte potável, na3 sedes
orovinciais mia): 1111010000. 2. [4399438
Fonte: Secremria de Estcade cas Águas.
* Cure de acordo gom as captações que ockrem espansáo udhams e O cesenulr ineo
es gerfenceça iaduslras.
Os principais resultados, que se espera sejam alcançados
na biénio 2010-2011, são de 1810 mil beneficiários, através
de 7243 pontos de água e também de 3778 chafarizes exislentes. Cerca de 300 novos sistemas de abastecimento de
água estarão em funcionamento garantindo água potável a
quase 80% da população rural.
Para além dos programas que ucaham de ser destacados
acimu, existem muitos outros que também podem ser interpretados como inseridos neste mesmo contexto. São iniciativas de grande e inquestionável apelo social e'fou de
fundamental importância para o processo de reconstrução
nacional. À seguir estas aparecem em um quadro de referênvia que contempla nove áreas de prioridade distintas.
EX NC
Reluserção secial Programa de reubilitação baseado na comunidade
Segutonra e protecção civil Programa Nacional de Desmnagem MINSRS
. 3. Segurfaça alimentar é desen- Flony aaviopal de segurança slimentas e nuteicional Consan
volvimento rural Programa de comércio rural MINCO
Pragrama de luta contra o VIHSIDA
Programa de econselhomenco e teste veluncágrio (ATVY) MINSA
1, VISESTDA Programo de prevençõo da wansmissão vertiçal (PTY)
Política de insrineionalização de gênero MINFAMU
Educução Frograma de desenvolvimento do ensine Primásio o secundirio MEC
Frogramo naciono) de clecerrificação uz para todos. o |
4, Inlra-estrouturis Programa de veubilicaçãõe e Construção de infra-estruiucas ulm:niseraçivas Obras Públicas
trásicas Froprama de cesbilitaçõo e construção de infra-esenusuras econômicas básicos
Kmprego e lurmaçõo Frograma dz reforço da capacidadae do sistema de exsprego e iocmação profissional MAFPESS
Professional Trugrama Ue geração de emprego e cendimendo
Programa integrado de reforma e modemização da elaicistroção pública osntral e local MAT
Gover nução Programa de melhoria do gestão municipao!
Estralégia nacional de desenvolvimento estacístico INE
Gestão macrneennímico Programa de estruturação a madermização dos harcos : = ENA
FProganma de dezenvolvimento do eercado de copurais ENA
9, Orçamento global e financiamento (2010-2011); As telecomunicações e tecnologias de informação parti-
cipam com 7% do total, igualmente, em 2010, o que pode
O Programa de Investimentos Públicos considera que os — ajudar a consolida: o processo de melhoria sustentável da
projectos em curso são os de implementarão prioritária. Este — competitividade nacional.
Fuçro determina que nos próximos programas de investimento
público os projectos a serem considerado: deverão estrita- Dentro da perspectiva de mitigação dos desequilíbrios ter-
menta obedecer às regras, critérios e trâmites estabelecivos — Titoriais, as províncias menos desenvolvidas do territário
na legislação em vizor sobre os investimentos publicos. nacional beneficiam dum conjunto de investimentos com a
intenção de aí se melhorarem às condições que tornem mais
Esta observância estrita pelas regras legalmente estabe- — propícia o crescimento económico, à criação de renda e de
lêcidas é uma conseguência das reformas macroeconómicas — emprego. Assim, as províncias do Uige, Cunene, Moxico,
Em curso, necessárias para se garantir a racionalidade das Lundas, Cuando Cubango rétêm 32,25% dos PIP de subordidespesas públicas e a eficiência dos gastos do Estado. nação provincial, ou seja, 4,56% do total do PIP.
Corno tem sido norma, existem projectos de subordinação Financeiramente o PIP será supirtado por fontes extercentra! e de subordinação local no PIP. Os primeiros repre- — as numa percentagem de 43% e por recursos ordinários do
senturno cerca de 85,8% do total do programa, em 2010. Tesuuro no diferencial.
Dentro dos de subordinação central, os demínios de O Presidente, em exercício, da Assembleia Nacional,
suporte e alavancagem do crescimento económico — tais — Foão Manuel Gonçalves Lourenço.
como as obras públicas, encreia, água e transportes — acolhem 51,7% do respectivo total previsto para 2010. O Presidente da República, Jost EDUARDO DOS SANTOS,
O.E. 30 — 1/3 — 2500 0x — LL NE. PE = 2610
